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Blog do Desemprego Zero

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China critica ameaça de Obama de ‘ser duro’ com o país

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

A China criticou as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de adotar uma política mais dura para garantir a abertura do mercado chinês às exportações americanas.

O porta-voz do Ministério do Exterior da China, Ma Zhaoxu, rejeitou a acusação de que a cotação da moeda chinesa, o yuan, em relação ao dólar, dá ao país uma vantagem injusta.

“Acusações e pressão não vão ajudar a resolver o problema”, afirmou. Clique aqui para ler mais.

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Laços partidos

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Thomaz Wood Jr.

Fim de caso! A sentença foi publicada em uma edição especial da revista The Economist. Assinou o laudo Lucy Kellaway. Parece sério: a colunista nos lembra que o entusiasmo pelo mundo dos negócios começou nos anos 1980, cresceu e se transformou em uma paixão alimentada por dinheiro, glamour e status. Em 2009, o dinheiro acabou. Em 2010, será a vez de o glamour e o -status –abandonarem a relação. E que relação poderia sobreviver à falta de elementos tão essenciais? Consequência: fim de caso. Clique aqui para ler mais.

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A China dominará o mundo?

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Dani Rodrik

A China ainda é um país pobre, mesmo assim projeta-se que sua economia ultrapasse a dos EUA em tamanho nas próximas duas décadas

Trinta anos atrás, a China tinha uma presença minúscula na economia global e pouca influência fora das suas fronteiras, exceto por alguns países com os quais mantinha relações políticas e militares próximas. Hoje, o país é uma notável potência econômica: maior centro fabril do mundo, destacado investidor mundo afora, da África à América Latina, e, cada vez mais, uma importante fonte de pesquisa e desenvolvimento. Clique aqui para ler mais.

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O TCU e as políticas regionais

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

O Tribunal de Contas da União (TCU) verificou que existem problemas sérios na política de desenvolvimento regional desenvolvida pelo governo federal, como o fato de cidades com renda mais alta receberam mais dinheiro do que municípios carentes e emendas parlamentares desviarem fundos de desenvolvimento regional de seus objetivos iniciais. Clique aqui para ler mais.

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Oportunidades de desenvolvimento em inovação, artigo de Gordon Conway and Jeff Waage

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Soluções para problemas em comum, novas tecnologias e melhor comunicação significam que a inovação está pronta para conduzir o desenvolvimento”

Gordon Conway é professor de desenvolvimento internacional no Imperial College de Londres; Jeff Waage é diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional de Londres e professor da Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres. Artigo publicado no site “ScienceDev”: Clique aqui para ler mais.

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Crescimento insustentável, artigo de Roberto Nicolsky

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Exportamos cinco toneladas de soja ou quatro de minério de ferro pelo preço de um laptop, cuja produção gerou muito mais empregos e renda”

Roberto Nicolsky é físico e diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec). Artigo publicado no “Correio Braziliense”: Clique aqui para ler mais.

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Herança maldita

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Fonte: Folha de S.Paulo, 26.01.2010

A manchete do caderno Dinheiro desta Folha no último dia 18 é significativa: “Deficit externo é herança maldita”. O Brasil está de volta ao deficit em conta-corrente, que neste ano deverá ser de cerca de US$ 50 bilhões, e volta, portanto, a aumentar uma dívida externa que já causou tantos problemas. Desta maneira, assinala o jornal, o governo Lula deixa para seu sucessor uma “herança maldita” semelhante à deixada por FHC.

Será mesmo “maldita” essa herança? Na matéria, um competente economista, Reinaldo Gonçalves, não tem dúvida quanto a isso. Já dois economistas convencionais supõem que, endividando-se, o Brasil aumenta sua capacidade de investimento. Ledo engano de uma ortodoxia local que aceita os conselhos dos nossos concorrentes ricos para tentarmos crescer através de deficits em conta-corrente. Em vez de aumentar o investimento, o que a poupança externa faz quase sempre é apreciar a moeda local, aumentar o consumo e substituir a poupança interna pela externa. Na política econômica, tanto o novo desenvolvimentismo como a ortodoxia convencional são contra o populismo econômico -gastar mais do que se arrecada- e são contra os deficits públicos crônicos, ou seja, criticam o populismo fiscal. Qual a diferença? Está no populismo cambial, que o novo desenvolvimentismo rejeita e os ortodoxos alegremente esposam ao defenderem deficits em conta-corrente, ou seja, tentar crescer com poupança externa. “Porque assim financiamos o investimento”, diz o populista cambial ortodoxo. Na verdade, quando o país incorre em deficit em conta geralmente sua taxa de investimento não aumenta ou pouco aumenta, porque a inevitável apreciação do câmbio provoca o aumento artificial dos salários e do consumo e a substituição da poupança interna pela externa. Leia o resto do artigo »

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O novo Estado e o ano da gestão

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Autor(es): MARCELO VIANA

Correio Braziliense – 25/01/2010

Secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Especialista em políticas públicas e gestão governamental

O aumento da população, o dinamismo econômico, a ascensão da nova classe média e os avanços tecnológicos traduzem-se em demandas por mais e melhores serviços públicos de crescente complexidade, associados, paradoxalmente, a processos novos de trabalho mais simples e mais rápidos. O desafio que se coloca é a construção de um Estado “inteligente”, que seja instrumento da ação coletiva dessa sociedade em transformação na consecução de estratégia nacional de desenvolvimento.

Esse novo papel estratégico do Estado é incompatível com a passividade neoliberal, o que ficou claro nas repercussões da crise que atingiu o mundo a partir de 2008. Por seu lado, com o avanço da democracia, não se cogita o retorno ao modelo tecnocrático do passado. Espaços hierarquizados estão lenta e gradativamente sendo substituídos por organizações estruturadas de forma mais horizontal, com crescente participação cidadã na formulação, na implementação, na avaliação e no controle de políticas públicas. Clique aqui para ler mais.

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