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Blog do Desemprego Zero

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GOVERNO REDUZ CORTES NO ORÇAMENTO E PRESERVA O ESTADO

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Leo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral do Orçamento de 2008, afirmou ontem que o corte de despesas nos três Poderes será da ordem de R$ 12 bilhões e não de R$ 20 bilhões, conforme noticiado anteriormente. Segundo o deputado, o déficit será o mesmo e a alteração do número se deve a uma mudança na forma do cálculo.

Dentre as importantes medidas, Pimentel afirmou que estão mantidos os investimentos no PAC, o salário mínimo de R$ 412,40 e uma verba de R$ 48 bilhões para a pasta da Saúde.

Menos mal. É sabido que as medidas em questão são imprescindíveis para o país. Em primeiro lugar, os investimentos do PAC são fundamentais para que a infra-estrutura dê suporte a taxas de crescimento civilizadas. Em segundo lugar, o salário mínimo constitui uma importante medida de elevação da participação do salário na renda. Por fim, os investimentos em áreas como a Saúde são essenciais para não degradar ainda mais a qualidade do atendimento àqueles que necessitam da saúde pública.

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PARA LANGONI, CRISE AMERICANA NÃO DEVE CAUSAR IMPACTOS SIGNIFICATIVOS NO BRASIL

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Numa entrevista concedida ao Jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), o ex-presidente do Banco Central e economista da FGV-Rio, Carlos Langoni, afirmou que o Brasil tem condições de sair ileso da crise norte-americana. Segundo o economista, o FED (o Banco Central dos EUA) agiu com extrema competência, ao reduzir consecutivamente a taxa de juros daquele país, sinalizando ao mercado sua intenção em conter a crise originada no mercado imobiliário norte-americano.

Já no que concerne ao cenário interno, o economista ponderou que a situação é bem diferente de outros tempos. Para ele, a obtenção de superávits primários, a redução da relação entre dívida interna e PIB e o acúmulo de reservas internacionais devem ser suficientes para que o crescimento não seja significativamente afetado.

Ainda segundo Langoni, China e Índia desempenham um papel central neste processo, na medida em que o crescimento destes deve se contrapor à possível estagnação ianque. Apenas devemos acrescentar que o crescimento no país não será afetado, desde que nossa ilustre autoridade monetária não tenha mais um surto obsessivo inflacionário que a leve a um aumento dos juros, baseada nos seus cálculos esotéricos de hiato do produto.

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A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O encontro dos ministros da Economia do G7 em Tóquio foi o suficiente para que o mundo se dê conta de que mesmo as grandes potências não têm tanta convicção do caráter passageiro das conseqüências da crise imobiliária nos EUA.

Segundo analistas, apenas uma ação econômica coordenada pode ajudar a reverter a profundidade da crise. De fato, a extensão da crise só será conhecida na medida em que as instituições financeiras apresentarem as perdas nos seus balanços decorrentes de operações de crédito no mercado subprime.

Além disso, a própria atuação do FED (Federal Reserve Bank) tem limites, especialmente num ambiente de liberalização da conta financeira. Neste contexto, a correlação de forças entre a autoridade monetária e o mercado pende para o segundo pólo. Portanto, mesmo o esforço dos Bancos Centrais pode ser inócuo, caso a percepção das grandes instituições financeiras as levem a enxugar a liquidez para os investimentos. Neste caso, o desastre pode ser inevitável.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – São Paulo

Brasil

O assunto da semana foi a divulgação dos gastos do governo federal através de seus cartões corporativos. Dado que os dados, que não poderiam ser divulgados, o foram, resta uma investigação ampla, que inclua também a averiguação de gastos de governos anteriores. Além disso, deve-se discutir com muita cautela a necessidade (ou não) de divulgação destes dados, pois os mesmos podem ser o estopim para a utilização de discursos demagógicos. Em tempo: divulgação dos dados é totalmente diferente de auditoria.

Economia

Na economia mundial, o fato mais significativo foi a divulgação de um relatório, pela S&P, que mostra perdas das Bolsas mundiais da ordem de US$ 5 trilhões em janeiro. Em termos percentuais, as Bolsas caíram em média 7,83% no mesmo período.

Internacional

No plano internacional, destacamos a decisão do ex-governador de Massachusetts Mitt Roney de abandonar a disputa pela candidatura pelo Partido Republicano. Do lado Democrata, a disputa continua acirrada entre Clinton e Obama.

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ECONOMISTAS JÁ ALERTAM PARA PERIGOS DE DEPRECIAÇÃO CAMBIAL

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

Rio de Janeiro – Segundo reportagem do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), muitos economistas já alertam para os possíveis efeitos de uma considerável depreciação da moeda brasileira. Os fatores responsáveis por tal possibilidade são a redução do crescimento econômico norte-americano, o aumento à aversão ao risco nos mercados financeiros internacionais e a queda nos preços das commodities.

Como é sabido, uma abrupta depreciação cambial pode ter efeitos perversos sobre uma economia. Por um lado, pode-se ter um descasamento de moedas, isto é, um descasamento entre ativos em moeda nacional e passivos em moeda estrangeira, que pode resultar em falências e crises bancárias e / ou financeiras. Por outro lado, uma depreciação do câmbio pode gerar pressões inflacionárias, o que obriga o Banco Central, num regime de metas de inflação, a apertar ainda mais a política monetária.

A estabilidade da taxa de câmbio é uma variável-chave numa economia capitalista, pois funciona como âncora de expectativas para a tomada de decisões em investimentos voltados para a exportação. Além disso, ela é importante para a manutenção da competitividade externa e para a saúde do sistema financeiro. Por fim, ela colabora para não gerar pressões inflacionárias.

Portanto, vê-se o equívoco da autoridade monetária ao deixar a taxa de câmbio flutuar livremente, ao sabor de movimentos especulativos e de arbitragem. Estas operações podem ser revertidas num ambiente internacional mais hostil, o que pode implicar uma indesejável depreciação do câmbio.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – São Paulo

Brasil

O assunto que dominou Brasília nesta semana foi a posse do senador maranhense Edson Lobão Filho. Lobão Filho acertou uma saída amistosa do DEM. Para o partido, seria inaceitável manter em seus quadros o filho de um ministro do governo. O senador chega ao Congresso sob acusações de utilização de laranjas para sonegação de impostos, ocultação de sociedade e irregularidades na venda de uma emissora de televisão no interior do Maranhão (clique aqui para ler reportagem da Folha).

Economia

Já a economia se encontra em tempos de turbulências. O FED (Federal Reserve Bank ou Banco Central norte-americano) anunciou nesta semana uma nova redução da taxa de juros básica. Desta vez, os juros foram reduzidos para 3% ao ano (clique aqui para ler mais). O FED, que não é bobo, está receoso quanto à possibilidade de uma recessão na maior economia do mundo, resultante da crise do mercado de crédito imobiliário dos EUA. A autoridade monetária deixou claro que tomará as medidas necessárias para conter a crise, mesmo em detrimento da inflação. Lá as prioridades são outras.

Internacional

O destaque internacional fica para as eleições dos EUA (clique aqui para ler mais). Os pré-candidatos Rudolph Giuliani, do Partido Republicano, e Jonh Edwards, do Partido Democrata, desistiram da disputa, após realização das prévias do estado da Flórida. As atenções agora se voltam para a super-terça, dia no qual 20 estados escolherão seus pré-candidatos. Do lado republicano, a disputa permanece entre o senador Jonh McCain e o ex-governador Mitt Romney. Já a contenda democrata será entre os senadores Hillary Clinton e Barack Obama.

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NOTA DO FED DESTACA PRESSÃO SOBRE O MERCADO FINANCEIRO

Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Em nota divulgada após o corte de 0,50%, o Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) enfatizou o peso da crise de crédito nos EUA sobre o mercado financeiro. A crise teve sua origem no mercado de crédito imobiliário subprime, aquele com maior risco, e posteriormente se espalhou para todo o sistema de crédito norte-americano.

Além da pressão sobre os mercados financeiros, o FED assinalou sua preocupação com a macroeconomia do emprego e da renda. Segundo a nota, o nível de emprego vem demonstrando enfraquecimento, o que também justifica a redução da taxa de juros.

Por fim, o FED reconhece os possíveis efeitos de suas decisões sobre a inflação. Mas o que se vê, do ponto de vista prático, é uma preocupação com a manutenção do crescimento e do nível do emprego, mesmo em detrimento de um determinado nível inflacionário. Lá as prioridades são outras.

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FED REDUZ NOVAMENTE A TAXA DE JUROS

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) reduziu hoje novamente a taxa de juros, agora para 3% ao ano. Tal fato não ocorria desde os atentados de 11 de setembro.

O interessante desta história é o fato de que o neoliberalismo só vale para as colônias. Na hora do aperto, o FED mais uma vez rasga a cartilha ortodoxa e assume um inevitável pragmatismo, para livrar o país (e talvez o mundo) dos efeitos da bolha imobiliária, que só não percebida pelo mago do neoliberalismo Alan Greenspan (clique aqui para ler mais).

Como bem nos lembrou a Professora Maria da Conceição Tavares (clique aqui para ler a entrevista), o FED, ao contrário da nossa autoridade monetária, olha a inflação, mas também o crescimento. Em outras palavras, não sofre de surtos obsessivos inflacionários.

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