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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Destaques da Semana':

As muralhas gasparianas e os ataques ao BNDES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 João Studart, candidato a vereador

O jornalista Elio Gaspari, em seu artigo de hoje (07/05) manifesta (mais uma vez) seu incômodo com a participação de representantes de instituições do governo federal em atos públicos e comemorações festivas, que anunciam à população obras que beneficiam milhares de brasileiros, como ocorreu em Praia Grande, Santos, em dezembro do ano passado.

Sua lógica é curta e grossa. O BNDES até pode bancar um empréstimo para uma importante obra em uma cidade brasileira, mas não pode se fazer representar no evento de assinatura do contrato.

Se, inadvertidamente o BNDES, contrariar o jornalista e enviar um de seus diretores ao evento, fica terminantemente proibido ao ilustre diretor, abrir a boca e fazer a terrível declaração para a imprensa:  “É impressionante como a vida das pessoas vai melhorar com as obras”.

Realmente, o jornalista tem toda razão. O Doutor Elvio Gaspar cometeu um crime duplamente qualificado. O primeiro crime foi ter cumprido seu dever profissional de representação da instituição onde trabalha e participar, em nome do banco, do evento.

O segundo crime foi ter aberto a boca para pronunciar tamanho impropério.

No tribunal do Senhor Elio Gaspari o julgamento é sempre sumário e a sentença é dura: “ou o banco errou de festa ou errou de empréstimo”.

Para que o crime não se repita, o criativo jornalista propõe ainda uma medida cautelar: erguer um tabique com os dizeres “diretor do banco não participa, fora da sede, de eventos relacionados com os empréstimos que concede”.

Antes de concluir seu artigo, Elio Gaspari, carrega nas tintas ao discorrer de forma irônica, para não dizer, venenosa sobre a carreira profissional do diretor de inclusão social  e crédito do BNDES e finaliza propondo a volta da nefasta tradição das “muralhas” no banco.

E ao fazê-lo, revela o verdadeiro e lamentável propósito do seu artigo.

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ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES (mais completo)

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que envolveria o nome do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada clique aqui para ver.

 Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a um suposto equívoco de funcionários do banco com relação a um financiamento feito à Prefeitura de Praia Grande em São Paulo. Estranhamente, a imprensa só não falou o nome e o partido do prefeito. Mas nós informamos aqui, ele é do PSDB, quase ninguém na grande imprensa até agora disse essa informação básica. Mas com uma busca na Internet nós encontramos nos resultados da apuração de 2004 (clique aqui).

Com uma busca no google notícias dá para ver que o desvio de foco  da Prefeitura do PSDB (locus do possível superfaturamento) para o BNDES, induzido por alguns dos grandes jornais e revistas, é seguido pela maioria da imprensa. Fizemos uma pesquisa no google notícias para comprovar as suspeitas. Até o momento, das 149 notícias que citam “prefeitura” “praia grande” “BNDES” apenas 45 ou 30% citam uma informação básica e fundamental, o partido do Prefeito cuja prefeitura pode estar fazendo as fraudes. Sendo que a maioria nem mesmo cita que tal cidade fica em São Paulo e cuja auditoria de contas cabe ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (clique aqui).

O fato é que se houve algum ato ilícito ele está restrito à prefeitura. Pelo lado do BNDES não há ainda indícios que possa ter ocorrido nada ilegal ou imoral. A Prefeitura de Praia Grande do PSDB apresentou um bom projeto de financiamento que foi aprovado. Se a Prefeitura de Praia Grande do PSDB cometeu algum erro ou superfaturou qualquer gasto, a responsabilidade é inteiramente dos responsáveis por esses gastos na prefeitura do PSDB. Leia o resto do artigo »

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A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

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Erram os críticos da nova política industrial”

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Será anunciada neste mês, uma política industrial para o país poder aumentar as exportações e produzir com maior valor agregado. Em entrevista ao Valor, Luciano Coutinho, afirma que em 2008 o país poderá continuar crescendo e se sairá bem da crise internacional. E destaca que o papel do BNDES será de alavancar essa política industrial.

Por Katia Alves

Por Paulo Totti.

Publicado no Valor

Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia

Ainda neste mês de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu  ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciarão que o Brasil terá uma política industrial destinada a aumentar a participação das exportações brasileiras no comércio internacional e agregar maior conteúdo tecnológico a bens e serviços produzidos no país. Não é a primeira vez que tão salutares propósitos são anunciados com pompa. E executados, com maior ou menor eficácia. São conhecidos os Planos de Metas do governo Juscelino Kubitschek, na segunda metade da década de 50 e o Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), na década de 70, sob regime militar. Geraram, ambos, inflação e endividamento externo, mas legaram ao país a indústria automobilística, Brasília, a integração nacional por rodovias e telecomunicações.

Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia.

Sucederam-nos os planos de estabilização, a abertura da economia e as privatizações, com tímidas políticas setoriais de limitados resultados, pois decorriam exatamente de ser maior o compromisso com a estabilização do que com o crescimento da economia. Lograda a estabilidade no segundo mandato do atual governo (no primeiro, houve um ensaio com priorização dos setores de software, semicondutores, fármacos e bens de capital), Lula está em condições de anunciar uma política industrial mais abrangente, voltada para 24 setores, sem a repetição, espera-se, de erros cometidos no país e além-fronteiras. Em entrevista ao Valor , o pernambucano Luciano Coutinho, 61 anos, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e um dos idealizadores da política industrial, revela seu otimismo sobre o futuro do país, não hesita em chamar de metas (como as de JK) os objetivos do  programa e comenta a atuação do BNDES no estímulo ao desenvolvimento “Os críticos estão errados”, diz Coutinho, referindo-se aos que consideram política industrial incompatível com a economia de mercado. Leia o resto do artigo »

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E O PETRÓLEO BATE NOVO RECORDE….

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – O barril de petróleo atingiu hoje novo recorde, chegando a US$ 122. Sem dúvida, a desvalorização da moeda ianque contribui, e muito, para tal feito. Tal fenômeno torna mais evidente a necessidade de se desenvolver uma tecnologia alternativa de energia. Por conseguinte, deve-se aumentar a pressão para a produção de biocombustíveis. Se levada a cabo a alternativa da cana, poderemos ter mais pressões sobre o preço dos alimento, o que pode acarretar ainda mais problemas. De fato, a humanidade pode estar vivendo um dilema.

Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Déficit externo fora do controle do BC

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rombo em dólar já supera em 3 vezes previsão inicial e banco só cuida da inflação

O vice-presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ) e colaborador de nosso blog, Paulo Passarinho, observa que o Banco Central (BC), tão empenhado em manter a inflação dentro da meta, perdeu totalmente o controle sobre as contas externas. Afinal, no início do ano o déficit previsto para transações correntes era de US$ 3,5 bilhões. Depois, a projeção foi revista para nada menos que US$ 12 bilhões e terá de ser revisada outra vez, pois o rombo já chega a US$ 10 bilhões somente no primeiro trimestre.

Passarinho considera que a obtenção do grau de investimento vai aumentar o ritmo do crescimento do passivo externo de curto prazo e a entrada de investimento estrangeiro direto (IED), não para a ampliação da oferta, mas para compra de ativos ou investimentos em biocombustíveis. Para ele, a compra, por estrangeiros, de terras para produção de biodiesel é a maior ameaça à soberania nacional atualmente.

Me disse que o atual governo está capitalizando politicamente a vantagem conjuntural da valorização do preço das commodities no mercado externo e aproveitando para aprofundar o modelo herdado de Fernando Henrique, que tem entre as principais conseqüências a desnacionalização do parque produtivo. “É cada vez maior o aumento da participação do capital estrangeiro na composição do PIB”, resumiu.

AEB NÃO CRÊ EM AUMENTO DO INVESTIMENTO PARA EXPORTAR

Já o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, confirma que a obtenção do grau de investimento e a conseqüente aceleração da queda do dólar não trarão nenhum investidor para o Brasil com intenção de produzir para exportar. “Na comparação com o mesmo período do ano passado, a média diária das exportações aumentou 13,2% e a das importações, 43,9%. O saldo comercial desabou 66,4%.” Castro reconhece que o resultado ainda não serve como projeção, mas reiterou ser possível que o país volte a apresentar déficit comercial já em 2009.

Para ele, o governo deve acompanhar o movimento de capitais e, se necessário, adotar algum tipo de controle. Prefere o modelo chileno, de quarentena para os capitais que entram, mas avalia que a fúria arrecadadora do governo o levará a elevar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), caso decida colocar alguma barreira à entrada de capital especulativo:

“Mas não sei se o governo optará por qualquer controle, pois a deterioração das contas externas pode pressionar o dólar e o governo não vai querer abrir mão da taxa de câmbio para controlar a inflação.”

Em 2008, a AEB prevê aumento de 25% nas importações, mais do dobro do para as exportações (10%). Confirmadas essas projeções, o país fechará 2008 com US$ 22 bilhões de superávit comercial.

Diante de um quadro como esses fica difícil pensar em política industrial.

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PROGRAMA CIDADE CIDADÃ

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Esse é um esboço de um grande programa de articulação da política do pleno emprego com o ataque direto aos grandes problemas sociais e urbanísticos da periferia.

José carlos de Assis*

Leitores, vocês poderiam, por favor, nos ajudar oferecendo sugestões e opiniões? Podem colocá-las nos comentários abaixo. Agradecemos pela participação.

OBJETIVO

REGENERAÇÃO DAS COMUNIDADES PERIFÉRICAS DO BRASIL

VIA POLÍTICAS DE INCLUSÃO ATRAVÉS DO PLENO EMPREGO

Antecedentes Versão em PDF para impressão

A situação de degradação das comunidades periféricas do Rio, a exemplo do que acontece ao redor e nos nichos favelizados de todas as metrópoles brasileiras, tem desafiado as administrações públicas em todos os níveis ao longo das últimas décadas. Soluções têm sido tentadas mas com resultados extremamente modestos. Quando visto em perspectiva, esse problema urbano brasileiro transcende qualquer outro em dimensão e profundidade, pela aparência de que, simplesmente, não tem solução.

Não obstante, a ele se liga, intimamente, a questão da segurança pública e do bem-estar social em todas as metrópoles, inclusive nos bairros de classes média e alta, já que não existe nem existirá, enquanto perdurar a democracia, algum expediente ou “muro da vergonha” que impeça a livre circulação nas “duas” cidades dos moradores em periferias – o que implica a livre circulação também da criminalidade que nelas se refugia, para insegurança externa e também dos moradores locais. Leia o resto do artigo »

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PHA – Paulo Henrique Amorim entrevista coordenador do grupo de apóio a AÉCIO NEVES, PSDB: AGORA É A VEZ DE MINAS

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Do Conversa Afiada

Um grupo de parlamentares que formam a base de apoio ao Governador de Minas Gerais Aécio Neves lançou, em Belo Horizonte, o “Núcleo Informal, Estratégico de Apoio à Candidatura de Aécio Neves à Presidência”. O grupo é suprapartidário e tem o objetivo de ajudar a candidatura de Aécio Neves à Presidência da República em 2010.

O 1º vice-presidente da Câmara Nárcio Rodrigues (PSDB-MG) é o coordenador do grupo de apoio a Aécio Neves. Ele disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta terça-feira, dia 11, que São Paulo já deu suas contribuições ao PSDB e agora é a vez de Minas Gerais (clique aqui para ouvir o áudio).

“O PSDB de São Paulo já nos ofereceu a candidatura de Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin. E tenho para mim que chegou a hora de Minas Gerais, chegou a hora de uma candidatura de Minas. É a candidatura de Aécio. E eu tenho certeza que nós vamos ter São Paulo solidário a nós como nós fomos solidários a São Paulo no passado, quando os paulistas se apresentaram com candidaturas consistentes”, disse Rodrigues.

O deputado Nárcio Rodrigues disse que o candidato do PSDB deve ser alguém que tenha capacidade de dialogar com os partidos aliados. “Temos consciência de que a candidatura do PSDB não será escolhida apenas internamente pelo partido. Ela terá como fator de influência na sua escolha a grande aliança que se possa fazer em torno de uma candidatura. Como o Governador (Aécio Neves) vem trabalhando vários partidos na possibilidade de construção de um leque de alianças, é importante que a gente exercite isso, de modo que o PSDB tenha que escolher também o candidato que tenha, que seja capaz de aglutinar forças políticas externas que permitam construir uma maior aliança e garantir uma vitória nas eleições presidenciais”, disse Rodrigues.

Segundo Nárcio Rodrigues, o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 será escolhido por meio de prévias. “A experiência que nós estamos vivendo hoje nos Estados Unidos mostra que o exercício da prévia interna do partido pode ser extremamente salutar, para permitir o amplo debate e o conhecimento das propostas e das candidaturas. E eu imagino que seria salutar se nós pudéssemos discutir estado a estado as propostas dos candidatos à Presidência do PSDB, para sair dessa discussão com uma escolha que seja democrática”, disse Rodrigues.

Leia a íntegra da entrevista com Nárcio Rodrigues:

Paulo Henrique Amorim - Deputado, eu gostaria de entender quais são as atribuições desse núcleo que se auto define como, pelo menos é o que diz a Folha, como informal?

Nárcio Rodrigues - Na verdade é um grupo de parlamentares, de dirigentes partidários e especialmente parlamentares de todos os partidos da base de sustentação do governador Aécio Neves na Assembléia Legislativa e na Câmara dos Deputados que tem como objetivo ajudar a construir um ambiente para que a candidatura à Presidência da República do governador possa prosperar em outras áreas do país. Nós temos para nós que o governador está fazendo ações extremamente positivas para colocar o seu nome na disputa nacional e é importante que os diversos partidos que formam a sua base de sustentação possam se organizar e dar uma contribuição para construir um ambiente, para que o seu o seu nome seja cotado como alternativa.

Paulo Henrique Amorim - Agora, deputado, é do conhecimento público que o governador Aécio Neves tem que enfrentar, teoricamente, dois outros obstáculos. Um é a candidatura já anunciada do senador Arthur Virgílio e o outro é da candidatura implícita, ainda que não tenha sido anunciada, mas faz parte do ambiente político brasileiro já há muitos anos que é a do governador José Serra de São Paulo. Eu pergunto, dentro do PSDB qual é a função desse núcleo que o senhor coordena? Como se articular diante dessas duas candidaturas que estão na praça?

Nárcio Rodrigues - Bom, eu acho que o PSDB vai viver uma experiência nova nessas eleições, que é a de exercitar as prévias pelo país agora. Eu acho que isso pode ser um processo que vai oxigenar o partido, vai abrir oportunidade para um outro debate interno no partido. E nós temos consciência de que temos esses obstáculos a vencer. O Governador José Serra é um forte candidato à Presidência da República. A candidatura do senador Arthur Virgilio ajuda a oxigenar o processo, a colocar mais alternativas. E naturalmente nós sabemos que essas barreiras terão que ser vencidas. Mas temos consciência também de que a candidatura do PSDB não será escolhida apenas internamente pelo partido. Ela terá como fator de influência na sua escolha a grande aliança que se possa fazer em torno de uma candidatura. Como o Governador vem trabalhando vários partidos na possibilidade de construção de um leque de alianças, é importante que a gente exercite isso, de modo que o PSDB tenha que escolher também o candidato que tenha, que seja capaz de aglutinar forças políticas externas que permitam construir uma maior aliança e garantir uma vitória nas eleições presidenciais.

Paulo Henrique Amorim - O senhor se refere, por acaso, ao PMDB? Leia o resto do artigo »

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