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Blog do Desemprego Zero

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O medo à revolução

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Emir Sader

Cada vez que alguém de esquerda crê confirmar que sua previsão de que um projeto de esquerda ia dar errado, deu na mosca, sua reação costuma ser de alegria e de auto-congratulação. “Não disse!” – é a exclamação costumeira. E sai, todo lampeiro, disposto a seguir exercendo suas previsões agourentas.

Estranha reação. Se a pessoa é de esquerda, deveria torcer para que um projeto de esquerda desse certo. “Ah”, mas dirá o tipo: “Acontece que já não é de esquerda”, zeloso de que a esquerda é aquela que ele escolheu, que leu nos livros, que sua leitura dos clássicos e dos processos revolucionários – quase todos malogrados, aliás – lhe forneceu.

Pelo menos deveria se sentir derrotado, senão porque o projeto que galvanizou o apoio de tanta gente, que ocupou o lugar da esquerda, fracassou – na sua impávida visão -, mas porque sua corretíssima concepção não conseguiu, uma vez mais, se impor. Deveria sentir que sua capacidade de convencimento dos que deveriam estar loucos para receber a concepção iluminada, não conseguiu conquistar ninguém ou quase ninguém – apenas a uns poucos iluminados. Ou, quem sabe, suas idéias não são tão corretas assim. Mas esta hipótese nem lhe passa pela cabeça, dane-se a realidade e viva suas idéias. Leia o resto do artigo »

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Vários pesos e mais medidas ainda

Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

*Heldo Siqueira

A administração das contas públicas uma tarefa dificílima. Muito além de cuidar de cifras monetárias, trata, fundamentalmente, de agradar interesses políticos, da maneira mais abrangente possível. Em alguns momentos, podemos desnudar alguns desses interesses… Senão vejamos a felicidade (e a felicidade foi colocada por minha conta) estampada na manchete do G1, entitulada “Governo estuda perdoar dívidas de até R$ 10 mil com a União“. Por outro lado, aumentar a licença-maternidade parece provocar mais um custo para os cofres públicos que um benefício para a sociedade… (clique aqui para ler sobre a licença maternidade)

É provável que se leve em conta os R$ 3,6 bilhões que representariam essa renúncia. Além disso, a cifra cobre mais de 4 anos de licença-maternidade. Entretanto, como mostra a própria reportagem, esse valor representa “menos de 0,28% dos débitos em atraso cobrados pelo fisco, que chega a R$ 1,3 trilhão. Além disso, o benefício que as famílias, suas mães e seus filhos terão, com mais tempo de recuperação do processo feliz, mas extremamente cansativo que é a gravidez não pode ser medido em dinheiro.

É provável que os interesses que se preocupam com a saúde das contas públicas, sejam os mesmos interesses que estão se lixando para a saúde das mães e suas licenças-maternidade e possivelmente sejam os mesmos que contribuem para a exuberante cifra de R$ 1,3 trilhão dos devedores. A pergunta que fica é: como ficaria a saúde das contas públicas se os devedores resolvessem pagar o que, POR LEI, devem?

*Heldo Siqueira: gremista, economista graduado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Trabalho na Assessoria de Planejamento do IDAF-ES (Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo). Meus Artigos

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A nova classe média mundial

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O fenômeno mundial da classe média emergente, na Ásia principalmente, passou a acelerar a demanda por tudo o que essa faixa de renda pode consumir. E isso foi bater direto no preço dos commodities agrícolas e minerais que o Brasil ajuda a suprir ao mundo. De 2003 para cá, foi a ascensão da classe média mundial que ajudou a “puxar” o consumo das classes C e D no Brasil e nos nossos vizinhos.

Por Paulo Rabello de Castro

Publicado originalmente na Folha

O salto da classe média no Brasil é derivado do “empurrão” que nos fez sair do buraco do endividamento externo 

NA CHINA , eles não passavam de 1% da população ao início dos anos 90. Hoje, em pleno momento olímpico, eles são cerca de 35%. Em 2020, serão a imensa maioria, 70%. A classe média ascendente na China é o grande fenômeno social dos últimos 20 anos. E continuará crescendo em volume surpreendente, pelos próximos 30 anos, não só lá como principalmente na Índia, cuja classe média saltou de 1% para 5% em apenas uma década e comporá a maioria da população por volta de 2030.

A expansão espetacular da classe média no mundo emergente e a forte redução da desigualdade em nível mundial na primeira metade deste século são conclusões do novo estudo de Dominic Wilson (com Raluca Dragusanu), da corretora Goldman Sachs. Wilson, o mesmo que assinou o estudo original de 2003 sobre os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), acaba de publicar o paper nº 170 “The Expanding Middle”, que traz importante contribuição ao entendimento da superação da pobreza por largas camadas da população mundial. A faixa considerada como classe média naquele estudo é praticamente a mesma usada pela Fundação Getulio Vargas no trabalho de Marcelo Neri (R$ 1.064 a R$ 4.591 de renda mensal). Pelas projeções de Dominic Wilson, a classe média mundial terá 2 bilhões de pessoas a mais, nos próximos 22 anos, algo como 80 milhões por ano. E o pico dessa inserção social é entre hoje e 2035. Leia o resto do artigo »

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Câmbio leva empresas a reduzir nível de emprego

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009. Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a valorização do real, as indústrias com maior rentabilidade são as siderúrgicas, extrativa mineral, de autopeças, químicas, metalúrgicas, material de transporte e fertilizantes. Na contramão, os setores que amargam menor rentabilidade são os de celulose, petroquímico, vestuário, minerais não metálicos, têxtil, materiais elétricos e produtos alimentares. 

Publicado em: Gazeta Mercantil

Por: Leda Rosa

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Áreas mais sensíveis às variações cambiais, entre elas a de madeira processada, estimam que, de maio a julho, as demissões atingiram 15 mil trabalhadores. Nas produtoras de calçados, vestuário e têxteis, ocorre a extinção de aproximadamente 200 mil vagas a cada ano. Nas fábricas, os empregados já sabem: caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009.

“Nosso volume físico exportado tem caído, em média, 17%. Com tal encolhimento, produzimos menos e temos menor necessidade de mão-de-obra”, explica Antonio Rubens Camilott, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada (Abimci).

O contingente empregado pelo setor é de 2 milhões de trabalhadores. O executivo calcula que, se confirmadas as previsões de valorização do dólar, a escalada de demissões pode ser estancada ainda neste ano, no fim do quarto trimestre.

“As condições de competitividade estão permitindo uma formalização muito aquém do que poderíamos gerar”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). “Em vez de criar, no mínimo, mais de 160 mil empregos diretos por ano no setor, ficaremos com patamares reduzidos de 30, 40 mil postos de trabalho este ano”, diz o executivo. “A continuar o câmbio apreciado em 2009, com juros altos trazendo redução no nível de atividade econômica interna e queda de consumo, poderemos ter sim demissões formais”. Leia o resto do artigo »

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Da era petrolífera para a biocivilização

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Vistos com uma ampla perspectiva, o encarecimento do petróleo e a recuperação dos preços dos alimentos se mostrarão positivos se nos ajudarem a nos libertarmos da dependência do petróleo e a melhorar a vida dos pequenos agricultores em lugar de beneficiar as multinacionais da alimentação.  

O começo da terceira grande transição coincide com o esgotamento dos mais importantes modelos de desenvolvimento, que dominaram o cenário desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Para alguns observadores, a recente crise financeira anuncia o início do fim do neoliberalismo. Por sua vez, a social-democracia está presa na situação de “sim à economia de mercado, não à sociedade de mercado”. É por isso que, condenada a inventar novos modelos, a próxima geração se dirigirá a inexplorados e excitantes territórios. 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Ignacy Sachs

A prolongada evolução conjunta do gênero humano e da biosfera foi marcada no passado por duas grandes transições. A primeira, ao passar da coleta e da caça para a agricultura e criação de animais, ocorreu muitos milhares de anos atrás. A segunda, a era dos abundantes e baratos combustíveis de origem fóssil (carvão, petróleo e gás) começou há poucos séculos. Agora estamos no umbral da terceira grande transição, que deixará para trás a era do petróleo e, esperamos, de toda a energia de origem fóssil. A transição levará décadas, mas, segundo muitos indícios, já começou, empurrada pela alta espetacular dos preços do petróleo e pela recuperação dos preços dos alimentos.

Quando analisarem os acontecimentos de nosso tempo, os futuros historiadores verão a era da “energia fóssil” como um breve, mas acidentado, interlúdio que provocou um grande aumento da população mundial. Agora somos 6,7 bilhões de habitantes, e estima-se que seremos 9 bilhões em meados deste século, com a maioria da humanidade vivendo em áreas urbanas. Mas, apresentam-se dois grandes e iminentes desafios: o de uma potencialmente catastrófica mudança climática e o dilema de uma abismal desigualdade social, de mãos dadas com um crônico e severo déficit de oportunidades para a obtenção de trabalho decente.

Para evitar o aquecimento do clima, devido às excessivas emissões de gases causadores do efeito estufa, devemos modificar drasticamente nossas pautas de uso da energia. Para conseguirmos isso são necessárias três coisas: redução do consumo de energia por meio de uma mudança nos padrões de consumo e de estilos de vida; melhoria da eficiência energética; substituição dos combustíveis fósseis pelas diferentes energias renováveis (solar, eólica, hidráulica, marinha e biomassa). Leia o resto do artigo »

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Governo tira monopólio de campo de petróleo da Petrobras

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O governo Lula decidiu não entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. Os motivos alegados pelo governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco da empresa tornar-se poderosa demais. Para acabar com o temor, discute-se a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos.

Publicado em: Folha Online

Embora o governo Lula ainda não tenha posição final sobre as regras para explorar os novos megacampos de petróleo na costa brasileira, já decidiu que não deve entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. A informação é da reportagem de Valdo Cruz publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Os motivos alegados no governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais. Teme-se o “efeito PDVSA” –no qual diretores da petrolífera venezuelana participaram de articulações golpistas contra Hugo Chávez.

Nas reuniões sobre o tema foi destacado que esse risco não existe, pois o atual presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, é totalmente afinado com o governo. O risco estaria no médio e no longo prazos. “Hoje, a Petrobras já é um outro país. Felizmente, um país amigo”, afirmou um ministro que acompanha os estudos.

Para acabar com o temor, discute-se, entre outras propostas, a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração. Essa é a alternativa que conta com mais simpatia no governo. A aprovação do novo modelo pelo Legislativo deve ocorrer só em 2009. Leia o resto do artigo »

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Inflação dos mais pobres começa a ceder

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Após intensa pressão no primeiro semestre deste ano, a inflação para as famílias mais pobres finalmente começa a perder força. Segundo a FGV, 90% da redução da taxa do IPC-C1 resulta da alta menos intensa dos alimentos. Porém, ainda cedo para afirmar que a perda de fôlego da inflação dos alimentos é “sustentável”.  

Publicado em: Folha de S. Paulo

Após intensa pressão no primeiro semestre deste ano, a inflação para as famílias mais pobres finalmente começa a perder força. O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) subiu 0,61% em julho, percentual abaixo do 1,29% registrado em junho, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas).
A desaceleração foi causada pela alta menor dos alimentos, que corresponde a 40% do índice. O IPC-C1 mede a inflação para famílias com renda de 1 a 2,5 salários mínimos.

Em julho, o grupo alimentação subiu 0,98%, menos do que os 2,50% de junho, disse André Braz, coordenador do IPC.

Segundo a FGV, 90% da redução da taxa do IPC-C1 resulta da alta menos intensa dos alimentos. Apesar dos aumentos mais moderados, Braz disse ser ainda cedo para afirmar que a perda de fôlego da inflação dos alimentos é “sustentável”.

É que, diz ele, o cenário de incertezas persiste. “O consumo permanece aquecido e não há no horizonte de curto e médio prazos uma perspectiva de aumento da oferta de alimentos em escala mundial. Esses fatores favorecem repasses.” Leia o resto do artigo »

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O poder das mulheres

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Sejam petistas, comunistas, liberais, radicais ou verdes, elas têm chances reais de chegar ao poder em várias capitais na eleição de outubro. Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. O eleitor acredita que as mulheres são mais transparentes e menos corruptas.  

Publicado em: Revista Isto é

Por: SÉRGIO PARDELLAS

1 – BELO HORIZONTE – BH – JÔ MORAES (PCDOB)
Apesar do apoio de Aécio e Fernando Pimentel a Márcio Lacerda, Jô, 62 anos, lidera com 20% dos votos

2 – SÃO PAULO – SP – MARTA SUPLICY (PT)
A ex-prefeita, 63 anos, lidera as pesquisas com 35% dos votos, mas tem uma taxa de rejeição alta

3 – NATAL – RN – MICARLA DE SOUSA (PV)
A jornalista e deputada estadual, 38 anos, lidera a disputa na capital potiguar, com 48,7%

Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. A cena política brasileira ainda é de domínio majoritariamente masculino, mas as mulheres ocupam espaço cada vez maior. A julgar pelas mais recentes pesquisas de opinião sobre as eleições municipais de outubro, elas estão bem colocadas em sete importantes capitais do País: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Natal e Belém. Embora já não representem uma novidade na política, a maioria dos analistas concorda que, no imaginário do eleitor, as mulheres personificam a coragem, a integridade e a transparência, aliadas à capacidade de comando. Características consideradas fundamentais para o bom administrador. Por isso, não surpreende que conquistem, na largada da campanha, a preferência de parte significativa do eleitorado tanto feminino quanto masculino. É o caso de Marta Suplicy (PT), em São Paulo, Jô Moraes (PCdoB), em Belo Horizonte, e Micarla de Sousa (PV), em Natal. As três lideram a corrida eleitoral em suas respectivas capitais. “A população está cansada de políticos tecnocratas que agem com base em levantamentos”, afirma a deputada estadual Micarla, que montou uma coligação de seis partidos (PV, DEM, PR, PTB, PP e PMN) e detém hoje, segundo as pesquisas, 48,7% das intenções de voto. “O povo quer alguém que conheça os problemas, mas que também possua sensibilidade para resolvê-los e isso as mulheres têm de sobra”, diz ela. Leia o resto do artigo »

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