Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS
Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar, Ala Sul70.058-900 Brasília-DF – Tel. 3315-3643/ 3315-3646
Mortes de macacos e a prevenção da febre amarela no Brasil, 2007 e 2008.
1. Até 1999, a vigilância da febre amarela era pautada exclusivamente na ocorrência de casos humanos. A partir daquele ano, com a observação de mortes de macacos em vários municípios de Tocantins e Goiás e o subseqüente aparecimento da doença na população, tais eventos passaram a ser vistos como sinalizadores de eventual risco (evento sentinela) de casos humanos de febre amarela silvestre. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Eduardo Kaplan Barbosa*
O Ministro do Longo Prazo, Mangabeira Unger, manifestou interesse em incluir a região da Amazônia na agenda de desenvolvimento brasileiro, e por isso tem recebido diversos ataques (clique aqui para ler a reportagem em ” O Globo “).
Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável
Depois de décadas em que o Brasil privilegiou o crescimento econômico a qualquer preço, sem considerar os impactos ambientais, o senso comum atual a respeito da Amazônia Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ministro das Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, deve ser o sujeito e o objeto da nova polêmica envolvendo as políticas de desenvolvimento do governo Lula. Depois de toda a controvérsia relacionada ao projeto de transposição do rio São Francisco (clique aqui para ler mais sobre a questão), o ministro Mangabeira decidiu partir para uma viagem de quatro dias à Amazônia com uma comitiva disposto a discutir propostas nada convencionais para o desenvolvimento da Amazônia (clique aqui para ler a reportagem do Jornal O Globo).
O “Projeto Amazônia” deve englobar atividades que vão da produção industrial à mineração. Entretanto, a proposta mais polêmica, e talvez desatinada, é a de criar um aqueduto para ligar a região Norte à região Nordeste. O ministro argumenta que algumas regiões têm um excesso de água, o que seria inútil, enquanto que outras áreas têm falta deste recurso.
Como já argumentado na questão da transposição do rio São Francisco, um projeto de tal envergadura deve levar em conta dois aspectos: o seu custo e seu impacto ambiental. Tanto do ponto de vista do custo quanto do ponto de vista do impacto ambiental, talvez seja mais inteligente apostar em projetos menos caros e que causem menos danos ao meio ambiente. Um exemplo disto é o projeto de cisternas para o Nordeste, que poderia trazer o volume de água necessário para a segurança hídrica da região, a um custo muito mais baixo e com impacto insignificante na natureza.
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Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
As oligarquias descendem de senhores de engenho e conservavam poder trocando votos por comida. Ações como Bolsa Família, ProUni e acesso à saúde as condenam ao desaparecimento
Por Mauro Santayana
Senadores da oposição comemoram o fim da CPMF
Três fatos encerraram o ano: a votação insuficiente para a prorrogação da CPMF no Senado (faltaram quatro votos), o aumento da confiança do país em Lula, segundo o Ibope, e a revelação, pela Folha de S.Paulo, de que 20 milhões de brasileiros deixaram as classes E e D, migrando para a classe C.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
ROBERTO MALVEZZI da Folha de São Paulo
O saldo do gesto de frei Luiz Cappio institui um abismo moral entre companheiros que até ontem bebiam da mesma água
O SALDO do gesto de frei Luiz Cappio demarca as margens e estabelece um abismo moral entre companheiros que até ontem bebiam da mesma água. O rio que nos separa é mais profundo que o São Francisco. O que está em jogo é o futuro deste país, do próprio planeta, da própria humanidade.
Durante o longo “jejum e oração”, principalmente diante da iminência de um desfecho trágico, o governo aceitou mais uma conversa com os opositores do projeto de transposição do rio São Francisco.
Na sede da CNBB, diante de nossas oito propostas alternativas à transposição, o governo reconheceu que seis delas poderiam ser consideradas, particularmente as políticas públicas contidas no “Atlas Nordeste” e a implementação de tecnologias de captação de água de chuva em projetos de convivência com o semi-árido. Porém, o governo jamais aceitou rever o projeto da transposição. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Luís Otávio de Abreu Reiff
Fernando Henrique Tavares
Letícia Vieira Corrêa
Gisele Ferreira Amaral
Este trabalho visa propor um método de composição de indicadores sociais que seja útil na avaliação de políticas públicas. Esse método será utilizado na criação de um índice composto de educação. O índice será disponível anualmente por município.
Nas últimas duas décadas, no Brasil, o planejamento econômico tem sido fortemente atacado. Em particular durante os governos Collor e FHC, o planejamento econômico mais geral foi quase completamente desativado. Esse processo começou a ser revertido muito recentemente com o programa de aceleração do crescimento – PAC e seus rebentos setoriais na educação e na saúde. O mais parodoxal nesse combate ao planejamento público é que a administração de grandes empresas privadas é altamente científica. No setor privado tudo é cuidadosamente planejado a longo prazo.
O setor público, por ser muito maior e exercer atividades muito mais fundamentais do que qualquer empresa privada, necessita de um planejamento ainda mais cuidadoso e científico. Mas para o setor público o planejamento é mais complexoe não só pelo tamanho. Uma empresa privada visa o lucro. Essa é praticamente a única finalidade de uma empresa privada. Qual é a finalidade última do governo?
Essa questão não possui uma resposta fácil. Supostamente seria o bem-estar de seus cidadãos. Mas não é possível medir essa variável de forma não contestável. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Luís Otávio de Abreu Reiff*
Gustavo Antonio Galvão dos Santos*
Luís Henrique Rosati Rocha+
O BNDES foi fundamental no processo de industrialização brasileira, financiando a estruturação de vários setores que contribuíram e continuam contribuindo para o crescimento do país. A indústria automobilística, a infra-estrutura de transportes e elétrica, a petroquímica e o setor de papel e celulose, a modernização da agricultura são exemplos do papel do BNDES.
Não é preciso falar da importância desses setores para a maturidade da economia atual do país. Só para citar um exemplo, a balança comercial do Brasil não teria a robustez atual se durante anos o país não tivesse investido tanto na capacidade competitiva desses setores.
Procurando contribuir para este debate, este estudo apresenta um indicador que mede o efeito do desembolso do BNDES sobre o nível de emprego com carteira de trabalho gerado. Este indicador será uma estimativa de um modelo de regressão do volume de emprego formal em relação ao volume de desembolso.
Porque a informalidade é um fenômeno tão expressivo no Brasil? A resposta é idêntica para todas as nações subdesenvolvidas. Nessas nações, a economia moderna é pequena em relação à população. Informalidade não é apenas uma questão de rigidez na legislação trabalhista, mas, principalmente, de falta de atividade econômica moderna, ou em termos mais claros, de falta de crescimento econômico. O emprego informal, em geral, é apenas uma alternativa de sobrevivência quando faltam melhores opções aos trabalhadores.
Artigo em .pdf clique aqui para ler >>
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Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, que foi publicada neste domingo (clique aqui para ler a entrevista). Dentre as inúmeras declarações polêmicas, o ex-presidente negou que tenha articulado a derrubada da CPMF e criticou o presidente Lula. No plano internacional, FHC curiosamente não atacou o presidente Hugo Chávez e defendeu a entrada da Venezuela no Mercosul. Leia o resto do artigo »
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