prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Social':

Brito: “A morte de Edson foi um tiro no coração do Brasil”

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2008

  Fonte: PT dia 26/03/2008 

 ”O tiro da polícia que matou o Edson Luiz foi um tiro da ditadura militar que acertou o coração do Brasil”. A definição sobre o que representou o assassinato de Edson Luiz Lima Souto, no Restaurante do Calabouço, em 28 de março de 1968, não poderia ser mais exata. Até porque ela foi feita pelo professor de História, Elinor Brito, em entrevista à Rádio MEC AM, do Rio, nesta quarta-feira.

Era ele o presidente da Frente Unida dos Estudantes do Calabouço (FUEC), que lutava pela conclusão das obras do restaurante dos estudantes, que havia sido desalojado do seu antigo endereço, na Ponta do Calabouço, próximo ao Museu de Arte Moderna. No local, hoje, existe o Viaduto dos Estudantes, que dá acesso ao Museu e ao Aeroporto Santos Dumont.

“Eles queriam retirar o Calabouço dali porque iria ter a reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI), em 1967, e queriam reurbanizar a área”, contou Brito. No antigo local, em uma área de 10 mil metros quadrados, além do restaurante os estudantes também contavam com uma policlínica, com atendimento médico e dentista, um pequeno comércio e mais a sede da União Metropolitana dos Estudantes. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

“IBGE: trabalho com carteira assinada é recorde no País” é uma das boas novas de hoje

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 27/03/2008

Por José Augusto Valente*

O mês de fevereiro de 2008 mostrou o mais alto patamar de formalização do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do País desde o início da série histórica do IBGE, em março de 2002.

O gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo, mostrou dados que revelam que, no mês passado, o porcentual de trabalhadores formais no total de ocupados, somando empregados com carteira assinada e funcionários públicos, chegou a 54,6%.

O porcentual é o maior de toda a série e também o maior entre os meses de fevereiro de 2007 (52,9%), 2006 (52,2%), 2005 (50,7%), 2004 (50%), 2003 (51,6%) e 2002 (52%). Segundo ele, a formalização recorde reflete a melhoria no cenário econômico e a mudança da estrutura no mercado de trabalho.

A conseqüência da maior formalização, segundo ele, é um aumento do poder de compra dos trabalhadores, da contratação de crédito e do consumo.

Não cansamos de repetir que esse quadro de aumento da capacidade de consumo da população, pela elevação do emprego e da renda, é um fator que exige uma revisão dos planos estratégicos relativos aos investimentos em infra-estrutura de transportes (em especial o PNLT), já que impacta diretamente na geração de movimentação de cargas.

*José Augusto Valente: engenheiro e trabalho há 35 anos na área de transportes. Fui Presidente do DER-RJ em 2002 e titular da Secretaria de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, no período de maio/2004 a junho/2007. Atualmente atuo como Consultor em Logística e Transporte.

Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

Territórios da Cidadania no território da discórdia

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Valor Online (restrito a assinantes), em 20/03/2008

Por Arilson Favareto*

Depois do Bolsa Família e do Programa de Aceleração do Crescimento, é a vez de um novo programa do governo federal despertar polêmicas e polarizações absurdas, o Territórios da Cidadania. Discórdias cuja expressão mais visível foi a recente troca de farpas entre os presidentes da República e do Supremo Tribunal Federal. Em resumo, o novo programa prevê investimentos na casa dos 11 bilhões de reais, através de 16 ministérios, materializados em um pacote de 127 ações. Tudo isso com o objetivo de reduzir a pobreza nas regiões interioranas do Brasil. Para uns, trata-se de uma inovação nunca antes vista na história desse país. Para outros, mais uma manobra visando apenas angariar votos em ano eleitoral.

Esse clima de derby futebolístico não é como a jabuticaba, um privilégio brasileiro. Também na França ou nos EUA é comum que os formadores de opinião dividam-se em querelas absurdas, que costumam mais esconder do que iluminar as contradições que são inerentes a qualquer política pública. Para fugir das simplificações é preciso evitar o que o sociólogo Pierre Bourdieu chamava de amnésia da gênese, e relembrar porque a idéia de território alcança o repertório dos planejadores de políticas. Leia o resto do artigo »

Postado em Crônicas, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

DESINFORMAÇÃO DA GRANDE MÍDIA FACILITA PROLIFERAÇÃO DO AEDES AEGYPTI

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: fazendomedia.com

Escrito por Gustavo Barreto

Um órgão ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, com a tarefa de fiscalizar as contas municipais e ignorado pelo prefeito, foi o primeiro a enfatizar: a dengue vem aí. Logo depois o Ministério da Saúde – que também é poder público, lembremos – alertou enfaticamente: está aberto o caminho para o Aedes aegypti. A imprensa alternativa e setores organizados da sociedade civil, atentos aos reais problemas da população no campo da saúde pública, ampliaram: lá vem o mosquito. (Leia ao final carta enviada a César Maia em janeiro)

Nada disso ecoou da forma que deveria. Motivo: a grande imprensa está concentrada nas mãos de poucos e incompetentes políticos – privados ou públicos -, que criam e recriam o noticiário sem qualquer compromisso com o interesse público e chegam tarde demais no foco do problema. A dengue no Rio é mais um entre diversos exemplos gritantes.

No dia 24 de janeiro de 2008, antes mesmo de a epidemia ser reconhecida pelas autoridades mais responsáveis na área de saúde – excluindo, claro, a prefeitura do Rio -, a imprensa alternativa alertou para o fato de que o prefeito César Maia, por meio de seu secretário de saúde à época, não executou ou desviou para outras áreas os recursos que deveriam ir para o controle de vetores – incluindo o mosquito da dengue (leia ao final).

Segundo um relatório deste órgão da própria prefeitura, por exemplo, no exercício de 2006 23% do recurso transferido no próprio exercício (até dezembro), por meio da rubrica Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), não foram liquidados (utilizados) pela prefeitura. Desceram e simplesmente foram devolvidos, por incompetência gerencial.

 ”Despesas não relacionadas com sua finalidade”
Um montante de aproximadamente cinco milhões e meio de reais deixaram de ser utilizados, considerando-se a parcela transferida já no mês de janeiro, referente ao mês de dezembro de 2006. “Mesmo os recursos utilizados não foram totalmente aplicados adequadamente”, completam os relatores. “Ao analisar as despesas efetuadas no programa de trabalho específico, elencadas no quadro analítico da execução orçamentária, observam-se despesas não relacionadas com sua finalidade”.

Dentro da grande imprensa, o JB online saiu na frente, mesmo que atrasado, no dia 28 de fevereiro e confirmou o que havíamos apontado um mês antes: “Um levantamento da Controladoria-Geral do Município mostra que há tempos o combate ao Aedes aegypti deixou de ser prioridade da Secretaria de Saúde. No ano passado, a pasta pretendia investir R$ 13,7 milhões em programas de vigilância epidemiológica. Gastou apenas R$ 6,7 milhões – 49,3% do que havia planejado”. Completamos: os investimentos são tímidos, quase que insignificantes, e o resultado está aí. Já são até a noite desta quinta-feira (20/3) 23.555 pessoas infectadas e 30 óbitos, a maior parte crianças. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

MAIS DIFERENÇAS QUE SEMELHANÇAS ENTRE LULA E FHC NA ECONOMIA

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho (meus artigos) do Blog do Jefferson

Um artigo interessante do jornalista José Paulo Kupfer porque coloca outras linhas de análise na política econômica do governo atual. Em termos políticos, o governo atual não é visto como igual ou parecido para a maioria da população com relação à sua política econômica. É melhor, simplesmente. É um engano acreditar nisso, mesmo para aqueles que não encontram diferenças entre as políticas praticadas. O que importa é o resultado e, nesse quesito, tirando o ano de 2003, o resultado é bem melhor. Segue o artigo abaixo:

Do Blog do José Paulo Kupfer

Enquanto o fracasso é órfão de pai e mãe, o sucesso costuma dar briga de tapa pela paternidade. Nem se sabe ao certo quanto pode durar o êxito da política econômica do governo Lula, mas é recorrente a disputa pela autoria do feito. Num certo tipo de ambiente, o mote de que a única coisa boa da economia de Lula é a continuidade do que foi feito no governo Fernando Henrique pipoca mais do que catapora.

De tão repetido, já parece um daqueles lugares-comuns* que acabam soando falsos ou como solução de estilo preguiçosa. Assim como toda desculpa é esfarrapada, toda dúvida é atroz, toda ascensão é meteórica, e toda mentira é deslavada, há quem não consiga mencionar o sucesso da economia de Lula sem a fatal ressalva de que isso não passa de continuidade do governo FHC. Percebe-se, facilmente, até pela especialidade profissional dos falantes e escreventes, muitas vezes longe da economia, que a maioria não sabe bem onde está metendo a colher. Mas isso não tem importância, não é mesmo? Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Econômica, Política Social | 7 Comentários »

Dilma Rousseff, a sucessora presidencial de Lula

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Folha de São Paulo

Escrito por Kennedy Alencar* dia 21/03/2008

O projeto presidencial de Dilma Rousseff não é apenas um testedrive para a sucessão de 2010. É bem mais do que isso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está disposto a investir pesado politicamente para bancar a candidatura da ministra da Casa Civil. Isso significa tentar persuadir aliados e o próprio PT de que Dilma é o caminho ideal a trilhar.
Um resumo das razões de Lula: Dilma seria a melhor candidata para ganhar ou para perder.

Na hipótese de vitória, Lula seria a âncora política de Dilma durante todo o governo dela. A ministra possui perfil administrativo, mas atua com pouca desenvoltura nas negociações partidárias devido à mistura de temperamento explosivo e inabilidade política. Lula, portanto, seria um tutor político da presidente Dilma.

Outro ponto que conta a favor dela aos olhos de Lula: o presidente costuma dizer que Dilma não tem projeto coletivo. Traduzindo: não é ligada a nenhuma corrente interna do PT, não tem facção política. A corrente de Dilma se chama Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente tem extrema confiança em Dilma. Ela, por sua vez, dedica fidelidade canina ao chefe. Para algumas pessoas que já a ouviram falar de Lula na intimidade, ela coloca o presidente numa espécie de pedestal.
Por isso, no caso de Lula desejar ser candidato novamente ao Palácio do Planalto, Dilma seria a pessoa mais confiável para um acordo político nesse sentido. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | Sem Comentários »

Resgate social avança na América Latina

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 38, dezembro/2007

Por Sérgio Garschagen

Programas de transferência de renda aceleram a redução da pobreza e da indigência na América Latina e Caribe, que pela primeira vez em 16 anos ficam abaixo de 200 milhões de pessoas na região.

Os pobres da América Latina representam 35,1% do total da população, o que equivale a 190 milhões de pessoas, em 2007. Pouco mais de um terço deles – 69 milhões de indivíduos,ou 12,7% dos habitantes da área – estão abaixo da linha da extrema pobreza e são considerados indigentes.

Apesar de serem números eloqüentes, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), órgão regional das Nações Unidas,que elaborou essas estatísticas, informa que houve uma queda de 9,8 pontos percentuais em relação ao ano de 1990, quando o nível de pobreza atingia 22,5% da população latino- americana.

Adotando-se uma perspectiva de longo prazo, a comparação dos dados de 2006 com os números levantados pelos técnicos da Cepal em 1990 revela que a taxa de pobreza caiu 11,8 pontos percentuais e a de indigentes, 9,1 pontos percentuais, o que significa uma redução da ordem de 20 milhões de pessoas no número referente à indigência.Pela primeira vez em 16 anos o total de pobres cai para abaixo de 200 milhões de habitantes.

META ATÉ 2015 Os dados de 2007 para a América Latina e Caribe significam que houve um avanço médio de 87% na consecução dos objetivos de desenvolvimento do milênio, entre os quais está estabelecida a meta de reduzir pela metade os índices de extrema pobreza na região entre os anos de 1990 e 2015.

Em pouco mais de dois terços do tempo previsto, cinco países já atingiram o objetivo de reduzir a miséria pela metade. São eles Brasil e México (que representam mais da metade da população da América Latina), Chile, Equador e Panamá. Leia o resto do artigo »

Postado em Artigos Teóricos, Política Social | Sem Comentários »

Programa do MEC deve levar médicos e professores a todas as cidades do Brasil

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site do Vaccarezza, em 20/3/2008

Atualmente, cerca de 1,2 mil cidades não contam com atendimento médico. Já no sistema público de ensino básico, o déficit é de 250 mil vagas. A intenção do MEC é suprir estas carências com profissionais formados com auxílio do Fies (Financiamento Estudantil). Para quitar os empréstimos feitos junto ao governo, eles trabalhariam no sistema público de saúde e educação.

Apenas novos candidatos ao Fies poderiam aderir a essa proposta. A adesão não é obrigatória. Atualmente, existem 14,3 mil alunos de Medicina no Fies. A inadimplência média do programa, para todos os cursos, é de 23%. Segundo publicou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira (20), a proposta é dada como aceita dentro do governo, já que conta com “extrema simpatia” do presidente Lula. Ainda falta encerrar as negociações com a equipe econômica. “São recursos que a União deixa de receber”, lembra o secretário de Ensino Superior do MEC, Ronaldo Mota. “Mas, neste momento, pode ser mais importante a troca por educação e saúde”. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »