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Blog do Desemprego Zero

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Dantas: “Vou contar tudo! Detonar!” IA CONTAR… ATÉ QUE GILMAR MENDES SOLTOU…

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Bob Fernandes

Os intestinos do Brasil.

Daniel Dantas está numa sala da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Seu advogado, Nélio Machado, está próximo.

Diante do banqueiro, o delegado que coordenou a operação Satiagraha, o homem que o prendeu por duas vezes em 48 horas. São 8 da noite da quinta-feira, 10 de julho.

» Opine aqui sobre a prisão de Daniel Dantas

Outros dois dos presos na operação acabam de ser libertados, habeas corpus do presidente do Supremo, Gilmar Mendes, concedidos ao megainvestidor Naji Nahas e ao ex-prefeito Celso Pitta.

Daniel Dantas parece exausto, rendido, mas não deixou de ser quem é. Obcecado por tudo que foca e toca, brilhante, genial, dizem mesmo os mais empedernidos adversários.

O tempo, pouco tempo, dirá o quanto há de cálculo, quanto há de desabafo no que começa a despejar sobre o delegado Protógenes Queiróz. Primeiro, a senha:

- Eu vou contar tudo! Vou detonar! Leia o resto do artigo »

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Quando o perto vem de longe

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Márcio Pochmann, afirma abaixo que neste começo do Século XXI, o Brasil diferencia-se muito daquele do final do Século XIX. Abandonou o primitivismo da estratificação social – que assegurava somente 10% da população alfabetizada e menos de 5% da população adulta participante do processo eleitoral, no entanto a estrutura fundiária ainda guarda alguma relação com 1850: os novos-ricos da financeirização se integram no neoagrarismo pouco produtivo.

 Em relação ao processo de integração social percebe-se a distância que continua a separar a população branca, seja pela significativa diferenciação salarial, ocupacional, de bem-estar especialmente, do segmento não-branco.

No plano tributário, os avanços se mostraram pouco efetivos, sobretudo quando se considera que no país o imposto continua a ser cobrado proporcionalmente mais dos pobres. O aumento na desigualdade de renda ocasionada pelo sistema tributário no Brasil tem forte impulso a partir da elevação da carga tributária desde a década de 1990.

Publicado no Valor 

Por Márcio Pochmann

O movimento republicano do final do Século XIX constituiu-se travestido na vontade de transformar profundamente o Brasil arcaico. Para isso trouxe consigo as sementes reformistas que se orientavam à alteração profunda da estrutura socioeconômica nacional herdada do antigo Império.

Na visão de Rui Barbosa, por exemplo, a superação do agrarismo anacrônico de então deveria ser acompanhada da desfeudalização da propriedade. Assim, a alteração da estrutura fundiária pressuporia a difusão de inúmeros produtores rurais, capaz de conformar uma nova e ampla base social necessária à sustentação da nova política republicana.

Da mesma forma, Joaquim Nabuco defendia ardentemente a realização de reformas coincidentes com a própria abolição da escravatura, o que permitiria a construção de uma nova e moderna ordem social no Brasil. Seu objetivo principal era a reorganização das bases de valorização do trabalho nacional necessário à consolidação da civilização brasileira assentada na ascensão dos miseráveis e ex-escravos à condição de operários no país democrático e industrial.

Por fim, em conformidade com Manuel Bonfim, o Brasil republicano deveria passar pela implementação de uma profunda reforma tributária, compatível com o fim da iniqüidade que fazia com que os pobres e os desfavorecidos concorressem com maior parte das rendas públicas arrecadadas. Uma democracia dificilmente seria plena sem a adoção majoritária do imposto progressivo ao recurso de cada contribuinte, bem como sem o seu emprego no custeio dos serviços públicos de interesse geral. Leia o resto do artigo »

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Ipea eleva para até US$ 34,5 bi previsão de déficit externo

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou ontem de US$ 11,5 bilhões para o intervalo entre US$ 27,5 bilhões e US$ 34,5 bilhões sua projeção para este ano do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos.

O principal fator responsável pela deterioração na conta corrente foram as remessas líquidas de lucros e dividendos. As remessas se expandiram para contrabalançar os efeitos da escassez de liquidez internacional, proveniente da crise das hipotecas no mercado imobiliário americano.

Pelas novas expectativas do Ipea, durante este segundo semestre a remessa de lucros e dividendos deverá manter-se em patamares elevados, pressionando o déficit externo.

Por Luiz Sérgio Guimarães

Publicado no Valor

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou ontem de US$ 11,5 bilhões para o intervalo entre US$ 27,5 bilhões e US$ 34,5 bilhões sua projeção para este ano do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos. Trata-se de estimativa mais elevada que a do mercado e a do própria Banco Central. Pelo último Boletim Focus, a mediana das cem instituições pesquisadas projetava rombo em conta corrente de US$ 23,57 bilhões. O prognóstico do BC chega a US$ 21,5 bilhões.

Em nota técnica publicada ontem à noite, o Ipea explica que a revisão foi necessária em face do surpreendente comportamento exibido pelo item de remessa de lucros por parte de empresas estrangeiras. A ampliação do déficit decorre também da diminuição do superávit exibido pela balança comercial em 2008.

Os números oficiais relativos a maio mostraram um déficit externo de US$ 15,2 bilhões em 12 meses. No acumulado do ano, o resultado já está em US$ 14,7 bilhões, valor superior à projeção de US$ 11,5 bilhões formulada pelo Ipea em março. “Esta nota técnica tem como objetivo explicar as razões que fizeram aquela previsão ter sido superada pela realidade, explicitando e analisando os principais fatores responsáveis pelo erro cometido, assim como apresentar as novas previsões referente às transações correntes”, diz o documento. Leia o resto do artigo »

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CRISE INSTITUCIONAL: Mais de cem juízes e procuradores da república protestam contra Gilmar Mendes, informa Mônica Bergamo da Folha

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MENDES QUER DESTRUIR DE SANCTIS E DÁ FUGA A DANTAS

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1268
. Daniel Dantas conseguiu, de novo, demonstrar o que já se sabia: no Supremo do Supremo Presidente Gilmar Mendes, quem manda é ele, Dantas.

. Dantas desmoralizou a Justiça brasileira, pela mão de Mendes.

. Não há nenhum fato novo relevante, disse Mendes.

. Tudo o que Queiroz e De Sanctis apresentaram de novo Mendes já sabia.

. São os argumentos da defesa de Dantas e acolhidos por Mendes.

. A história não é essa.

. Jamais haverá fato novo para Mendes.

. O único fato novo que interessa para Mendes é a destruição da carreira do juiz De Sanctis.

. De Sanctis é o Juiz da 6ª. Vara que desmoralizou Mendes.

. E pode desmoralizá-lo, muitas outras vezes.

. Enquanto um Ministro do Supremo não sair das férias e redimir a credibilidade da Suprema Corte.

. Mendes vai mandar esculpir um cifrão na fachada do Supremo: esta é a Corte dos ricos.

. Mendes recorreu ao Conselho Nacional de Justiça, na esperança de, ali, destruir De Sanctis.

. A Justiça brasileira foi entregue a um homem dedicado a promover uma vingança pessoal.

. A um homem que quer governar a Justiça, o Legislativo e o Judiciário.

. O Supremo Presidente Gilmar Mendes governa o Brasil em benefício de Dantas.

. Dantas é o agente da metástase brasileira: corrompeu a Justiça, o Legislativo, os partidos políticos, a CVM, a Anatel, o BNDES, metade da imprensa brasileira – o que aparecer na frente dele.

. Dantas é inatacável.

. Inatingível.

. Dantas e o Supremo Presidente. Leia o resto do artigo »

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Polêmicas da semana: Eike Batista, Vale, Greve dos Correios, Polícia do Rio, Gilmar Mendes, Daniel Dantas

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Economia

A mineradora MMX, de Eike Batista, está supostamente envolvida no caso acerca da fraude na concessão de uma estrada de ferro no Amapá. A operação Toque de Midas da polícia federal cumpriu mandados de busca e apreensão na casa do empresário. Tal repercussão fez as ações da empresa do homem mais do Brasil. Clique aqui para ler

A busca por capitalização do plano de investimentos da Vale, a mineradora vem fazendo emissão global de ações. Com isso, abaixou-se as cotações das ações para atrair mais investidores. Clique aqui para ler

Em tempos de greve por exigência de benefícios e direito salariais, os funcionários dos Correios recusaram a proposta feita para colocar fim a greve. A proposta foi feita pelo presidente do TST prevê que a suspensão da aplicação do Plano de Cargos, Carreiras e Cargos de 2008 somente para os carteiros através da justificativa de que estes prestam serviços externos. Clique aqui pra ler

Política

A política de segurança pública do Rio de Janeiro é criticada ex-secretário nacional de Segurança Pública Antonio Carlos Biscaia. Ele diz que a política de enfrentamento praticada por uma polícia despreparada coloca a cidade em uma situação de violência incontrolável. Obviamente não se coloca em questão a política de execução praticada hoje pela polícia militar que contraria a sua função social de prestar segurança para a população. Clique aqui para ler

O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, encaminhou denúncia sobre monitoramento do seu gabinete pela polícia federal e espera providências caso a denúncia seja confirmada. Clique aqui para ler

Os advogados do banqueiro Daniel Dantas, preso esta semana, entraram com uma petição no STF para que ele seja colocado em liberdade. Ele que é acusado de prática dos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas, formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras. Clique aqui para ler

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

Brasil

O banqueiro Daniel Dantas fio preso, solto e preso novamente nesta semana. A Polícia Federal executou o pedido de prisão provisória feito por um juiz do Tribunal Regional Federal de São Paulo. No dia seguinte, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, concedeu hábeas corpus a Dantas e cia., alegando impossibilidade do mesmo destruir provas que poderiam incriminá-lo. Mendes tomou tal decisão, ignorando o fato de que Dantas foi pego tentando subornar um delegado da PF. Entretanto, no dia seguinte, o mesmo juiz emitiu uma ordem de prisão preventiva, o que garante DD na cadeia por mais algum tempo.

Economia

A Confederação Nacional das Indústrias (CNI) divulgou estudo em que revê a previsão de crescimento do PIB de 5% para 4,7%. Já a inflação deve alcançar a marca de 6,4%, ainda abaixo da meta de 6,5%. Falta a autoridade monetária se convencer de que inflação de custos não se combate com taxa de juros.

Internacional

O senador por Illinois, Barack Obama, está a procura do parceiro ideal de chapa. Crescem os rumores de que a senadora Hillary Clinton não será a escolhida. Obama deve optar por alguém que tenha influência no eleitorado latino e que possua experiência em política externa. Caso esses sejam realmente os pré-requisitos procurados por Obama, o senador pelo estado de Connecticut, Chris Dodd, deve ser o escolhido.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Medida Provisória Nº435 favorece escandalosamente os rentistas da dívida públia, roubando explicitamente recursos vinculados às áreas socias.

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Rodrigo Ávila*

Nos últimos anos, o país tem realizado superávits primários gigantescos, ou seja, tem destinado grande parte dos recursos públicos para a Conta Única do Tesouro para a constituição de uma reserva paragarantir o pagamento da dívida pública. Estes superávits primários são realizados até mesmo com recursos vinculados legalmente a determinado tipo de despesa (ou seja, que não poderiam ser utilizados para o pagamento da dívida), o que é um contra-senso e um prejuízo enorme ao atendimento das urgentes necessidades sociais do país.

Tais recursos vinculados permanecem parados na Conta Única, uma vez que não podem ser destinados ao pagamento da dívida. Agora, através do Artigo 11 da presente Medida Provisória, o governo dribla definitivamente estas vinculações e permite que tais recursos (estimados pelo governo em R$ 54 bilhões, ou seja, um valor maior do que todo o orçamento da saúde para este ano) sejam destinados aos rentistas, o que é um verdadeiro escândalo.

Esta Medida Provisória também permite outra manobra escandalosa, em benefício dos especuladores. Nos últimos anos, o país tem atraído grande quantidade de capital estrangeiro através do estabelecimento das maiores taxas de juros do mundo e da isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos dos estrangeiros na dívida interna. Leia o resto do artigo »

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A abertura da Caixa Preta

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho* 

As matérias publicadas recentemente na imprensa especializada, bem como artigos de jornal abordando as chamadas operações de swap do Banco Central surtiram efeitos. 

O próprio diretor de política monetária do Bacen, Mário Torós, bem como Armínio Fraga, ex-presidente do banco e introdutor dessas operações no dia-a-dia da instituição, se viram compelidos a prestar algum esclarecimento ao público. 

Primeiramente, para àqueles não familiarizados com o tema – a imensa maioria não só da população, mas dos próprios “formadores de opinião” -, essas operações foram introduzidas no cardápio das ações do Banco Central, em 2002, como forma de garantir maior segurança ainda à frenética e lucrativa ação dos especuladores. 

Naquele ano, na gestão de Armínio Fraga – e em meio às turbulências geradas pelas eleições presidenciais -, o Banco Central inicia as operações de swap, vocábulo inglês equivalente à palavra troca, no nosso português. A troca, no caso, se dá entre àqueles que apostam em índices de valorização do câmbio e dos juros, no mercado de derivativos. O Bacen passou na prática a vender contratos futuros de câmbio, alegando que desse modo oferecia proteção aos “investidores”, contra eventuais perdas decorrentes de uma possível desvalorização cambial. Assim, a pressão compradora em relação à moeda norte-americana tenderia a diminuir, forçando a interrupção da subida do dólar. 

O fato é que, naquela ocasião, o dólar disparou e quem apostou contra o Banco Central ganhou muito dinheiro. A partir de 2003, com a subida da taxa básica de juros (a taxa Selic) – e o sinal de Lula ao mercado financeiro de que nada seria substancialmente alterado -, o câmbio começou a ceder, iniciando um processo de perdas para as instituições em posições de compra desses contratos.  Leia o resto do artigo »

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