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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

O futuro é verde

Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Marli Olmos

Do Valor (11/12/09):

Chevrolet Volt, exposto no American International Auto Show: a General Motors renova ambições com seu carro elétrico, depois da experiência frustrada de 1996

Como numa trama policial, no filme “Quem Matou o Carro Elétrico?” buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (“electric vehicle”), um automóvel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Califórnia em 1996. O documentário aponta quatro suspeitos pelo “assassinato”: as companhias petrolíferas, por motivos óbvios; a indústria automobilística, que estaria mais interessada nos lucrativos carrões movidos a combustão; as baterias, que, além de caras e pesadas, limitavam a autonomia; e o próprio consumidor, que, menos envolvido com a causa ambiental na época, não estava disposto a pagar por um veículo mais caro.

Lançado em 2006, o filme americano causou polêmica por exibir testemunhos de consumidores, políticos, ambientalistas e dirigentes das montadoras. Nos dias de hoje, no entanto, se alguém se interessasse em produzir um filme sobre o mesmo tema a história seria outra. O veículo movido a eletricidade certamente ganharia papel de herói, em substituição ao vilão do motor poluente, acusado como um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Leia o resto do artigo »

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Impasse sobre recursos divide nações em Copenhague

Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O financiamento de ações de combate às mudanças climáticas em países em desenvolvimento é uma das principais lacunas do rascunho de acordo apresentado na manhã desta sexta-feira em Copenhague. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.

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PIB abaixo do esperado derruba fatalidade da alta de juros em 2010

Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por José Paulo Kupfer (blog)

O PIB do terceiro trimestre veio abaixo do esperado. Na verdade, veio bem abaixo. A expectativa, inclusive a declarada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, era de cerca de 2%. Veio 1,3%. A diferença, que é forte, fica clara quando se calcula a taxa anualizada – a nova moda, no Brasil. De uma projeção de crescimento de 8% anualizados, fica-se com 5,3%.

O mais importante talvez não seja isso. Junto com os resultados do terceiro trimestre, veio a revisão dos números do segundo trimestre. E aqui a coisa foi pesada. Para baixo. Leia o resto do artigo »

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Combate à corrupção no Brasil não avança em dez anos, segundo indicadores

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Indicadores de corrupção utilizados pelos principais institutos internacionais mostram que, nos últimos dez anos, o Brasil não conseguiu melhorar seu desempenho nesse quesito. Em algumas pesquisas, inclusive, a realidade brasileira piorou no período. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.

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Aprovação a Lula chega a 83% e ‘encosta’ no recorde

Postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Depois de uma queda significativa no início do ano, a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não para de subir e já encosta no recorde da série histórica da pesquisa CNI-Ibope. Leia mais na BBC Brasil.

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Assassinato de reputação

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

O artigo de Cesar Benjamim sobre o filme Lula, o Filho do Brasil, publicado na Folha de S. Paulo em 27 de novembro, caiu na armadilha de transformar a crítica política em character assassination.

O leitor há de concordar que a prática não escasseia nas mídias contemporâneas. Seja como for, o artigo de Benjamim suscitou uma controvérsia que envolveu o “grande jornalismo” e seus “inimigos” abrigados nos blogs da internet. Com exceções honrosas, graças aos céus não tão raras, o debate foi dominado por argumentos ad hominem, num jogo de espelhos em que os defensores do bom jornalismo começam por violar as regras recomendadas ao adversário ou “inimigo”. Em alguns cantos e tantos recantos, Benjamim foi massacrado impiedosamente, numa retorsão que só abastarda o padrão já miserável em que se desenvolveu a contenda.

Talvez Paul Virilio, importante pensador francês da atualidade, tenha exagerado ao observar que, na moderna sociedade capitalista de massas, a mídia é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis, ao mesmo tempo que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra. Digo talvez, porque essa convicção tornou-se ainda mais agressiva e generalizada com o desenvolvimento das novas mídias, espaço em que o anonimato e a inexistência de regras criaram uma “sociedade” hobbesiana. Nela, a loucura do sonho iluminista da liberdade guiada pela razão é superada pela realidade do pesadelo da liberdade da loucura, uma aventura da desrazão. Clique aqui para ler o artigo na CartaCapital.

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Bernanke: Bolhas não são culpa do juro baixo nos EUA

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, rejeitou na quinta-feira a ideia de que as taxas de juro baixas dos EUA estavam ajudando a alimentar a especulação externa e potencialmente inflando perigosas bolhas de novos ativos. Respondendo a perguntas em sua audiência de confirmação no Comitê Bancário do Senado, Bernanke disse efetivamente que se outros países estavam preocupados com o caso, que era problema deles. “Não é responsabilidade dos Estados Unidos assegurar que não haja distorções nas economias de todo o mundo”, disse Bernanke. “Eu acho que é preciso ser entendido que a política monetária dos Estados Unidos se destina a tratar problemas tanto financeiros como econômicos nos Estados Unidos”. No início deste mês, um alto funcionário chinês acusou o compromisso do Fed de manter as taxas dos EUA baixas por um longo período, juntamente com o dólar fraco, de estar criando um “novo risco sistêmico” para a economia global. Clique aqui para ler mais.

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Desvalorizações ameaçam guerra comercial

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por MICHAEL PETTIS

Da Folha (03/12/2009):

Os países que não puderem desvalorizar suas moedas para se manter competitivos vão reagir com protecionismo

A DECISÃO do Vietnã de desvalorizar sua moeda em 5%, a fim de se proteger contra a subvalorização do yuan, e a resposta da Tailândia e de outros países asiáticos sugerem que talvez já se tenha tornado impossível impedir um conflito comercial mundial. Enquanto um grupo de países tenta ganhar ou manter vantagem comercial via manipulação da taxa de câmbio, os precedentes históricos sugerem que as nações que não forem capazes de promover desvalorização reagirão por meio de protecionismo -e, como consequência, o comércio mundial sofrerá.

Nos anos 30, muitas das grandes economias, mas não todas, impuseram restrições draconianas ao comércio internacional, que resultaram em uma severa contração dos intercâmbios comerciais e quase certamente retardaram a recuperação mundial. Já se sabia que o colapso do comércio internacional só agravaria a crise, mas ainda assim os países adotaram um comportamento que foi pior para todos. Leia o resto do artigo »

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