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Blog do Desemprego Zero

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Governo quer aumentar oferta de alimentos nos próximos anos

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Para combater a inflação o governo vai aumentar a produção,  Lula vai anunciar diversas medidas para incentivar a produção, como financiamentos, compra de máquina também será incentivada, vai haver preço mínimo para alguns produtos e beneficiará agricultura familiar.

O governo não quer tomar medidas como México e Argentino, pois México está fazendo congelamento de preços e a argentina está impondo barreiras para exportação. “A resposta do Brasil será diferente. Vamos produzir mais, estimular a agricultura e aproveitar o vento que sopra”, comentou o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).

O governo quer elevar também as exportações visando diminuir o risco gerado pelo crescente déficit em contas correntes.     

Por Fernando Exman

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

O governo aposta no aumento da produção de alimentos para combater a inflação e melhorar as condições do Brasil de enfrentar crises financeiras internacionais. Essa foi uma das decisões da reunião de ontem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros, técnicos da área econômica e economistas.

No início do mês que vem, o presidente anunciará medidas para elevar a produção das próximas safras. Os ruralistas terão facilidades na obtenção de financiamentos. A compra de máquinas também será incentivada. O preço mínimo de diversos produtos e o seguro para a produção serão garantidos. A agricultura familiar será beneficiada. O Executivo lançará ainda um programa para a recuperação de áreas degradadas a fim de expandir a fronteira agrícola do País. Esses territórios somam cerca de 50 milhões de hectares. Assim, acredita o governo, a Amazônia será protegida.

Além de aumentar a oferta doméstica de alimentos, o governo quer elevar as exportações para reduzir o risco gerado pelo crescente déficit em contas correntes. Até abril, o saldo negativo somou US$ 14,1 bilhões no ano – um recorde para o período. Leia o resto do artigo »

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Juro e câmbio vão impedir metade das metas da política industrial, diz Fiesp

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008

De acordo com o estudo da Fiesp, as metas fixadas na nova política industrial até 2010 não será cumprida.

O investimento industrial de 21% do PIB (a chamada Formação Bruta de Capital Fixo) e a exportação de US$ 210 bilhões ao ano -1,25% do comércio mundial- não são mais metas factíveis até 2010. José Ricardo Roriz, diretor do departamento de competitividade da Fiesp, afirma que a elevação dos juros básicos da economia funcionará como um freio ao investimento, e no que diz respeito as exportações, o problema é por causa da desvalorização do dólar ante o real. A situação afeta a competitividade do produto brasileiro e expulsa exportadores do mercado.  

Portanto, o Ministério do Desenvolvimento rebateu o estudo. Segundo Fernanda De Negri, chefe da Assessoria Econômica da pasta, o investimento industrial deste ano está alinhado com as projeções do governo

Por Katia Alves

Publicado originalmente na Folha Online

Agnaldo Brito

Metade das metas fixadas na nova política industrial até 2010 não será cumprida, aponta estudo da Fiesp sobre o plano anunciado no mês passado pelo governo Lula. A avaliação é endossada pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

A política industrial pretende assegurar o crescimento econômico acima de 5% ao ano e ajustar a capacidade de produção a um novo patamar de consumo, o que pode afastar o risco de inflação por demanda. Segundo o estudo da Fiesp, o investimento industrial de 21% do PIB (a chamada Formação Bruta de Capital Fixo) e a exportação de US$ 210 bilhões ao ano -1,25% do comércio mundial- não são mais metas factíveis até 2010.

A Fiesp acha que o investimento industrial não irá passar de 19% do PIB no horizonte da nova política e que as exportações alcançarão no máximo US$ 196,8 bilhões, 1,06% do comércio mundial.

A entidade avalia que as outras duas metas (elevação do investimento em pesquisa e desenvolvimento para 0,65% do PIB e ampliação do número de empresas exportadoras para 11,8 mil) serão cumpridas. José Ricardo Roriz, diretor do departamento de competitividade da Fiesp, afirma que a elevação dos juros básicos da economia funcionará como um freio ao investimento. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O PSDB decide neste domingo qual será a postura com relação à candidatura à prefeitura paulistana. A ala kassabista criticou a utilização de urnas eltrônicas na eleição. Quando se sentem ameaçados, nem os tucanos acreditam na urna eletrônica. Já a ala que apóia Geraldo Alckmin acusa os kassabistas de suborno para aderir à candidatura do “demo”. Enquanto isso, Marta Suplicy assiste a briga tucana de camarote.

 

Economia

 

O FMI revisou para cima a previsão de crescimento da economia norte-americana. A nova previsão é de que a economia dos EUA cresça 1%. O FED decidiu manter a taxa básica de juros após inúmeros movimentos de queda. Ainda não se sabe ao certo a dimensão da crise, mas até o momento a situação parece razoavelmente sob controle, devido, principalmente, ao pragmatismo do FED.

 

Internacional

 

O senador Barack Obama ampliou sua vantagem em relação ao senador John MacCain. Na última sondagem, o candidato democrata abriu 15% de vantagem sobre o adversário republicano. Dois motivos explicam tal resultado: o descontentamento dos norte-americanos com a administração Bush e a migração dos votos da senadora Hillary Clinton.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Obama quer mais Estado na economia

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Barack Obama, comenta sobre seu plano econômico. Afirma que usaria gastos públicos para alavancar o crescimento, sendo mister criar uma política tributária, como também acrescentou que um governo forte é necessário para garantir que a riqueza seja distribuída de maneira mais igualitária.

Obama defendeu durante a entrevista uma intervenção de larga escala no mercado energético, afirmando que, apesar de os fundos de capital de risco estarem investindo pesado em tecnologia, há um buraco nesses financiamentos que deve ser preenchido pelo governo. Propõe várias medidas que aumentariam o imposto de renda para as camadas mais ricas e o reduziria para os contribuintes de classe média e baixa e também eliminar a tributação dos ganhos de capital de empresas iniciantes, apesar de apoiar um aumento da alíquota geral sobre esses ganhos.

Por Katia Alves

Por Bob Davis e Amy Chozick, The Wall Street Journal, de Flint, EUA

Publicado originalmente no Valor

O senador Barack Obama esclareceu um pouco mais o seu plano econômico, dizendo que usaria uma boa dose de gastos públicos para impulsionar o crescimento, aproveitaria o código tributário para diminuir a desigualdade econômica crescente nos Estados Unidos e possivelmente reduzir os impostos das empresas.

Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Obama, de 46 anos, disse que está tentando criar uma política tributária e orçamentária que o ajude a enfrentar dois desafios. O primeiro é a concorrência de países de rápido crescimento, como Índia e China. A outra é que os EUA se tornaram uma economia “só para os vencedores”, na qual a maioria dos ganhos do crescimento econômico vai para o bolso dos ricos.

Obama, que é senador do Partido Democrata pelo Estado de Illinois, citou novas pressões econômicas para explicar o que parece ser um retorno à antiga plataforma democrata de interferência governamental e desconfiança das forças do mercado. “A globalização, a tecnologia e a automatização enfraquecem a posição dos trabalhadores”, disse, acrescentando que um governo forte é necessário para garantir que a riqueza seja distribuída de maneira mais igualitária. Ele deu entrevista a bordo de seu ônibus de campanha, onde um televisor fino exibia os momentos finais do torneio de golfe U.S. Open. Leia o resto do artigo »

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Um imposto nacional

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Os senadores Tasso Jereissati e Francisco Dornelles pelo PSDB-CE e pelo PP-RJ, respectivamente. Falam a seguir que o Senado Federal vem estudando maneiras de como diminuir o grande número de tributos.

Assim, eles e outros senadores de diversos partidos trazem uma proposta. Tal proposta traz a criação de um único e amplo imposto sobre o valor adicionado – o IVA nacional, onde qualquer tributo sobre as vendas será em um único IVA.

A arrecadação será nacional. A União criará e legislará. Os estados fiscalizarão e cobrarão. Será igual em todo o território nacional para a mesma mercadoria ou serviço, independentemente de onde seja produzida ou consumida, com idênticas alíquotas e forma de apuração. A receita do IVA será dividida entre a União e os estados, proporcionalmente ao que cada um hoje cobra e vier a ele ser incorporado.

Segundo os autores, o projeto contempla também medidas para racionalizar a cobrança dos impostos e melhorar a repartição da receita na Federação. E que desde 2003 eles defendem que a mudança tributária seja feita em etapas, com mudanças administrativas, legais e constitucionais.

Por Katia Alves

Por Tasso Jereissati e Francisco Dornelles

Publicado originalmente no O Globo Online

Todos sabem que a carga tributária é muito alta no Brasil, mas poucos a percebem porque a maior parte é paga às escondidas, por dentro dos preços de tudo que se compra. Repensar essa forma de cobrança e diminuir o número de tributos é tarefa crucial para mudar para valer o sistema tributário brasileiro.

O Senado Federal vem estudando essa matéria há mais de um ano. Com apoio de senadores de diferentes partidos e regiões, estamos trazendo uma proposta para o debate nacional. Não há divergência com o projeto em debate na Câmara dos Deputados. Só optamos por mais ousadia porque entendemos que tantas distorções exigem soluções mais urgentes e profundas.

Uma peça fundamental será a criação de um único e amplo imposto sobre valor adicionado – o IVA nacional. Sugerimos incorporar todo e qualquer tributo sobre as vendas em um único IVA – do ICMS estadual até o IPI federal, passando por Cofins, PIS, Cide, Fust, entre outros. O ISS municipal é mantido enquanto não se viabiliza a substituição de sua receita, porém, os serviços já integrarão a base do novo IVA. Leia o resto do artigo »

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Produto / Capital

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Delfim Netto aponta no artigo abaixo que no Brasil após a Segunda Guerra Mundial mostrou que a ausência de energia ou a incapacidade de sustentar as importações, podem abortar o crescimento econômico. Sendo necessário para o crescimento a presença de um Estado-indutor tanto para dar segurança ao empresário como também para atuar em infra-estrutura.

Delfim afirma a relação Produto / Capital parece ser resultado de um processo aleatório cuja média está longe de ser constante. E afirmações como “para crescer 5% ao ano é preciso investir 25% do PIB ao ano”, têm validade duvidosa.

Por Katia Alves

Por Antonio Delfim Netto

Publicado originalmente na Folha Online

A HISTÓRIA do Brasil posterior à Segunda Guerra Mundial mostra:

1º) que só dois fatores, a falta de energia ou a incapacidade de sustentar as importações, podem abortar o crescimento econômico;

2º) que o crescimento depende de um “estado de espírito” produzido pela ação de um Estado-indutor, apoiado em instituições capazes de cooptar e de dar confiança aos empresários que tomam o risco de novos investimentos;

3º) a necessidade de uma enérgica ação do Estado-indutor (não do Estado-produtor) na expansão da infra-estrutura e

4º) que, uma vez estabelecidos os objetivos da política de desenvolvimento pelo Estado-indutor, o mecanismo mais eficiente para a alocação dos recursos sempre escassos é o funcionamento desimpedido dos mercados.

Não existe nenhuma dúvida sobre a ligação positiva entre a taxa de crescimento do PIB no médio e longo prazos e a taxa de investimento líqüido medido em relação ao PIB. Na pregressa reencarnação dos economistas (na Idade Média do sonho do “planejamento sem preços”), essa relação se chamava “Produto/Capital” Leia o resto do artigo »

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Governo atacará inflação investindo na safra

Postado em 20 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Segundo o ministro da Agricultura a alta dos preços será controlada através do aumento da produção interna para manter a estabilidade de preços, e aproveitar também para aumentar a exportação, devido ao aquecimento da demanda externa.

Por se tratar de um País auto-suficiente o Brasil sentiu pouco o choque externo, ou seja, os preços subiram em quase todos os países e em menor intensidade no País. O aumento da produção se dará através de prioridades, feijão, arroz, milho e trigo terão sua produção aumentada.

Questionado sobre a possibilidade de os agricultores direcionarem grande parte da produção ao mercado externo, o ministro disse que o governo “não vai cair na armadilha” em que alguns países caíram ao tabelar preços sem possuir produção, ou limitar e taxar as exportações como ocorreu na Argentina.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que o melhor o antídoto para combater a alta de preços é produzir mais no país. Para isso, o governo vai investir este ano R$ 65 bilhões visando o aumento de 5% na safra, que dependendo das condições climáticas, pode chegar a 148 milhões de toneladas de grãos.

Além do aumento da produção interna para manter a estabilidade de preços, o ministro diz que a perspectiva também é aumentar a exportação, aproveitando a demanda do mercado externo.

Sthephanes diz que a alta de preço no país se deu por um choque externo. Segundo ele, o aumento da demanda por alimentos elevou os preços das commodites no mundo, o que acabou refletindo internamente. “Os preços subiram em quase todos os países e até que em menor intensidade no Brasil, exatamente por sermos auto-suficiente. O melhor antídoto é produzir mais, ou seja, aproveitar essa oportunidade não só para produzir ao mercado interno, mas aproveitar a demanda externa”. Leia o resto do artigo »

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Alstom: De vento a furacão

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A matéria abaixo retrata sobre a Alstom, gigante das áreas de transportes e energia, sediada em Paris, teria desembolsado centenas de milhões de dólares em propinas para garantir contratos públicos na Ásia e na América Latina. E vêm à tona denúncias de irregularidades em contratos de estatais paulistas a maioria dos contratos diz respeito ao período em que Alckmin esteve à frente do Palácio dos Bandeirantes ou era vice de Mário Covas.

Promotoria paulista decidiu averiguar os contratos da Alstom com seis empresas ligadas ao governo do estado. O Ministério Público Federal investiga ainda se a filial brasileira da multinacional cometeu os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.

De 1989 a 2008, as empresas do Grupo Alstom no Brasil fecharam mais de 150 contratos com estatais paulistas. Documentos enviados ao Brasil pelas autoridades suíças indicam que a Alstom pagou, por meio de seis empresas offshore, constituídas em paraísos fiscais, cerca de 13,5 milhões de reais em propinas a políticos paulistas entre 1998 e 2001. A oposição tentou instaurar uma CPI na Assembléia Legislativa, mas não conseguiu colher o número necessário de assinaturas.

Por Katia Alves

Por Rodrigo Martins

Publicado originalmente na Carta Capital

A lufada de vento chegou da Europa no início de maio, deu novo fôlego à combalida oposição em São Paulo e bagunçou o coreto do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), virtual candidato à prefeitura da capital. Bastou o diário americano The Wall Street Journal divulgar o teor de uma investigação conduzida por promotores franceses e suíços para uma avalanche de denúncias de irregularidades em contratos de estatais paulistas vir à tona. Como a maioria dos contratos diz respeito ao período em que Alckmin esteve à frente do Palácio dos Bandeirantes ou era vice de Mário Covas, a candidatura do tucano, que enfrenta resistências dentro do próprio partido, ameaça não decolar por falta de teto do PSDB municipal, marcada para 22 de junho.

As autoridades européias investigam se a Alstom, gigante das áreas de transportes e energia, sediada em Paris, teria desembolsado centenas de milhões de dólares em propinas para garantir contratos públicos na Ásia e na América Latina. Documentos em poder das autoridades da França e da Suíça indicam que a empresa teria repassado 6,8 milhões de dólares a políticos brasileiros para ganhar uma licitação de 45 milhões de dólares do Metrô de São Paulo, na gestão de Covas e Alckmin.

Em tese, o governador José Serra, em busca de viabilizar a eleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e assim garantir o apoio dos pefelistas em 2010, poderia festejar o episódio como o “fato novo” que faltava para demover Alckmin. Em público, contudo, demonstra comedimento, mesmo porque há contratos que perduram sob a sua gestão e estão sob suspeita. Para Serra, o PT está usando o caso de maneira eleitoreira: “É o `kit PT´ atuando”, desdenhou, durante um evento no Jockey Club. Ao seu lado, Alckmin emendou: “Querem confundir a opinião pública. Somos os maiores interessados em esclarecer isso”.

A despeito das disputas políticas, a Promotoria paulista decidiu averiguar os contratos da Alstom com seis empresas ligadas ao governo do estado. O Ministério Público Federal investiga ainda se a filial brasileira da multinacional cometeu os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. Há um termo de colaboração firmado entre o governo brasileiro e o MP suíço para a troca de informações que ajudem a elucidar o caso. Leia o resto do artigo »

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