Sem medo de mostrar a verdade
Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro 
Para o presidente do TER do Rio, Roberto Wider, a missão de não eleger os maus políticos está nas mãos do eleitor. É uma tentativa inédita de o Brasil ter uma eleição mais limpa. A campanha pela moralidade deve persistir. Para Wider, o papel da imprensa no trabalho de orientação do eleitor será em prol da melhoria do padrão ético-político do país, a fim de chamar a atenção do eleitor para um voto consciente que, afinal, vai decidir o futuro do Brasil.
A impugnação de candidatos processados era uma bandeira do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, do qual participam, além da AMB, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Associação dos Juízes Federais (Ajufe), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR)
Publicado em: Jornal do Brasil
Por: Cláudia Dantas
Um dia depois da decisão que abriu caminho para os candidatos com ficha suja- motivo de indignação de entidades – o presidente do TRE do Rio, Roberto Wider, disse que não vai desistir da bandeira. A missão de não eleger os maus políticos está nas mãos do eleitor, lembrou.
Wider abre a lista de candidatos com fichas sujas e apela ao eleitor para que não desista da campanha. Segundo ele, “a bandeira é boa”.
A tentativa inédita de o Brasil ter uma eleição mais limpa, ao impedir que candidatos com as fichas sujas não concorressem mais, não termina com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi o que declarou ontem o desembargador Roberto Wider, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), ao depositar nas mãos da imprensa e, principalmente, dos eleitores a missão de não elegerem os considerados maus políticos. No corredor anexo ao prédio do TRE está a lista com os nomes das pessoas que não tiveram suas candidaturas aprovadas por diversos motivos, entre eles processos por improbidade administrativa, que não necessariamente significam problemas na Justiça – ao contrário de quem tem anotação penal, por exemplo.
O desembargador ressaltou que a decisão de não impedir que candidatos com ficha suja mantenham suas candidaturas deve ser respeitada e cumprida. No entanto, a campanha da moralidade, como ele próprio classificou, deve persistir.
Segundo Wider, os magistrados cumprem as decisões que são vinculantes do STF, caso desta.
- Não devemos desistir, a bandeira é boa – destacou Wider, um ferrenho defensor da proposta. – O STF dá as garantias constitucionais, mas quem elege é o cidadão. Cabe ao eleitor decidir se um político que não tenha a vida pregressa limpa deve ou não ingressar em um cargo público. Leia o resto do artigo »
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