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Blog do Desemprego Zero

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Política monetária pós-Plano Real:história de sucesso ou episódio trágico?

Postado em 4 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Manuel Alcino Ribeiro da Fonseca

Os resultados atribuídos à política monetária que têm marcado a economia brasileira nos últimos quatorze anos são frequentemente comemorados como uma história de sucesso inquestionável. Parece claro que, de modo geral, poucos discordam da veracidade dessa tese. Certamente essa avaliação positiva ajuda a explicar o fato de que os fundamentos econômicos desse longo período mantiveram-se relativamente inalterados ao longo de quatro mandatos de dois presidentes que, na origem de suas trajetórias políticas, estavam ambos entre os principais opositores a diretrizes econômicas percebidas como conservadoras.

Segundo a avaliação de muitos economistas, defensores do status quo, a estabilidade econômica do período pós-Real deve-se a três elementos fundamentais: disciplina monetária, responsabilidade fiscal e equilíbrio financeiro do Estado. A estratégia econômica atual, que tem na política monetária seu elemento principal, foi estabelecida a partir de 1999, após a crise cambial que forçou o País a fechar um acordo com o FMI.

O principal objetivo deste artigo é examinar criticamente a experiência econômica do período pós-Real – em particular, a política monetária – e, dessa forma, avaliar se o julgamento predominantemente favorável se justifica. Para isso, as principais informações macroeconômicas e financeiras da última década e meia serão investigadas. A próxima Seção contém uma análise em perspectiva histórica da política monetária. Posteriormente, nas Seções 3 e 4, as principais tendências econômicas do período pós-Real são examinadas. Na Seção 5, são analisadas as mudanças ocorridas nos mercados financeiros domésticos, que refletem as principais tendências internacionais do período. Finalmente, algumas conclusões são incluídas na última Seção. Leia o artigo…

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Estado e produtividade

Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Marcio Pochmann

Publicado no Valor Econômico de 03/09/09

O Estado brasileiro atual diferencia-se profundamente daquele que predominou durante o regime militar (1964 – 1985). Naquela oportunidade, por exemplo, o setor público respondia por 12,2% do total de ocupados do país, enquanto em 2007 foram apenas 11,3%. Nos países com Estado de Bem-Estar desenvolvido, a presença do emprego público supera, e muito, a registrada no Brasil. Apesar da queda relativa da participação dos servidores públicos no total da ocupação nacional (-7,4%), as ações efetuadas pelo Estado não diminuíram. Pelo contrário, a despesa líquida agregada do setor público (descontado o pagamento com juros da dívida pública) aumentou significativamente (32,5%), passando de 22,8% para 30,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no mesmo período.

Em síntese, o avanço da despesa pública em relação ao PIB, combinado com a redução relativa do emprego público no total da ocupação brasileira, aponta para inegáveis ganhos de eficiência do Estado no regime democrático atual. Essa melhora no desempenho do setor público não se traduziu apenas pela ampliação dos beneficiários de programas de garantia de renda, como a previdência e assistência social, que, em 2008, atenderam a 33,1% do conjunto da população. No ano de 1980, os programas governamentais de transferência de renda existentes alcançaram somente 6,5% dos brasileiros. Em 28 anos, o contingente de beneficiados por programas de transferências sociais foi multiplicado por 5,1 vezes, enquanto a somatória dos recursos públicos comprometida com essas políticas governamentais em relação ao PIB foi duplicada. Em 2008, por exemplo, 15,3% do PIB foram direcionados para transferências sociais, ao passo que em 1980 representavam somente 7,3% do PIB. Leia o resto do artigo »

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One Hand Clapping for Ben Bernanke

Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

By Thomas Palley

Project Syndicate

WASHINGTON, DC – President Barack Obama’s nomination of Ben Bernanke to a second term as Chairman of the United States Federal Reserve represents a sensible and pragmatic decision, but it is nothing to celebrate. Instead, it should be an occasion for reflection on the role of ideological groupthink among economists, including Bernanke, in contributing to the global economic and financial crisis.

The decision to nominate Bernanke is sensible on two counts. First, the US and global economies remain mired in recession. Though the crisis may be over in the sense that outright collapse has been avoided, the economy remains vulnerable. As such, it makes sense not to risk a shock to confidence that could trigger a renewed downturn. Leia o resto do artigo »

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Os estudos sobre o pré-sal

Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Um estudo da Booz & Company provavelmente foi a peça central para a definição das regras do pré-sal pela equipe responsável – coordenada pela Casa Civil. Trata-se do trabalho “Pré-Sal: A Produção de Petróleo como Base para um Novo Ciclo de Desenvolvimento”.

O resumo do trabalho é um documento de vinte páginas que destrincha os principais pontos a serem contemplados na regulação do pré-sal, assim como as alternativas a serem estudadas. A mensagem principal é que para dar certo, em vez de seguir mitos, a exploração deve se subordinar a uma lógica clara de governo.

Existem basicamente três modelos de exploração: concessão, partilha e prestação de serviços.

As últimas descobertas relevantes – Angola, Rússia e Cazaquistão – adotaram o modelo de partilha, mais adequado em bacias com menor risco exploratório. Mas pode haver um mix de modelos. Na Rússia, adota-se um tipo de modelo para cada contrato, dependendo do tipo da jazida. Leia mais…

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Afinal, caras ou baratas?

Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Roberto Pereira d’ Araujo

Afinal, o preço de um serviço é uma medida que significa alguma coisa ou não? Quando se examinam preços dos mercados de energia elétrica de outros países, o que chama a atenção é a fantástica diversidade de valores. Por exemplo, o que faria a Dinamarca ter uma tarifa residencial três vezes maior do que a média dos Estados Unidos 1? Um problema cambial? Mas, é justificável o triplo? E entre estados americanos, com a mesma moeda, o que explicaria 1 kWh em New York ou em Connecticut custar o triplo do kWh de Idaho ou de West Virginia? Será que as empresas desses dois estados baratos estariam tendo fortes prejuízos?

Em primeiro lugar, essa desigualdade coloca em dúvida a velha crença de que eletricidade é uma “commodity” como qualquer outra. Afinal, não são pequenas diferenças percentuais. Em segundo, outros fatores podem influenciar a heterogeneidade. Apenas para citar alguns, a tarifa pode ser afetada pela incidência de impostos, por uma política de subsídio cruzado, pelo custo de capital ou mesmo por uma política inibidora de consumo. Entretanto, dada essas diferenças, é bastante improvável que não haja uma razão estrutural. Assim, dois aspectos merecem destaque: A matriz energética daquele mercado e a política de remuneração dos investimentos adotada.  Leia o resto do artigo »

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Consulta a Madame Natasha

Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Correio da  Cidadania 

Por Paulo Metri – conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros 

De vez em quando, consulto Madame Natasha, porque gosto do ambiente místico e é instigante vê-la tentar cruzar a barreira do intransponível. É como se eu comprasse um bilhete de loteria e ficasse esperando ganhar o grande prêmio.

Pois bem, meu dia chegou. Na última sessão, olhando sua bola de cristal, ela começou a dizer: “Vejo um auditório com tudo branco, desde o chão, tablado, cadeiras, mesa principal, luminárias, até as roupas de todos os presentes. O auditório está cheio e na mesa principal, de frente para a platéia, estão quatro senhores. Porém, o auditório está em um local aberto, sem paredes, no meio de um grande céu azul”.

A partir deste ponto, ela passou a repetir a conversa deles. Apresento a seguir minhas anotações sobre esta conversa, citando os personagens que foi possível identificar, pelos seus nomes próprios, graças ao tratamento usado entre eles. Leia o resto do artigo »

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Diagnóstico fechado, editorial da Folha de SP

Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

“É consenso que o setor privado precisa investir mais em inovação, mas novo salto depende de indução do Estado”

Fonte: Jornal da Ciência

Leia o editorial:

A realização do 3º Congresso de Inovação na Indústria pela Confederação Nacional da Indústria, que também patrocina o Movimento Empresarial pela Inovação, demonstra que pesquisa e desenvolvimento (P&D) entraram para o rol de prioridades do setor. Empresas privadas brasileiras investem pouco em inovação, o que enfraquece um elo decisivo na cadeia da competitividade.

Vários outros países pelejam para aumentar o investimento em inovação como parcela do PIB e a fatia do setor privado nessa conta.

Segundo Jean Guinet, economista da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, apresenta grande inércia a correlação entre níveis baixos de PIB per capita, gasto em P&D e envolvimento privado em inovação. O Brasil é um caso de manual. Mesmo a meta modesta de elevar o investimento para 1,5% do PIB em 2010, com 0,65% de participação privada, ainda é encarada com ceticismo. Leia o resto do artigo »

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ÀS VÉSPERAS DO DESENLACE

Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Adriano Benayon *

A enganação das bolsas

As bolsas de valores vivem nova euforia, coisa normal em seu usual comportamento ciclotímico. Para ter  idéia dessa esquizofrenia vejam-se as ações de empresas.

Nos EUA, o índice Dow Jones, média das ações das 30 empresas mais importantes da indústria (blue chips), estava em 12.000 pontos, em meados de 2008, mesmo com o colapso financeiro já presente. Em abril de 2009, tinha caído para 6.500 pontos, perdendo 46% do valor em menos de um ano. Em agosto de 2009, o índice registra significativa recuperação, atingindo 9.300 pontos, tendo-se elevado em 43%. Reduziu, portanto, a perda, em relação a meados de 2008, para somente 22,5%.  

As ações cotadas na bolsa brasileira, BOVESPA, desvalorizaram-se em 45,5% entre agosto e novembro de 2008, ou seja, percentual semelhante ao do Dow-Jones, mas com velocidade muito maior, já que o período da comparação é menor. A recuperação é ainda mais espetacular que a de Wall Street, porquanto, de novembro de 2008 para cá, a valorização foi de 87%, e o índice atual ultrapassa o de agosto do ano passado. Leia o resto do artigo »

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