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Blog do Desemprego Zero

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Casa-grande e senzala, sempre

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Respeitados economistas europeus e americanos avisam que a crise econômica global ainda vai atingir maior gravidade nos países em desenvolvimento. Responsáveis pela saúde do mundo temem a pandemia suína. Mas não é destas crises que aqui se fala, e sim de outra, específica, de nítida marca brasileira. Nasce do descrédito das instituições democráticas, nas barbas do Pacto Republicano recentemente selado.

O País tem o presidente mais popular de sua história e goza de um prestígio internacional nunca dantes navegado, graças à simpatia e à vocação diplomática de Lula, e a uma política externa inteligente, independente e assertiva. Em contrapartida, a nação não alimenta a mais pálida confiança em relação ao Legislativo e ao Judiciário.

A opinião pública brasileira, por mais difícil que seja traçar-lhe os contornos, está indignada com os comportamentos dos parlamentares federais, entregues a uma mamata, como se dizia antigamente, sem precedentes. Muitos brasileiros fingem não perceber a evidência: a falta de decoro e pudor é apenas um dos aspectos de uma inesgotável trajetória de predações variadas e crescentes, a gerar uma crise moral que transcende largamente as fronteiras do Congresso Nacional.

Sem grande esforço tropeçaremos em desmandos iguais nas assembleias estaduais e nas câmaras municipais de todo o País, sem excluir a possibilidade de algumas, raras, surpresas. E sem falar da leniência mais ou menos generalizada em relação a valores éticos, em nome do célebre jeitinho, praticado em quaisquer níveis com a celebração do lema: aos amigos tudo, aos inimigos a lei.

Quanto ao Judiciário, é o império do presidente Gilmar Mendes, despótico não somente em Diamantino. O ministro Joaquim Barbosa não está enganado quando afirma que a Justiça está a ser “destruída”, embora nem todas as responsabilidades caibam a Mendes. Resta um fato indiscutível: o entrevero no STF, encenado ao vivo na semana passada do Oiapoque ao Chuí, teria cenário mais adequado se desenrolado em um botequim do arrabalde. Leia o resto do artigo »

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Emergentes não podem ‘baixar a guarda’ (entrevista com Paulo N. Batista Jr.)

Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O DIRETOR-executivo de Brasil e mais oito países de América Latina e Caribe no FMI, Paulo Nogueira Batista Jr., afirma que os emergentes não podem “baixar a guarda” após os avanços que vêm obtendo no processo para aumentar sua participação em decisões globais. “Essas vitórias são parciais e ainda precárias, não são irreversíveis. Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão talvez enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado”, diz.

Fonte: Luís Nassif (blog)

Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Paulo Nogueira Batista Jr. à Folha de SP:

FOLHA – A reunião do FMI deste ano trouxe vários retornos positivos em relação às aspirações dos países emergentes. Você diria que foi a crise que mudou o Fundo?

PAULO NOGUEIRA BATISTA JR. – Mudou. Está mudando. A crise abriu oportunidades que não existiam. A profundidade e o alcance da crise são tais que propostas que poderiam ser consideradas sonhadoras há pouco tempo agora ou estão na mesa ou até já foram implementadas. É evidente que a crise por si só não produz mudanças. Tem de haver ação dos interessados. Na questão das cotas, por exemplo, a estrutura decisória do Fundo é muito desequilibrada. Os países em desenvolvimento não têm representação satisfatória. Com o agravamento da crise em setembro de 2008, o ambiente se transformou e há maior disposição de encarar esse déficit democrático no FMI e Banco Mundial. A realidade é que os países em desenvolvimento têm um peso muito maior hoje na economia mundial do que na época da criação do Fundo (em 1945). Agora está decidido que o trabalho para a implementação das cotas começa já para chegarmos preparados na data-limite para a revisão, em janeiro de 2011. Isso é importante por dois motivos. Como o FMI é baseado em cotas, a forma de aportar recursos permanentes no Fundo é via cotas. Outros mecanismos que estão sendo criados agora para colocar dinheiro no Fundo, como por meio de “bonds” [títulos], seriam mecanismos temporários, uma ponte para financiar o Fundo até a reforma das cotas. Por outro lado, a mudança nas cotas promoverá um realinhamento no poder de votos dos países no FMI. Há vários países menores hoje, principalmente europeus, com um peso desproporcional na estrutura decisória do FMI em relação a alguns emergentes. Há desequilíbrios gritantes. Leia o resto do artigo »

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Alguém, finalmente, resiste

Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

E as Excelências partiram para a briga. O fraseado solene das litigantes parecia indicar o comparecimento transcendente dos deuses da tragédia grega ou dos fantasmas de Ulpiano, Modestino e Gaio. Talvez uns e outros, sem excluir Sólon. Vale dizer, de todo modo, que a acusação dirigida pelo ministro Joaquim Barbosa ao presidente do STF, de destruir a Justiça brasileira, é a primeira manifestação pública e de grande peso a denunciar os comportamentos de Gilmar Mendes.

E no momento em que Barbosa invectiva, “Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com seus capangas de Mato Grosso”, não me contive e anunciei aos meus espantados botões: o ministro lê CartaCapital. E mais: dispõe-se a repercutir as informações da revista, ao contrário da mídia nativa, obediente à omertà conveniente ao poder.

Nas nossas páginas, a destruição “da credibilidade da Justiça brasileira”, como diz o ministro Barbosa, tem sido um dos temas principais há um ano, ou seja, desde o instante em que Gilmar Mendes assumiu a presidência do Supremo.

Cito, em resumo, Wálter Fanganiello Maierovitch, ao lembrar que neste período “Mendes notabilizou-se pelo hábito de prejulgar” e “sobre antecipações de juízos (…) teceu considerações fora dos autos sobre financiamentos aos sem-terra e sobre a revisão da Lei da Anistia”.

“Na presidência, Mendes estabeleceu e sedimentou – escrevia na edição passada Fanganiello Maierovitch – uma ditadura judiciária (…) de maneira a transformar o STF numa casa legislativa onde o emprego de algemas em diligências policiais, em vez de lei, virou súmula.” Leia o resto do artigo »

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Developing Countries and the Global Crisis

Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009

by Joseph E. Stiglitz

Fonte: Project Syndicate (versão em espanhol)

NEW YORK – This year is likely to be the worst for the global economy since World War II, with the World Bank estimating a decline of up to 2%. Even developing countries that did everything right – and had far better macroeconomic and regulatory policies than the United States did – are feeling the impact. Largely as a result of a precipitous fall in exports, China is likely to continue to grow, but at a much slower pace than the 11-12% annual growth of recent years. Unless something is done, the crisis will throw as many as 200 million additional people into poverty.

This global crisis requires a global response, but, unfortunately, responsibility for responding remains at the national level. Each country will try to design its stimulus package to maximize the impact on its own citizens – not the global impact. In assessing the size of the stimulus, countries will balance the cost to their own budgets with the benefits in terms of increased growth and employment for their own economies. Since some of the benefit (much of it in the case of small, open economies) will accrue to others, stimulus packages are likely to be smaller and more poorly designed than they otherwise would be, which is why a globally coordinated stimulus package is needed.

This is one of several important messages to emerge from a United Nations Experts Commission on the global economic crisis, which I chair – and which recently submitted its preliminary report to the UN.

The report supports many of the G-20 initiatives, but it urges stronger measures focused on developing countries. For instance, while it is recognized that almost all countries need to undertake stimulus measures (we’re all Keynesians now), many developing countries do not have the resources to do so. Nor do existing international lending institutions. Leia o resto do artigo »

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Reclaiming America’s Soul

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009

By Paul Krugman

NYTimes

 ”Nothing will be gained by spending our time and energy laying blame for the past.” So declared President Obama, after his commendable decision to release the legal memos that his predecessor used to justify torture. Some people in the political and media establishments have echoed his position. We need to look forward, not backward, they say. No prosecutions, please; no investigations; we’re just too busy.

And there are indeed immense challenges out there: an economic crisis, a health care crisis, an environmental crisis. Isn’t revisiting the abuses of the last eight years, no matter how bad they were, a luxury we can’t afford?

No, it isn’t, because America is more than a collection of policies. We are, or at least we used to be, a nation of moral ideals. In the past, our government has sometimes done an imperfect job of upholding those ideals. But never before have our leaders so utterly betrayed everything our nation stands for. “This government does not torture people,” declared former President Bush, but it did, and all the world knows it.

And the only way we can regain our moral compass, not just for the sake of our position in the world, but for the sake of our own national conscience, is to investigate how that happened, and, if necessary, to prosecute those responsible.

What about the argument that investigating the Bush administration’s abuses will impede efforts to deal with the crises of today? Even if that were true – even if truth and justice came at a high price – that would arguably be a price we must pay: laws aren’t supposed to be enforced only when convenient. But is there any real reason to believe that the nation would pay a high price for accountability? Leia o resto do artigo »

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Erin Go Broke

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009

by Paul Krugman

The New York Times

Published: April 19, 2009

What’s so bad about that? Well, the Irish government now predicts that this year G.D.P. will fall more than 10 percent from its peak, crossing the line that is sometimes used to distinguish between a recession and a depression.

But there’s more to it than that: to satisfy nervous lenders, Ireland is being forced to raise taxes and slash government spending in the face of an economic slump – policies that will further deepen the slump.

And it’s that closing off of policy options that I’m afraid might happen to the rest of us. The slogan “Erin go bragh,” usually translated as “Ireland forever,” is traditionally used as a declaration of Irish identity. But it could also, I fear, be read as a prediction for the world economy.

How did Ireland get into its current bind? By being just like us, only more so. Like its near-namesake Iceland, Ireland jumped with both feet into the brave new world of unsupervised global markets. Last year the Heritage Foundation declared Ireland the third freest economy in the world, behind only Hong Kong and Singapore. Leia o resto do artigo »

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O que Obama pode fazer na América Latina?

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Cinco dias antes do início da Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, o historiador da New York University, Greg Grandin, um dos maiores especialistas norte-americanos em história latino-americana escreveu sobre as possibilidades, limites e o contexto do encontro de Barack Obama com a região. “Pela primeira vez em muitas décadas, um presidente dos Estados Unidos pode dar-se conta de que os dias em que os EUA podiam usar a América Latina como um espaço para o ensaio do imperialismo estão chegando ao fim”, diz Grandin em artigo publicado em The Nation.

Leia mais em Carta Maior

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Rede Globo e Daniel Dantas: um caso de polícia

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Paulo Henrique Amorim

O Conversa Afiada recebeu o seguinte e-mail do jornalista Osvaldo Costa:

Não se trata de cobertura dos fatos, se trata de um ataque à consciência dos telespectadores.

Na noite de 19 de abril o programa de variedades Fantástico, da Rede Globo, apresentou uma suposta reportagem sobre um conflito ocorrido numa fazenda do Pará, envolvendo “seguranças” (o termo procura revestir de legalidade a  ação de jagunços)  da fazenda do banqueiro Daniel Dantas e militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Só pude descobrir que se tratava de propriedade do banqueiro processado por inúmeros crimes e protegido por Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, após ter vasculhado algumas páginas na internet em busca de meu direito de escutar o outro lado da notícia, a versão dos fatos dos sem terra, pois na reportagem eles aparecem como invasores, baderneiros, seqüestradores da equipe de reportagem da Rede Globo, assassinos em potencial, e ao final, corpos de militantes aparecem baleados no chão, agonizantes, sangrando, sem nenhum socorro, e a reportagem não fornece nenhuma informação sobre o estado de saúde das vítimas.

Sem ter acesso às causas do conflito, e a nenhum dos dois lados envolvidos, o telespectador se vê impelido a acompanhar o julgamento que o narrador da reportagem e a câmera nos sugere. No caso, tendemos a concordar com a punição dada aos desordeiros: “que sangrem até morrer!”, ou “quem mandou brincar com fogo?!” podem ser algumas das bárbaras conclusões inevitáveis a que os telespectadores serão levados à chegar.

Nós, em nossas casas, consumidores do que a televisão aberta nos apresenta, não temos direito ao juízo crítico, porque o protocolo básico das regras do jornalismo não é mais cumprido. Nós somos atacados em nosso direito de receber informações e emitir julgamentos, nós somos saqueados por emissoras privadas que mobilizam nosso sentimento de medo, ódio e desprezo, para em seguida nos exigir sorrisos com a  próxima reportagem. Leia o resto do artigo »

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