Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
O Conversa Afiada recebeu a seguinte denúncia de amigo navegante:
Meu caro, uma informação passada de dentro da TV Globo: Raul Jungmann teve e tem relação muito estreita com a redação da Globo em Brasília.
Durante a CPI dos Grampos, alguns jornalistas da Globo chegaram a reclamar da obrigatoriedade de se ouvir Jungmann e colocá-lo no ar em todas as matérias nas quais o alvo era o delegado Protógenes Queiroz (estratégia, aliás, para lá de idiota).
Hoje, soltaram fogos na TV Globo de Brasília, para qual Jungmann vai trabalhar, informalmente, em Tegucigalpa, ao passar informações internas da Embaixada do Brasil para desmoralizar a diplomacia brasileira.
Ele já avisou que vai obrigar os diplomatas brasileiros a abrirem todas as informações internas, inclusive troca de e-mails, para determinar qual foi a participação brasileira na operação que levou Manuel Zelaya de volta à capital hondurenha.
Um produtor e um repórter do Jornal Nacional ficarão à disposição, com exclusividade, para produzir matérias especificamente com Jungmann em Honduras.
Esse é o estado a que chegamos: a terceirização jornalística por meio de um deputado federal que priva da intimidade da TV Globo na capital do país.
Clique aqui para ler “Jungmann vai a Honduras para tumultuar“.
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Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Da BBC Brasil
Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou “o primeiro contrapeso real” à influência americana “no hemisfério ocidental”.
Considerando que o Brasil foi “trazido” para o coração do imbróglio pelos vizinhos, mais especificamente pela Venezuela do presidente Hugo Chávez, a revista diz que “Brasília se vê no tipo de centro das atenções diplomático do qual no passado procurou se afastar”.
Entretanto, diz a Time, o país “não deveria se surpreender” com o fato de ser chamado a assumir tal responsabilidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Do quadro das profecias auto-realizáveis:
“O mercado financeiro elevou, na última semana, a sua estimativa para a inflação em 2010, ao mesmo tempo, também passou a prever um aumento maior na taxa básica de juros no ano que vem, segundo o relatório de mercado, documento divulgado pelo Banco Central que traz as projeções dos economistas das instituições financeiras.”
O BC já deu a senha ao “prever”, com extraordinário tirocínio, que a inflação do próximo ano será maior por conta do aumento dos gastos públicos.
Clique aqui
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Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Nouriel Roubini
Fonte: CartaCapital
As ações políticas coordenadas e unilaterais adotadas pelos líderes do G-20 – incluindo estímulos monetário e fiscal agressivos, aumento das verbas do FMI e o apoio global aos sistemas financeiros – ajudaram a conter a queda livre econômica. O cenário melhorou desde a última reunião em abril, mas o desafio de navegar para o crescimento sustentável é igualmente difícil e o próximo período traz o risco de erros políticos, enquanto os países começam a planejar suas estratégias de saída. Na véspera da reunião do G-20, em Pittsburgh, permanecem divisões importantes sobre o momento e o âmbito das estratégias de saída da acomodação monetária, o caminho para a consolidação fiscal e o impulso das reformas financeiras.
A regulamentação continuará sendo uma peça-chave da discussão entre os líderes. Novas exigências de capital parecem mais prováveis, na linha das sugestões levantadas pelo Banco de Compensação Internacional (BIS, em inglês) e o Conselho de Estabilidade Financeira. A recente reunião dos ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20 apoiou essas medidas. Mas a reunião terminou sem um acordo sobre as mudanças na forma de remunerar os agentes do mercado, de modo a evitar o enfoque nos retornos a curto prazo, uma política defendida pela União Europeia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Publicado na Folha de S. Paulo de 28/09/2009
A dificuldade que o presidente Barack Obama está enfrentando para aprovar legislação universalizando os cuidados de saúde é tão surpreendente quanto previsível. É surpreendente porque é inconcebível que o país com a maior renda do mundo por habitante não garanta atendimento de saúde gratuito a todos os seus habitantes, enquanto países com renda per capita menor, inclusive o Brasil, asseguram esse direito. Em relação a outros bens públicos como educação universitária, prestígio social, número de amigos, e mesmo na graça divina, é razoável que os indivíduos que revelam maior aptidão ou maior interesse tenham maior participação.
Não há, porém, teoria de justiça que justifique que os mais ricos tenham acesso a melhores cuidados de saúde do que os pobres. Os países que dispõem de sistemas universais de atendimento de saúde estão longe desse ideal de justiça, mas deram um passo importante nessa direção. Surpreendentemente, não é o caso dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
“Vocês vão ter que acreditar num golpista ou em mim”, disse o presidente Lula, em Pittsburgh, pouco antes de partir rumo ao jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para os chefes de Estado e de governo que participam da reunião do G20, que está sendo realizada na cidade americana. Leia mais no Conversa Afiada…
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Leandro Fortes
Fonte: CartaCapital
Primeiro, a internet violentou o papel em sua essência física, palpável, dogmática. Roubou à História da escrita o movimento manual da pena e o batuque, ora mecânico, ora elétrico, das máquinas de escrever de outrora. Minou, por assim, dizer, o essencial, a rotina, para então começar a dizimar os modelos. Em pouco mais de uma década, derreteu a credibilidade e expôs as intenções das ditas mais sérias empresas de comunicação do Brasil, apesar da permanente tensão provocada pela expectativa de cerceamento e censura. Aliás, uma tentação autoritária pela qual, ao que parece, o Senado da República ensaia se ajoelhar. São sinais dessa tormenta em que vive o jornalismo brasileiro, confinado num vazio que se estende no éter de um rápido processo de decadência moral, em parte resultante de maus hábitos de origem, como o arrivismo e a calúnia pura e simples, mas também porque sobre as redações paira um ar viciado e irrespirável cheio de maus agouros de mudança, ou melhor, de status. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
The Observer, Sunday 30 August 2009
The great economist’s theories have never been more relevant – and his biographer remains their most compelling advocate, says Paul Krugman.
“At research seminars, people don’t take Keynesian theorising seriously anymore; the audience starts to whisper and giggle to one another.” So declared Robert Lucas of the University of Chicago, writing in 1980. At the time, Lucas was arguably the world’s most influential macroeconomist; the influence of John Maynard Keynes, the British economist whose theory of recessions dominated economic policy for a generation after the Second World War, seemed to be virtually at an end.
But Keynes, it turns out, is having the last giggle. Lucas’s “rational expectations” theory of booms and slumps has shown itself to be completely useless in the current world crisis. Not only does it offer no guide for action, but it more or less asserts that market economies cannot possibly experience the kind of problems they are, in fact, experiencing. Keynesian economics, on the other hand, which was created precisely to make sense of times like these, looks better than ever. Leia o resto do artigo »
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