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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Destaques da Semana':

Os últimos lances da sucessão

Postado em 30 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: CartaCapital

Em jantar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada, na terça-feira 20, o PT e o PMDB firmaram um “pré-compromisso” de apoio à candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff. O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer, é cotado para ser o vice de Dilma. Lula disse aos líderes dos dois partidos ser difícil subir em dois palanques num único estado e pressionou os aliados para firmarem alianças locais. “Eu gostaria de subir num palanque só. É difícil subir em dois. Se isso acontecer, há o risco de eu não subir em nenhum”, ameaçou.

Há dificuldades para acordos em vários estados. Os peemedebistas querem o apoio dos petistas, principalmente, no Rio de Janeiro, em Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. O PMDB ainda quer lançar o ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, na Bahia, contra o PT de Jaques Wagner. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 386 – O Peso da Indústria de Transformação na Economia Global

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Tomando-se a National Accounts Main Aggregates Database da Divisão de Estatística das Nações Unidas (United Nations Statistics Division), pode-se afirmar que os serviços ampliaram sua parcela no VA da economia mundial entre 1970 e 2007, de 56,9% para 63,1%; de um lado, a agropecuária, produção florestal e pesca viu sua parte na VA mundial cair de 6,8% para 5,0%; de outro, a indústria percebeu uma redução de participação de 36,6% para 32,0%.

Todavia é necessário melhor avaliar tanto a redução da participação da indústria, quanto as particularidades do próprio incremento participativo do VA dos serviços. O menor peso do setor industrial tem ocorrido pelo declínio tanto na participação do VA das indústrias extrativas e serviços industriais de utilidade pública (SIUP), caindo de 5,3% para 4,3%, quanto do VA da construção, de 8,4% para 4,8%. O valor adicionado pela indústria de transformação tem mantido uma proporção estável: em 1970, respondia por 22,8% e, em 2007, por 23,0%.

O segmento de transporte, armazenagem e comunicações, conjunto de serviços associado às atividades produtoras de bens, viu sua parcela no VA mundial subir de 5,9% em 1970 para 8,5% em 2007. Já o conjunto formado pelas atividades comerciais, de alojamento e alimentação, por sua vez, teve uma participação no VA total de 13,6% em 1970, proporção esta que subiu para 15,8%, representando acréscimo de 2,2 pontos percentuais. As demais atividades de serviços observaram aumento em sua parcela no valor adicionado, de 37,4% para 38,8% em 1970.

Em suma, apesar da ampliação da participação dos serviços no valor adicionado mundial, a indústria de transformação tem mantido sua importância. Em paralelo, dentre os grandes grupos de atividades de serviços, o que mais ampliou sua parcela – transporte, armazenagem e comunicações – tem seu dinamismo costumeiramente associado ao desempenho da indústria de transformação. Clique aqui para ler mais.

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Democracia política e ciência

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil

É com espanto que constatamos na América do Sul certo descompasso em relação aos tempos de democracia política no Brasil. Hugo Chávez, presidente da Venezuela, tem na ciência livre uma nova inimiga?

A perseguição de cientistas por motivos ideológicos não seria constitucionalmente aceitável no Brasil. Na Venezuela “bolivariana” do senhor Chávez, entretanto, muito se tem mostrado possível. Segundo informações da imprensa, Chávez exigiu dos membros do Instituto Venezuelano de Pesquisas Científicas que “façam uma ciência útil para elevar o nível de vida do povo”.

- Não daremos dinheiro para que o Professor Pardal (personagem da Disney) investigue a vida em Vênus. Senhores cientistas: entrem nos bairros, saiam de suas cápsulas e façam uma ciência útil para elevar a vida do povo – disse Chávez. Leia o resto do artigo »

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O desafio de reconstruir a oposição

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

O modelo político partidário brasileiro está em meio a mudanças radicais, as mais radicais desde meados dos anos 90, quando o PSDB ganhou corpo e elegeu seu primeiro presidente, Fernando Henrique Cardoso.

Depois da redemocratização, a rigor foram dois os partidos com vocação de poder, o PSDB e o PT. E dois agregados, partidos-ônibus sem discurso para assumir a presidência, mas com importância: o PMDB e o DEM.

O PSDB surge de uma costela do PMDB, pretendendo-se menos fisiológico. No governo Collor, quase chega ao poder, depois da crise que culminou com a saída de Zélia Cardoso de Mello. Alguns anos depois, o Real ajudou a eleger Fernando Henrique Cardoso. E o partido ficou oito anos no poder. Nos primeiros quatros anos, impulsionado pelo fogo sagrado de Sérgio Motta. Depois, perdendo gradativamente a vitalidade, à medida que várias lideranças expressivas (Motta, Covas e Montoro) desapareciam e que FHC se enrolava com a falta de garra para governar e com o “apagão” elétrico. Leia o resto do artigo »

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As trapalhadas de José Serra

Postado em 26 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Theotonio Dos Santos

Uma Carta Aberta

Estimado Serra,

Você sabe que sou muito agradecido ao seu gesto solidário de negociar, em 1973, meu asilo na Embaixada do Panamá no Chile e transportar-me até ela enfrentando a violência dos golpistas chilenos. O fato de você naquele momento estar teoricamente protegido pela sua condição de funcionário internacional não diminuí em nada sua coragem pessoal ao ajudar a mim e a outros companheiros ameaçados pelos militares golpistas. Sobretudo, quando alguns dias depois, você mesmo teve que se “abrigar” (como o presidente Manuel Zelaya) na embaixada da Itália, de onde saiu posteriormente para os Estados Unidos. Dias duros aqueles, como os que vivemos também no Brasil em 1964.

Por isto mesmo me supreendem imensamente as suas declarações sobre as “trapalhadas” cometidas pelo governo brasileiro ao “abrigar” o presidente Zelaya para que pudesse encaminhar a luta política para retomar materialmente o cargo que nunca abandonou, pois todos os países membros das Nações Unidas o consideram, em reunião da Assembléia Geral desta instituição, como o presidente legal de Honduras. Leia o resto do artigo »

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Regulação desregulada

Postado em 26 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Roberto Pereira d’Araujo

A teoria da regulação surgiu da necessidade de prover um conjunto de regras que minimizem as imperfeições das forças de mercado numa certa atividade econômica. Essa “intervenção” vem sendo alvo de debates desde a década de 80, quando as reformas em certos monopólios naturais foram alvos da atenção dos governos, principalmente no Reino Unido, mas também nos Estados Unidos e Canadá. Examinando-se essas experiências, ainda não se pode afirmar que se tenha conseguido uma receita única estável e unânime.

A maioria dos debates ainda se dá com base na dicotomia entre regulamentação e desregulamentação sob a crença de que o mercado já congrega todos os princípios necessários para o desenvolvimento de um setor com equilíbrio e estabilidade. Tal discussão parece estar calcada numa ótica onde o mercado é encarado como uma instituição independente, isolada da sociedade. Sob essa filosofia é comum ouvir a argumentação de que a intervenção é ideológica e politizada, enquanto a liberdade de mercado é apolítica e dotada de uma “pureza” em termos ideológicos. Embora esse tipo de debate ainda exista no Brasil, essa não é a principal contenda que se vive no setor elétrico brasileiro. Leia o resto do artigo »

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Depois do oba-oba

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Cynara Menezes

Fonte: CartaCapital

Sentado na primeira fila na cerimônia em Copenhague, na Dinamarca, ao lado dos nervosíssimos Eduardo Paes, prefeito do Rio, do governador Sérgio Cabral e do presidente Lula, o ministro do Esporte, Orlando Silva, parecia paralisado em uma espécie de transe zen, ansioso de que o desfecho da tortura viesse logo. “Eu tinha certeza que íamos ganhar. Até disse pro Cabral, que estava desesperado: ‘Esquece, compadre, essa nós ganhamos’. Mas a demora me deixou apreensivo. Para que aquele ritual todo? Pega o papel e abre, ué. Não, tem de botar o envelope numa bacia, levar a bacia até o presidente do comitê olímpico internacional…” O presidente do COI, Jacques Rogge, finalmente anuncia o nome do Rio de Janeiro como cidade-sede das Olimpíadas de 2016.

Lembranças de uma noite de festa. Depois, porém, dos abraços da vitória, começaram as divergências entre o presidente da Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, também presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), e o governo. A preocupação é que não se repitam os quase 800% de estouro do orçamento dos Jogos Pan-Americanos de 2007, organizados porr Nuzman, mas também que se aproveite o evento para mudar o perfil do esporte no País. Leia o resto do artigo »

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Vencendo a crise e apostando no Brasil

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (08/10/2009)

Sinais de que o Brasil vencerá a crise são visíveis. O FMI prevê uma queda de 0,7% no PIB brasileiro neste ano e um aumento de 3,5% para 2010. Novamente na história brasileira a força do seu povo mostrou-se ímpar. Sua justaposição à contraditória acomodação da política econômica ao ambiente de crise foi importante para espantar o pior dos mundos.

Estamos ainda bem longe do “melhor dos mundos”. Medidas de ordem keynesiana foram adotadas por diversos países. A condução da política monetária brasileira, por sua vez, demorou a acompanhar o que se passava em outros países afetados pela crise originada em Wall Street.

Enquanto a política fiscal apontava num sentido expansionista, a política monetária elevou os custos de oportunidade para os investimentos produtivos na economia brasileira e dificultou o giro das operações de muitas pequenas e médias empresas. Leia o resto do artigo »

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