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Blog do Desemprego Zero

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A DIFERENÇA ENTRE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: DE VOLTA AO DEBATE CEPALINO

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O segundo mandato de Lula trouxe novamente as questões do crescimento e do desenvolvimento econômico para o centro do debate. Muitos economistas e órgãos de imprensam tratam os dois conceitos, crescimento e desenvolvimento, como sinônimos. Desta forma, o desenvolvimento seria um acúmulo quantitativo de crescimento. Entretanto, os fenômenos em questão podem não estar relacionados e, no limite, podem até mesmo ser opostos.

O crescimento econômico é comumente medido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas por um país num determinado período de tempo. Já o desenvolvimento, no sentido furtadiano do termo, está relacionado à superação da relação centro-perifeira, à diversificação do sistema industrial e a homogeneização dos padrões de consumo. O subdesenvolvimento, portanto, é caracterizado pela subordinação do país na divisão internacional do trabalho, pela falta de soberania e de capacidade de formação de centros internos de decisão e pela heterogeneidade dos padrões de consumo.

As economias subdesenvolvidas são marcadas, por um lado, pela presença de elites que reproduzem o padrão de consumo das elites de primeiro mundo, via apropriação de excedente e, por outro lado, pela existência de uma grande margem de marginalizados. A questão levantada desde a literatura da Cepal, com destaque, no Brasil, para Celso Furtado, é a de que o crescimento econômico per se não garante necessariamente o desenvolvimento, isto é, a homogeneização dos padrões de consumo, a diversificação da estrutura produtiva e o rompimento com a relação centro-periferia.

No Brasil, prevaleceu o inverso. As robustas taxas de crescimento vigentes entre 1930 e 1970 não só não foram suficientes, como tiveram efeito inverso, ou seja, a desigualdade entre ricos e pobres apenas aumentou. Desta maneira, uma política de desenvolvimento não deve apenas responder a pergunta “como crescer”, mas deve, sobretudo, enfrentar a questão “qual crescimento desejamos”, tendo em vista, por exemplo, uma política industrial voltada para a inovação, utilizando tecnologias mais intensivas em trabalho, a questão da reforma agrária, dentre outras medidas.

Para tanto, seria necessário um monumental esforço coordenado entre burguesia nacional, classe trabalhadora organizada e Estado, que parece difícil de ser alcançado em tempos de neoliberalismo. Se esta for uma conclusão correta, continuaremos em compasso de espera.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

São Bartolomeu

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O governo articula a criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A medida serviria para cobrir o rombo deixado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A contribuição seria totalmente destina a pasta da Saúde, teria uma alíquota menor (0,1%) e incidiria a partir de um piso determinado. A oposição já avisou que criará problemas ao Planalto, mas o governo aposta numa rápida aprovação no plenário do Senado Federal.

 

Economia

 

Mais um balde de água fria no setor produtivo. A ata do Comitê de Política Monetária indicou um possível aumento da taxa Selic na sua próxima reunião. Segundo analistas do mercado, a taxa básica de juros da economia brasileira deve fechar o ano em 14%. A autoridade monetária insiste em tratar choque de preços internacionais com o amargo remédio das taxas de juros. Tal solução é inócua, como ressaltou o prêmio Nobel Joseph Stgiltz, em artigo ao jornal o Globo (clique aqui para ler mais).

 

Internacional

 

A Irlanda deve dizer “Não” ao Tratado de Lisboa, que referendaria a participação da Irlanda na União Européia. Caso este resultado se confirme, ficarão claras as fragilidades e mesmo as condições anti-populares nas quais a União Européia está se firmando.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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FIDEL CASTRO ELOGIA BARACK OBAMA

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O ex-presidente cubano, Fidel Castro, elogiou o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, em artigo publicado recentemente no diário cubano Granma. Castro fez ressalvas a Obama, salientando o caráter criminoso do embargo norte-americano ao país.

 

Entretanto, o líder cubano elogiou a disposição de dialogar com os líderes cubanos sem pré-condições definidas. Obama, em discurso realizado na Fundação Nacional Cubano-Americana, principal organização de oposição ao regime cubano, garantiu que reverá a política de visitas de cubanos a ilha e a proibição de envio de remessas para famílias cubanas.

 

De fato, o candidato democrata tem demonstrado posturas mais progressistas do que a companheira de partido Hillary Clinton e do que as do candidato republicano John McCain. Obama aposta num discurso inovador à luz da política externa norte-americana dos últimos anos.

 

Resta saber se ele terá o apoio dos eleitores norte-americanos do sul e dos partidários da senadora Hillary Clinton. Além disso, apenas o tempo dirá em que medida ele enfrentará os grandes lobbies internos ligados à belicosa “diplomacia” ianque. Mesmo com todos estes poréns, Fidel tem razão: Obama é a melhor opção para os norte-americanos e para o mundo.

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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LE MONDE SUGERE QUE FED SE INSPIRE (?) NO BC BRASILEIRO

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde publicou uma matéria, cujo título é “M. Bernanke devrait s’inspirer de la Banque centrale du Brésil” (“Bernanke deveria se inspirar no Banco Central do Brasil”; clique aqui para ler), em que destaca a qualidade (?) da política monetária do Brasil. Ainda segundo o Le Monde, o presidente do FED, Ben Bernanke, deveria se inspirar (?) na bem (?) sucedida experiência brasileira.

 

O texto elogia (!!!) a política de juros de nossa autoridade monetária, destacando o bom desempenho de alguns indicadores externos, tais como a balança comercial e a relação entre dívida externa e PIB,  assim como das contas públicas internas. Entretanto, o texto não menciona que o desempenho de tais indicadores ocorre a despeito, e não por causa, da política monetária em questão.

 

A política do Bacen de estabelecer a maior taxa de juros reais do mundo levou à apreciação da taxa de câmbio, que tem prejudicado sobremaneira o desempenho de muitos setores exportadores, como por exemplo, calçados e têxteis. Além disso, em virtude da taxa de câmbio apreciada, o saldo em transações correntes já se mostra negativo, o que desautoriza a interpretação do jornal francês.

 

No que concerne ao equilíbrio orçamentário, o argumento da matéria torna-se ainda mais frágil. Como se sabe, as aberrantes taxas de juros tupiniquins aumentam os gastos do orçamento sob a rubrica juros da dívida interna. O montante deste item chega a 8% (!) do PIB, que beneficia 70 mil famílias. Portanto, o “equilíbrio” fiscal é conseguido a despeito de tal política e com grave ônus da falência do Estado brasileiro.

 

As evidências empíricas também não suportam a hipótese de que aumento de taxas de juros sejam remédios eficazes contra aumento de preços oriundos de choques de oferta. O prêmio Nobel de Economia, Joseph Stigltiz, em artigo publicado ontem pelo jornal O Globo (“A falência das metas de inflação”), argumenta que o aumento das taxas de juros não tem conseguido evitar o aumento do nível geral de preços, principalmente nos países subdesenvolvidos, pois apenas uma recessão muito forte, com custos sociais imprevisíveis, seria capaz de criar uma deflação nos preços internos capaz de contrabalançar a escalada dos produtos com preços atrelados aos mercados internacionais.

 

Além disso, a abertura comercial tem prejudicado essencialmente os países periféricos, pois o aumento dos preços internacionais de insumos básicos contamina o nível de preços internos, o que agrava as tensões sociais internas oriundas da queda de poder aquisitivo das classes mais necessitadas. Portanto, o regime de metas de inflação, tão aclamado pelo Le Monde e pelos arautos do liberalismo, não parece ser exemplo, mas ao contrário, deve ser suprimido o mais rapidamente possível.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A multinacional Alstom está sendo investigada pelo Ministério Público. Segundo o jornal Folha de São Paulo (clique aqui para ler a reportagem), a empresa teria utilizado sua filial suíça e empresas sediadas em paraísos fiscais para pagamento de propina a políticos brasileiros. O principal objetivo do esquema teria sido a fraude de licitações relacionadas ao metrô de São Paulo. Vale lembrar que o governo estadual, responsável pela administração do metrô, está em mãos tucanas há 14 anos.

 

Economia

 

O Banco Central elevou a taxa básica de juros (Selic) para 12,25% na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Desta vez, a justificativa foi a pressão inflacionária oriunda do aumento dos preços dos alimentos e do petróleo. Parece que a autoridade monetária só conhece o amargo remédio das taxas de juros para curar a inflação.

 

Internacional

 

O senador Barack Obama garantiu a vitória nas primárias democratas, quando se consideram apenas os votos diretos. Apesar da necessidade de confirmação do apoio dos superdelegados do Partido Democrata, Obama já é considerado o nomeado do partido na corrida pela Casa Branca. Para uma sociedade que manteve o ultra-conseravdor George W. Bush por oito anos na presidência, é um alento ter um negro, de origem mulçumana e progressista com chances reais de assumir o cargo mais importante do planeta (clique aqui para ler mais).

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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OBAMA VENCE PRIMÁRIAS DEMOCRATAS: LUZ NO FIM DO TÚNEL DO IMPÉRIO?

Postado em 4 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – O senador Barack Obama garantiu na noite de ontem a vitória, considerando os votos diretos, nas primárias presidenciais do Partido Democrata. Segundo contagem da rede de televisão CNN, se somarmos a estes os superdelegados que já lhe declararam apoio, o senador já é matematicamente o candidato democrata para concorrer à Casa Branca. Mas o que há de novo no “fenômeno Obama”?

 

A simples nomeação de Barack Obama já pode ser considerada um avanço dentro do cenário político norte-americano. O senador negro, de origem mulçumana e com idéias progressistas talvez represente um anseio de mudanças nos rumos da política levado à cabo pela Casa Branca nos últimos anos. Cabe aqui a ressalva de que falamos em mudanças limitadas. Certamente os EUA, com ou sem Obama, manterão sua vocação de potência hegemônica, através de suas políticas imperiais amparadas nos grandes lobbies econômicos. Mesmo assim, o senador por Illinois propõe alterações importantes nos rumos da política ianque. Como diz o dito popular, o diabo mora nos detalhe.

 

No que tange à política externa Obama garantiu que vai retirar as tropas norte-americanas do Iraque. Além disso, o candidato mostrou interesse em abrir um canal de diálogo com líderes do Irã e de Cuba. O ex-presidente cubano, Fidel Castro, em recente artigo publicado no diário cubano Granma, apesar de suas pertinentes ressalvas, ressaltou que Obama é indubitavelmente o mais progressista dos candidatos à Casa Branca.

 

No plano interno, a campanha do senador, como a dos oponentes, ainda não conseguiu ser clara sobre o que fazer em relação à crise econômica internacional. Além disso, pesa sobre a Obama a inexperiência em funções executivas. A combinação entre inexperiência e posições progressitas pode ser fatal na política dos EUA, vide a experiência vivida por John F. Kennedy. De todo modo, é um surpreendente alento saber que a maior potência do mundo poderá estar em mãos “menos piores” a partir de 2009.

 

 

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BC IGNORA SUPERÁVIT NOMINAL DAS CONTAS PÚBLICAS

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Segundo o editorial de hoje do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), União Estados e Municípios tiveram uma arrecadação superior a soma dos seus respectivos gastos. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o superávit atingiu a marca de 0,76% do PIB (o Produto Interno Bruto), ou R$ 61,6 bilhões.

 

Como ressalta o próprio editorial do diário, “Ao produzir um superávit nominal, o Estado brasileiro não pode ser acusado de ter uma política fiscal expansionista e, assim, de contribuir para o aquecimento da demanda agregada e, por conseqüência, para o aumento da inflação. Mesmo críticos da política fiscal do governo federal reconhecem isso.”.

 

A partir da declaração do Valor, que certamente não é um jornal de esquerda, inferimos o desatino da política monetária do Banco Central. Se o Executivo não é responsável por uma possível “pressão de demanda”, por que mantel tal política de juros?

 

O aumento do preço do petróleo e dos alimentos tem pressionado a inflação. Entretanto, o remédio amargo da taxa de juros não é o melhor antídoto para curar pressões inflacionárias oriundas de choques de preços.

 

Talvez o mais inteligente seria desenvolver políticas direcionadas – por exemplo, subsídios e investimentos em áreas específicas – para os setores envolvidos na alta dos preços. Todavia, é sabido que a taxa de juros neste patamar serve para o duplo propósito de conter a inflação e encher os cofres das grandes instituições financeiras.

 

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Coisas da política tupiniquim: o PT de Minas Gerais ainda insiste numa aliança com o PSDB do mesmo estado para as eleições municipais deste ano. O atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, pressiona a Executiva Nacional do PT para viabilizar a parceria com o partido do governador Aécio Neves. Como na maior parte das vezes, os interesses imediatos da política se sobrepõem a qualquer divergência programática. Se é que elas existem, na substância, entre PT e PSDB.

 

Economia

 

O governo comemora a concessão de “grau de investimento” feita pela agência de classificação Fitch. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que tal fato reforça a necessidade de criação de um fundo soberano. Entretanto, vale lembrar que o país tem uma quantidade razoável de reservas internacionais, mas cada vez mais associada à conta financeira, dado que a conta corrente já registra déficit. O capital vinculado à conta financeira pode desaparecer com muito mais facilidade num contexto de crise internacional. Portanto, é preciso ter cuidado.

 

Internacional

 

A senadora Hillary Clinton ainda não jogou a toalha na corrida pela Casa Branca. Nesta semana, ela enviou uma carta aos 797 superdelegados do Partido Democrata, solicitando o voto dos mesmos. Apesar de estar atrás na disputa das primárias, Hillary acredita ser a candidata mais bem preparada para enfrentar o senador republicano John MacCain. Já o senador Barack Obama dá a fatura por liquidada. Seu comitê já articula a campanha para as eleições de novembro.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

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