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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Destaques da Semana':

Polêmicas da Semana: FHC, Candidatura de Suplicy, Ações sociais, Etanol, Papa Bento XVI, Mercosul

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Política

FHC

  • Durante a missa de sétimo dia da morte da ex-primeira dama Ruth Cardoso, FHC chora ao agradecer a população o carinho e apoio que têm dado Clique aqui para ler

Candidatura de Suplicy

  • Após oficialização da candidatura de Marta Suplicy para a prefeitura de São Paulo, o programa de governo erra dados e insere verbas do governo federal na promessa de dobrar as linhas de metrô da capital paulista Clique aqui para ler

Ações sociais

  • O período eleitoral não impedirá o governo federal de prosseguir com as ações destinadas a população de baixa renda, apesar de ser acusado pela oposição de eleitoreiras Clique aqui para ler

Economia

Etanol

  • Lula defende o Etanol em cúpula do Mercosul, porém afirma que se este causar fome ele abre mão do combustível Clique aqui para ler

Papa Bento XVI

  • Visita do Papa Bento XVI pode atrair um maior número de clientes para os bordéis de Sidney, na Austrália. Espera-se uma alta de até 200% de lucro Clique aqui para ler

Mercosul

  • Durante abertura da cúpula do Mercosul, a presença da Quarta Frota norte-americana foi condenada por Chávez, enquanto que Kirchner que adverte quanto a perda da oportunidade existente de integração e desenvolvimento da região Clique aqui para ler

Mais Destaques:

Resumo Diário – 30/06/2008

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Reflexões sobre aspectos estruturais do setor elétrico brasileiro

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Ainda o falso dilema: Energia cara ou energia rara. 

Publicado em: Desemprego Zero

Por: Roberto Pereira d’Araujo* 

O setor elétrico brasileiro sofreu muita inquietação nos últimos tempos. Praticamente não houve um marco regulatório consistente que durasse mais de um ano. Os investidores reclamam, muito justamente, por um conjunto de regras confiáveis e duradouras para que o país possa atrair capital que garanta energia para o crescimento. 

A agência reguladora do setor, criada após o processo de privatização e implantação de um modelo mercantil, teve um desempenho bastante questionável, estando em diversas ocasiões em litígio, ora com o estado, ora com as próprias empresas, ora com os consumidores e ora com todos. A culpa não é da agência e nem se resolve dando-lhe mais ou menos independência. A questão está no fato do conjunto de regras conformar um sistema justo ou não. Afinal, não se pode dizer que regular um setor baseado em uma legislação incompleta tenha sido uma tarefa fácil. 

Convivendo com esses problemas, a eletricidade, entendida como infra-estrutura essencial ao crescimento da economia, formadora básica de preços de outros setores e principalmente serviço indispensável para as famílias brasileiras, tem grande influência sobre a preocupante questão social brasileira. É com essa última compreensão do problema que apresento as reflexões contidas nesse texto. 

Outras visões são interessantes e válidas. Provavelmente minhas análises, vistas sob uma ótica estreita, colidem com concepções que entendem o setor como apenas mais um campo repleto de oportunidades de negócios, arena de investidores brasileiros e estrangeiros, interesse de grandes e importantes grupos financeiros. Declaro por princípio, que encaro esse tipo de percepção como legítima e também necessária. Entretanto, entendo que, na última década, muitos exames já foram feitos sob esse enfoque, enquanto poucos diagnósticos apresentaram o viés que proponho. É pelo exercício do convívio democrático de análises conflitantes que encontraremos a solução para os problemas que ainda nos atormentam.  Leia o resto do artigo »

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A radiografia política do swap: TUDO SOBRE SWAP CAMBIAL REVERSO, obrigado Léo

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Entrevista com o economista José Carlos de Assis a respeito do Swap e do Swap Reverso

SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um sofisticado instrumento derivativo criado pelo bacen para encher o bolso das instituições financeiras, por Léo Nunes

Léo Nunes foi um dos primeiros cidadãos brasileiros a compreender o que está realmente por detrás do Swap Reverso. Ele concluiu no início de 2008 sua dissertação de mestrado na UNICAMP sobre o tema.

Banco central tenta fraudar medida provisória para esconder SWAP reverso **PARTE 1 **

Banco Central tenta fraudar MP para esconder perdas do SWAP ** PARTE 2 **

O REVERSO DO SWAP

AS JUSTIFICATIVAS IMPLAUSÍVEIS DO BC

Exercícios com contratos de SWAP cambial

Escândalo de R$10 bilhões no Banco Central: swap reverso

BC gera prejuízo em dose dupla. ESTÍMULO À ESPECULAÇÃO SIMULTÂNEA COM DÓLAR E JURO INFLOU PERDAS DE R$ 42 BI, ANO PASSADO

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O REVERSO DO SWAP

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

J. Carlos de Assis

Presidente do Instituto Desemprego Zero

 É incompreensível como o Banco Central até hoje não veio a público para explicar à sociedade brasileira o prejuízo de R$ 47 bilhões acumulado no  ano passado, sendo que a única vez em que tocou no assunto remeteu-o ao Diretor de Administração, que não tem nada a ver com a área geradora de perdas, em especial, o Departamento de Mercado Aberto. Ou, mais precisamente, o Departamento que cuida, entre outras, das operações denominadas de “swap reverso”, uma das fontes de perdas.

          É incompreensível, mas justificável. São realmente operações muito complexas. Se algum jornalista tivesse curiosidade a respeito, certamente o Diretor de Administração se esquivaria de imediato, prometendo consultar os responsáveis. Com isso seria possível montar uma resposta apropriada ou, na melhor das hipóteses, deixar tudo no esquecimento. Afinal, a principal preocupação da maior parte da imprensa no momento são os cartões corporativos do Governo.

          Vamos ao “swap reverso”. Para entendê-lo, comecemos pelo “swap” simples. É uma operação de derivativo, altamente especulativa, para quem quer apostar nas variações aleatórias do dólar e dos juros. Um jogo de soma zero: alguém ganha, alguém perde. Por derivativo entenda-se uma aplicação financeira não baseada em títulos de dívida. O especulador compra um contrato, apostando que a taxa de juros não vai subir e o câmbio vai se desvalorizar. Se isso acontecer, ele ganha quanto maior for a diferença entre as taxas. Se não acontecer, perde.

          O balanço é feito e pago diariamente, com referência às variações diárias do câmbio e da taxa média de juros do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é o instrumento pelo qual os bancos emprestam dinheiro entre si para cobrir (ou aplicar) suas insuficiências (ou saldos) de reservas diárias. Quanto maior a diferença entre uma e outra, maior o ganho ou perda no “swap”. Atenção: a taxa do CDI é influenciada diretamente pela Selic, taxa de juros básica fixada pelo Banco Central; e a taxa de câmbio é indiretamente arbitrada pelo mesmo Banco Central, mediante manipulação das reservas em dólar. Portanto, no Brasil, ganhos e perdas em “swap” são efetivamente controladas pelo Banco Central. Se ele perde, é porque quer perder – naturalmente, em favor de alguém.

          Este sofisticado aparelho especulativo foi introduzido no Brasil pelo ex-presidente Leia o resto do artigo »

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AS JUSTIFICATIVAS IMPLAUSÍVEIS DO BC

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

J. Carlos de Assis

Presidente do Instituto Desemprego Zero

           Compreendem-se as dúvidas em relação às motivações últimas da introdução do derivativo swap no Brasil, em maio de 2002, tendo em vista a complexidade das operações. A justificativa então apresentada era que, em face da rápida deterioração das reservas no ambiente da eleição presidencial, o então presidente do Banco Central, Armínio Fraga, recorreu ao expediente do swap para garantir um elevado cupom cambial aos aplicadores em dólar, a fim de evitar as remessas estimuladas pela rápida desvalorização do real – tudo sem necessidade de apelar para o instrumento clássico de elevação das taxas básicas de juros.        

          O Banco Central se dispunha, pois, a pagar a desvalorização do câmbio, assim como a taxa Selic, para segurar as reservas. As eventuais perdas seriam compensadas pelo fato de que o estoque da dívida interna remunerada pela Selic não seria contaminada por sua elevação. Diga-se, inicialmente, que as operações de swap poderiam, no máximo, evitar marginalmente a saída de dólares. Dificilmente poderiam atrair novas aplicações, para reconstituição de reservas, pois a expectativa de qualquer investidor externo, dadas as condições da economia, era a de elevação da taxa Selic e menor desvalorização do câmbio no futuro imediato, o que lhe reduziria o cupom cambial.

          Por que seria esta a “expectativa racional” do investidor? Porque não só havia uma desvalorização acelerada do câmbio, induzindo a elevação dos juros, mas porque a inflação, tendo subido lentamente desde o início do ano, disparou a partir de maio, mês da introdução do swap: 0,21 em maio; 0,42 em junho; 1,19 em julho; 0,65 em agosto; 0,72 em setembro; 1,31 em outubro; 3,02% em novembro; 2,10% em dezembro. No ano, a alta acumulada no IPCA foi de 12,53%, comparada com 7,67% de 2001.

          Portanto, não era apenas a desvalorização do real que sugeria uma alta brusca da Selic. Era também o quadro de rápida aceleração da inflação. No entanto, a Selic passou de 18,37 em maio para 17,31 em junho; 18,41 em julho; 17,83 em agosto; 17,87 em setembro (mês do segundo turno das eleições presidenciais em que os especuladores em swap ganharam do Banco Central 8 bilhões 900 milhões de reais); 17,90 em outubro; 20,90 em novembro e 21,90 em dezembro – nestes últimos meses a pedido do novo Governo, antes da posse, para que a taxa de juros fosse aumentada.

          O resultado disso é que a política monetária “moderada” do Armínio, embora Leia o resto do artigo »

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Banco central tenta fraudar medida provisória para esconder SWAP reverso **PARTE 1 **

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Desemprego Zero

Por: J. Carlos de Assis*

Presidente do Instituto Desemprego Zero 

À revelia da lei e da regulamentação de atividades de bancos centrais, o Banco Central brasileiro, nas duas últimas presidências de Armínio Fraga e Francisco Meireles, vem realizando operações de swap cambial e swap reverso que já resultaram em prejuízos, só nos dois últimos anos, de cerca de R$ 14 bilhões, e de janeiro a maio deste ano, de cerca de R$ 4 bilhões, tudo a ser transferido como perdas cambiais ao Tesouro Nacional. 

Para encobertar a transferência das perdas, a direção do Banco Central tenta introduzir na medida provisória de criação do Banco do Sul, já assinada pelo Presidente Lula mas provavelmente ainda não enviada ao Congresso Nacional, um dispositivo legal que encubra na contabilização os resultados da operação de swap que atualmente só são registradas como contração (ganhos) ou expansão (perdas) da base monetária, algo apenas entendido por especialistas. 

A medida provisória adulterada tinha sido discutida com dois altos funcionários da Fazenda, que se recusaram a aceitar o dispositivo espúrio e conseguiram convencer os outros participantes da reunião, que terminou por volta de 13h. Por volta de 21h, um desses funcionários recebeu um telefonema revelando que o dispositivo voltara a ser colocado na MP, que se encontrava na Casa Civil, como observado acima, já assinada pelo Presidente. 

Um informante do alto escalão do Governo, ao tomar conhecimento da existência da MP adulterada, procurou, na ausência do ministro Tarso Genro, o secretário executivo do Ministério, dr. Luís Paulo, na tentativa de evitar que o documento com a assinatura do Presidente fosse encaminhado ao Congresso. Em seguida, na ausência do presidente do Senado, Garibaldi Alves, alertou da situação o senador Paulo Paim, que se comprometeu a reter a medida na Mesa do Senado se lá chegasse.  Leia o resto do artigo »

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Lula prepara a volta de Palocci

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A volta de Palocci à Fazenda é dada como certa se o caso do caseiro for “zerado”. A alta da inflação assustou o presidente Lula, apesar dos discursos otimistas, e enfraqueceu o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não conseguiu domá-la. A responsabilidade de controlar a inflação acabou a cargo do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o que não agrada ao presidente da República por causa da alta dos juros.

O resgate de Palocci , porém, não depende só de torcida. Fracassaram, por exemplo, as gestões para que o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, suspendesse o processo contra Palocci.

Publicado originalmente no Correio Braziliense

Por Luiz Carlos Azedo e Daniel Pereira

Assustado com o rumo da economia, o presidente espera que o Supremo arquive a denúncia contra o ex-ministro para reconduzi-lo ao governo federal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aposta todas as fichas na rejeição da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para trazê-lo de volta à pasta, cargo que ocupou com brilhantismo, segundo avaliação de Lula. Palocci é acusado de quebrar o sigilo funcional do caseiro Francenildo Costa, fato ocorrido em 2006, episódio que o derrubou do Ministério da Fazenda. Eleito deputado federal, o ex-ministro é o único dos ex-auxiliares que continua sendo interlocutor de Lula.

A volta de Palocci à Fazenda é dada como certa se o caso do caseiro for “zerado”. A alta da inflação assustou o presidente Lula, apesar dos discursos otimistas, e enfraqueceu o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não conseguiu domá-la. A responsabilidade de controlar a inflação acabou a cargo do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o que não agrada ao presidente da República por causa da alta dos juros. Lula teme cair numa armadilha: a inflação desgasta o governo entre a população de baixa renda; o remédio – elevar os juros – acaba tendo o mesmo efeito colateral.

Presidente da comissão especial que examina a reforma tributária na Câmara, Palocci está reconstruindo sua imagem. Evita excesso de exposição na mídia e confrontos políticos, mas atua com desenvoltura nos bastidores. É o principal interlocutor da Câmara na equipe econômica e no mundo empresarial. Leia o resto do artigo »

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Exercícios com contratos de SWAP cambial

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Desemprego Zero

Por: J. Carlos de Assis*

Presidente do Instituto Desemprego Zero 

Define-se como “cupom” cambial o rendimento em dólar, no fim de um tempo contratado, de uma aplicação de um valor em dólar convertido em real no início do contrato, e valorizado pelo tempo desse contrato à taxa de juros prevalecente internamente – Selic ou CDI (no caso dos contratos de swap, a taxa de juros de referência é a CDI diária). 

Como o “cupom” depende de duas variáveis, que podem subir, cair ou ficar estáveis, há seis possibilidades teóricas de resultados para um aplicador hipotético: 

  • 1. a taxa de juros fica estável, e o real se valoriza: o valor do “cupom” rende a taxa de juros mais a valorização do real;
  • 2. a taxa de juros fica estável, e o real se desvaloriza: o valor do “cupom” rende a taxa de juros e diminui pela desvalorização do real;
  • 3. a taxa de juros sobe, e o real se valoriza: o valor do “cupom” aumenta pela taxa de juros e pela acumulação da variação das duas taxas;
  • 4. a taxa de juros sobe, e o real se desvaloriza: o valor do “cupom” aumenta segundo a taxa de juros, e cai segundo a desvalorização do câmbio; será positivo, se a taxa de juros for maior que a taxa de desvalorização do real, e negativo, se for menor;
  • 5. a taxa de juros cai, e o real se valoriza: o valor do “cupom” cai com a taxa de juros, mas ainda será positivo, se a taxa de juros, mesmo caindo, continuar maior que a taxa de valorização do real; se ficar menor, o valor do “cupom” torna-se negativo;
  • 6. a taxa de juros cai, e o real se desvaloriza: o valor do “cupom” cai, mas ainda será positivo, se a taxa de juros, mesmo caindo, for superior á taxa de desvalorização do real; do contrário, o valor do “cupom” fica negativo. 

No mercado de derivativos, o especulador aposta num determinado desempenho futuro da taxa de juros do CDI e da taxa de câmbio. A posição mais desejada, do ponto de vista de quem investe no “cupom” a partir do mercado spot, é a de número 3: a taxa de juros sobe e o real se valoriza. No entanto, essa é uma situação pouco plausível, em face de uma política monetária ortodoxa, na medida em que o aumento da taxa de juros, por atrair dólares para o mercado spot, atua justamente no sentido da valorização do real, reforçando a posição 3. Quem vendesse ou comprasse contratos nessa situação estaria num “jogo” viciado. 

Assim, para que houvesse algum grau de aleatoriedade no jogo, as operações de swap comandadas pelo Banco Central não deveriam ser aceitas pelo mercado caso o Banco Central, comandando também a política monetária, fosse ele próprio o ganhador na posição 3. Também não seria plausível se ele vendesse uma posição condenada a ser perdedora pela política monetária normal.  O normal é que vendesse um contrato pelo qual seria ou ganhador com o aumento dos juros e perdedor com a valorização do câmbio, ou perdedor com o aumento dos juros e ganhador com a valorização do câmbio. Isso daria algum sentido ao “jogo”. É o swap cambial.  Leia o resto do artigo »

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