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Blog do Desemprego Zero

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Dilma e o novo desenvolvimentismo

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Dilma defenderá Estado forte para embalar ”novo desenvolvimentismo”

Programa petista em discussão mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda. Clique aqui para ler mais.

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Fórmulas de crescimento

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Delfim Netto

É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados num novo padrão de energia independente da utilização do petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos o longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e felizmente superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas. Clique aqui para ler mais.

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Diante da paralisação de processos contra “graúdos”, associação apela ao Judiciário

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Insatisfeitos com a suspensão de processos judiciais decorrentes das operações Satiagraha e Castelo de Areia, representantes da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgaram ontem uma nota em que pedem a retomada dos trâmites previstos. “A ADPF confia que o Poder Judiciário haverá de reconhecer a legalidade dessas investigações, dando continuidade aos respectivos processos e julgamentos”, indica o texto do documento. Clique aqui para ler mais,

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Será mesmo o fim da influência?

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Brad Delong e Stephen Cohen

Fonte: O Estado de S.Paulo, 10.01.2010.

Ao longo de mais de um quarto de século, todos os países alimentaram o sonho neoliberal: tentaram restringir a influência do Estado às suas competências básicas, ou seja, a promoção da eficiência econômica, a integração econômica global e o crescimento, e reduzir ao máximo a burocracia, a busca desenfreada de lucros e a corrupção. Procuraram ainda privatizar os ativos estatais e a participação do Estado em companhias de grande porte nos principais setores da economia.

Mas agora estão despertando: o sonho neoliberal está no fim. Para compreender os motivos, teremos de voltar à metade do século passado. O advento da 2ª Guerra Mundial fez com que os recursos que ainda restavam à Grã-Bretanha se esgotassem muito rapidamente. Franklin Roosevelt governava um país isolacionista, que ele pretendia convencer a entrar na guerra contra Hitler da maneira mais rápida e completa possível. Mas parte da estratégia de Roosevelt consistia em quebrar a Grã-Bretanha antes que o dinheiro dos contribuintes americanos fosse empregado no conflito. Depois que a Grã-Bretanha quebrou, os Estados Unidos finalmente se apressaram a ajudar sua aliada. Mas enquanto nos equipávamos para resgatá-la, tiramos do povo britânico todo o dinheiro que ele tinha, e quando a guerra acabou, o dinheiro tinha passado para as mãos dos EUA. Os empréstimos feitos pelos EUA à Grã-Bretanha seriam pagos em dólares, e não em libras. E as importações britânicas tiveram de ser racionadas até meados da década de 50. Leia o resto do artigo »

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Superando o fracasso, artigo de Joseph E. Stiglitz

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Diante dos problemas fundamentais em sua aplicação, o fracasso de Copenhague não deveria surpreender”.  Clique aqui para ler mais.

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O desarmamento nuclear, artigo de José Goldemberg

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Esperar que o TNP impeça completamente a proliferação de armas nucleares a outras nações não é uma opção muito realista”

José Goldemberg é físico, professor da Universidade de São Paulo e ex-presidente da SBPC. Artigo publicado em “O Estado de SP”:

Em 6 de agosto de 1945 um único avião lançou sobre Hiroshima, no Japão, uma bomba atômica que provocou a destruição que mil aviões de bombardeio com 50 toneladas de explosivos (e bombas incendiárias) causariam, matando cerca de 140 mil pessoas (civis, e não combatentes). Três dias depois outra bomba arrasou Nagasaki.

Os Estados Unidos, na época, acreditavam que conseguiriam manter o monopólio da posse de armas atômicas por muitos anos, o que não ocorreu. Apenas três anos depois, em 1948, a União Soviética produziu bombas com poder explosivo maior do que a bomba de Hiroshima, o que foi também conseguido logo após pela Inglaterra, pela França e, depois, pela China. Leia o resto do artigo »

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Let A Hundred Theories Bloom

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

By George Akerlof and Joseph E. Stiglitz

The economic and financial crisis has been a telling moment for the economics profession, for it has put many long-standing ideas to the test. If science is defined by its ability to forecast the future, the failure of much of the economics profession to see the crisis coming should be a cause of great concern. Clique aqui para ler mais

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Crise na Argentina

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Folha de S.Paulo, 11.01.2010

Um presidente eleito segundo todas as boas regras da democracia cria um fundo fiscal usando para isso uma parte modesta das reservas do país no banco central. O presidente desse banco, em nome da “independência do BC”, opõe-se ao uso das reservas do país depositadas no banco para constituir o fundo porque o governo teria outros recursos fiscais para pagar as dívidas. A presidente do país demite o presidente do banco por decreto. Indignação geral  – indignação da direita e da esquerda: dos que querem que se pague a dívida do Estado e dos que não querem. Esse país é a Argentina. A presidente é Cristina Kirchner, que, como seu marido, embora fiel à democracia, tem um estilo de governo autoritário que foi fundamental para que o país lograsse sair muito bem da grande crise de 2001. Agora, porém, em nome da democracia, da lei, e do princípio da independência do BC, a oposição de direita, que nunca se conformou com o êxito da redução da dívida externa lograda pelos Kirchner, e a oposição de uma esquerda que está sempre em busca do governo perfeito, apoiam o presidente do BC e criam uma grave crise política no país. Leia o resto do artigo »

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