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Blog do Desemprego Zero

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A arte da Guerra na Era Nuclear

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Desemprego Zero

Por: J. Carlos de Assis*

Presidente do Instituto Desemprego Zero 

A arte da guerra consiste em reunir meios de força, estabelecer um objetivo  que signifique a vitória final sobre o inimigo e lançar-se ao ataque, ou à defesa da própria posição, com o uso indiscriminado da violência. 

O objetivo da guerra é sempre vencer. Quando se quer manter estável uma situação em relação ao adversário, o recurso é a diplomacia ou a política. Não se faz a guerra para perder. 

Karl von Klausewitz, um dos três maiores estrategistas ocidentais da história, deixou um aforismo segundo o qual “a guerra é a continuação da política por outros meios”. 

À sombra do poder nuclear contemporâneo, partilhado entre três superpotências e no mínimo seis potências secundárias, é a política que se firmou como a continuação da guerra por outros meios. 

Não há mais solução militar, exceto no caso de terrorismo econômico global, para conflitos nacionais ou internacionais extremados. Resta, sim, a política.

Karl Marx, outro dos três grandes estrategistas ocidentais, confiava sobretudo na revolução proletária para confrontar o poder burguês dominante. Contudo, sua releitura em termos contemporâneos revela uma extraordinária intuição, ao confiar também na  vitória baseada na divisão  das forças adversárias, ou seja, nas contradições internas do próprio capitalismo como determinação de seu fim iminente. Leia o resto do artigo »

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Banco Central tenta fraudar MP para esconder perdas do SWAP ** PARTE 2 **

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Desemprego Zero

Por: J. Carlos de Assis*

Presidente do Instituto Desemprego Zero 

Sem prévia autorização legal e com anuência dos dois outros membros do Conselho Monetário Nacional – os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e o do Planejamento, Paulo Bernardo -, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, deu continuidade a operações de swap, normal e reverso, realizadas pelo Banco desde 2002 e que, só no último mês de maio, resultaram em prejuízos de cerca de R$ 2 bilhões, a serem repassados ao Tesouro Nacional. 

Cerca de mais R$ 2 bilhões foi o prejuízo neste ano até abril, a que se acrescentam aproximadamente R$ 14 bilhões transferidos graciosamente ao mercado financeiro nos anos de 2006 e 2007. As operações de swap são de alta complexidade técnica, que confundem até mesmo especialistas. É como o jogo de dados, no qual cada face do dado representa variações do câmbio e do CDI-Certificado de Depósito Interbancário, com possibilidades de subir, cair ou ficar estável. O jogador ganha ou perde proporcionalmente às variações do câmbio e do CDI. 

A despeito de uma contabilização hermética, os prejuízos do swap aparecem nos dados públicos do Banco Central sob a forma de fatores que influenciam a expansão (perdas) ou contração (ganhos) da base monetária. Com o objetivo de ocultar a transferência dessas perdas para o Tesouro, foi introduzido um artigo totalmente destoante de seu objetivo principal na medida provisória que trata da criação do Banco do Sul. Esta MP, já assinada pelo Presidente Lula, estava para ser encaminhada ao Congresso na última sexta-feira. 

Funcionários da Fazenda se opuseram à introdução do artigo extemporâneo, sob o argumento de que não havia qualquer amparo legal para isso. Na primeira rodada de discussões, os representantes da Fazenda ganharam. À noite, porém, foram informados de que o dispositivo suspeito havia sido reintroduzido na MP que já estava assinada pelo Presidente da República. Não se sabe se a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Roussef, estava ao par da iniciativa ou se foi o trabalho de algum assessor dela ou do Ministério do Planejamento.  Leia o resto do artigo »

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Criação da Associação Keynesiana Brasileira

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Luiz Fernando de Paula

Em Encontro realizado no Instituto de Economia da UNICAMP, em 17-18 de abril deste ano, foi criada a Associação Keynesiana Brasileira (AKB), sociedade civil sem fins lucrativos aberta a filiações individuais e institucionais, que tem como objetivo desenvolver o conhecimento da teoria e da economia keynesiana, entendida como ciência social, mediante: (i) a criação de um fórum científico em nível nacional para o debate das questões de economia keynesiana; (ii) a promoção, ampliação e fortalecimento do intercâmbio entre os estudiosos da teoria e da economia keynesiana e das disciplinas correlatas, tais como Filosofia, Política, História e Sociologia; (iii) a promoção de encontros, congressos, conferências, cursos e atividades de atualização; e (iv) a divulgação de livros e periódicos relacionados à temática keynesiana.

Como teoria e economia keynesiana entende-se a compreensão da dinâmica de economias monetárias contemporâneas em que falhas sistêmicas intrínsecas ao funcionamento destas levam freqüentemente a situações de concentração de renda e de desemprego. Nesse sentido, tomando como base a teoria keynesiana e afins, a “mão invisível” do mercado não funciona adequadamente sem o complemento da mão visível do Estado. Em outras palavras, a intervenção do Estado, no sentido complementar aos mercados privados, é imprescindível para criar um ambiente institucional favorável às decisões de gastos privados (consumo e investimento), impactando, assim, a demanda efetiva.

A AKB, em suma, propõe-se a ser um fórum de fomento ao debate sobre a teoria e economia keynesiana, agregando profissionais de várias áreas das ciências sociais, com especial atenção a discussão sobre os rumos da economia e sociedade brasileira.

Como patronos da AKB foram escolhidos as seguintes pessoas que tiveram importância fundamental na divulgação das idéias e políticas keynesianas no Brasil: Fernando Cardim de Carvalho (UFRJ), Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV-SP), Luiz Gonzaga Belluzzo (UNICAMP), Maria de Lourdes Rollemberg Mollo (UNB), Mario Possas (UFRJ) e Silvia Schor (USP). Leia o resto do artigo »

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Polêmicas da semana: Variglog, Inflação, MST, militares, Lindberg, Bolsa Família, Cacciola, Gol, Volvo, Bolsas Européias , Concurso, Volkswagen, Reservas Internacionais, PAC, Kassab, Jader Barbalho

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Economia

Concurso Petrobrás

  • Reservas internacionais do país atingem US$200 bilhões, segundo Banco Central Clique aqui para ler

  • O Conselho Administrativo de Desenvolvimento Econômico (CADE), decidiu que a Gol não terá de devolver os “slots” conquistados com a compra da Varig, considerando que não há risco da competitividade entre as companhias aéreas ser afetada Clique aqui para ler

  • A espera da decisão do Fed sobre as taxas de juros fez com que as bolsas européias fechassem em alta esta quarta-feira Clique aqui para ler

  • A piora das condições de mercado leva a Volvo a anunciar a demissão de 1200 funcionários, o que provocará um corte de US$ 663 milhões nos seus gastos. No primeiro trimestre de 2008, a companhia teve um prejuízo de US$ 149,5 milhões Clique aqui para ler

  • Venda da Variglog: Lula X Roberto Teixeira Clique aqui para ler

Política

  • Irregularidade em contratos e licitações do Pac leva a exoneração três servidores do Ministério das cidades Clique aqui para ler

  • Kassab, prefeito de São Paulo e candidato a reeleição pelo partido Democratas (DEM), nega antecipação de campanha eleitoral pela TV e acusa candidatos do PT e PSDB de fazê-la Clique aqui para ler

  • Jader Barbalho acusado de peculato em 2006 tem a acusação mantida pelo Supremo Tribunal Federal Clique aqui para ler

  • A partir do próximo mês o Bolsa Família sofrerá um reajuste de 8% sobre o total pago do benefício Clique aqui para ler

  • O pedido de extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, condenado por corrupção passiva, peculato e gestão fraudulenta em 2005, foi aceito pela Corte de Mônaco Clique aqui para ler

  • Procuradoria faz pedido de abertura de inquérito contra ex-autoridades militares do período da ditadura Clique aqui para ler

  • Prefeito Lindberg de Nova Iguaçu, que apostava na candidatura para uma possível reeleição, é acusado de fraude em licitação Clique aqui para ler

Leia ainda os Destaques da semana:

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 27 dEurope/London junho dEurope/London 2008

*Léo Nunes – Paris

Brasil

A nota desta semana destaca a repercussão da morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Os jornais europeus, como o El Pais, destacaram o papel da antropóloga em programas assistenciais, que serviram de embrião para o Bolsa Família. Divergências a parte, duas qualidades de Ruth Cardoso serão sempre lembradas: o engajamento e a discrição.

Economia

O Federal Reserve Bank (FED, ou Banco Central dos EUA) interrompeu a seqüência de cortes da taxa básica de juros. Tal decisão é um claro sinal de que pode haver futuras elevações dos juros. De fato, em algum momento um ajuste se fará necessário. A possibilidade de haver um “soft landing” dependerá das próximas decisões do FED.

Internacional

Os EUA suspenderam algumas sanções comerciais em relação à Coréia do Norte. Esta decisão é ainda um passo tímido da Casa Branca, mas significa um reconhecimento no que diz respeito à política nuclear de Pyongyang. Os produtos norte-coreanos terão tarifas de importação altas, principalmente nos setores em que poderia ser competitivo, como, por exemplo, o têxtil.

*Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras. Meus Artigos

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Chacina Verde-Oliva

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho* 

Deixo de lado o tema relativo ao debate sobre os rumos da nossa economia, para abordar a discussão sobre o problema da violência criminal e o envolvimento das Forças Armadas com essa questão. Ainda que, indiretamente, trate-se de um assunto relacionado ao modelo de sociedade – e de economia – que estamos construindo. 

Vamos aos fatos. Até o momento, doze dias após o fatídico sábado em que três jovens moradores do morro da Providência foram executados – segundo a versão dos militares, por traficantes do morro da Mineira -, não houve nenhuma iniciativa mais consistente por parte da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, para uma instrução adequada do processo aberto para apurar as responsabilidades desses crimes. 

As armas dos militares não foram periciadas, para o necessário confronto com os projéteis encontrados nos corpos chacinados; nenhum esclarecimento foi dado quanto ao paradeiro dos bandidos do morro da Mineira, mantidos incólumes até o momento (ontem, 25/06, os jornais trazem a informação que a polícia já tem os nomes dos “suspeitos”); a reconstituição do crime não foi realizada; a informação dada pela mãe de uma das vítimas, que afirma ter visto o seu filho ensangüentado no pátio do quartel, não foi esclarecida; a versão apresentada pelos militares para explicarem o contato com os bandidos do morro da Mineira é inteiramente inverossímil; a hipótese de “venda” dos rapazes aos traficantes, por sessenta mil reais, não foi também esclarecida; a versão da insubordinação do tenente, em relação à ordem que lhe teria dado o capitão no comando do quartel, para a imediata soltura dos jovens, precisa também de maiores explicações. 

Em suma: até o momento, tivemos apenas a prisão dos militares diretamente envolvidos e os seus respectivos depoimentos. Aparentemente, por uma iniciativa isolada do delegado Ricardo Domingues, responsável pela Delegacia Policial da área onde o crime ocorreu. E que não foi acompanhada de uma série de outros procedimentos essenciais para o levantamento de provas e contraprovas que nos possam esclarecer o que de fato ocorreu e, principalmente, criar bases consistentes para o julgamento dos culpados. Os advogados da defesa é que devem estar até o momento contentes e confiantes no futuro dos seus representados. 

O papel do delegado deve ser destacado. Já no próprio sábado em que ocorreram os crimes, foi apurada a responsabilidade dos militares, bem como o possível paradeiro dos jovens. No domingo, depois de seis horas de depoimentos dos próprios militares, no Comando Militar do Leste, o delegado pediu à Justiça a prisão temporária do tenente responsável pelo comando do grupo que deteve os jovens, bem como dos outros sete soldados e três sargentos envolvidos. No próprio domingo, também, os corpos dos jovens foram encontrados. Leia o resto do artigo »

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FED INTERROMPE CORTE NOS JUROS E MANDA RECADO AOS MERCADOS

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O Federal Reserve Bank (o Banco Central dos EUA, ou FED), interrompeu a seqüência de cortes na taxa básica de juros da economia norte-americana. O aumento do índice de inflação nos EUA fez com que a autoridade monetária acendesse o sinal amarelo. O recado foi claro: futuros aumentos na taxa de juros são possíveis.

 

Como já discutido nesta coluna, a inflação de commodities, principal responsável pela escalada de preços em níveis globais, tem duas causas distintas. A primeira delas é o vigoroso crescimento econômico dos últimos anos, sobretudo pela demanda de commodities por parte da China. A segunda causa é especulação no mercado futuro de commodities. Com a crise no mercado imobiliário dos EUA, muitos investidores institucionais e fundos especulativos posicionaram-se no mercado futuro de commodities, criando uma nova bolha no mercado em questão.

 

A crise nos mercados de crédito subprime tem também relação com a política monetária empreendida pelo FED nos últimos anos. Pelo seu tamanho e por ser ainda a locomotiva do crescimento mundial, na medida em que detém os principais pólos de inovação tecnológica e o principal mercado consumidor do mundo, os EUA são o único país capaz de intervir diretamente na escalada de preços.

 

Em breve, gostemos ou não, um ajuste se fará necessário. A dúvida é se viveremos um período de “soft landing” ou de pouso forçado. Para que prevaleça a primeira opção, urge uma ação rápida, mas em doses homeopáticas, por parte do FED, no sentido do aumento das taxas de juros norte-americanas. Caso contrário, o mundo, e a periferia em especial, pagarão a fatura, que será bem indigesta.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Perspectiva Externa

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Adriano Benayon *

Não há base para exaltar a solidez externa e o crescimento da economia brasileira, nem mesmo abstraindo que a participação dos salários na renda “nacional” caiu de 60% para 30% nos últimos 45 anos. Como explicar que, apesar de dotado das maiores extensões de excelentes terras do Mundo e de riquíssimo subsolo, o Brasil se veja incapaz de conciliar o equilíbrio das contas externas com o crescimento econômico?

Esse absurdo decorre do modelo e da política econômica comandada do exterior, programada para tolher o desenvolvimento, até quando a produção cresce, pois ela se destina a prover insumos baratos ao estrangeiro e a servir-lhe de fonte de extorsivos ganhos financeiros. A perspectiva a seguir examinada pressupõe a continuação dessa política, cuja reversão é essencial à integridade do País, à recuperação da soberania e à sobrevida tolerável dos brasileiros.

Saíram os dados do setor externo no mês de maio. Novamente, superávit no balanço de pagamentos, agora de US$ 4 bilhões. Esse saldo decorre somente do ingresso líquido de capitais estrangeiros, sobretudo no mercado financeiro, uma vez que as transações correntes estão no vermelho desde meados de 2007.

Os investimentos diretos estrangeiros seguem registrando entradas líquidas, que se incorporam ao montante já demasiado alto desses investimentos. Ainda assim, esse montante retrata, só parcialmente, o extenso e profundo controle da economia por interesses situados no exterior. As transnacionais beneficiam-se de subsídios públicos de tal ordem, que a contribuição de capital próprio é muito baixa em relação aos bens de produção que elas controlam. Ademais, superfaturam a parte importada desses bens, o que permite registrar investimento maior que o realmente trazido de fora do País.http://desempregozero.org/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif Leia o resto do artigo »

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