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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

Boletim Semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

n.24, ano 1 -17/09/2008 a 30/09/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

A Crise e o Brasil

“O dólar acabou”, avalia Carlos Lessa

Os engodos do mercado

Internacional

O fundo político da atual crise econômica

Bolívia e os últimos acontecimentos

O sistema financeiro paralelo se desfaz

Política

O efeito Mendes

Wálter Maierovitch: “Máfia não assalta mais banco”

Desenvolvimento

O Brasil e o pós-crise

Com Norte-Sul, o Atlântico fica mais perto

O retorno do pêndulo: algumas breves reflexões

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Bolívia: Fascismo toma o poder- Morales queixa-se

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

“Esta é uma análise muito interessante, a partir de uma leitura marxista, do que vem acontecendo na Bolívia. Em tempos de parcas informações, vale a pena ler o artigo de James Petras.”

Por: James Petras

Desde que Evo Morales foi eleito presidente há mais de 33 meses, a extrema direita boliviano tem-se aproveitado de toda concessão, compromisso e gesto conciliatório do regime Morales para expandir o seu poder político, bloqueando mesmo as reformas sociais mais moderadas e paralisando o funcionamento do governo, através de manobras legais e gangs de violentos rufiões de rua.

Ao mesmo tempo que o governo boliviano utilizava repressão do Estado contra camponeses sem terra e mineiros em greve, permanecia um espectador passivo e impotente diante da tomada da Assembleia Constitucional pela extrema direita, dos principais aeroportos em Santa Cruz (forçando o presidente a voar de volta ao seu palácio), suspendendo todo o transporte público, a arrecadação de impostos federais e projectos e investimentos públicos. Pior ainda, gangs paramilitares fascistas repetidamente insultaram, bateram, desnudaram e ridicularizaram apoiantes camponeses do presidente Morales de etnia índia nas principais ruas e praças das capitais das províncias que eles controlam.

Apesar de receber cerca de 70% da votação nacional na eleição de 10 de Agosto de 2008, Morales não tomou uma única medida para conter o domínio fascista do poder regional, continuando a implorar pelo diálogo e o compromisso, enquanto a extrema direita acumula força e prepara-se para entrar em violenta guerra civil contra os pobres e os indígenas bolivianos. O governo boliviano expulsou o embaixador dos EUA, Philip Goldberg, só depois de a Embaixada dos EUA apoiar activamente a captura do poder regional pela extrema direita depois de quase três anos de financiamento aberto e colaboração pública com os secessionistas. Uma vez que o regime Morales não rompeu relações com Washington, é provável que um novo nomeado para a embaixada chegue logo para continuar a conspiração activa de Goldberg com a extrema direita.

O contraste entre a ignominiosa passividade do presidente e o agressivo e violento putsch político da direita fascista é gritante. A peça central do violento levantamento e da tomada de poder pelos fascistas localiza-se em cinco departamentos regionais: Santa Cruz, Pando, Beni, Tarija e Chuquisaca, os quais estão agrupados numa organização regional de massa, o Conselho Nacional Democrático (CONALDE). Isto inclui prefeitos locais, presidentes de muncipalidade, líderes de negócios e chefes de organizações de latifundiários apoiados por gangs de rufiões de rua armados numa variedade de organizações, sendo a mais importante a União da Juventude Cruceñista, a qual especializou-se em degradar, bater e mesmo matar apoiantes índios desarmados de Morales. Leia o resto do artigo »

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Perguntas Sem Resposta

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

“Onde estudar ECONOMIA?”

Por: Gilson Schwartz

Algumas perguntas, nos muitos debates que ocorreram durante os 25 anos desde que comecei a escrever sobre economia em jornais e na internet, permanecem em aberto.

Nesse momento de crise profunda do centro financeiro mundial, re-coloco-as na mesa. Os autores das propostas estapafúrdias continuam por aí, escrevendo, dando aulas e até (ainda!) no governo. São (ainda!) considerados gênios das finanças e da teoria econômica, ostentando nas paredes seus diplomas obtidos em escolas do Primeiro Mundo.

É uma satisfação ao João, que escreveu ontem perguntando onde é melhor estudar economia no Brasil, já que Harvard, Chicago, MIT e semelhantes abasteceram os “templos” do saber financeiro que agora desabam.

Bem, João, infelizmente a maioria das escolas de economia brasileiras nada mais são que ombros para papagaios que, por sua vez, repetem o que aprenderam nessas escolas do Primeiro Mundo. USP, FGV, PUC-RJ… as filias espalharam-se pelo Brasil e os PhDs fizeram mil e uma trapalhadas nas últimas décadas.

Onde foi parar a turma que defendia a dolarização da economia brasileira para acabar de vez com a inflação e integrar o país ao Primeiro Mundo? Continuam instalados em confortáveis fundos de investimento.

E o pessoal da privatização? Além dos que viraram consultores ou dirigentes das empresas que ajudaram a vender, nenhum deles vem a público explicar porque nunca avançou a regulamentação dos setores privatizados no Brasil. Enquanto isso, como lembrei no comentário de ontem, o mundo dos países emergentes marcha batido rumo à reestatização de setores estratégicos. Leia o resto do artigo »

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Dos veces la misma mentira

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Basta con ver los cables.

Por: Fidel Castro Ruz

En la reflexión antes de ayer expresé que Cuba no aceptaría donación alguna del gobierno que nos bloquea y que en la Nota diplomática entregada a la Oficina de Intereses de Estados Unidos se solicitaba la autorización para que las empresas norteamericanas nos vendieran material de construcción; la misma no mencionaba en absoluto los alimentos. Se añadía La solicitud de que el comercio de tales materiales se realizara en términos normales, incluídos créditos, lo cual es elementalmente lógico con relación a um país que ha pagado al contado a lo largo de ocho años los pocos rubros que se autoriza exportar a Cuba.

Tal solicitud se justificaba aún más en la situación de emergencia creada por el azote de los huracanes.

Fue precisamente George W. Bush quien, después que el huracán Michelle azotara con violencia la isla el 4 de noviembre de 2001, autorizó la venta de productos agrícolas a Cuba, incluyendo la madera como cosecha de la silvicultura bastante desarrollada en aquella nación. No insistió en la inspección in situ cuando, igual que ahora, se le respondió que ya la habíamos hecho. Los alimentos constituyeron el principal rubro importado. En pocas semanas se importaron 4,4 millones de dólares, una vez cumplimentados com rapidez los trámites pertinentes. Leia o resto do artigo »

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Con Cuba hoy

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O artigo a seguir refere-se à situação dramática que Cuba tem passado, os Estados Unidos, em resposta a solicitação de ajuda de Cuba, ofereceu uma ridícula ajuda e ratificou o bloqueio econômico e financeiro a ilha. Em resposta a este bloqueio Cuba pede ajuda aos intelectuais e artistas de todo o mundo para que juntos com a ilha reclamem contra a este bloqueio norte-americano e promovam ações de solidariedade e ajuda a Cuba.

Por: Fidel Castro

Llamamiento a intelectuales y artistas del mundo.

La hermana República de Cuba vive hoy una situación dramática. El paso de los poderosos huracanes Gustav e Ike, en un lapso de apenas ocho días, ha golpeado la producción de alimentos y ramas esenciales de la economía en todo el territorio nacional. Aunque las pérdidas de vidas son mínimas, el saldo en viviendas, escuelas e instituciones culturales destruidas resulta estremecedor.

Frente a esta circunstancia trágica, en Estados Unidos se ha abierto un debate acerca de las restricciones impuestas a los cubanos residentes en ese país para visitar y enviar ayuda a sus familias en la Isla. Cuba ha solicitado que, al menos, se le permita comprar en Estados Unidos materiales para la reparación de viviendas y líneas eléctricas y que se autorice a empresas norteamericanas a ofrecer créditos comerciales a nuestro país para comprar alimentos. Como respuesta, la administración Bush ha ofrecido uma ridícula ayuda y ha ratificado su política de bloqueo económico y financiero, que en esta coyuntura resulta aún más cruel e inmoral. Leia o resto do artigo »

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Pré-sal deve mobilizar brasileiros para retomada de um projeto de nação

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Correio da Cidadania                     

Por: Valéria Nader e Gabriel Brito  

Após alguns anos de prevalência do pensamento e prática neoliberais, percebe-se em nosso país, ainda que de modo incipiente, a retomada de uma consciência do sentido de nação, a partir das discussões que vêm se desenrolando sobre as Telecomunicações, a Vale, o Pré-Sal, para ficarmos em alguns exemplos mais contundentes. E é na esteira das discussões em torno da exploração do pré-sal brasileiro que o Correio da Cidadania entrevistou o economista Carlos Lessa, presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social) entre janeiro de 2003 e novembro de 2004, a fim de debater este e outros importantes temas da atual agenda nacional.

Para o professor da UFRJ, o pré-sal já começa a trazer benefícios à sociedade brasileira, pois está reinaugurando um espaço vazio das discussões públicas. De acordo com Lessa, o presidente Lula está correto em marcar uma posição de direcionar os lucros com a exploração petrolífera para programas sociais e não tornar o Brasil mero exportador de óleo cru.

A respeito da atual gestão do BNDES, Lessa mostra dúvidas sobre a independência e força de Luciano Coutinho à frente da instituição, pois não sabe se a equipe que o cerca lhe confere liberdade para ações mais nacionalistas, como uma eventual reestatização da Companhia Vale do Rio Doce. O economista aponta ainda para o fato de que se vive no país um momento que pode ser especial no sentido de se reavivar a participação popular nas grandes lutas do país, oportunidade que a população precisa aproveitar, de modo a começar a transformar seu futuro.

A íntegra da conversa com o economista e professor pode ser conferida a seguir.

Correio da Cidadania: Como o senhor tem avaliado nesse momento o governo na condução das grandes pautas políticas da nação?

Carlos Lessa: O pré-sal é a primeira vez que neste governo um tema da nação é pautado como central, pois acho que em matéria de energia elétrica houve um arremedo da privatização do FHC. Sendo assim, não houve nenhuma decisão importante com respeito às recomendações da Petrobras feitas a esse governo desde seu primeiro ano.

Creio que a discussão do pré-sal está muito bem colocada e vejo que a proposta do presidente Lula tem quatro dimensões: a primeira é a idéia, extremamente importante, de não ser exportador de óleo cru, mas sim de derivados de petróleo. Pelo seguinte: primeiramente, porque se retém no Brasil o produto do valor agregado e, principalmente, é muito ruim virar supridor de óleo num mundo em que a geopolítica do petróleo vale tanto, inclusive a destruição de países. Portanto, acho saudável anunciar desde já que o Brasil não será exportador de petróleo, e esse foi um ponto em que o presidente bateu o pé, algo que considerei uma excelente decisão. 

O segundo ponto foi a maior densidade dada a uma decisão que o próprio presidente tinha tomado desde seu primeiro ano: reorientar a política de compras da Petrobras, ou seja, de máquinas e equipamentos, para o mercado interno. Em 2003, por exemplo, a Petrobras fez encomendas à indústria naval, e tal orientação tem sido firme no atual governo. O que o presidente decidiu é que tudo o que venha a acontecer na cadeia do petróleo deve se refletir sob a forma de um desenvolvimento industrial brasileiro, como cargueiros de petróleo e embarcações especializadas. Temos envolvidos nesse processo os equipamentos de perfuração, que indicam um desenvolvimento eletrônico relevante, há também a alvenaria pesada para todas as instalações, tal como refinaria, e há ainda a indústria de componentes mecânicos, extremamente estimulada pela presença da cadeia do petróleo. Isso é um ponto a meu ver muito firme e positivo do Lula em relação ao pré-sal.

O terceiro ponto, que me agradou bastante, é a orientação de que os lucros devam ser direcionados para a melhora do nível educacional do Brasil. Acho isso corretíssimo, não por acreditar nessa bobagem de que educação gera emprego, mas por crer que ela é fundamental para a construção do futuro. Devemos ter gerações cada vez mais preparadas para o processo industrial, a qualidade da nossa educação está muito ruim, péssima, e inverter essa tendência me parece altamente positivo.

O quarto ponto é a reiteração de que toda a área do pré-sal que não foi concedida em nenhum leilão é propriedade da União. Isso está em artigo da Constituição, mas, como ela não é respeitada, é importante ser reforçado.

Por trás de tudo isso, está a idéia de se discutirem as atuais concessões de exploração do pré-sal e aumentar a participação especial do governo, que hoje está em 40%. Acho muito positivo e interessante que o presidente tenha lançado tal idéia, pois, se não me engano, a questão do petróleo é entendida com muita facilidade pelas pessoas. As pessoas comuns perceberam que o Brasil esbarrou num eldorado e pensam: “ou ele é nosso ou ele é nosso”. Leia o resto do artigo »

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Controle de capitais e câmbio

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Sabrina Lorenzi / Rodrigo de Almeida

Economistas discordam de livre mercado adotado no país e alertam para novas medidas

Eles querem mais do que as políticas industriais adotadas pelo governo Lula. Acreditam que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não foi suficiente. Tampouco estão plenamente satisfeitos com os indicadores sociais conquistados nos últimos anos. Seguidores de John Maynard Keynes, economistas que nunca acreditaram no livre mercado como solução para todos os problemas, defendem medidas como controle de capitais e taxa de câmbio.

A sugestão está presente em muitos dos artigos reunidos em Economia do desenvolvimento – teoria e política keynesianas, organizado pelos economistas João Sicsú e Carlos Vidotto e publicado pela editora Campus-Elsevier.

O livro é resultado do Seminário Internacional Políticas Econômicas para o Financiamento do Desenvolvimento: 70 anos da Teoria Geral, realizado no Rio e em Niterói, em outubro de 2006. Conjugados todos os trabalhos num só volume, soa como uma gargalhada de desenvolvimentistas (“Não falei que o neoliberalismo não funciona?”). Leia o resto do artigo »

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Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: Valdo Cruz

     Fernando Rodrigues

Críticos do BC dizem em reunião que não há excesso de demanda na economia

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ficou praticamente isolado ontem durante reunião do conselho econômico informal do presidente Lula, quando alguns dos presentes fizeram o diagnóstico de que não há excesso de demanda nem forte pressão salarial na economia brasileira.

Esses dois fatores têm sido utilizados pelo Banco Central para justificar o movimento de alta dos juros iniciado desde que a inflação apresentou sinal de elevação, no início do ano. Em sua última reunião, o BC subiu os juros em 0,75 ponto percentual, para 13%.

O economista Delfim Netto, ex-deputado do PMDB-SP, foi quem mais tratou do tema durante a reunião do conselho no Planalto. Crítico dos juros altos, Delfim fez uma avaliação de que a inflação brasileira estava sendo puxada pelo alta do preço internacional das commodities, e não por excesso de demanda interna.

Tanto que, segundo ele, a inflação deu sinais de recuo tão logo os preços internacionais começaram a cair. O ex-deputado destacou também não enxergar uma pressão sobre os preços a partir dos aumentos salariais, já que eles estariam subindo abaixo do crescimento da produtividade registrada na economia brasileira. Leia o resto do artigo »

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