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Blog do Desemprego Zero

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Educação, inserção internacional e estratégia de desenvolvimento

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2010

Qualquer debate sério sobre um projeto de país não pode se furtar de discutir o papel da educação no processo de desenvolvimento econômico. Individualmente, é impossível conceber liberdade em seu sentido pleno sem oportunidades de desenvolvimento pessoal para todos. Coletivamente, a especialização de uma economia e sua capacidade competitiva esta intimamente ligada à qualidade de sua mão de obra. Nessas condições, chamam atenção análises sobre o ensino técnico em detrimento do ensino superior, como a discussão entre os presidenciáveis (clique aqui para ler sobre a opinião de um especialista).

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Postado em Destaques da Semana, Heldo Siqueira | Sem Comentários »

Bancos sem mitos

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2010

Enviado pela professora Ceci Juruá

O humor veio colaborar com a compreensão desta e de crises financeiras anteriores. Com ironia, o humorista gráfico espanhol, conhecido como El Roto, fez uma ilustração na qual um banqueiro diz: “A operação foi um sucesso: fizemos parecer uma crise o que não passou de um saque”. Recessão, destruição de empregos, protestos populares e mortes, aumento de impostos regressivos e redução de salários e aposentadorias, que conformam um quadro de profunda deterioração social são considerados danos menores. O artigo é de Alfredo Zaiat, do Página 12.

Alfredo Zaiat – Página 12

O próximo momento da crise grega se mostra tão previsível que provoca certa incredulidade na resposta dos líderes mundiais e organismos multilaterais. A débâcle argentina de 2001 é tão recente que parece que não aconteceu, para seguirmos nos persuadindo na insistência na receita do fracasso, com o FMI relegitimado pelas potências como auditor e polícia do ajuste. Embora substancial nas decisões, esse comportamento não se deve apenas a uma concepção ortodoxa de abordagem da questão econômica. O aspecto central é a hegemonia das finanças na fase atual do capitalismo global, que orienta o sentido das medidas do ajuste.

Estas medidas visam a evitar as bancarrotas bancárias generalizadas para evadir os custos ainda maiores que os atuais, dramáticos, e que já são ineludíveis. Recessão, destruição de empregos, protestos populares e mortes, aumento de impostos regressivos e redução de salários e aposentadorias, que conformam um quadro de profunda deterioração social são considerados danos menores frente à possibilidade de uma derrubada do sistema financeiro. Para evitá-la, anunciam pacotes milionários de auxílio como um ato de fé, apostando em melhorar dessa maneira as expectativas e em evitar a débâcle, ainda que a contrapartida seja o ajuste que aprofunda a crise e acelera o desenlace da desvalorização e do default.

O grande temor não é a queda da Grécia, que de fato já está prostrada numa virtual moratória, mas a situação dos grandes bancos europeus e o efeito expansivo para o resto da Europa, em especial países vulneráveis, como a Espanha e Portugal. A intervenção ativa da Alemanha nesta crise se explica, além de por sua condição de potência européia, como medida de proteção de seus bancos, dada a elevada exposição creditícia que eles têm nesses três países: na Grécia, 45,003 bilhões de dólares, em Portugal, 47,377 bilhões de dólares e, na Espanha, 237,983 bilhões de dólares.

Nesses três mercados a exposição de entidades alemãs equivale a quase 10% do total dos financiamentos externos de seu sistema bancário. No total, a exposição dos bancos europeus na Grécia chega a 192, 062 bilhões de dólares; em Portugal, a 240, 498 bilhões de dólares e, na Espanha, a 832, 288 bilhões de dólares. A fonte dessas cifras é o Banco Internacional de Compensações (BIS, em sua sigla em inglês) e correspondem ao fim de 2009.

O humor veio colaborar com a compreensão desta e de crises financeiras anteriores. Com ironia, o humorista gráfico espanhol, conhecido como El Roto, fez uma ilustração na qual um banqueiro diz: “A operação foi um sucesso: fizemos parecer uma crise o que não passou de um saque”.

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Belo Monte e o estado parceiro

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2010

 Roberto Pereira d’Araujo

 

De 1995 até agora o Brasil passou por uma mudança profunda em seus serviços públicos. Embora muitos ainda considerem que foi uma “reforma incompleta”, já é possível tirar algumas lições. Qualquer análise séria não pode deixar de reconhecer que, apesar das premissas, a privatização não trouxe muitas prometidas melhorias para a sociedade brasileira. Os exemplos ilustrativos são muitos. Os casos Light, Ampla, Barcas, Eletropaulo, Supervia, e algumas estradas pedagiadas são exemplos emblemáticos. O sempre citado contra-exemplo das telecomunicações, convenientemente, esquece o fato de que esse setor passou por uma radical revolução tecnológica que, muito provavelmente, também teria acontecido sob gestão estatal.

Mas o foco desse artigo não é absolutamente a defesa da gestão estatal. Pelo contrário, é preciso reconhecer que as empresas usadas como “moeda de troca” numa política de “governabilidade” pouco transparente perderam ainda mais a sua já decaída eficiência. Perante esse confuso quadro, o que é espantoso é que o termo “estatismo” continua tão pejorativo quanto antes para os analistas econômicos. No Brasil, a alusão às atividades de estado diferentes das básicas ainda soam como um “perigoso socialismo”. De nada adiantam os exemplos dos países desenvolvidos onde nem tudo é privado.  

Ora, para ser correto, é preciso admitir que, sob o atual cenário, não sabemos nem privatizar e nem gerir empresas públicas. Leia o resto do artigo »

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“SUS” da Educação muda papel do MEC

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2010

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A criação de um sistema nacional articulado de educação baseado no regime de colaboração entre União, Estados e municípios do Sistema Único de Saúde (SUS) vai depender de aprovação de lei complementar e mudanças na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) para se tornar realidade no país. O esboço dos primeiros artigos da futura legislação foi apresentado ontem durante o segundo dia de atividades da 1ª Conferência Nacional de Educação (Conae) e está sendo discutido pelos cerca de 3 mil delegados presentes ao encontro, que acontece em Brasília até quinta-feira. Clique aqui para ler mais.<-->

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Regulação financeira à prova de idiotas

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2010

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Por  Paul Krugman

Ezra Klein expressa certo ceticismo a respeito do meu ceticismo. Eu temia que a falta de uma reforma financeira funcionasse se o governo fosse dominado por pessoas que não acreditam em regulação; Ezra contesta que o FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) tenha se mostrado bastante resistente aos idiotas que estão no poder. Na realidade, estamos ambos certos. Clique aqui para ler mais<-->

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Inovação como forma de crescimento sustentável

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2010

Em participação na 1ª Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) defende a criação de programas e ações voltadas ao incentivo à inovação no país. Clique aqui para ler mais.

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Sustentabilidade energética começará nos transportes

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2010

Para José Goldemberg, do IEE-USP, veículos deverão comandar as mudanças rumo a fontes renováveis de energia. Clique aqui para ler mais.

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Estudo questiona risco de escassez de engenheiros no país

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010

Elaborado pelo Ipea, estudo não confirma que país precisa de mais engenheiros, enquanto o crescimento não passar de 5% ao ano

O atual ritmo de formação de engenheiros no Brasil é suficiente para suprir a demanda por profissionais dessa área se o ritmo de crescimento da economia nacional também se mantiver nos patamares de hoje e não ultrapassar os 5% ao ano, considerando o período 2009-2022. Clique aqui para ler mais.

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