Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O professor Wanderley Guilherme dos Santos publica na Carta Capital desta semana artigo magistral.
A tese central é “decida Serra o que decidir, o PSDB e seus aliados sairão perdedores”.
E a oposição vai para o golpe.
“Aos poucos, as pesquisas eleitorais conduzirão o candidato a candidato (Serra) a seu devido lugar”.
E aí reside o perigo, segundo Wanderley.
“A súbita consciência de que a excitação em torno do governador de São Paulo não corresponde à opinião pública nacional pode empurrar os admiradores de Serra, sobretudo os ex-esquerdistas, ao extremismo institucional. Gosto para isso não lhes falta, há muito.”
“O sucesso do governo Lula, não seu antecipado fracasso, é o que faz com que a intensidade oposicionista aumente exponencialmente.”
“Justificar o fracasso como consequência de atos ilegítimos do governo é tradição antiga entre nós.”
” … o mais provável é que a oposição acuse o governo de sufocá-la e de fraudar o processo competitivo. As solicitações ao Judiciário e as insinuações de ‘chavismo’ se multiplicarão. As manchetes se tornarão assustadoras em busca dos milhões de ‘Reginas Duartes’ que compensem a ausência de votos na urnas. Outra oportunidade para que se manifeste o poder desestabilizador dos meios de comunicação.” Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luís Nassif
Falta uma perna no novo desenho da política industrial brasileira: a interação entre grandes conglomerados amparados por políticas públicas e pequenas e micro empresas.
Os financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social) são um poderoso indutor para práticas empresariais. Se condicionar a liberação de um financiamento selo verde – de boas práticas ambientais -, todas as candidatas a financiamento tratarão de adquiri-lo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A China criticou as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de adotar uma política mais dura para garantir a abertura do mercado chinês às exportações americanas.
O porta-voz do Ministério do Exterior da China, Ma Zhaoxu, rejeitou a acusação de que a cotação da moeda chinesa, o yuan, em relação ao dólar, dá ao país uma vantagem injusta.
“Acusações e pressão não vão ajudar a resolver o problema”, afirmou. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A modernização e internacionalização da logística nos últimos vinte anos foram fontes de importantes ganhos de produtividade para as economias avançadas. Porém, entre os países em desenvolvimento, apenas nos anos recentes, o aperfeiçoamento da logística tornou-se objetivo explícito das políticas de desenvolvimento. Englobando um conjunto de atividades essenciais – transporte, armazenagem, consolidação de cargas, desembaraço alfandegário, sistema de distribuição e pagamentos – e envolvendo inúmeros agentes públicos e privados, a logística é a espinha dorsal do comércio internacional.
A Carta IEDI de hoje apresenta uma síntese dos resultados da pesquisa Connecting to compete: Trade logistics in the global economy – realizada pelo Banco Mundial (www.wordbank.org) -, a qual avalia, em perspectiva comparada, a qualidade da logística do comércio internacional, ou seja, a capacidade de transportar produtos e conectar indústrias e consumidores aos mercados internacionais. O estudo cobre 155 países e apresenta o ranking do índice de desempenho em logística comercial (LPI, na sigla em inglês), construído a partir de indicadores para seis fatores que influenciam a qualidade da logística: eficiência alfandegária, qualidade da infraestrutura de transporte, facilidade e custo de embarques, competência e qualidade da indústria logística local, capacidade de rastrear carregamentos, pontualidade.
A análise comparativa revela que, para países com mesmo nível de renda per capita, aqueles com melhor desempenho na logística experimentam crescimento econômico adicional, da ordem de 1% no PIB e 2% no comércio. Esses resultados são especialmente relevantes para os países em desenvolvimento no momento atual. Investir na melhoria da logística comercial permitirá acelerar a recuperação ante os efeitos da crise global, bem como o fortalecimento de suas posições competitivas. Outra conclusão do estudo é que os países com os melhores desempenhos em logística, ou seja, com LPI mais elevados, são aqueles que consistentemente investem em reformas e melhorias. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Lúcio Pereira de Souza
Mais uma crise de corrupção abala o cenário político brasileiro. Desta vez, bem no coração da arena política: Brasília. Muitas reportagens. Muito jogo de cena pelos partidos políticos. Muita tentativa de mostrar diferenças no tratamento do assunto. Muito blá, blá. blá. E até, diríamos, algo mais consistente, sob o ponto de vista da profilaxia: defesa de mudança na Constituição Federal, relativa ao sistema de financiamento das campanhas políticas. Na verdade, permitam-me a opinião, de quem não pertence ao meio político, mas com a modesta pretensão de ser mais técnico do que político.
Percebe-se o jogo que está na roda destes escândalos? Apenas citam-se os nomes de políticos A, B ou C, que quando não são massacrados pela opinião pública, dão um drible e voltam à carga mais tarde. Às vezes, o noticiário desloca-se mais fortemente sobre algum lobista, e não exatamente sobre políticos, como sucedeu com o escândalo do mensalão. E em poucas vezes, cita-se o nome de quem trafica (pelo lado da compra) a influência. Ou seja, condenam-se os usuários e os traficantes (pelo lado da venda), mas os traficantes (pelo lado da compra) continuam adquirindo seus insumos. Perceba-se ainda que, afastados os nomes destacados na época do flagrante da corrupção, o problema volta a ocorrer em espaço e tempo diferentes do anterior, o que indica que não se chega ao cerne do problema. Até mesmo a febre só é tratada quando há alguma pressão pública. Então, o que se nota? O enfrentamento da questão, da imprensa, passando pela legislação, aos poderes constituídos, enfim, pelo país como um todo, é muito insipiente e amador. Talvez esteja na hora de trocar a insipiência pela incipiência em enfoque inovador de enfrentamento da questão. Vejamos se, e em caso positivo, como seria possível.
A estrutura do jogo parece ser a seguinte: Clique aqui para ler mais.
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Thomaz Wood Jr.
Fim de caso! A sentença foi publicada em uma edição especial da revista The Economist. Assinou o laudo Lucy Kellaway. Parece sério: a colunista nos lembra que o entusiasmo pelo mundo dos negócios começou nos anos 1980, cresceu e se transformou em uma paixão alimentada por dinheiro, glamour e status. Em 2009, o dinheiro acabou. Em 2010, será a vez de o glamour e o -status –abandonarem a relação. E que relação poderia sobreviver à falta de elementos tão essenciais? Consequência: fim de caso. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Dani Rodrik
A China ainda é um país pobre, mesmo assim projeta-se que sua economia ultrapasse a dos EUA em tamanho nas próximas duas décadas
Trinta anos atrás, a China tinha uma presença minúscula na economia global e pouca influência fora das suas fronteiras, exceto por alguns países com os quais mantinha relações políticas e militares próximas. Hoje, o país é uma notável potência econômica: maior centro fabril do mundo, destacado investidor mundo afora, da África à América Latina, e, cada vez mais, uma importante fonte de pesquisa e desenvolvimento. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
O Tribunal de Contas da União (TCU) verificou que existem problemas sérios na política de desenvolvimento regional desenvolvida pelo governo federal, como o fato de cidades com renda mais alta receberam mais dinheiro do que municípios carentes e emendas parlamentares desviarem fundos de desenvolvimento regional de seus objetivos iniciais. Clique aqui para ler mais.
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