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Blog do Desemprego Zero

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A concentração da mídia

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Negócio fechado: Estadão é da Globo

Publicado originalmente no Blog do Rouvai

Duas fontes diferentes me confirmaram que o negócio da compra do Grupo O Estado de S. Paulo pelas Organizações Globo foi fechado. Agora, acabo de ler no blogue do Pedro Venceslau que as demissões no Estadão já começaram.

De repente, não mais que de repente, o que era um boato vira um fato, pelo menos nos corredores da firma: a Globo comprou o Estadão. Só acreditei mesmo quando fiquei sabendo dos primeiros colegas apanhados no passaralho (na verdade, demissão voluntária). Uns falam em vinte, outros trinta. Sei lá. Só sei que, agora, nós somos da Globo. Somos todos Bozó.

Na próxima festa junina comeremos paçoca ao lado da colega Paty Poeta. Será que posso enviar uns currículos do pessoal da rua para o Boninho na hora de selecionar o casting do próximo Big Brother? eu e minha colega Doris Bicudo já avisamos: não queremos saber de morar no Rio. Se for para apresentar o Jornal Nacional, vamos e voltamos no dia seguinte. E queremos hora extra, claro. Espera aí…Agora também somos da CBN, e do Extra, e do G1. Leia o resto do artigo »

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Ipea veta divulgação de projeções

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou que não vai mais usar seu tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia,  pois o Ipea vai focar agora em planejamento de longo prazo.

E segundo Miguel Bruno, um dos coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea, o objetivo de não se divulgar essas previsões é para não alimentar especulações do mercado financeiro. E isso não é censura, mas apenas a necessidade do Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.

O ex-diretor do BC Carlos Thadeu de Freitas, atualmente economista da Confederação Nacional do Comércio, diz que a decisão pode se mostrar correta: “O BC já produz as projeções conjunturais, de inflação, juros,atividade. A medida evita uma certa confusão de expectativas provocada por pesquisas divergentes.”

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Carta de Conjuntura não é liberada sob o argumento de que provocaria especulações no mercado financeiro

Por Adriana Chiarini e Irany Tereza

A divulgação da Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia, no qual são feitas as projeções para o ano, se transformou ontem numa verdadeira peleja. As previsões, embora tivessem sido elaboradas pela área técnica, não foram divulgadas, sob o argumento de que o Ipea se ateria a análises de longo prazo e não iria alimentar especulações do mercado.

“Não vamos divulgar as previsões para não alimentar especulações do mercado financeiro”, declarou Miguel Bruno, um dos atuais coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea. A declaração foi feita pouco depois de o assessor de imprensa do instituto, Estanislau Maria, ter informado, em coletiva de imprensa, que não haveria projeções “por orientação da Presidência da República”. Momentos depois, Maria explicou – “para não dar manchete errada” – que não havia censura do governo, apenas a determinação para o Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.

Numa confusa entrevista, o diretor de Estudos Macroeconômicos, João Sicsú, que inicialmente não participara da divulgação da Carta, foi chamado para dar esclarecimentos. Ele afirmou que não há previsões novas institucionais do Ipea, “só individuais”. O economista disse, porém, que os técnicos poderiam dar suas previsões sem serem acusados pela direção de alimentar especulações. “Nunca teve problema e não terá”, afirmou, negando censura ou falta de transparência.

Ninguém, contudo, se pronunciou. E, segundo Sicsú, “as previsões do Ipea estão mantidas como previsões de março para dezembro”. “Qualquer técnico que tenha dito que o Ipea tenha outras previsões cometeu um erro.” Com isso, mesmo diante de alterações de estimativas, como a do próprio Banco Central, que revisou a projeção do IPCA para este ano para 6%, o Ipea continua trabalhando com a expectativa de inflação entre 4% de 5%. Os juros em dezembro também ficaram em 13,25%, embora a Selic já esteja em 12,25%. Leia o resto do artigo »

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Criação da Associação Keynesiana Brasileira

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Luiz Fernando de Paula

Em Encontro realizado no Instituto de Economia da UNICAMP, em 17-18 de abril deste ano, foi criada a Associação Keynesiana Brasileira (AKB), sociedade civil sem fins lucrativos aberta a filiações individuais e institucionais, que tem como objetivo desenvolver o conhecimento da teoria e da economia keynesiana, entendida como ciência social, mediante: (i) a criação de um fórum científico em nível nacional para o debate das questões de economia keynesiana; (ii) a promoção, ampliação e fortalecimento do intercâmbio entre os estudiosos da teoria e da economia keynesiana e das disciplinas correlatas, tais como Filosofia, Política, História e Sociologia; (iii) a promoção de encontros, congressos, conferências, cursos e atividades de atualização; e (iv) a divulgação de livros e periódicos relacionados à temática keynesiana.

Como teoria e economia keynesiana entende-se a compreensão da dinâmica de economias monetárias contemporâneas em que falhas sistêmicas intrínsecas ao funcionamento destas levam freqüentemente a situações de concentração de renda e de desemprego. Nesse sentido, tomando como base a teoria keynesiana e afins, a “mão invisível” do mercado não funciona adequadamente sem o complemento da mão visível do Estado. Em outras palavras, a intervenção do Estado, no sentido complementar aos mercados privados, é imprescindível para criar um ambiente institucional favorável às decisões de gastos privados (consumo e investimento), impactando, assim, a demanda efetiva.

A AKB, em suma, propõe-se a ser um fórum de fomento ao debate sobre a teoria e economia keynesiana, agregando profissionais de várias áreas das ciências sociais, com especial atenção a discussão sobre os rumos da economia e sociedade brasileira.

Como patronos da AKB foram escolhidos as seguintes pessoas que tiveram importância fundamental na divulgação das idéias e políticas keynesianas no Brasil: Fernando Cardim de Carvalho (UFRJ), Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV-SP), Luiz Gonzaga Belluzzo (UNICAMP), Maria de Lourdes Rollemberg Mollo (UNB), Mario Possas (UFRJ) e Silvia Schor (USP). Leia o resto do artigo »

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Polêmicas da semana: Variglog, Inflação, MST, militares, Lindberg, Bolsa Família, Cacciola, Gol, Volvo, Bolsas Européias , Concurso, Volkswagen, Reservas Internacionais, PAC, Kassab, Jader Barbalho

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Economia

Concurso Petrobrás

  • Reservas internacionais do país atingem US$200 bilhões, segundo Banco Central Clique aqui para ler

  • O Conselho Administrativo de Desenvolvimento Econômico (CADE), decidiu que a Gol não terá de devolver os “slots” conquistados com a compra da Varig, considerando que não há risco da competitividade entre as companhias aéreas ser afetada Clique aqui para ler

  • A espera da decisão do Fed sobre as taxas de juros fez com que as bolsas européias fechassem em alta esta quarta-feira Clique aqui para ler

  • A piora das condições de mercado leva a Volvo a anunciar a demissão de 1200 funcionários, o que provocará um corte de US$ 663 milhões nos seus gastos. No primeiro trimestre de 2008, a companhia teve um prejuízo de US$ 149,5 milhões Clique aqui para ler

  • Venda da Variglog: Lula X Roberto Teixeira Clique aqui para ler

Política

  • Irregularidade em contratos e licitações do Pac leva a exoneração três servidores do Ministério das cidades Clique aqui para ler

  • Kassab, prefeito de São Paulo e candidato a reeleição pelo partido Democratas (DEM), nega antecipação de campanha eleitoral pela TV e acusa candidatos do PT e PSDB de fazê-la Clique aqui para ler

  • Jader Barbalho acusado de peculato em 2006 tem a acusação mantida pelo Supremo Tribunal Federal Clique aqui para ler

  • A partir do próximo mês o Bolsa Família sofrerá um reajuste de 8% sobre o total pago do benefício Clique aqui para ler

  • O pedido de extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, condenado por corrupção passiva, peculato e gestão fraudulenta em 2005, foi aceito pela Corte de Mônaco Clique aqui para ler

  • Procuradoria faz pedido de abertura de inquérito contra ex-autoridades militares do período da ditadura Clique aqui para ler

  • Prefeito Lindberg de Nova Iguaçu, que apostava na candidatura para uma possível reeleição, é acusado de fraude em licitação Clique aqui para ler

Leia ainda os Destaques da semana:

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

*Léo Nunes – Paris

Brasil

A nota desta semana destaca a repercussão da morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Os jornais europeus, como o El Pais, destacaram o papel da antropóloga em programas assistenciais, que serviram de embrião para o Bolsa Família. Divergências a parte, duas qualidades de Ruth Cardoso serão sempre lembradas: o engajamento e a discrição.

Economia

O Federal Reserve Bank (FED, ou Banco Central dos EUA) interrompeu a seqüência de cortes da taxa básica de juros. Tal decisão é um claro sinal de que pode haver futuras elevações dos juros. De fato, em algum momento um ajuste se fará necessário. A possibilidade de haver um “soft landing” dependerá das próximas decisões do FED.

Internacional

Os EUA suspenderam algumas sanções comerciais em relação à Coréia do Norte. Esta decisão é ainda um passo tímido da Casa Branca, mas significa um reconhecimento no que diz respeito à política nuclear de Pyongyang. Os produtos norte-coreanos terão tarifas de importação altas, principalmente nos setores em que poderia ser competitivo, como, por exemplo, o têxtil.

*Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Agonia da cultura cidadã

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

O Brasil hoje vive dominado pelas milícias e bandidos dentro e fora do governo. A violência e a corrupção matam a confiança em nosso regime, fazendo com que as leis e as instituições percam seu valor. A cidade ficará entregue aos delinqüentes tornando-se ingovernáveis.

O grande desafio que o Brasil enfrenta hoje é superar a complacência do governo frente à necessidade de controlar a violência e a corrupção, porque se satisfaz com a popularidade gerada pelo crescimento ditado pelo preço das commodities.

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Eliana Cardoso

Você já comeu azeitona recheada de tomate? “Sabores muito pequenos, maravilhas e primores reunidos dão consistência ao cozido extraordinário que chamamos cultura. Tudo isso foi aniquilado”, diz Lázár, um personagem no belo romance “De Verdade” do escritor húngaro Sándor Márai. Lázár explica a Judit que a cultura – arcabouço impalpável revelado em nossos reflexos impensados e fonte da nossa felicidade – agonizava entre os escombros de Budapeste bombardeada.

Ali, as pessoas eram apenas animais: algumas, “apanhadas pela morte como cães”; outras, perdidas como insetos. “Muitas dormiam em armários, como as traças na gaveta cheia de naftalina”. Na desordem do cerco à cidade, apenas se entreviam restos de cultura, assim como se enxergavam, a brotar da terra, os pés desenterrados dos cadáveres.

No avião de volta de um seminário em Helsinque (organizado pelo Instituto das Nações Unidas, Wider), eu lia o livro de Márai. A aeromoça sorriu e me deu um jornal brasileiro, que relatava a entrega de três jovens da favela da Providência a traficantes da Mineira – entrega feita como forma de punição por militares que davam suporte a obras patrocinadas pelo senador Marcelo Crivella. Com a tragédia dos jovens – torturados, espancados e assassinados com 46 tiros – a violência corriqueira em nosso país sobe mais um degrau. O abandono dos corpos num lixão de Duque de Caxias anuncia aos quatro ventos a morte da cultura cidadã, que valoriza a vida e respeita a lei. Leia o resto do artigo »

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Ibope da Globo em 2008 é o menor da história

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A audiência da Globo tem diminuído nos últimos cinco anos entre 7h e 0h ficou em -20%, tanto na Grande SP como no país. No Brasil, as médias da Globo foram 24,2 pontos em 2004, contra e 19,5 em 2008.

Enquanto a Globo cai quem sobe é a Record –principal rival da Globo hoje – essa emissora vem passando por um “boom” de audiência de todos os tempos. O maior crescimento da rede ligada ao bispo Edir Macedo ocorreu ainda no horário mais rentável da TV, o nobre (mais de 160%), graças às novelas.

Publicado originalmente no UOL

Dados obtidos com exclusividade por UOL Notícias-Ooops! mostram que a Globo, maior emissora do país, está tendo o pior ano em ibope de sua história. Os dados foram apurados até anteontem, dia 23.

A possibilidade (estatística) de os dias restantes de junho mudarem o quadro semestral é praticamente zero.

 Nos últimos cinco anos, a queda de audiência da Globo entre 7h e 0h ficou em -20%, tanto na Grande SP como no país. Em São Paulo, dos 22,6 pontos de média registrados no primeiro semestre de 2004, a emissora caiu para 18 este ano. Cada ponto equivale a cerca de 55 mil domicílios sintonizados na Grande SP.

No Brasil, as médias da Globo foram 24,2 pontos em 2004, contra e 19,5 em 2008. É a primeira vez que a rede fica abaixo dos 20 pontos nessa faixa horária.

E você, o que acha? Na sua opinião, por que o Ibope da Globo está caindo?  Dê a sua opinião: UOL 

Do outro lado do ringue…

Com investimentos na casa dos R$ 300 milhões por ano (desde 2004), boa parte advindos da venda de horários noturnos para a Igreja Universal, a Record –principal rival da Globo hoje– vai em direção contrária: teve o maior “boom” de audiência de todos os tempos:  +112% na Grande SP e +127% na audiência brasileira. Leia o resto do artigo »

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Na área de inovação, sobram recursos e faltam projetos

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) conta, neste ano, com R$ 450 milhões em caixa para apoiar projetos considerados inovadores. Os financiamentos são não-reembolsáveis, ou seja, as empresas contempladas não têm que devolver o dinheiro recebido.

Poucas empresas até agora se candidataram ao projeto de inovação tecnológica. O valor mínimo de investimento é de R$ 1 milhão, com prazo de execução de 36 meses. E hoje, em Brasília, a entidade vai apresentar o Prime, programa que prevê o investimento de R$ 1,3 bilhão nos próximos quatro anos em empresas nascentes de base tecnológica.

A Finep, que é um braço de apoio à pesquisa ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), não é a única fonte de recursos não-reembolsáveis. O BNDES, que no ano passado ofertou R$ 100 milhões por meio do Fundo Tecnológico (Funtec), também renovou seu programa para este ano e agora tem R$ 400 milhões em caixa para investimento a fundo perdido.

Sem contar com a Fapesp e CNPq existe mais de R$ 1 bilhão em recursos disponíveis para apoiar projetos de inovação tecnológica, sem a necessidade de devolução do dinheiro.

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: André Borges

Depois de bater na porta de uma dúzia de empresas de capital de risco, sem sucesso, Dilson Moura de Sá percebeu que, na realidade, ainda não tinha uma idéia muito clara do que teria para propor caso um daqueles investidores resolvesse convidá-lo para entrar. A sua Fiveware Solutions, apesar do nome pomposo, ainda não passava de uma associação entre cinco colegas que resolveram deixar seus empregos de consultor de tecnologia no início de 2006 para oferecer serviços de segurança para sites de bancos. Mas o negócio vingou, e no mês passado, Dilson viu uma nova chance de dar o empurrão financeiro que falta para o negócio deslanchar de vez.

A Fiveware é uma das empresas que hoje disputam um quinhão do programa de subvenção econômica da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Neste ano, a entidade conta com R$ 450 milhões em caixa para apoiar projetos considerados inovadores. O principal apelo desse programa é que ele oferece financiamentos não-reembolsáveis, isto é, as empresas contempladas não têm que devolver o dinheiro recebido.

O curioso, porém, é que até agora pouco mais de 200 empresas com projetos de inovação tecnológica candidataram-se ao investimento. “O problema é que as pessoas deixam a inscrição para a última hora”, comenta Eduardo Costa, diretor de inovação da Finep. “Nos próximos dias, nossos computadores chegam quase a travar de tantos projetos que chegam.”

O aumento de interesse, no entanto, não significa que os recursos, de fato, serão usados. Este é o terceiro edital de subvenção lançado pela Finep, desde que a modalidade entrou em vigor, com a Lei de Inovação. No ano passado, o pacote também atingiu a casa dos R$ 450 milhões, mas no fim do processo apenas R$ 300 milhões foram aplicados. “Não tivemos a quantidade de bons projetos que esperávamos”, diz Costa. “Mas o cenário está mais maduro e deverá ser melhor neste ano.” Leia o resto do artigo »

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