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Blog do Desemprego Zero

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Debate Aberto: Rede Globo X Carta Maior

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Bernardo Kucinski

Por que o governo Lula perdeu a batalha da comunicação

E como a Globo definiu a narrativa dominante e única da crise do mensalão. A central de Brasília, dizem jornalistas que trabalharam no sistema Globo, formou uma espécie de “gabinete de crise” com líderes da oposição do qual faziam parte ACM Neto e Paes de Andrade. Fechar a Radiobrás foi o ato síntese de todos os grandes erros na política da comunicação do governo Lula.

A mídia na era Lula deixou de funcionar como mediadora da política, passando a atuar diretamente como um partido político de oposição. Apesar de disputarem agressivamente o mercado entre si, há mais unidade programática hoje entre os veículos da mídia oligárquica do que no interior de qualquer partido político brasileiro, até mesmo partidos ideológicos como o PT e o PSOL. Todos os grandes veículos, sem exceção, apóiam as privatizações, a contenção dos gastos públicos, a redução de impostos; a obtenção de um maior superávit primário, a adesão do Brasil à ALCA; todos são críticos à criação de um fundo soberano, ao controle na entrada de capitais, ao Bolsa Família, à política de cotas nas universidades para negros, índios e alunos oriundos da escola pública, à entrada de Venezuela no Mercosul e ao próprio Mercosul. Todos criticam o governo sistematicamente, em todas as frentes da administração, faça o governo o que fizer ou deixar de fazer.

Na campanha da grande imprensa que levou Vargas ao suicídio, o governo ainda contava como apoio da poderosa cadeia nacional de jornais Última Hora. Hoje, não há exceção entre os grandes jornais. Outra diferença desta vez é a adesão ampla de jornalistas à postura de oposição, e sua disseminação por todos os gêneros jornalísticos tornando-se uma sub-cultura profissional. Emulada por editores, prestigiada por jornalistas bem sucedidos e comandada pelos intelectuais orgânicos das redações, os colunistas, essa sub-cultura é dotada de um modo narrativo e jargão próprios.

Em contraste com o jornalismo clássico, que trabalha com assertivas verazes para esclarecer fatos concretos, sua narrativa não tem o objetivo de esclarecer e sim o de convencer o leitor de determinada acusação, usando como fio condutores seqüências de ilações. É ao mesmo tempo grosseira na omissão inescrupulosa de fatos que poderiam criar outras narrativas , e sofisticada na forma maliciosa como manipula falas, datas e números. O enunciador dessa narrativa conhece os bastidores do poder e não precisar provar suas assertivas. VEJA acusou o PT de receber dinheiro de Cuba, admitindo na própria narrativa não ter provas de que isso tenha acontecido. Em outra ocasião, justificou a acusação alegando não haver nenhuma prova de que aquilo não havia acontecido. Leia o resto do artigo »

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Autonomia nacional

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Paulo Nogueira Batista Jr.

O Globo

Posso retomar o tema do desqulíbrio externo? Não quero abusar da paciência do leitor. Sei que a inflação é a preocupação do momento. Mas não devemos esquecer das contas externas, ainda que nessa área não existam grandes riscos no curto prazo. Um país que acumula déficits e dívidas com o exterior pode comprometer o seu desenvolvimento e, até mesmo, a sua autonomia. Ninguém é independente quando precisa de apoio financeiro externo.

É notável a piora da balança comercial no passado recente. As remessas de lucros, as despesas com turismo e outros gastos externos vêm crescendo de forma extraordinária.

Em conseqüência, a conta corrente do balanço de pagamentos (que inclui a balança comercial, serviços, rendas e transferências unilaterais) tem registrado rápida deterioração. Passamos de um superávit de US$13,6 bilhões em 2006 a um déficit de US$15,2 bilhões nos 12 meses até maio de 2008. O levantamento das projeções de mercado, realizado pelo Banco Central, aponta para um déficit em conta corrente de US$23,6 bilhões em 2008 e de US$32,5 bilhões em 2009. Leia o resto do artigo »

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Mais um petroleiro morre na Bacia de Campos

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Alessandro Paulo da Cruz, de 37 anos, é o oitavo petroleiro a morrer, vítima de acidente de trabalho na Bacia de Campos. Na quinta-feira, 10, por volta de meio dia, Alessandro operava uma espécie de guincho, quando foi atingido na cabeça por um tubo e teve morte instantânea. O acidente aconteceu na plataforma SS-55, durante perfuração no bloco BM-S-45, a 160 quilômetros da costa.

O petroleiro Alessandro trabalhava para a empresa Brasdril, uma terceirizada que presta serviços à Petrobrás. Mais uma vez, a Petrobrás limita-se a anunciar a formação de uma comissão para apurar as causas do acidente. Há menos de um mês, morreu o operário Adeilson dos Santos de Jesus, de 28 anos. Seu pai, também petroleiro, afirmou que ele estava desempenhando uma função para a qual não havia sido treinado.

Coordenador da pasta de Saúde, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindipetro-RJ, André Bucaresky, acredita que a sucessão de acidentes fatais está relacionada às metas de produtividade. “A empresa acaba deixando em segundo plano investimentos em segurança, treinamento adequado para os trabalhadores, principalmente os que prestam serviços às empresas terceirizadas”. Leia o resto do artigo »

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Resumo diário – 14/07/2008

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro 

Economia

A criação da Super-Receita há pouco mais de um ano, já traz impactos significativos para as empresas. Pelo menos em relação à “contribuição ao INSS” calculada sobre a folha de salários. A reconhecida eficiência da Receita Federal em lançar intimações com base em cruzamento de informações fornecidas em declarações e documentos diversos está sendo aplicada para fiscalizar a contribuição previdenciária.

Valor Econômico: Receita cruza dados e cobra R$ 37 bi não recolhidos ao INSS

O peso dos alimentos na composição da inflação no Brasil fica aquém da média dos países que não fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), as variações de preços dos alimentos para as economias emergentes pesam 37% nos indicadores de preços locais ante 22,45% no Índice de Preços ao Consumir Amplo (IPCA).

JB Online: Brasil dá menos peso a alimentos

A proposta de criação do Fundo Soberano do Brasil (FSB) começa a tramitar oficialmente na Câmara dos Deputados a partir desta segunda-feira. Os técnicos vão se debruçar para saber se “precisa alterar ou não” o Projeto de Lei (3674/08), vinculada ao Ministério da Fazenda. A oposição ainda não se conformou com a criação do projeto que cria o fundo. Mas diz que não possuir “base política” para barrar o projeto do governo.

Gazeta Mercantil: Fundo Soberano chega à Câmara para avaliação

Política

A Polícia Federal investiga o interesse do grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, em um programa do governo federal que concede isenção de impostos a equipamentos do setor portuário, o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). Em escutas telefônicas realizadas no inquérito da Operação Satiagraha, os investigadores interceptaram conversas sobre a Medida Provisória nº 412/2007, que prorrogou o Reporto até 2011.

Correio Braziliense: O alvo de Dantas no Congresso

O governo federal resolveu acertar as contas com o passado e está decidido a quitar uma dívida histórica com o funcionalismo. Até o fim deste ano, todos os demitidos durante o governo Collor terão a chance de voltar ao trabalho. A Comissão Especial Interministerial (CEI), responsável pela análise dos pedidos de anistia, passou por modificações estruturais, ganhou novos integrantes e melhorou sua produtividade.

Correio Braziliense: Retorno dos demitidos por Collor está próximo

A liminar a favor do empresário Daniel Dantas proferida pelo ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, na última sexta-feira, levou procuradores, juízes e juristas a se manifestarem publicamente contra a decisão. Até mesmo o impeachment do presidente do STF foi cogitado. O impasse coloca ainda mais lenha na crise instalada no Judiciário brasileiro. De um lado, o presidente da mais alta corte brasileira, Gilmar Mendes. Do outro, procuradores da República, juízes federais e até a Polícia Federal.

O banqueiro Daniel Dantas foi novamente solto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, que deferiu – sete horas depois de protocolado – o pedido de liminar ajuizado pela defesa do dono do Grupo Opportunity, desta vez contra a decretação da prisão preventiva do principal investigado pela Operação Satiagraha, deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira.

Gazeta Mercantil: Gilmar Mendes libera novamente Daniel Dantas

Especialistas e parlamentares avaliam projeto, aprovado no Senado, que reserva vagas em universidades federais. Reserva de vagas para alunos de escolas públicas nas universidades federais divide parlamentares e a sociedade

As cotas para estudantes de escolas públicas nas universidades podem estar perto de se tornar realidade. Na última semana, a Comissão de Educação do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 546/2007, de autoria da senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que determina a criação de reserva de 50% das vagas oferecidas em instituições federais de educação profissional e tecnológica para alunos egressos da rede pública

Correio Braziliense: Cota é a solução?

Internacional

“Do fundo da minha alma, o que há com a Colômbia é afeto, é amor e é compromisso de irmandade verdadeira.” Foi nesse tom que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, recebeu o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, na sexta-feira. Bem diferente de poucos meses atrás, quando Chávez acusava Uribe de ser “mafioso” e “lacaio dos EUA” contra os povos da América Latina. Analistas crêem que o abrandamento de Chávez se deve a reveses importantes enfrentados por ele, mas não arriscam palpites sobre se essa nova postura de “paz e amor” será duradoura. 

Valor Econômico: Acuado por insucessos, Chávez já adota um tom mais conciliador

O presidente Álvaro Uribe reiterou que está disposto a negociar diretamente com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc): “Se a segurança democrática for mantida, estou disposto a dialogar quando quiserem, a qualquer hora”, disse durante um conselho de governo em Morelia, departamento de Caquetá (sul).

Correio Braziliense: Proposta de paz

Desenvolvimento

A mamona como matéria-prima do biodiesel, como havia sido propalado pelo governo, seria importante instrumento de distribuição de renda e geração de emprego. Mas uma resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP), publicada em 19 de março, joga uma ducha de água fria no programa social sonhado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao dificultar a comercialização da matéria-prima.

Gazeta Mercantil: Para a ANP, mamona é inadequada ao biodiesel

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, falou em “strip-tease ecológico” para definir a situação das unidades de conservação (UCs) federais. O que descobriu levou-o a dizer que tinha “vontade de pular sem parapente”. Das 299 unidades de conservação, 82 não têm gestor, 173 não contam com fiscais e o porcentual dessas áreas com plano de manejo implementado é baixíssimo. As UCs e as reservas indígenas contribuem com 22% do desmatamento registrado pelos satélites do Inpe.

Isso tudo é resultado da omissão do governo federal, que não cumpre as metas estabelecidas no Plano de Ação para Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia Legal (PAPCD).

O Estado de S. Paulo: Strip-tease ecológico

Resumo anterior

 

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A morte do consenso da globalização

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais. 

Hoje, a pergunta não é mais: “você é favorável ou contrário à globalização?” A questão agora é, “quais deveriam ser as regras da globalização?” Os verdadeiros antagonistas dos defensores da globalização, hoje, não são jovens em barricadas, mas seus colegas intelectuais.  

Para que a globalização venha a sobreviver, será necessário um novo consenso intelectual que lhe dê sustentação. A economia mundial aguarda desesperadamente seu novo Keynes.  

Publicado em: Valor Online

Por Dani Rodrik 

Esta não é a primeira vez em que a economia mundial vê o colapso da globalização. A era do padrão-ouro, com sua livre mobilidade de capitais e livre comércio, teve um fim abrupto em 1914 e não pôde ser ressuscitada após a Primeira Guerra Mundial. Estaremos prestes a testemunhar um colapso econômico mundial similar? 

A indagação não é extravagante. Embora tenha viabilizado níveis inéditos de prosperidade em países avançados, e tenha sido uma benção para centenas de milhões de trabalhadores pobres na China e em outros países da Ásia, a globalização econômica repousa sobre alicerces frágeis. Diferente de mercados nacionais, que tendem a se apoiar em instituições regulamentadoras e políticas domésticas, os mercados mundiais são apenas “fracamente inseridos”. Não existe qualquer autoridade antitruste mundial, nenhum emprestador mundial de última instância, nenhuma agência fiscalizadora mundial, nenhuma rede de segurança mundial e, naturalmente, nenhuma democracia mundial. Em outras palavras, os mercados mundiais sofrem de fraca governança, e portanto de escassa legitimidade popular. 

Desdobramentos recentes ressaltaram a urgência com que essas questões estão sendo discutidas. A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais. Por outro lado, o encarecimento do petróleo provocou aumentos nos custos de transportes, levando analistas a ponderar se a era da terceirização está chegando ao fim. E paira sempre a iminência de calamidades resultantes das mudanças climáticas, que podem ser a mais grave ameaça com que o mundo já se defrontou.  Leia o resto do artigo »

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Maierovitch: Gilmar Mendes está “extrapolando”

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Para o juiz aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Wálter Maierovitch, o novo habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ao banqueiro Daniel Dantas mostra que o presidente do STF está “extrapolando suas funções”. Está atuando com abuso de direito.

Para Maierovitch é hora de pensar num impeachment do presidente, do presidente do Supremo. Já que para o presidente da Republica tem impeachment, o ministro Celso Mello considera que pode haver impeachment para ministros do próprio Supremo. Está na hora de se pensar num impeachment do Gilmar Mendes.

Publicado em: Terra Magazine

Por: Diego Salmen 

Na última sexta-feira, dia 11.07.2008, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, concedeu o segundo habeas corpus consecutivo ao banqueiro Daniel Dantas

Para o juiz aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Wálter Maierovitch, o novo habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ao banqueiro Daniel Dantas mostra que o presidente do STF está “extrapolando suas funções”.

- Ele (Gilmar Mendes) está atuando com abuso de direito. Está extrapolando as funções dele. O Supremo virou ele – critica.

Presidente e fundador do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais, Maierovitch diz que já é hora de pensar num impeachment do presidente do presidente do Supremo.

- Para o presidente da Republicas tem impeachment, o ministro Celso Mello considera que pode haver impeachment para ministros do próprio Supremo. Está na hora de se pensar num impeachment do Gilmar Mendes.

Leia a seguir a entrevista com Wálter Maierovtich:

Terra Magazine – Como avalia a nova libertação de Daniel Dantas?

Wálter Maierovitch – Eu vejo isso da pior forma possível. Pelo seguinte: a prisão preventiva é necessária. O Daniel Dantas até falou hoje que ia abrir a boca. Se trata de uma potentíssima organização criminosa que age ininterruptamente. Os documentos comprovam o poder corruptor dela. Leia o resto do artigo »

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Lula adia decisões sobre o pré-sal para 2009

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O presidente Lula só vai decidir em 2009 sobre como serão exploradas as jazidas do pré-sal, pois deseja ter certeza do que existe realmente, se é um mar de petróleo ou apenas vários lagos, para aí sim definir que irá explorar as megajazidas.

O presidente da Petrobrás defende que a exploração do pré-sal fique por conta da Petrobrás, que fez todo o investimento. Mas é grande a pressão das multinacionais para que tudo continue como está, inclusive sem qualquer alteração da lei entreguista de FHC, a Lei 9478/97, que instituiu os leilões/privatização das nossas reservas de óleo e gás e criou a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Com a  declaração do presidente Lula, adiando para 2009 a decisão sobre o pré-sal, os movimentos em defesa da soberania nacional ganham tempo e fôlego para organizar a luta contra os entreguistas.

                       
Fonte: Agência Petroleira da Notícias

O presidente Lula só  vai decidir em 2009 sobre a forma como serão exploradas as jazidas do pré-sal. O presidente quer saber, com segurança, “se existe um grande mar de petróleo, ou vários lagos”, antes de definir quem, como e de que forma serão exploradas as megajazidas, segundo informações do Valor Econômico.

Apesar das muitas divergências no Planalto, predomina o entendimento de que a fatia da União, proveniente do lucro obtido com a exploração do petróleo, precisa aumentar. O ministro Edson Lobão instituiu uma comissão para apresentar mudanças na atual Lei do Petróleo, que deverão ser propostas e apresentadas até setembro. As alterações tomariam por base as legislações de outros países. No Brasil, os recursos provenientes da exploração do petróleo por multinacionais ficam muito abaixo da média mundial. As taxas e impostos arrecadadas pela União são irrisórias e estão entre as menores do mundo. Leia o resto do artigo »

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IML aponta queda de mortes em São Paulo após lei seca

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Diminuiu em 57% o número de mortes por acidentes de trânsito na capital paulista após entrar em vigor a Lei 11.705, que tornou mais rígidas as punições para quem consumir álcool e dirigir.

O levantamento, divulgado hoje pela Secretaria de Segurança Pública, foi feito pelo Instituto Médico Legal (IML) em suas três unidades.

Foram comparados os dados dos três primeiros fins de semana de junho com os dois seguintes. No primeiro fim de semana de junho – entre os dias 5 e 8, foram registradas 14 mortes, no segundo, 11, e no terceiro, 10.

Com a lei seca, o IML registrou 5 mortes no último fim de semana de junho e esse mesmo número no primeiro deste mês. Leia o resto do artigo »

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