prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Colunas':

O erro tipo 3

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O novo livro de Ian I. Mitroff e Abraham Silvers: Dirty Rotten Strategies: How We Trick Ourselves and Others into Solving the Wrong Problems Precisely, a ser lançado em 2008, fala a respeito do erro tipo três. A idéia do erro tipo 3 veio do estatístico John Tukey, que argumentava que a maior parte dos erros ocorre porque tentamos resolver os problemas errados e não porque falhamos em conseguir as soluções certas para os problemas certos.

Os autores alegam que a maioria das situações nas quais surgem os erros tipo 3 é que acreditamos saber, de antemão, qual é a raiz de um problema. Parte considerável dessa questionável premissa, segundo os autores, se deve ao sistema de “des-educação” – onde somos treinados para resolver exercícios, que têm soluções lógicas e únicas, e não problemas, difíceis que podem levar a várias soluções.

Por  Katia Alves

Por Thomaz Wood Jr.

Publicado originalmente na Carta Capital

Há pouco mais de dez anos, as montadoras instaladas em Pindorama viviam um momento bem diferente do atual. Diante da situação econômica desfavorável e da retração do consumo, elas tinham os pátios inundados com um mar de veículos novos e reduziam a produção. Enquanto isso, um grande fornecedor de autopeças, embora ligado por cordão umbilical às montadoras, agia como se habitasse um planeta distante. Seu diretor industrial, orgulhoso dos quadros e das máquinas, comemorava mais um recorde de produção. O paradoxo era óbvio. Como seria possível para um fornecedor quebrar recordes, se os seus principais clientes reduziam drasticamente a produção? De fato, milagre não havia. A empresa em questão produzia, mas não vendia. Os estoques de produto acabado lotavam seus armazéns e eram levados para armazéns externos, alugados em ritmo de emergência e a preço de ouro. A queda do faturamento obrigava a empresa a captar dinheiro em bancos para comprar matéria-prima. A situação era, de fato, surreal. A empresa tomava empréstimos para produzir em velocidades cada vez maiores e estocar, a um custo cada vez mais alto, um produto que seus clientes não queriam. Felizmente, a insensatez foi descoberta e o prejuízo contido.

Situações como essa são muito comuns. A todo momento, nas empresas, é possível identificar esforços sinceros para resolver da forma mais eficaz possível determinados problemas. No entanto, em muitos casos, esses problemas são errados. No caso acima, um enorme esforço da equipe de produção havia sido realizado para eliminar gargalos e maximizar o uso dos equipamentos e recursos. A questão real, no entanto, situava-se além da fronteira da produção: era uma questão de mercado.

Esse é o tema do novo livro dos veteranos pesquisadores Ian I. Mitroff e Abraham Silvers: Dirty Rotten Strategies: How We Trick Ourselves and Others into Solving the Wrong Problems Precisely, a ser lançado em 2008 pela Stanford University Press. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Sorry, centro

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Com a crise do “subprime” (crise nos sistemas financeiros dos EUA e da Europa) os países em desenvolvimento puderam mostrar sua resistência e entre eles o Brasil. Após quase um ano a crise não se propagou do centro para a periferia, é claro que houve impactos negativos nos planos comercial e financeiro, considerando-se que antes qualquer crise nos EUA afetaria a economia como um todo, hoje apresentar apenas alguns efeitos negativos já é uma grande vitória para os países em desenvolvimento.

O Brasil continua com uma cotação muito boa enquanto que grandes instituições norte-americana amargam prejuízos e humilhações. Muitos pensaram que a crise subprime desequilibraria os países em desenvolvimento e que o FMI teria que desenvolver programas para os países de baixa renda.

O fortalecimento da política econômica e, em especial, do setor externo das economias periféricas é um elemento importante para explicar o fortalecimento das economias emergentes.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: Paulo Nogueira Batista Jr

Estou em apuros, outra vez. Brasileiro faz tudo na última hora. Neste instante, são 17h45 da quarta-feira (ontem). Como a Folha é implacável nos horários, tenho pouquíssimo tempo para escrever. Não me sobra outra alternativa senão falar do quadro internacional e do FMI. Calma, leitor, não pare de ler. Vou tratar do Brasil também. Brasileiro, bem sei, só quer saber do Brasil -é a síndrome de país-continente.

Não sei se o leitor se dá conta da singularidade da situação que estamos vivendo desde que estourou a crise do “subprime”. Um aspecto que salta aos olhos é a extraordinária resistência dos países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, à crise nos sistemas financeiros dos EUA e da Europa.

É claro que há impactos negativos, nos planos comercial e financeiro. Mas a novidade é que até agora, transcorrido quase um ano, a crise não se propagou do centro para a periferia da economia mundial. Repare, leitor, que estamos falando de uma crise financeira considerada por diversos analistas como a mais grave desde a Segunda Guerra. Antigamente, se dizia: quando os EUA espirram, a América Latina pega pneumonia. Agora, os EUA pegam pneumonia e a América Latina nem espirra?! Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

“Expansão de 5% é modesta. Poderíamos estar crescendo 10%”

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Entrevista de Luiz Carlos Bresser-Pereira

Luiz Carlos Bresser-Pereira, em entrevista ao Jornal O Estado de S. Paulo, afirmou que o País cresce a taxas bem modestas, e que poderia estar crescendo a taxas até duas vezes maiores se levado em consideração o potencial do País.

Para Bresser, os dados do PIB só vem a confirmar que o País pode sim crescer a taxas mais elevadas, uma vez que passou bem pela crise das hipotecas. Mostrando-se equivocadas as hipóteses de redução de crescimento no País. O maior desafio hoje para o Brasil é o câmbio que ainda não é sustentável.

Bresser sugere a mudança na estratégia macroeconômica, o aprofundamento do ajuste fiscal, a redução das taxas de juros ao invés de seu aumento, e criar um controle para a entrada de capitais, podendo assim atingir um crescimento superior ao programado.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: O Estado de S. Paulo

Por: Leandro Modé

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre não anima o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira. “O crescimento de 5% é modesto, se levarmos em conta o potencial do País, dadas nossas condições naturais.”

Os dados do PIB mostram que o País passou bem pela crise das hipotecas americanas (subprime). Quais os desafios daqui para frente?

A crise bancária americana não teve ainda efeitos econômicos no resto do mundo, mesmo nos Estados Unidos. Por ora, não se pode falar em recessão no país. As análises que afirmaram que o Brasil reduziria o crescimento por causa da crise americana mostraram-se, portanto, equivocadas. O desafio fundamental é o do câmbio. Esse crescimento de 5%, que espero para o ano inteiro, é modesto, se levarmos em conta o potencial do País, dadas as nossas condições naturais. Poderíamos estar crescendo a 10%. Mesmo essa expansão de 5% não é garantida porque esse câmbio não é sustentável. O déficit em conta corrente esperado para o ano que vem já está na casa de US$ 60 bilhões, o que é um escândalo. Isso significa que ainda não alcançamos o equilíbrio intertemporal de nossas contas, apesar da situação favorável da economia global. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

A SEMANA A LIMPO

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O governo articula a criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A medida serviria para cobrir o rombo deixado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A contribuição seria totalmente destina a pasta da Saúde, teria uma alíquota menor (0,1%) e incidiria a partir de um piso determinado. A oposição já avisou que criará problemas ao Planalto, mas o governo aposta numa rápida aprovação no plenário do Senado Federal.

 

Economia

 

Mais um balde de água fria no setor produtivo. A ata do Comitê de Política Monetária indicou um possível aumento da taxa Selic na sua próxima reunião. Segundo analistas do mercado, a taxa básica de juros da economia brasileira deve fechar o ano em 14%. A autoridade monetária insiste em tratar choque de preços internacionais com o amargo remédio das taxas de juros. Tal solução é inócua, como ressaltou o prêmio Nobel Joseph Stgiltz, em artigo ao jornal o Globo (clique aqui para ler mais).

 

Internacional

 

A Irlanda deve dizer “Não” ao Tratado de Lisboa, que referendaria a participação da Irlanda na União Européia. Caso este resultado se confirme, ficarão claras as fragilidades e mesmo as condições anti-populares nas quais a União Européia está se firmando.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Os Novos Números do IBGE

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho*

O IBGE acaba de divulgar os números referentes ao desempenho da economia no primeiro trimestre desse ano. Esses números reforçam o otimismo daqueles que julgam que a atual política econômica – nem tão atual assim, pois em curso desde o início do segundo mandato de FHC, em 1999 – é a mais adequada ao nosso desenvolvimento.

O crescimento do PIB alcançou a marca de 5,8%, tanto na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, quanto em relação ao acumulado nos últimos 12 meses, embora esse comportamento da economia de janeiro a março tenha apresentado uma elevação de apenas 0,7% em relação ao último trimestre de 2007, o que indica uma clara desaceleração no ritmo do crescimento observado nos últimos meses.

Pelo lado do consumo, e sempre com base na comparação com o mesmo trimestre de 2007, o aumento dos gastos das famílias (6,6%), do governo (5,8%) e dos investimentos (15,2%), sustentaram esse crescimento. Entretanto, o crescimento das importações (18,9%) e os resultados das exportações (-2,1%) continuam a sinalizar uma mudança negativa nos números da balança comercial, com a redução dos seus saldos e a conseqüente degradação nos resultados das transações correntes (soma das transações de comércio e serviços do país com o resto do mundo).

O consumo das famílias tem se sustentado – há 18 trimestres consecutivos em crescimento – pela expansão do crédito, puxado por mecanismos como o empréstimo consignado, e, em menor grau, pelo crescimento da massa salarial. Entretanto, em comparação com o último trimestre de 2007, a expansão do consumo das famílias neste primeiro trimestre foi de apenas 0,3%, o que pode indicar que há sinais de esgotamento nessa fase expansionista recente. Leia o resto do artigo »

Postado em Destaques da Semana, Paulo Passarinho | Sem Comentários »

Entrevista com Luciano Coutinho

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista à Época, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, declara que ao contrário que os seus críticos afirmam sobre ele, considerado um célebre em medidas para aumentar a participação do Estado na economia, Coutinho diz que apenas quer mudar a orientação da economia (trazer a iniciativa privada para criar estruturas novas e não privatizar). E que a nova política industrial não está aumentando a estatização, isso é uma critica liberal desinformada.

Na questão sobre a fusão da Oi com a Brasil Telecom, afirmou que isso é racional do ponto de vista empresarial e que acirrará a concorrência no setor beneficiando os consumidores.

Com a indústria estrangeira, Luciano observa que é necessário que essa indústria aprofunde a qualidade do que faz no Brasil e desenvolva atividades mais sofisticadas, a política industrial acolhe um papel destacados nos setores em que a empresa estrangeira é dominante, com estímulo à inovação no país. Em relação à inflação, o Banco Central e o Ministério da Fazenda estão atentos, mas deve-se ter cuidado com as medidas de tomadas para o combate da inflação, para não ser um obstáculo com o crescimento econômico.

Por  Katia Alves

Para ler a entrevista na íntegra Entrevista com Luciano Coutinho 

  

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Decálogo da cobiça

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, Mauricio Dias da Carta Capital mostrou alguns exemplos que contestam a soberania do Brasil sobre a Amazônia, entre eles: Al Gore afirmando que a Amazônia pertence a todos; declaração de Mikhail Gorbachev como presidente da extinta União Soviética, o Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes, declaração de; “Essa parte do Brasil (Amazônia) é muito importante para deixar para os brasileiros. Se perdermos as florestas, perderemos a luta contra o aquecimento global.” (The Independent/editorial 

Desta forma, conseguimos observar como a Amazônia é cobiçada e é nosso dever cuidar do que de fato nos pertence!

 Acompanhe abaixo outras declarações feitas por outras personalidades mundiais:

 Por  Katia Alves

 Por Mauricio Dias

 Fonte: CartaCapital

A contestação da soberania brasileira sobre a Amazônia não é recente.   Declarações feitas por influentes personalidades mundiais, nas duas últimas décadas, dão o tom das pressões. Abaixo uma amostra: 

1. “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós.” (Al Gore, como vice-presidente dos EUA) 

2. “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia.” (François Mitterrand, como presidente da França)

 3. “As campanhas ecológicas internacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa que pode definitivamente ensejar intervenções militares diretas sobre a região.” (John Major, como primeiro-ministro da Grã-Bretanha) 

4. “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes.” (Mikhail Gorbachev, como presidente da extinta União Soviética) 

5. “Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão de montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos.” (Henri Kissinger, ex-secretário de Estado dos EUA) Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Novo pacote do governo mantém intacta ortodoxia estagnacionista e dependente

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Guilherme Delgado – economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz – em entrevista ao Correio da Cidadania analisa a nova política Industrial, Fundo Soberano e ‘Investment Grade’ para o Brasil.

 Guilherme comenta que as novas medidas de Política Industrial do governo são medidas positivas, mas que o quadro conjuntural não é um dos favoráveis. Em relação ao Fundo Soberano diz que poderá haver uma troca de prioridades, pois o Fundo pode ser apoiado pelo aumento do superávit primário retirando recursos fiscais que de alguma forma alimentam a demanda efetiva interna – investimentos, infra-estrutura, gastos na política social e outros – e injetar diretamente no setor externo da economia.   

E o Investment Grade’ é uma tábua de salvação que aumenta o tamanho da corda no pescoço. Ele chegou num momento em que o país reverteu, e de forma explosiva, o superávit para déficit na conta corrente.                                                                                         

Por  Katia Alves

Por Valéria Nader

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Correio da Cidadania: Como você enxerga as mais novas medidas de Política Industrial do governo, lançadas nessa segunda-feira, 12 de maio, com a desoneração fiscal de várias atividades até 2011- totalizando cerca de 21 bilhões de reais – e incentivos de cerca de 210 bilhões de reais do BNDES até 2010 para financiar os setores industrial e de serviços?

Guilherme Delgado: Do ponto de vista teórico, de se promover uma política de desenvolvimento e de incentivar o progresso técnico e as mudanças de competitividade do setor industrial, em princípio, são medidas positivas.

No entanto, o quadro conjuntural no qual nos inserimos e o formato dessas medidas que estão sendo alinhavadas, muito preocupadas em responder à pressão do déficit em conta corrente do balanço de pagamento e à conseqüente valorização cambial do real – o que, na realidade, tira o foco de competitividade do setor industrial -, me deixam bastante reticente com relação à sua eficácia. Isso porque, na realidade, não estão tocando no fenômeno cambial e monetário, que é o fenômeno bastante preocupante no que se refere à competitividade industrial Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »