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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Destaques da Semana':

Educação, inserção internacional e estratégia de desenvolvimento

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2010

Qualquer debate sério sobre um projeto de país não pode se furtar de discutir o papel da educação no processo de desenvolvimento econômico. Individualmente, é impossível conceber liberdade em seu sentido pleno sem oportunidades de desenvolvimento pessoal para todos. Coletivamente, a especialização de uma economia e sua capacidade competitiva esta intimamente ligada à qualidade de sua mão de obra. Nessas condições, chamam atenção análises sobre o ensino técnico em detrimento do ensino superior, como a discussão entre os presidenciáveis (clique aqui para ler sobre a opinião de um especialista).

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Postado em Destaques da Semana, Heldo Siqueira | Sem Comentários »

Belo Monte e o estado parceiro

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2010

 Roberto Pereira d’Araujo

 

De 1995 até agora o Brasil passou por uma mudança profunda em seus serviços públicos. Embora muitos ainda considerem que foi uma “reforma incompleta”, já é possível tirar algumas lições. Qualquer análise séria não pode deixar de reconhecer que, apesar das premissas, a privatização não trouxe muitas prometidas melhorias para a sociedade brasileira. Os exemplos ilustrativos são muitos. Os casos Light, Ampla, Barcas, Eletropaulo, Supervia, e algumas estradas pedagiadas são exemplos emblemáticos. O sempre citado contra-exemplo das telecomunicações, convenientemente, esquece o fato de que esse setor passou por uma radical revolução tecnológica que, muito provavelmente, também teria acontecido sob gestão estatal.

Mas o foco desse artigo não é absolutamente a defesa da gestão estatal. Pelo contrário, é preciso reconhecer que as empresas usadas como “moeda de troca” numa política de “governabilidade” pouco transparente perderam ainda mais a sua já decaída eficiência. Perante esse confuso quadro, o que é espantoso é que o termo “estatismo” continua tão pejorativo quanto antes para os analistas econômicos. No Brasil, a alusão às atividades de estado diferentes das básicas ainda soam como um “perigoso socialismo”. De nada adiantam os exemplos dos países desenvolvidos onde nem tudo é privado.  

Ora, para ser correto, é preciso admitir que, sob o atual cenário, não sabemos nem privatizar e nem gerir empresas públicas. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Energia, Roberto D'Araujo | 1 Comentário »

FECOAPÁ

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2010

Roberto Pereira d’Araujo

Os mais velhos com certeza irão se lembrar do saudoso Stanislaw Ponte Preta, que, colhendo diversas pérolas de falta de inteligência, criou o FEBEAPÁ, Festival de Besteiras que Assola o País. Estávamos sob o período da ditadura e o festival era uma bem humorada reação da sociedade expondo o ridículo de alguns personagens defensores da “revolução”. Não que esse certame tenha terminado, muito pelo contrário. Entretanto, hoje esse festival tem sério concorrente. Guardadas as devidas diferenças entre as épocas, ouso dizer que também estamos sob o FECOAPÁ, Festival de Complacência que Assola o País. O pior é que, nesse caso, o festival não se faz com exemplos pontuais, mas sim como uma espécie de epidemia.

É bom que se diga que o termo complacência, com sinônimos de tolerância ou benevolência, pode até ser confundido como uma qualidade. Não é o caso aqui. Estou me referindo á estranha, misteriosa e preocupante característica da sociedade brasileira ao não esboçar reação aos repetidos e cada vez mais generalizados desrespeitos aos direitos da cidadania.

É verdade que Sergio Buarque de Holanda, no livro Raízes do Brasil, escrito em 1936, já nos explicava que certas características do povo brasileiro têm origens na nossa colonização. Os portugueses, querendo fortuna rápida para “tornarem-se nobres” como seus dirigentes, implantaram cidades não planejadas e através de estrutura patriarcal, sempre confundida com Estado, tomavam diversas escalas de poder. Vejam como a frase abaixo ainda continua atual.

“O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. (…) Há nesse fato um triunfo do geral sobre o particular, do intelectual sobre o material, do abstrato sobre o corpóreo e não uma depuração sucessiva”

Assim, num torvelinho de conflitos, por não separar o público do privado e por estar crivado de grupos de interesse, o estado deixa de representar adequadamente os direitos do cidadão e do consumidor. Ao mesmo tempo, o “homem cordial” de Sergio Buarque, sendo uma característica forte do brasileiro, produz um ser passivo. Ao invés de exigir seus direitos, a tendência é buscar um elo qualquer na imensa cadeia de interesses para que, por outros meios, compensações sejam atingidas. O brasileiro “aceitaria” que seus direitos sejam feridos porque, em compensação, ele também “fere” o interesse público em outras ocasiões. O “pistolão” e o “jeitinho” são os maiores resumos dessa complexa situação. Parece que esse comportamento também está atingindo nossas instituições. Leia o resto do artigo »

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Coordenação de expectativas ou profecia auto-realizadora?

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por José Paulo Kupfer

Quem lê alguns dos meus textos recentes – “a inflação ainda não definiu o rumo”, “melhorar o Focus”, “você tem certeza de que já é hora de puxar o freio na economia”, “compulsório: por que voltou?” – pode ficar com a impressão de que estou entre os que acredita na hipótese de o Copom não ser obrigado, se de fato observar o rumo da conjuntura, a reiniciar tão cedo um ciclo de alta nos juros básicos. A esses, gostaria de dizer que, se dei essa impressão, ela é falsa. Clique aqui para ler mais.

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Ameaça do crescente déficit em transações correntes

Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Yoshiaki Nakano

Com a recuperação da economia brasileira, as importações estão voltando a crescer rapidamente e as previsões são de um déficit em transações correntes de mais de US$ 50 bilhões neste ano. Mantida a tendência, o déficit poderá atingir US$ 80 bilhões em 2011, com déficit na balança comercial depois de muitos anos de superávit.

Além da recuperação econômica, esse quadro deve-se à sobreapreciação do real. O aumento do compulsório dos bancos comerciais e a sinalização clara, pelo Banco Central, de que a taxa de juros sofrerá elevação, deve agravar o quadro de sobre apreciação, pois a elevação da taxa de juros neutralizará os efeitos sobre os custos de IOF dos especuladores com o real. Volto a recolocar neste artigo algumas questões de fato muito simples para desmistificar a ideia de que a taxa de câmbio flutuante responderia antecipadamente a esse déficit, fazendo o ajuste necessário. Clique aqui para ler mais.

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O câmbio no lugar

Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2010

Luiz Carlos Bresser-Pereira é um economista de muitas ideias na cabeça, todas contrárias à ortodoxia. Uma pode facilmente ser classificada como uma autêntica obsessão, conforme reconhece o professor da FGV-SP e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney) e da Reforma Administrativa (FHC). “Há dez anos venho falando do equívoco que é o país crescer com poupança externa”, diz Bresser-Pereira, no confortável escritório onde recebe CartaCapital, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo. Cultivada em seminários mundo afora, sua ideia fixa ganhou corpo a ponto de virar um livro (Globalização e Competição, de 2009), com direito a versões em inglês, francês e, ainda no prelo, espanhol.

“Somente na introdução da edição espanhola cheguei ao nome da teoria que está por trás, que inventei depois do livro pronto, a Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento.” Na entrevista a seguir, Bresser navega por essas e outras águas. Sempre sem perder a chance de alfinetar os seus colegas de ofício, em especial os “phdezinhos” de corte ortodoxo. Clique aqui para ler mais.

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Ainda sobre o debate da desindustrialização no país

Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Guilherme Lichand e Paulo Gala

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Brasil: vocação natural e vontade de potência

Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por imposição geográfica, histórica e constitucional, a prioridade número um da política externa brasileira sempre foi a América do Sul. Mas hoje é impossível o Brasil sustentar os seus objetivos e compromissos sul-americanos, sem pensar e atuar simultaneamente em escala global. O artigo é de José Luís Fiori. Clique aqui para ler mais.

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