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Blog do Desemprego Zero

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O vendedor do Brasil

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Carta Capital

Por: Maria Helena Tachinardi

Exportações

As missões empresariais de Lula no exterior rendem vbons negócios

A estratégia de promoção comercial do governo Lula deu o primeiro empurrão em empresas rumo ao processo de internacionalização. Elas estão participando de feiras e rodadas de negócio durante e depois das viagens do presidente a países da América Latina, da África e da Ásia, organizadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Ministério das Relações Exteriores.

“É uma política orquestrada e liderada pelo presidente, que quer mais pragmatismo nas relações externas”, diz Alessandro Teixeira, presidente da agência. “O Itamaraty cuida da arquitetura do processo. A Apex faz projetos setoriais e gera informações estratégicas para missões comerciais, feiras e eventos promocionais”, explica.

Beneficiam-se dessas ações, por exemplo, algumas das 340 empresas da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e a Phisalia Produtos de Beleza, de Osasco, que produz xampus e condicionadores infantis.

A Artecola, do Rio Grande do Sul, membro da Assintecal, está firme na rota da internacionalização. Tem parceria com a Forbo, grupo químico multinacional de origem suíça, com a Rhenoflex, empresa alemã líder na produção de couraças e contrafortes, e com a Protechnic, fabricante de origem francesa de adesivos em forma de filme. Segundo a Artecola, as parcerias dão bons resultados em aplicações como preparação, montagem, solados e saltos de sapatos.

Índia, Angola e Turquia estão com desempenho acima da média, diz Ilse Biason, superintendente da Assintecal. Para a Turquia, as empresas associadas exportaram nos quatro primeiros meses do ano 4,9 milhões de dólares, um crescimento de 118% sobre o mesmo período de 2007, o que mostra a boa fase mundial da indústria de calçados. Leia o resto do artigo »

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Para Pinheiro Guimarães, AL precisa de um Plano Marshall

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Sergio Leo, De Brasília

Logo à entrada do gabinete do secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, o desajeitado troféu Juca Pato – Intelectual do Ano, conferido em 2006 pela União Brasileira dos Escritores, lembra que o polêmico diplomata é, também, referência para uma parte importante da intelectualidade brasileira. No Itamaraty, despertou críticas com seus métodos de gestão, que incluíam a exigência de leitura de livros apontados por ele, para diplomatas em vias de promoção, mas firmou reputação de bom administrador, garantindo melhoria de infra-estrutura e de salários para o ministério.

Mestre em Economia pela Universidade de Boston, Pinheiro Guimarães é visto, hoje, como a face mais à esquerda da diplomacia brasileira, pelos críticos e pelos admiradores da política externa do governo Lula. É influente, e um dos principais emissários do governo em missões delicadas, embora, quando indagado, minimize sua atuação.

Sabedor da forte repercussão que costumam ter suas idéias, Pinheiro Guimarães evita entrevistas, embora publique regularmente livros sobre política externa, como o último deles, “Desafios Brasileiros em Terra de Gigantes”, que alinha ameaças e estratégias para a atuação do Brasil, no continente e em outras instâncias internacionais e faz comentários cortantes, como a afirmação de que os Estados Unidos são um país de “povo democrático e elite autoritária”.

Para o Valor, Pinheiro Guimarães fala das Farc, Argentina, Itaipu, Estados Unidos, e defende uma “espécie de Plano Marshall” para a América do Sul, mencionando o apoio americano para a reconstrução da Europa devastada do pós-guerra. “Não há concessões excessivas quando as diferenças são tão extraordinárias e quando nossos interesses as exigem”, comenta. Mas pede que leiam o contexto de suas afirmações. Leia o resto do artigo »

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Exemplar Sr. Dantas

Postado em 18 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: Carta Capital

Heidegger disse em seu livro sobre Nietzsche: a idéia do eterno retorno do mesmo é o desdobramento íntimo da idéia da vontade de potência. Nietzsche, atento às trágicas idiossincrasias do homem produzido pela sociedade moderna, seria incapaz de antecipar a completa realização de seus conceitos num país tropical. Aqui a vontade de potência reescreve, em vários capítulos, o eterno retorno do mesmo.

Em obediência à sabedoria nietzschiana, cuido de reescrever o texto que tantas vezes escrevi diante de episódios semelhantes ao da prisão de Daniel Dantas. Este senhor, cuja prisão é anunciada com pompa, mas nenhuma circunspeção, foi um servidor fiel das forças que agora promovem a sua liquidação moral e política.

Os cínicos ou néscios ignoram que o peso dos interesses e os interesses de peso transformaram os Estados Nacionais, uns mais que outros, em instrumentos de acumulação dos grandes grupos privados. Assim é o capitalismo realmente existente e, por isso, assim é (e sempre foi) nos Estados Unidos da América, desde os barões ladrões até o escritório de corretagem organizado por George Bush & cia. Essa engrenagem controla o Estado por dentro e, para reproduzir a si mesma, esmera-se em produzir os funcionários corruptos e os escândalos empresariais, num movimento simultâneo e paradoxal. Mas a autoconsciência do Estado Plutocrático americano não permite que a situação escape ao controle: institucionalizou o lobby e limitou o ilícito. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, advogou publicamente a “suavização” da Lei Sarbanes-Oxley, promulgada depois da sucessão de escândalos promovidos pelas “inovações” financeiras da Enron e inventividades assemelhadas. Leia o resto do artigo »

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Déficit externo e inflação

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Folha de S. Paulo  

Por: Benjamin Steinbruch

Na economia, o déficit externo precisa de atenção muito maior, igual à que se dá hoje à inflação 

Na quarta-feira da semana passada, enquanto eu tentava escrever um artigo sobre o déficit na conta corrente do balanço de pagamentos, a televisão, sem som, mostrava o jogo do São Paulo contra o Náutico, em Recife.

Eu estava impressionado com a previsão de que o déficit pode atingir neste ano até US$ 35 bilhões, muito além das previsões iniciais de US$ 11 bilhões. Pensava em fazer um texto de alerta sobre o crescimento do déficit, um lendário inimigo da economia brasileira, enquanto as atenções dos analistas estão concentradas apenas no problema da inflação.

Como o São Paulo perdia por 2 a 1, tentei concentrar-me no tema das contas externas. Mas, vendo a TV de rabo de olho na esperança de que o São Paulo conseguisse o empate, vi seguidos lances em que os jogadores se atiravam em campo. Veio-me, então, uma idéia óbvia a respeito de um problema grave no futebol brasileiro: ética.

Desisti dos números do déficit, embora o tema fosse muito mais importante que o futebol. Ética vem de “ethos”, palavra grega que significa caráter ou modo de ser. Todas as profissões têm seu código de ética, que não é lei, mas cujo cumprimento é quase obrigatório na atual sociedade competitiva.
Penso que os percalços do futebol brasileiro nos últimos tempos têm muito a ver com ética. É instrutivo comparar partidas dos campeonatos europeus com as do Brasileiro. O número de faltas na Europa é incrivelmente menor que o daqui. Não porque haja menos jogadas perigosas, mas porque os jogadores raramente simulam situações faltosas. Quando o fazem, são duramente reprimidos pelo árbitro, com cartão amarelo, e até pela reação indignada dos companheiros. Leia o resto do artigo »

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Petroleiros alertam para risco na retomada da produção

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Nacional de Petróleo

Os trabalhadores embarcados da Bacia de Campos ficaram sem comunicação, inclusive com a internet cortada, na madrugada do dia 15, o que levou os grevistas a entregarem a produção à estatal e a solicitarem desembarque.  As plataformas foram ocupadas por “fura-greves”, que integram o Plano de Contingência da Petrobrás.

A retomada da produção com um contingente mínimo é considerada uma medida irresponsável pelos sindicalistas. O contigente estaria abaixo, inclusive, do mínimo que a estatal exige em seu plano de excelência operacional. Diretor do Sindipetro-NF, Antônio Carlos Rangel declarou que ‘é um risco operar com 30% do efetivo normal, como está acontecendo em algumas plataformas”.

O sindicato denuncia que trabalhadores vêm sendo mantidos em cárcere privado, impedidos de desembarcar. O Sindicato do Norte Fluminense está cortando as trocas de turno nos aeroportos de Campos e Macaé. Leia o resto do artigo »

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O fim do neoliberalismo?

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*JOSEPH E. STIGLITZ

O mundo não tem sido bom para o neoliberalismo, este apanhado de idéias baseado na noção fundamentalista de que os mercados são autocorrigíveis, alocam recursos de forma eficiente e atendem bem ao interesse público. Foi esse fundamentalismo de mercado que sustentou o Thatcherismo, o Reaganomics e o chamado Consenso de Washington em favor da privatização, da liberalização e do foco dos bancos centrais no controle da inflação.

Durante um quarto de século, houve uma competição entre os países em desenvolvimento e os perdedores foram claramente os que adotaram políticas neoliberais. Mesmo quando cresceram, os benefícios se acumularam de forma desproporcional em relação aos vencedores.

Embora os neoliberais não queiram admiti-lo, sua ideologia não passou em outro teste. Ninguém pode argumentar que os mercados financeiros fizeram um belo trabalho ao alocar recursos no fim da década de 90, quando 97% dos investimentos em fibras óticas levaram anos para ver alguma luz. Mas esse erro gerou ao menos um benefício: como os custos de comunicação foram reduzidos, Índia e China se tornaram mais integradas à economia global. Leia o resto do artigo »

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Reeleição e corrupção

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: Antonio Delfim Netto

Quem tem alguma vivência da política, como é praticada nas pequenas e médias comunidades do interior de São Paulo (nos outros Estados não deve ser diferente), sabe que um dos mais graves equívocos políticos recentes foi a instituição da reeleição nos municípios, uma vez que nesse nível o controle social é, paradoxalmente, muito difícil. Oito anos ininterruptos são em geral suficientes para organizar e estratificar um mecanismo de corrupção local que tende a se autoperpetuar.

No primeiro “round” elege-se o prefeito e -com ele-, no segundo, elegem-se vereadores seus “velhos” secretários. Estes logo voltam à administração, deixando na Câmara seus suplentes, que passam a obedecer ao Executivo. Neutraliza-se, assim, o poder fiscalizador do Legislativo.
Graças à “acumulação” de recursos feita com tranqüilidade pela ausência do controle legislativo, o poder incumbente acaba controlando também a imprensa (escrita, radiofônica e televisiva) local, eliminando o pequeno controle social que restava. O processo reforça-se a cada nova eleição, a não ser em casos catastróficos: ou de rapinagem tão extravagante que chama a atenção do Ministério Público ou de alguém da “família” que, inconformado com a distribuição dos “lucros”, resolve abandonar a lei do silêncio… Leia o resto do artigo »

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Resumo Diário – 16/07/2008

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro 

Economia

A expectativa de que o Banco Central (BC) promova novas altas na taxa básica de juros (Selic) para conter a inflação vem realimentando as críticas em relação à política de acúmulo de dólares. A compra de moeda para as reservas, hoje em US$ 203 bilhões, e os leilões de swap reverso no mercado futuro custam caro ao País. Parte do mercado acredita que as reservas já estão em nível satisfatório e, portanto, novas compras são desnecessárias.

Gazeta Mercantil: Juro alto reforça críticas à estratégia cambial

As concessões feitas pelo governo aos servidores públicos e incluídas na Medida Provisória 431 – que estava na pauta da Câmara, mas acabou não sendo votada pelos deputados – podem gerar gasto adicional de R$ 32 bilhões para o presidente da República que assumir em 2011. O impacto foi calculado pelos técnicos do Ministério do Planejamento e atinge seu pico em 2012, quando está previsto que entrem em vigor as últimas parcelas dos reajustes negociados neste ano.

O Estado de S. Paulo: Aumento para servidores custará R$ 32 bi até 2012

Uma semana antes da reunião do Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central, o presidente da instituição, Henrique Meirelles, elevou um pouco mais o tom de ameaça, indicando que poderá intensificar o ritmo de alta dos juros. Ele repetiu três vezes, em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que autoridade monetária saberá responder “vigorosamente” às mudanças no cenário inflacionário. 

Valor Econômico: BC responderá “vigorosamente” à inflação

Política

O comando da Polícia Federal diz que é só uma coincidência. Mas às voltas com críticas à condução da Operação Satiagraha, que descortinou a rede operada pelo banqueiro Daniel Dantas, o delegado Protógenes Pinheiro Queiroz deixou o caso: vai concluir um curso superior de polícia. A ação da PF foi motivo de embates entre o ministro da Justiça, Tarso Genro, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Os dois se encontraram ontem com o presidente Lula para aparar as arestas entre os poderes. E atacaram a divulgação prévia de informações do inquérito.

JB OnLine: Equipe que prendeu Dantas cai

O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), comunicou ontem que a comissão diretora do Senado decidiu não encaminhar ao plenário a proposta de criação de cargos em comissão para os gabinetes dos senadores e das lideranças partidárias. Segundo nota oficial, o colegiado tomou tal decisão porque não houve unanimidade sobre a proposta. Com isso, não serão mais criados os 97 cargos, com salários de R$ 9,9 mil.

Gazeta Mercantil: “Pressão da opinião pública” faz Senado desistir de criar cargos

A Polícia Federal pretendia pedir à Justiça Federal a prisão temporária do presidente da EBX, o empresário Eike Batista, de outros dirigentes da empresa e de vários envolvidos na Operação Toque de Midas, que investiga suposto esquema para fraudar a licitação para a concessão da estrada de ferro que liga o município de Serra do Navio ao Porto de Santana. O pedido seria feito ao juiz titular da 1ª Vara Federal do Amapá, Anselmo Gonçalvez da Silva, que concedeu 12 mandados de busca e apreensão no Amapá, no Pará e no Rio.

O Globo: PF queria prender Eike e outros executivos

Internacional

As explicações oficiais sobre a reativação da Quarta Frota da Marinha dos Estados Unidos ao governo brasileiro chegaram ontem, com um telefonema da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Segundo relatou o Itamaraty, Condoleezza garantiu que a medida tem por objetivo a cooperação, sempre com base no respeito ao direito internacional, “especialmente o direito do mar.”

O Globo: Condoleezza diz a Amorim que Quarta Frota respeitará soberania

Ruralistas argentinos e apoiadores da presidente Cristina Kirchner fizeram manifestações contra e a favor do governo ontem em Buenos Aires, na véspera da votação no Senado que definirá se o aumento do imposto sobre as exportações agrícolas deve permanecer ou não. As manifestações dos ruralistas, contrários ao imposto, e dos apoiadores do governo, a favor, foram barulhentas, mas pacíficas

Valor Econômico: Manifestações precedem votação de imposto na Argentina

Num momento em que as principais economias desenvolvidas do mundo estão em forte desaceleração, o que abre espaço para reivindicações protecionistas, a Organização Mundial do Comércio (OMC) reconheceu que há necessidade de melhorar o nível de vida daqueles “excluídos e deixados para trás” pela globalização. 

Valor Econômico: OMC pede apoio a vítimas da globalização

Desenvolvimento

O Banco do Brasil vai financiar a venda de conversores para a TV digital aberta. O anúncio foi feito ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, no lançamento do equipamento da Proview, mas a linha já existe e pode ser usada na compra de qualquer produto eletroeletrônico. Segundo Dênis Corrêa, gerente-executivo da diretoria de varejo do banco, não há condições especiais para os conversores. Os juros são de 2,84% ao mês com divisão em até 48 vezes.

Folha de S. Paulo: Banco do Brasil vai financiar conversor para a TV digital

Uma década depois da última onda de investimentos da indústria automotiva, que aderiu à guerra fiscal patrocinada por governos estaduais, e ajudou o Brasil a descentralizar a produção industrial, um novo ciclo de projetos do setor volta a dar preferência a São Paulo. A retomada dos investimentos no Estado ganhou ontem oficialmente a adesão da Toyota, que anunciou que sua segunda fábrica no país ficará em Sorocaba, a 100 km da capital.

Valor Econômico: Toyota ratifica retomada de São Paulo como pólo automotivo

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