Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Será que a oposição continuará batendo na mesma tecla com o programa “Territórios da Cidadania” depois do relatório do TCU?
Relatório publicado (leia a íntega) pelo Tribunal de Contas da União enterra a tese oposicionista de uso eleitoreiro do Bolsa Família. Uma auditoria realizada nos anos de 2004, 2005 e 2006 (ano de reeleição) pelo TCU não encontrou indícios de irregularidade eleitoral. Segundo o relatório, o programa não discriminaria os prefeitos do PSDB e DEM.
A auditoria concentrou em buscar as causas da expansão do Programa Bolsa Família, que segundo PSDB e DEM, ao longo de toda a campanha de 2006, teria sido uma peça eleitoral a serviço da reeleição do presidente Lula. Uma acusação meramente política. Um resumo das conclusões do relatório do TCU refuta a tese: Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
Por causa da irresponsável política cambial e monetária, o banco central teve um prejuízo de R$ 47 bilhões em 2007. Isso equivale a 6 anos de Bolsa Família ou a mais de 4 vezes o que será gasto com os no novo programa social Territórios Cidadania (constestado pelo PSDB e o DEM, CLIQUE), que prevê beneficiar 24 milhões de pessoas.
Mas, o impressionante é que, ao contrário da brutal oposição ao Bolsa-Família e outros programas sociais, a oposição (qual?) e a imprensa não fazem qualquer contestação a irresponsabilidade do Banco Central. Os conservadores dizem que não tem dinheiro para a saúde, para a educação, para a segurança pública, para políticas sociais, para pagar pelo menos um salário mínimo para os aposentados. Mas, então como eles explicam que para bancar o prejuízo de R$ 47 bilhões do Banco Central nunca falta dinheiro? Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Artigo de Chico Oliveira, publicado hoje na Folha de São Paulo (para assinantes)
Retirado do Depósito do Maia
Concordo com o Chico de Oliveira que há uma enorme semelhança entre Hillary e Obama PT e PSDB (inclusive já ressaltei os problemas e origens dessas semelhanças, segundo minha opinião, CLIQUE). Mas discordo que sejam coisas iguais. O PT tem uma base popular que inevitavelmente o distancia do PSDB. A grande mídia ao menos pensa assim (sobre isso CLIQUE).
Há diferenças importantes entre os políticos, mesmo quando do mesmo partido, se não de macro-ideologia, ao menos de coragem, tolerância, decência e sabedoria. Não diferenciar nesses casos, significa se abster de opinar no curto prazo sobre de coragem, tolerância, decência e sabedoria. O que significa também pode significar perdas no longo prazo, que poderiam estar mais associadas às questões mais estruturais ou de interesse ideológico. Obama, por exemplo, teve coragem de dizer que os EUA precisam rever de forma significativa a posição em relação a Cuba. Vejam o que o Jefferson diz sobre Obama, CLIQUE.
Feitas minhas ressalvas, o texto do Chico de Oliveira é muito interessante e faz críticas corretas ao governo. Confiram:
OBAMA, TOCQUEVILLE E A ILUSÃO AMERICANA
Folha de São Paulo
Francisco de Oliveira
Obama, com seu terninho correto que faz par com o tailleur de Hillary Clinton, é tão parecido com sua rival quanto o PT com o PSDB
TOCQUEVILLE ESTÁ entre os mais reputados teóricos da democracia, e seu livro clássico sobre a democracia na América Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Por Maria Inês Nassif, em “O Valor” de hoje
Política vai parar de ganhar com a miséria
(…) O país que lê e tem emprego só entendeu a extensão dos resultados do Bolsa Família quando as pesquisas eleitorais, no auge do escândalo do mensalão, passaram a dar a dianteira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre qualquer candidato oposicionista, apesar de ter sido mantido durante longo período sob o fogo cerrado da oposição.
(…) As eleições de 2006 desarrumaram o arranjo tradicional, onde os chefes políticos locais levam o rebanho até o candidato apoiado pelo chefe estadual e este, por sua vez, negocia favores da política nacional. Esse desarranjo foi favorecido não apenas pelo Bolsa Família, mas também pela universalização do uso da urna eletrônica, guardiã do segredo do voto. Como o chefe político local não era o dono do benefício concedido ao pobre – que vinha na forma de um cadastramento feito pela prefeitura, mas que depois se tornava uma relação entre o beneficiado e o banco onde ele recebe o dinheiro – não era também aquele a quem se deveria retribuir com o voto. Aconteceu de forma bastante ampla, em 2006, uma inversão do que ocorria tradicionalmente: em vez do chefe local dizer em quem o eleitor teria que votar – e já não teria total controle sobre esse voto, que é eletrônico -, foi o chefe quem correu atrás do candidato do cidadão pobre. Lula conseguiu apoios nada desprezíveis de prefeitos de todos os partidos. E certamente não foi porque os prefeitos tinham se tornado petistas. Eles simplesmente adiaram um confronto com seus eleitores – reconciliaram-se com eles por meio de uma adesão pontual ao candidato à reeleição para a Presidência.
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Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho* do Blog do Jefferson
A oposição política brasileira está completamente perdida. Até em ano eleitoral ela não fica ao lado dos pobres. E, assim, conquistar mais uns votinhos. O programa Territórios da Cidadania lançado pelo governo busca reduzir a pobreza. Os beneficiados são justamente aquelas regiões ou municípios com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Daí que os presidentes do DEM, Rodrigo Maia, e do PSDB, Sérgio Guerra, vão entrar no STF para barrar o programa. A oposição é contra sob o argumento de que estamos em ano de eleições, portanto, o programa é eleitoreiro.
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Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
O governo tem errado barbaramente em algumas coisas. Por exemplo, a política econômica está nos levando a uma situação séria de déficit em conta corrente, pois deixou o câmbio valorizar estupidamente. A maioria das principais economias do mundo teve uma valorização em relação ao dólar de menos de 30% nos últimos 5 anos. O Brasil valorizou em mais de 100%. O resultado é que as importações estão disparando e a quantidade exportada está crescendo bem menos do que outros países emergentes. Estranhamente, sobre esse enorme equívoco do governo a oposição não fala nada…
Mas, por outro lado, o governo lança um interessante programa de desenvolver as regiões mais pobres, chamado de PROGRAMA TERRITÓRIOS DA CIDADANIA (clique aqui).
Por via do mercado, o crescimento econômico tende a ter pouco impacto sobre as condições dos mais pobres. Dessa forma, é bastante legítimo o governo estimular o desenvolvimento dessas regiões. Contudo, a oposição quer barrar dizendo que o programa é eleitoreiro e assistencialista. O radicalismo contra o governo e também contra a população mais pobre é tamanho que qualquer coisa que possa melhorar a vida do pobre pode ser tachado de eleitoreiro e assistencialista. Faz sentido? O PSDB e o DEM querem mesmo proibir por lei ações públicas para melhorar a vida dos mais pobres? Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho* do Blog do Jefferson
Nesta segunda-feira (25/02), o presidente Lula lançou oficialmente o programa Territórios da Cidadania. O progrma reúne 135 ações de desenvolvimento regional e de garantia de direitos sociais e beneficiará 958 municípios brasileiros (clique aqui para saber as localidades incluídas no programa) neste ano de 2008. Nas áreas beneficiadas, vivem cerca de 24 milhões de pessoas, sendo 7,8 milhões na área rural. Foram definidos 60 territórios por apresentarem o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, além de baixo dinamismo econômico. O investimento previsto para 2008 é de R$ 11,3 bilhões para reduzir a pobreza nessas regiões.
No lançamento, presidente defende o Bolsa-Família e diz que o Luz para Todos chegará a 10 milhões de beneficiados. Para o presidente Lula, o Territórios da Cidadania será criticado por ser considerado assistencialista, mas disse acreditar que população saberá distinguir o que é boa fé, do que é de má fé.
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Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
VALOR
* Márcio Pochmann
Um dos principais eixos estruturantes da reorganização do trabalho na nova economia do conhecimento encontra-se diretamente associado ao abandono do modelo taylorista de supervisão direta das atividades laborais. Cada vez mais ganham importância a autonomia do trabalhador e as equipes de empregados voltadas à resolução de problemas e à melhora da qualidade dos sistemas de produção.
O crescente envolvimento da mão-de-obra no processo produtivo permitiu ampliar consideravelmente o ganho de produtividade. Leia o resto do artigo »
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