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Blog do Desemprego Zero

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Delegado que prendeu Dantas é afastado

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Bob Fernandes

O delegado Protógenes Queiroz, que conduziu a Operação Satiagraha, foi afastado do caso. De outra parte, o delegado geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, pediu férias. O súbito afgastamento de ambos é apenas mais um capítulo numa batalha que dividiu a PF. O delegado geral desconhecia a essência da operação e, segundo o entendimento dos que participaram da operação, Corrêa teria trabalhado contra.

Veja também:

A desculpa formal para o afastamento de Queiróz é um curso na Academia de Polícia. Curso este iniciado em março. Segundo a assessoria de comunicação social da PF, o delegado pediu que daqui há um mês, quando encerrado o curso, que ele não voltasse para conduzir a investigação.

A propósito de mais esse capítulo da batalha que dividiu a PF, leia o texto a seguir:

PF viveu guerra e espionagem para prender Dantas

Os intestinos do Brasil.

A Polícia Federal trabalhou duramente para que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal não queria, de forma alguma, que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal fez tudo para que Daniel Dantas fosse preso. A Polícia Federal fez tudo para que Daniel Dantas não fosse preso.

A Polícia Federal trabalhou contra a Polícia Federal.

Esse é mais um capítulo do mergulho nos intestinos do Brasil. Estão presos o banqueiro do Opportunity, o megaespeculador Naji Nahas, o ex-prefeito Celso Pitta e outros 17 dos 21 que tiveram a prisão decretada. É quarta-feira, 9 de julho. Leia o resto do artigo »

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Gilmar Mendes, por que não te calas?

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008



Por Fábio de Oliveira Ribeiro

Esta semana, fiquei chocado com a manifestação do presidente do STF.
Mesmo não sendo – nem podendo ser – advogado de Daniel Dantas e cia., o senhor Gilmar Mendes veio a público dizer que a prisão dos suspeitos era um atentado contra o Estado de Direito. A imprensa repercutiu sua manifestação e nem se mostrou preocupada com o abuso que ele cometeu.
Num Estado de Direto, o membro do Judiciário não atua informalmente como advogado, nem tampouco emite parecer público sobre processos que estão na esfera de competência de outro juiz. Ao desautorizar publicamente a ordem de prisão emitida por um juiz competente, o presidente do STF enfraqueceu o Poder Judiciário e como que ameaçou o mesmo com a maior relevância do cargo que ocupa.
Num Estado de Direito, todos são iguais perante a lei. Portanto, até os criminosos ricos podem ser processados e presos. Leia o resto do artigo »

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Substituição de importação

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Delfim Netto

É triste assistir ao escolástico debate entre economistas estadofóbicos e estadólatras. De uma certa forma ele reproduz pobremente a velha disputa Gudin-Simonsen dos anos 40/50 do século passado. Eugênio Gudin sabia infinitamente mais economia do que Roberto Simonsen. Mas este sabia uma pequena coisa: transformar idéias em ação, às vezes transgredindo o que seria a “boa teoria”. Foi assim basicamente que, com erros, desperdícios e acertos, transformou-se o Brasil do paraíso com a propensão natural “racionalmente agrícola” das vantagens comparativas preconizado por Eugênio Gudin, no inferno “irracional” do sistema industrial sugerido por Roberto Simonsen.

Da mesma forma que nossos agricultores, banqueiros e industriais, que com preços “errados” acumularam seus patrimônios, o Brasil, acumulando erros, saltou de 48ª para 8ª economia mundial, com um enorme aumento de emprego e do consumo. Isso não prova que ele escolheu o melhor caminho. Agora que o “futuro” opaco é “passado”, a análise de tal transformação sugere que provavelmente poderia ter feito melhor. É uma pena que o futuro só chegue tarde. Como é óbvio, a caricatura não faz justiça ao sofisticado pensamento do professor Gudin, e o desenvolvimento não foi obra de Simonsen. Leia o resto do artigo »

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A 4ª Frota está ancorada hoje em cima do pré-sal na Bacia de Santos

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Silvio Pizarro

A edição do Clarín (14-7-08) trás uma noticia muito inquietante: a 4a. frota americana esta ANCORADA nas águas da Baía de Santos, perto da bacia de petróleo, e sua formação esta fixa neste local há uma semana.

Segundo a nota da repórter Eleonora Gosman (egosman@clarin.com.ar) , correspondente com base em SP (ela manda noticias de todo o Brasíl) o Presidente Lula exigiu uma explicação da Condolezza Rice que ainda não contestou. Excelente postura do governo brasileiro, que não quer falar com segundos, ainda mais, quando o funcionário Shannon representa o governo Bush. Leia o resto do artigo »

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Adam Smith e as questões morais do capitalismo

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Um dos pensadores que transcendeu seu tempo foi Adam Smith (1723-90). Tratou-se de um filósofo moral que teceu uma poderosa crítica ao mercantilismo então praticado. Muitos que o citam frequentemente desconhecem conteúdos importantes da sua obra. Dois de seus livros são de extrema relevância: Investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações (1776); e Teoria dos sentimentos morais (1759). Smith considerava ambos os livros interdependentes.

Seus comentários sobre como o auto-interesse governa o mundo dificilmente são esquecidos. Certamente ninguém duvida que em um sistema capitalista um indivíduo esteja mais bem servido pelo auto-interesse do que pelo altruísmo. As passagens de sua obra são claras: “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas de seu cuidado pelos próprios interesses. Dirigimo-nos não à sua humanidade, mas a seu amor próprio de si mesmos, e nunca lhes falamos de nossas próprias necessidades, mas de suas vantagens”. Essas palavras foram muito bem acolhidas pela classe empresarial. Infelizmente alguns marginalizariam, conscientemente ou não, a dimensão ética da obra de Smith.

Smith não defendeu conluios e o poder de mercado dos donos dos meios de produção. Ele foi enfático nos seus riscos para as sociedades: “Pessoas da mesma profissão raramente se reúnem, seja por alegria, seja por diversão, mas a conversa termina em uma conspiração contra o público ou em algum artifício para aumentar os preços”. Há outras passagens de quilate equivalente na obra do sábio escocês. Alguns, entretanto, preferem exaltar de forma simplória as virtudes da “mão invisível” e ocultar as questões morais imersas na sua obra.

Como observador sagaz da natureza humana, Smith afirmou: “A sociedade, porém, não pode subsistir em meio àqueles que estão sempre prontos a ferir e a prejudicar uns aos outros. Se houver alguma sociedade entre ladrões e assassinos, eles precisam ao menos se abster de assassinar uns aos outros. A sociedade pode subsistir sem caridade, embora não seu estado mais favorável; mas o prevalecimento da injustiça irá destruí-la completamente”. Em síntese, compreendia Smith que uma sociedade pode subsistir sem o amor ao próximo. No entanto, critérios de justiça e sensatez seriam necessários. Leia o resto do artigo »

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Câmbio valorizado deixa país na contramão da Ásia

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Monitor Mercantil

Por: Rogério Lessa 

Entrevista: Eliane Araújo – Economista

No intervalo entre 1994 e 2007, a taxa de câmbio brasileira esteve sobrevalorizada ao longo de quase todo o período, sendo que esta sobrevalorização se tornou mais intensa após o primeiro trimestre de 2005. É o que mostra o artigo Análise empírica do desalinhamento cambial no Brasil pós-Plano Real, da economista Eliane Araújo, que mereceu destaque no 11º encontro da Associação Nacional de Pós-graduação em Economia da Região Sul (Anpec-Sul).

O artigo faz parte da tese de doutorado que Eliane está desenvolvendo na UFRJ a partir da defesa da administração cambial competitiva como estratégia de crescimento para países em desenvolvimento. Análise Empírica… discute algumas das causas do desalinhamento cambial e as conseqüências da sobrevalorização para a economia brasileira, destacando os efeitos negativos sobre a indústria e a balança comercial.

“A taxa de câmbio é uma ferramenta importante para gerar crescimento e desenvolvimento e no Brasil está sendo usada para resolver problemas de curto prazo, como inflação e contas externas. A utilização do câmbio como instrumento de política econômica já mostrou que pode trazer benefícios para países em desenvolvimento e poderia beneficiar o Brasil também. Várias pesquisas têm mostrado isso”, defende a economista nesta entrevista exclusiva ao MONITOR MERCANTIL.

Administrar o câmbio parece ser uma heresia na visão neoliberal. O que diz a experiência internacional?

O câmbio é uma viável chave de política econômica. Japão, Alemanha, Itália e os países asiáticos mais dinâmicos utilizaram o câmbio depreciado como estratégia de crescimento. Enquanto os asiáticos adotaram estratégia de crescimento via câmbio competitivo, a América Latina usou o câmbio para estabilizar preços.

Isso resultou numa grande diferença de crescimento entre essas duas regiões, com exceção, agora, da Argentina, que está com padrão asiático de crescimento. A sobrevalorização está prejudicando enormemente a competitividade no Brasil. Países em desenvolvimento devem adotar uma estratégia de desenvolvimento competitivo, mas aqui a política cambial é passiva. Leia o resto do artigo »

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Câmbio competitivo é crucial para crescimento, diz ecomista da FGV

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Valor Online

Por: Sergio Lamucci

O economista Paulo Gala, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV), vê com desconforto a valorização do câmbio ocorrida nos últimos anos. Para ele, é fundamental manter uma taxa depreciada para estimular a poupança doméstica e o investimento no longo prazo. O câmbio competitivo, diz ele, é decisivo para garantir a expansão do setor manufatureiro voltado para a exportação, a principal fonte de ganhos de produtividade para a economia. Se não acredita que o Brasil vá repetir as graves crises cambiais do fim dos anos 90 e começo dos anos 2000, Gala teme que, se insistir no dólar barato, o país seguirá longe do crescimento sustentado a taxas robustas. 

No estudo “Efeitos da apreciação cambial nos salários, lucros, consumo, investimento, poupança e produtividade: uma perspectiva de curto e longo prazo”, Gala questiona a idéia de que a apreciação do câmbio pode trazer benefícios duradouros para o investimento e a expansão da economia. 

“O efeito mais forte da apreciação cambial nas cadeias produtivas de bens comercializáveis internacionalmente, tanto agrícolas quanto de bens industriais, se faz sentir principalmente nas margens de lucro”, escreve ele. “Para um dado nível de preços em dólares de produtos comercializáveis, a apreciação cambial representa uma queda imediata e intensa de preços de venda e margens de lucro em reais em toda a cadeia que trabalha com preços internacionais, especialmente nos setores que não têm poder de mercado.”  Leia o resto do artigo »

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MENDES QUER DESTRUIR DE SANCTIS E DÁ FUGA A DANTAS

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1268
. Daniel Dantas conseguiu, de novo, demonstrar o que já se sabia: no Supremo do Supremo Presidente Gilmar Mendes, quem manda é ele, Dantas.

. Dantas desmoralizou a Justiça brasileira, pela mão de Mendes.

. Não há nenhum fato novo relevante, disse Mendes.

. Tudo o que Queiroz e De Sanctis apresentaram de novo Mendes já sabia.

. São os argumentos da defesa de Dantas e acolhidos por Mendes.

. A história não é essa.

. Jamais haverá fato novo para Mendes.

. O único fato novo que interessa para Mendes é a destruição da carreira do juiz De Sanctis.

. De Sanctis é o Juiz da 6ª. Vara que desmoralizou Mendes.

. E pode desmoralizá-lo, muitas outras vezes.

. Enquanto um Ministro do Supremo não sair das férias e redimir a credibilidade da Suprema Corte.

. Mendes vai mandar esculpir um cifrão na fachada do Supremo: esta é a Corte dos ricos.

. Mendes recorreu ao Conselho Nacional de Justiça, na esperança de, ali, destruir De Sanctis.

. A Justiça brasileira foi entregue a um homem dedicado a promover uma vingança pessoal.

. A um homem que quer governar a Justiça, o Legislativo e o Judiciário.

. O Supremo Presidente Gilmar Mendes governa o Brasil em benefício de Dantas.

. Dantas é o agente da metástase brasileira: corrompeu a Justiça, o Legislativo, os partidos políticos, a CVM, a Anatel, o BNDES, metade da imprensa brasileira – o que aparecer na frente dele.

. Dantas é inatacável.

. Inatingível.

. Dantas e o Supremo Presidente. Leia o resto do artigo »

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