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Blog do Desemprego Zero

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SEGUNDO O FMI, A CLASSE TRABALHADORA DEVE PAGAR A CONTA DO AJUSTE

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje que os governos latino-americanos devem “resistir” em reajustar os salários nos seus respectivos países. De acordo com Strauss-Kahn, a alta dos preços do petróleo e dos alimentos, associada a um aumento dos salários, poderia criar um ambiente inflacionário irreversível.

 

Entretanto, quais seriam as causas da escalada de preços? Uma das respostas é o formidável crescimento econômico mundial dos últimos oito anos. A demanda chinesa por commodities e petróleo puxou a elevação dos preços em escala global. Além disso, talvez haja um importante componente especulativo nos mercados de commodities.

 

De fato, as taxas de crescimento chinesas têm sido fundamentais no desempenho da economia mundial. Mas é sempre bom frisar que os EUA continuam como motor da economia global. A China ocupa a posição de plataforma de exportação para o mercado consumidor norte-americano. Ademais, os chineses financiam o déficit comercial dos EUA através da compra de títulos do tesouro norte-americano.

 

Portanto, apenas os EUA teriam capacidade individual de enfrentar este problema, através do aumento da taxa de juros básicas da sua economia. A questão é: por que o FMI não sugere que os EUA façam algo para frear o aumento de preços? Por que empurrar a conta do ajuste para a classe trabalhadora latino-americana?

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Quem tem medo da China na África?

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

No artigo abaixo, o autor Jacques D’adesky observa que a China tem estabelecido com a África uma cooperação silenciosa e eficaz nas áreas da saúde e construção civil. A China é hoje o terceiro parceiro comercial da África, logo abaixo da França e dos Estados Unidos, a nova política africana da China é bem recebida, por sua contribuição para o desenvolvimento da agricultura por meio da construção de infra-estrutura -ferrovias, estradas e modernização de portos.

Mas a presença Chinesa na África apresenta certa divisão, pois para alguns países como Malauí e Namíbia acusam a China de um comportamento predatório, ao empregar mão-de-obra mal remunerada sem assegurar a devida transferência tecnológica. E também porque o preço muito baixo dos produtos chineses dificulta a competitividade dos produtos africanos.

Por outro lado, a china beneficia ao facilitarem aos mais pobres o acesso aos aparelhos eletrodomésticos como TV a cores, DVD, CD etc., os varejistas chineses têm contribuído para democratizar o consumo de massa.

Publicado originalmente na Folha Online

Jacques D’adesky

DESDE a década de 1960, a China tem estabelecido com a África uma cooperação silenciosa e eficaz nas áreas da saúde e construção civil. Nos dias atuais, a presença chinesa no continente africano faz parte da busca pelos recursos naturais indispensáveis para a expansão de sua economia. No plano político, isso implica não se intrometer em assuntos internos, como o não respeito aos direitos humanos em determinados países africanos.

Com o fim dos acordos preferenciais com a União Européia, a África encontra se, por sua vez, na obrigação de diversificar seus parceiros comerciais. Nesse contexto, a nova política africana da China é bem recebida, por sua contribuição para o desenvolvimento da agricultura por meio da construção de infra-estrutura -ferrovias, estradas e modernização de portos-, além do fornecimento de máquinas e equipamentos agrícolas de fácil manuseio e manutenção.

A China é hoje o terceiro parceiro comercial da África, logo abaixo da França e dos Estados Unidos. Por meio de uma rede de representações comerciais em 49 países africanos, compra matérias-primas essenciais ao seu crescimento, como cobre, ferro, bauxita e urânio. Desde 2004, tem despontado como o segundo comprador de petróleo, depois dos Estados Unidos e antes do Japão. Além do comércio, a África aparece como um alvo privilegiado dos investimentos chineses, como uma espécie de plano piloto em uma estratégia para a globalização de suas grandes empresas. Leia o resto do artigo »

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Por que as tarifas foram para os céus? Propostas para o setor elétrico brasileiro

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Revista BNDES

Apresentação

Por: Gustavo Antônio Galvão dos Santos

O sistema elétrico brasileiro é um dos sistemas mais confiáveis e de mais baixo custo operacionais e ambientais do mundo. Todavia depois das privatizações a tarifa se tornou talvez a mais cara do mundo e temos tido recorrentes crises energéticas. A privatização do sistema criou uma enormidade de custos desnecessários e tornou o sistema menos confiável. Para que a energia tenha tarifas razoáveis, bom planejamento ambiental e confiabilidade é necessário voltarmos ao sistema de remuneração pelo custo e ter novamente a Eletrobrás no gerenciamento e planejamento do sistema.

A flexibilidade do sistema elétrico brasileiro permite que a demanda por energia cresça antes da oferta. Essa flexibilidade decorre do sistema ser uma única e grande reserva hídrica compartilhada, que funciona como uma imensa bateria, que pode produzir muito mais energia do que o consumo normal.

Estas particularidades foram herdadas do modelo criado pela Eletrobrás, a partir da década de 1960, período em que a estatal passou a ser responsável não apenas pelo funcionamento individual das usinas e pelo gerenciamento do sistema integrado, mas também pelo planejamento de sua expansão em longo prazo.

Todavia, treze anos após o início da privatização, temos uma das mais altas tarifas do mundo e o sistema perdeu confiabilidade. A situação do setor elétrico não é tão grave como foi no final do governo FHC, mas uma coisa é certa: qualquer tipo de solução para a crise de energia – seja definitiva ou emergencial – implica em revelar que o modelo de gestão do sistema elétrico implantado no governo FHC e, ainda seguido de forma reformada, não funciona sem soluções emergenciais e socorros do governo.

Para analisar tais questões, este artigo está dividido em quatro seções, na primeira seção, será apresentada uma avaliação da eficiência do modelo atual, a partir da evolução das tarifas energéticas nos últimos anos e de comparações internacionais. Na segunda seção, buscaremos analisar a formação e evolução do sistema energético brasileiro, identificando o papel exercido pelo Estado nas diferentes fases. Na terceira, tentaremos entender porque as tarifas estão tão caras no Brasil. Por fim serão apresentadas propostas para a reformulação do atual modelo.

Para ler na íntegra o artigo, clique aqui.

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Museu Virtual do Transporte – CNT

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Preocupada com a importância e a preservação da história do transporte, a CNT desenvolveu o Museu Virtual do Transporte, um acervo que contém a história do transporte, desde os primórdios da civilização até os dias atuais, e mais de 700 fotos e ilustrações com possibilidade de download em alta resolução.

O Museu Virtual do Transporte é fonte obrigatória de consulta para estudantes, pesquisadores e demais interessados em saber como os meios de transporte evoluíram. Visite!

Parcerias para atualização

Você também pode colaborar com a atualização do Museu Virtual do Transporte. Basta mandar suas informações e/ou fotos para o seguinte endereço: cnt@cnt.org.br, com a permissão para a sua publicação.

Após avaliação da equipe técnica da CNT, o material recebido, com a citação dos colaboradores, poderá enriquecer o nosso Museu e também fazer parte dessa história!

Vamos lá, colabore!

Fonte: Site da CNT Leia o resto do artigo »

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Déficit expõe dilema sobre crescimento

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

O impacto dos déficits em transações correntes na economia brasileira divide opiniões, uns alertam para o risco de repetir o passado, deixando o País mais vulnerável a outra crise cambial, e outros argumentam que hoje a situação do País é mais confortável e que o regime de câmbio flutuante pode proporcionar um ajuste suave.

O Brasil inicia um processo de saldos negativos na conta de transações correntes que tendem a se aprofundar nos próximos anos. Para João Sicsú, diretor de estudos macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o rombo atual nas contas externas é alarmante. Possuir déficit é preocupante. A sua explicação para o déficit é a elevada taxa de juros, que resulta em câmbio valorizado.

 Como conseqüência das elevadas taxas de juros tem se um saldo comercial mais magro e o crescimento de remessas de lucros ao exterior. O modelo de proteção tem de ter juros baixos e câmbio competitivo para exportar mais para aumentar as reservas. O problema externo se resolve com queda de juros

Publicado em: Gazeta Online

Por: Ana Carolina Saito e Simone Cavalcanti

O retorno aos déficits em transações correntes expõe um dilema: no quadro que se desenha hoje, o caminho para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos passa obrigatoriamente pela dependência do financiamento externo. O impacto desse rombo nas contas externas sobre a economia brasileira divide opiniões. Enquanto alguns analistas alertam para o risco de repetir o passado, deixando o País cada vez mais vulnerável a passar por outra crise cambial, outros argumentam que hoje a situação é bem mais confortável e que o regime de câmbio flutuante pode proporcionar um ajuste suave.

Após cinco anos consecutivos apurando superávit em transações correntes, o Brasil inicia um processo de inversão com saldos negativos, que tendem a se aprofundar nos próximos anos. Economistas estimam que hoje seja divulgado pelo Banco Central um déficit entre US$ 16 bilhões e US$ 17 bilhões nos 12 meses encerrados em maio ante superávit da mesma ordem de grandeza em igual período de 2007.

Alexandre Schwartsman, economista-chefe do Santander, afirma que não há problema de risco financeiro e fiscal associados ao desequilíbrio externo como havia no passado recente, mais precisamente em 2002.

Baseia sua avaliação no atual status brasileiro. Hoje, seguindo o regime de câmbio flutuante, o País conta com reservas internacionais na casa dos US$ 200 bilhões, o setor público é credor em moeda estrangeira e zerou sua dívida interna em dólares – há seis anos a cada 10% que o real se desvalorizasse a dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) aumentava 1% -, o setor privado tem dívida reduzida e, por isso, não apresenta um fluxo de pagamento de juros, e, sim, de dividendos, que depende do lucro auferido pela empresa. Além disso, é classificado por duas agências de rating como grau de investimento, o que o qualifica a receber investimentos específicos de fundos de pensão estrangeiros. Leia o resto do artigo »

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A Força de José Alencar

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Em entrevista a revista Época, o vice-presidente da República José Alencar, mostra a sua força frente à luta constante com o câncer. Obediente aos médicos e com muita vontade de viver, Alencar diz que é muito confiante em Deus O vice-presidente encontrava-se no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde realizava uma bateria de exames que revelaria se o câncer que insiste em voltar havia ou não reaparecido.

Desde 2006, Alencar luta contra o sarcoma, um câncer que ocorre nos tecidos como, gorduras, músculos e nervos. Trata-se de uma doença rara. De todos os sarcomas catalogados pela medicina, Alencar sofre de um subtipo chamado fibrohistiocitoma maligno, um tumor com estatísticas sombrias, por isso Alencar necessita fazer um checkup completo a cada dois meses.

A sua luta contra o câncer começou em 1997, antes de chegar ao Senado, porém sua batalha tem se mostrado difícil em 2006 retirou o primeiro sarcoma e desde então já foi submetido a quatro cirurgias. Porém nem nos piores momentos, marcados por fadiga, anemia e enfraquecimento do sistema de defesa, Alencar deixou de cumprir compromissos.

Alencar diz que nunca chorou ao receber a notícia de um novo tumor. Seus olhos só ficam marejados quando comenta as peripécias de David, de 7 anos, o caçula de cinco netos. Alencar tornou-se um exemplo de garra e força de vontade em viver.

Publicado em: Época (restrito a assinantes)

Por: Cristiane Segatto

O vice-presidente recebeu ÉPOCA em seu quarto no hospital para contar os detalhes de sua luta contra o câncer

Uma angústia me incomodava enquanto caminhava em direção à suíte 1106 do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, no início da tarde de segunda-feira. Ali estava o vice-presidente José Alencar, num intervalo de uma importante bateria de exames. Ela revelaria se o câncer que nos últimos dois anos insiste em voltar havia ou não reaparecido. Qual é a melhor forma de abordar a segunda mais importante autoridade do país na condição em que até ela se torna frágil? Como entrar na intimidade do quarto sem parecer invasiva e desrespeitosa? Como captar a essência do homem por trás do governante?

Antes que eu tentasse traçar uma estratégia, a porta se abriu. Poucos passos me separavam do vice-presidente, acomodado numa confortável poltrona de couro bege. Ele se levantou, trocamos um aperto de mão e começamos a entrevista. Quanto mais eu olhava nos olhos do vice-presidente, menos conseguia associá-lo ao poder. Quem ocupava aquele quarto de hospital era o paciente de cabelos ralos, obediente aos médicos e cheio de vontade de viver. Não conseguia enxergar o empresário milionário nem o ocupante do Palácio do Planalto. Via um idoso de 76 anos, fragilizado pelo câncer, mas sem nenhuma intenção de se render a ele.

Foram 45 minutos de uma conversa descontraída e franca. Desde 2006, Alencar luta contra o sarcoma. Trata-se de um câncer que ocorre em tecidos como músculo, gordura, nervos. No caso do vice-presidente, os tumores surgem na camada que fica entre o músculo das costas e o intestino, conhecida como retroperitônio. Essa variante da doença é rara. Durante uma década, 66 mil pacientes de câncer foram tratados no Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. Apenas cem tinham o tal sarcoma do retroperitônio. Leia o resto do artigo »

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Mudanças climáticas e energia

Postado em 22 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Nassif  afirma abaixo que o estudo realizado pela Coppe sobre o sistema energético chegou a conclusões curiosas. Pois ao mesmo tempo em que as fontes renováveis são vistas como uma alternativa brasileira para lidar com as mudanças climáticas, ao mesmo tempo torna o país mais vulnerável às mudanças.

A cana-de-açúcar é a que tem uma ação mais positiva, pois com as hidrelétricas, todas as bacias terão menos água fluindo e menos água nos reservatórios. Analisando a oferta, alternativa vislumbrada pelo trabalho é a geração a partir do bagaço de cana. Porque na energia eólica , haverá uma mudança no padrão (fim dos ventos bons para geração na região do São Francisco, mas um aumento no litoral nordestino).

Por Katia Alves

Publicado originalmente Coluna Econômica

Por Luis Nassif

No ano passado, a embaixada do Reino Unido contratou quatro grupos de pesquisa brasileiros para avaliar os efeitos das mudanças climáticas sobre o país. O INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) montou os cenários climáticos; a Fiocruz, os impactos sobre a saúde pública; e Embrapa e a Unicamp, os impactos sobre a agricultura; e o Coppe, sobre o sistema energético.

Dos três estudos, o do Coppe foi o primeiro a ser finalizado. Responsável pelo estudo, membro do IPCC (o relatório sobre estudos climáticos da ONU), o professor Roberto Schaeffer chegou a conclusões curiosas.

A primeira, e mais interessante, é que, ao mesmo tempo em que as fontes renováveis são vistas como uma alternativa brasileira para lidar com as mudanças climáticas, ao mesmo tempo torna o país mais vulnerável às mudanças. Todas as formas de energia alternativa, hidrelétrica, eólica, agronergia, dependem, em última instância da situação climática.

Dentre todas as fontes de energia analisadas, a única impactada positivamente será a cana-de-açúcar. Nos cenários traçados de aumento de temperatura haverá uma ampliação da área disponível para o plantio de cana e um aumento da produtividade.

No caso das hidrelétricas, todas as bacias terão menos água fluindo e menos água nos reservatórios. No caso do rio São Francisco, a vazão será 25% mais baixa do que hoje

Quando se analisa a geração hídrica na Amazônia, o quadro muda de figura. Como as novas hidrelétricas estão sendo construídas a fio d’água (isto é, sem disporem de reservatórios), cada mudança no volume de chuvas trará conseqüências diretas sobre a geração de energia. Leia o resto do artigo »

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Não há vida inteligente fora da alta dos juros?

Postado em 22 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Segundo José P. Kupfer,  para Banco Central só tem uma fórmula: subir os juros. E o autor afirma que se for só isso mesmo, a dose necessária terá de ser cavalar, muito acima do que imaginam os próprios economistas do mercado, que projetam uma taxa Selic de 14,25% anuais no fim do ano. E o resultado final, uma derrubada geral da economia, com riscos de desarranjo sério no lado externo.

Kupfer declara que há outros caminhos para seguir do que apenas aumentar a taxa de juros…

Publicado originalmente Blog do José Paulo Kupfer

Por José Paulo Kupfer

Os juros básicos pararam de cair, voltaram a subir, vão subir ainda mais, mas a inflação parece não dar muita bola para isso. Há uma alta ainda não virulenta, mas já bem generalizada de preços. As expectativas para o IPCA, no fim do ano, no mercado e no governo, estão, no momento, convergindo para as vizinhanças de 6% anuais. Se as projeções de momento se confirmarem, vai bater na trave do teto da faixa de variação da meta de inflação para 2008.

Há sinais, ainda um tanto difusos, de que a pressão dos preços dos alimentos começa a arrefecer. Dá para perceber um movimento de substituição, por produtos ou marcas mais em conta, e mesmo de corte no consumo. Já em abril, os dados da atividade do comércio varejista, divulgados hoje pelo IBGE, mostram uma queda nos supermercados. É a própria elevação dos preços, que corrói a renda real, fazendo o serviço de amansar a demanda.

Mas, agora, os rastilhos da inflação se deslocam para segmentos em que a demanda interna é a origem das pressões sobre os preços. Bens duráveis, movidos a crédito, habitação e serviços pessoais, impulsionados por melhorias na renda, puxam para cima os negócios e os preços. Leia o resto do artigo »

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