prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

Desemprego e sustentabilidade

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: CartaCapital

Por: Ricardo Young

Quando pensamos que a poeira está baixando e as tormentas da economia talvez se acalmem, novas notícias aparecem e voltam a sacudir o mercado. O problema é que o desespero, tão presente na mídia e em vários setores da economia, tende a só piorar a situação. E um dos assuntos que mais assustam é a questão do desemprego.

Nas últimas semanas, as manchetes dos principais jornais trouxeram notícias de demissões em grandes empresas. A Vale, por exemplo dispensou 1300 funcionários e, por conta de notícias como essa, a agitação cresce em todas as empresas, com o medo que cada um tem de perder também o seu emprego.

Mas o mais importante para falarmos de desemprego pelo viés da sustentabilidade é observarmos a forma como as empresas devem lidar com a crise nesse sentido. A cartilha convencional da gestão costuma encarar as dificuldades sob uma visão unicamente financeira e a primeira coisa que fazem é cortar custos. Além disso, vêem a folha de pagamentos como custos a serem eliminados com rapidez. Porém, essa visão não retrata uma gestão socialmente responsável.

Quando se instaura o pânico nas empresas, colaboradores internos e fornecedores se desesperam e começam a buscar novas oportunidades, pois se sentem inseguros. Com isso, há uma mudança de foco e atenção, o que prejudica ainda mais a empresa como um todo.

Observando a crise de forma estratégica, segundo uma visão sustentável, a primeira coisa a se fazer quando estamos diante de uma situação difícil é admitir o dilema que se apresenta. E para encontrar soluções e alternativas possíveis, é essencial estabelecer o diálogo entre todas as partes interessadas. Nesse caso, a empresa que está passando por um momento financeiro complicado deve convocar seus colaboradores, fornecedores e parceiros para discutir com eles o problema. E isso vale para qualquer situação como esta, que pode acontecer mesmo em tempos de crescimento econômico mundial. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

BC já usou US$ 53,4 bilhões para segurar alta do dólar em três meses

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online 

O Banco Central já fez atuações no mercado de câmbio no valor de US$ 53,4 bilhões entre os dias 19 de setembro e 16 de dezembro para segurar a disparada do dólar. 

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado. 

O BC já vendeu US$ 9,8 bilhões em dólares das reservas internacionais, que hoje somam US$ 206 bilhões. Também foram “emprestados” US$ 10,8 bilhões em leilões de dólares de linhas externas e outros US$ 2,4 bilhões nos leilões de moeda direcionados ao comércio exterior.  Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

“Banco Central é um banco. Devia prover o crédito; não agir como governo paralelo”

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

ENTREVISTA: LUIZ GONZAGA BELLUZZO

Publicado em: Carta Maior 

Para o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Unicamp, recusa do Banco Central em baixar os juros é a “reafirmação algo infantilizada de um princípio de independência que não hesita em colocar suas supostas prerrogativas à frente das prioridades da economia nacional num momento grave como esse”. O BC, acrescenta, deveria ter uma ação enérgica para prover o crédito e impedir a passagem da crise financeira para uma crise da economia real. 

A decisão não surpreendente do Banco Central brasileiro, cujo comitê de política monetária, o Copom, reafirmou na última quarta-feira a supremacia de um capricho ideológico contra as evidências econômicas, a sensatez política e as urgências da sociedade brasileira, reavivou a lembrança de um diagnóstico feito em 2003, pelo então recém-eleito Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Terceirizaram o Brasil”, desabafou o novo mandatário ao tomar conhecimento do excesso de poder investido nas agências reguladoras pelos entusiastas do Estado mínimo, que há pouco haviam deixado o Palácio do Planalto. 

Nos dias que antecederam a última reunião de 2008 do Copom, países com economias de escala e histórico distintos, como os EUA, a China, Japão, Inglaterra, Suécia e Tailândia, ademais do Banco Central Europeu , comando pelo nada heterodoxo Jean Claude Trichet, baixaram os juros. O mundo em geral opera atualmente em patamares cada vez mais distantes do pico mundial de 13,75% ostentado pela taxa Selic brasileira e reafirmado agora pela agência reguladora da moeda nativa. No Japão, por exemplo, a taxa básica é de 0,3%. Nos EUA, 1% e um novo corte não está descartado ainda este ano. 

Imediatamente ao pronunciamento do Copom, BCs da Suíça, Taiwan e Coréia do Sul reafirmam esse distanciamento em relação ao blindado da ortodoxia tropical. Na quinta-feira pela manhã, a Coréia do Sul, cuja moeda enfrenta ataques especulativos, reduziria a taxa de juro ao patamar mais baixo da história, 2%. 

A convergência mundial reflete uma ação coordenada de Estados e governos para resistir à “virada abrupta”. Ou seja, à passagem dura da crise financeira para uma crise da economia real. Trata-se de opor barreiras a uma espiral recessiva que se nutre de suas próprias crias e dejetos, desencadeando a partir daí um processo longo, penoso, quase incontrolável depois que se inicia.  Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Artigo: O pacote brasileiro da ajuda aos bancos

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Os gastos do governo dos EUA com pacotes já chegam perto de US$ 5 trilhões (FSP – 25/11/08), ou seja, aproximadamente um terço do PIB da maior economia do mundo. E, como afirma o Secretário do Tesouro Henry Paulson, poderá se gastar muito mais. Um novo pacote por ele anunciado recentemente chega a US$ 800 bilhões, cerca da metade do PIB brasileiro. São cifras gigantescas que podem dar uma certa noção do tamanho da crise mundial. Some-se a isso a recessão econômica, endividamento crescente do governo, aumento do desemprego, falência de empresas, escassez de crédito, colapso do sistema financeiro, etc. Tudo apontando para uma piora no cenário para os próximos anos.

Publicado em: Vermelho Online

A última crise que abalou os mercados do mundo teve, justamente, os EUA como uma “ilha segura” para as embarcações aportarem. O consumo das famílias americanas tem um elevado peso na composição do PIB do país, cerca de 70%, e sua alta propensão a consumir favoreceu o crescimento do comércio e a retomada do crescimento mundial neste último período. A China foi a grande beneficiada obtendo vultosos saldos comerciais e, em contrapartida, passou a adquirir avidamente os Títulos do Tesouro dos EUA que, atualmente, somam US$ 585 trilhões, ultrapassando o Japão como seu maior detentor. Dessa forma vem sustentando, em grande parte, a valorização do dólar e, conseqüentemente, os elevados déficits na balança comercial norte-americana.

O que torna a crise atual especialmente difícil é que ainda não surgiu um “porto seguro” para “ancorar” a já bastante abalada economia mundial. Alguns poderiam sugerir que a China possa vir a cumprir este papel devido à sua grande prosperidade e dinamismo econômico. Contudo, se o mercado interno chinês ainda é um colosso a ser explorado, de enorme potencial, não se vislumbra que ele seja de fácil acesso e esteja à disposição, principalmente, para as potências em crise. A concepção chinesa trabalha para explorar as contradições da atual fase do capitalismo e garantir um elevado padrão de desenvolvimento nacional, condição que é fundamental para projetar a China como uma grande potência socialista.

A situação européia também revela preocupações, pois aponta para o mesmo panorama de recessão econômica que os EUA estão passando. Se não tão profunda, ainda assim uma situação de crescimento negativo ou de estagnação da atividade produtiva. Não há indícios consistentes que ela possa vir a ser “a ilha” da vez. Pelo contrário, suas políticas de fortes subsídios agrícolas dão a prova de como praticam protecionismo de fato e não o livre comércio que tanto propalam, não para si próprio, mas para os outros. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »

Brasil, Argentina e Venezuela: a crise esmaga as montadoras

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

As montadoras instaladas nos três países mais ricos da América do Sul – Brasil, Argentina e Venezuela – já sentem os impactos da crise financeira desencadeada nos Estados Unidos. O caso venezuelano é exemplar: a venda de automóveis no país registrou uma impressionante queda de 68,1% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2007.

Publicado em: Vermelho Online

A informação foi divulgada na sexta-feira (5) pela Câmara Automotiva Venezulana (Cavenez). Ao todo, 16.802 veículos novos foram vendidos em novembro de 2008, contra 52.658 em novembro do ano passado, Segundo o relatório mensal da Cavenez.

Dos automóveis comercializados em outubro, 8.574 foram montados na Venezuela, 8.215 foram importados e nenhum foi exportado. O acumulado de vendas de veículos entre janeiro e novembro de 2008 chegou a 252.375 unidades – cifra 43,9% menor que o total comercializado no mesmo período do ano anterior, quando 449.549 automóveis foram vendidos.

Na Argentina, para superar a crise, as montadoras automotivas venderão modelos mais básicos a preço de custo, por meio de empréstimos subsidiados pelo Estado. A ação faz parte de um plano para proteger empregos na terceira maior economia da América Latina ante o declínio econômico global.

Fábricas locais da Renault, General Motors, Peugeot, Ford e outras montadoras participarão do plano do governo de proteger 150 mil empregos da indústria e evitar que a produção caia fortemente no próximo ano. “Concordamos com os fabricantes de que esses carros serão oferecidos sem margem de lucro – e as concessionárias também reduzirão sua margem”, disse o secretário da Indústria, Fernando Fraguio, em uma coletiva de imprensa neste sábado (6). Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

EUA eliminam 1,2 milhão de vagas em três meses

Postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Novembro, com 533 mil, tem maior perda de postos de trabalho num mês em 34 anos

Após a 11ª queda mensal consecutiva no emprego, taxa de desocupação atinge 6,7%, com 10,3 milhões de pessoas sem trabalho

Publicado em: Folha de S. Paulo

ANDREA MURTA
DE NOVA YORK

A recessão econômica varreu 533 mil postos de trabalho nos EUA em novembro, elevando a taxa de desemprego de 6,5% para 6,7%, disse o Departamento do Trabalho. É a maior perda em um mês em 34 anos nos EUA, um sinal forte de que a contração da economia se acelerou dramaticamente.
De acordo com o Departamento do Trabalho, há hoje 10,3 milhões de desempregados nos Estados Unidos. Os dados de novembro, com a 11ª queda mensal consecutiva, ficaram muito acima da previsão de economistas, que esperavam corte de 350 mil vagas.

Desde janeiro, mais de 1,9 milhão de vagas em praticamente todas as áreas foram dizimados, com acentuada aceleração nos últimos três meses.

Para o período, o Departamento do Trabalho revisou para cima os números de empregos perdidos em setembro (de 284 mil para 403 mil) e outubro (de 240 mil para 320 mil). A soma dos postos perdidos só nos últimos três meses ficou acima de 1,2 milhão, 63% do total do ano. E analistas prevêem mais cortes no futuro, com um 2009 ainda pior que 2008. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater os efeitos da crise

Postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Apesar de negar que haja um pacote brasileiro de combate aos efeitos da crise internacional de crédito no país, o governo já anunciou uma série de medidas nas últimas semanas para evitar uma piora no sistema financeiro.

Veja as principais medidas:

19 de setembro

Quatro dias após a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, o crédito internacional seca e o dólar dispara no Brasil. O Banco Central anuncia um leilão de US$ 500 milhões com compromisso de recompra da moeda após 30 dias. Nessa operação o BC “empresta” os dólares às instituições financeiras durante esse período. Os recursos servem para que os bancos possam financiar as exportações brasileiras.

24 de setembro

A crise internacional de confiança nos bancos e a falta de crédito externo afetam os bancos pequenos e médios no Brasil. O BC anuncia então mudanças no recolhimento de depósitos compulsórios, que beneficia bancos menores e instituições que trabalham com leasing. Com isso, o BC garante a injeção de R$ 13 bilhões no mercado.

1º de outubro

O Banco do Brasil antecipa R$ 5 bilhões em crédito para o setor agrícola para suprir a falta de recursos causada pela crise financeira.

2 de outubro

O BC anuncia a redução do compulsório para os bancos grandes que comprarem parte das carteiras de crédito dos bancos pequenos. A avaliação do governo é que os grandes bancos estão preferindo segurar os recursos a emprestar para essas instituições. A estimativa do BC é que a mudança injete R$ 23,5 bilhões na economia, além de ajudar as instituições menores. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »

Crise reduz investimentos de empresas em R$ 40 bilhões

Postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

A crise financeira mundial fez empresas brasileiras decidirem suspender cerca de R$ 40 bilhões em novos investimentos desde setembro, informam Fernando Canzian e Verena Fornetti. A reportagem completa está na edição deste domingo da Folha, que já está nas bancas.

O montante equivale a 31% do que as companhias investiram no segundo trimestre de 2008 (R$ 134 bilhões).

Dados divulgados ao longo desta semana dão conta de que as empresas –em especial as indústrias– começam a acusar o golpe da crise de crédito internacional. Segundo informou ontem (5) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial brasileira caiu em dez de 14 regiões do país em outubro. As maiores variações foram as registradas nos Estados do Espírito Santo (-5,7%), Rio Grande do Sul (-5,5%) e na região Nordeste (-5,1%). Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »