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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Social':

A revolta dos pobres

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A disparada dos preços dos alimentos detonou um clima de guerra global. Várias manifestações já ocorreram desde o início do ano na América Latina e Caribe. Preocupado com a onda de violência no Haiti, o Brasil enviou neste mês 14 toneladas de alimentos. Para conter a inflação e suprir a demanda interna o Ministério da Agricultura brasileiro suspendeu a exportação do arroz dos estoques do governo e pode estender esta medida para o milho.  

Segundo especialistas agora é a hora do Brasil e dos países africanos apostarem em inovações tecnológicas para suprirem a demanda global, com o horizontes de preços em ascensão.  O desafio é expandir uma produção agrícola menos intensiva em energia, com respeito ao meio ambiente, e arranjos produtivos que combinem tecnologia e inovação, além de incentivar esquemas de cooperativas para que o crédito chegue ao produtor rural.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Márcia Pinheiro e Phydia de Athayde

A disparada dos preços dos alimentos detonou um clima de guerra global. Na América Latina e no Caribe, manifestações pipocam desde o início do ano. Uma passeata no México contra a escalada do custo da popular tortilla, feita do milho americano, reuniu mais de 75 mil pessoas na capital, em janeiro. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, responsabiliza os atravessadores pela falta de leite e pão no país e tenta aplacar o descontentamento da população, afetada pelo desabastecimento. Como tantos, atribui a culpa da falta de comida à expansão dos biocombustíveis, que supostamente ocupariam áreas antes destinadas aos alimentos. Para discutir a situação, Chávez convocou, na quarta-feira 23, uma reunião extraordinária da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), da qual fazem parte Cuba, Bolívia, Nicarágua e Venezuela.

Preocupado com uma onda de violência no Haiti, o Brasil enviou neste mês à ilha caribenha 14 toneladas de feijão, açúcar e óleo de cozinha. Ao sul do continente, a presidente Cristina Kirchner deparou-se com uma Argentina em greve de associações ruralistas, quando taxou as exportações de soja e de semente de girassol em março. Além disso, as exportações de trigo do país vizinho para o mercado brasileiro continuam suspensas. O Brasil importa da Argentina 70% do trigo que consome e tem contornado a situação com compras dos Estados Unidos e do Canadá.

Em medida emergencial, para garantir o abastecimento interno e conter a inflação, o Ministério da Agricultura brasileiro anunciou a suspensão da exportação do arroz dos estoques do governo, na quarta 23, e pode estender a medida ao milho. No mesmo dia, a rede de atacado americana Sam’s Club informou que vai limitar a venda de arroz ao consumidor. Cada cliente terá um teto de quatro sacos de 9 quilos do produto por mês. A questão deixou de ser estatística, com impacto nos índices inflacionários mundiais, para adentrar à seara política. São recorrentes as revoltas, os saques e as manifestações em Moçambique, Iêmen, Uzbequistão, Peru, Indonésia, Mauritânia, Camarões, Egito e Senegal. Leia o resto do artigo »

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Simpósio Internacional Política de Emprego Garantido e Projeto Cidade Cidadã

Postado em 2 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Será realizado no BNDES, nos próximos dias 9 e 10, um simpósio internacional sobre Programas de Emprego Garantido no Mundo., conforme o programa abaixo.

Trata-se do primeiro evento no Brasil e, talvez, no mundo, em que se discute uma alternativa concreta ao neoliberalismo. O comparecimento será livre. Nós do Instituto Desemprego Zero e que trabalhamos neste blog somos um dos organizadores.

Contamos com a presença de nossos leitores que estiverem no Rio de Janeiro entre os dias 9 e 10 de Maio. Pedimos que divulguem entre os possíveis interessados.

Obrigado.

Equipe Desemprego Zero

SIMPÓSIO PROJETO CIDADE CIDADÃ

Uma visão geral de Programas de Emprego Garantido no Mundo

O objetivo deste Simpósio é reunir informações e avaliar o desempenho concreto de Programas de Emprego Garantido (PEG) no mundo, em especial na Índia, na África do Sul e na Argentina, países que se encontram na vanguarda de iniciativas políticas nesse campo. Pretende-se tomar essas experiências como parâmetros para estudos de um programa similar que venha a ser proposto no Brasil, inicialmente nas sete maiores Regiões Metropolitanas, em cujas periferias sociais se concentram os problemas de alto nível de desemprego e de subemprego, degradação das condições de habitabilidade, e segurança pública.

O PEG consiste em garantir, pelo poder público, emprego temporário a todo trabalhador desempregado não qualificado que esteja disposto a trabalhar por um salário básico. A força de trabalho assim reunida será aplicada em obras e serviços públicos nas próprias periferias sociais onde for recrutada, através de um Programa de Trabalho Aplicado (PTA). O PTA deverá gerar equipamentos, serviços e melhoramentos urbanos nas periferias sociais, assim como oportunidades de treinamento para os próprios habitantes dessas periferias, contribuindo para resolver, simultaneamente, os mais graves problemas urbanos de desemprego, condições de habitabilidade e segurança.

O Simpósio contará com a participação de especialistas e funcionários governamentais que acompanham ou estão à frente das experiências de trabalho garantido no mundo. Também participarão especialistas do The Levy Economics Institute do Bard College, de Nova Iorque, um dos mais destacados centros de estudo sobre políticas de pleno emprego nos Estados Unidos e no mundo. Estarão presentes, ainda, especialistas brasileiros em macroeconomia, autoridades governamentais, dirigentes sindicais e de comunidades periféricas, os quais discutirão as linhas gerais do projeto Cidade Cidadã, a ser eventualmente proposto para o Brasil.

Programa

SIMPÓSIO PROJETO CIDADE CIDADÃ – PARTE I

Visão geral de Programas de Emprego Garantido no Mundo: uma inspiração para o Brasil

Rio de Janeiro, 9 de maio de 2008. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 3 Comentários »

Simpósio discute alternativas concretas ao neoliberalismo

Postado em 2 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos próximos dias 9 e 10 de maio, o BNDES realiza o mais que benvindo simpósio internacional “Projeto cidade cidadã”, para discutir uma alternativa concreta ao neoliberalismo a partir da experiência de Programas de Emprego Garantido (PEG), em especial na Índia, África do Sul e Argentina.

 

A idéia é tomar essas experiências como parâmetros para estudos de um programa similar que venha a ser proposto no Brasil, inicialmente nas sete maiores Regiões Metropolitanas, em cujas periferias sociais se concentram os problemas de alto nível de desemprego e de subemprego, degradação das condições de habitabilidade e segurança pública.

 

O PEG consiste em garantir, pelo poder público, emprego temporário a todo trabalhador desempregado não qualificado que esteja disposto a trabalhar por um salário básico. A força de trabalho assim reunida será aplicada em obras e serviços públicos nas próprias periferias sociais onde for recrutada, através de um Programa de Trabalho Aplicado (PTA). O PTA deverá gerar equipamentos, serviços e melhoramentos urbanos nas periferias sociais, assim como oportunidades de treinamento para os próprios habitantes dessas periferias, contribuindo para resolver, simultaneamente, os mais graves problemas urbanos de desemprego, condições de habitabilidade e segurança.

 

O Simpósio contará com a participação de especialistas e funcionários governamentais que acompanham ou estão à frente das experiências de trabalho garantido no mundo. Também participarão especialistas do The Levy Institute do Bard College, de Nova Iorque, um dos mais destacados centros de estudo sobre políticas de pleno emprego nos Estados Unidos e no mundo. Estarão presentes, ainda, especialistas brasileiros em macroeconomia, autoridades governamentais, dirigentes sindicais e de comunidades periféricas, os quais discutirão as linhas gerais do projeto Cidade Cidadã, a ser eventualmente proposto para o Brasil.

 

PROGRAMA DO SIMPÓSIO (CLIQUE AQUI)

 

 

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Como retirar dezenas de milhões da extrema pobreza

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Para aumentar o impacto redistributivo da política social brasileira, tornam-se necessárias algumas mudanças que separem as medidas realmente distribuidoras de renda das concentradoras”.

Por Katia Alves

Por Sérgio Garschagen, de Brasília

Publicado originalmente Desafios do Desenvolvimento

Após uma forte queda nos anos imediatamente após o Plano Real, o número de pessoas na extrema pobreza permaneceu estagnado até 2003 em cerca de 21% da população brasileira. A partir desse ano, três fatores começaram a contribuir para a queda forte da pobreza extrema. O primeiro, que já se podia notar desde a década de 1990, é a redução gradual na desigualdade dos rendimentos do trabalho. O aumento quase contínuo do salário mínimo desde 1995 e a melhoria paulatina da qualificação da força de trabalho se combinaram para reduzir a desigualdade.

O segundo importante fator foram as políticas sociais. Por meio da seguridade social e de mecanismos como o Programa Bolsa Família, o governo tem transferido somas crescentes aos segmentos mais pobres da sociedade brasileira. A indexação dos benefícios da seguridade ao salário mínimo e o crescente orçamento do Bolsa Família estão entre os fundamentos da redução da pobreza.

Finalmente, nos últimos dois anos, a retomada da atividade econômica tem levado a níveis crescentes de renda para as famílias brasileiras - tanto pela via do mercado de trabalho como pela via das transferências governamentais. Leia o resto do artigo »

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Agricultura familiar + agronegócio

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A agricultura familiar segura o homem no campo e garante renda ou de sobrevivência ou para o consumo e pode ser uma excelente alavanca para grandes empreendimentos, quando organizada em torno de cadeias produtivas.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog do Nassif

Por: Luis Nassif

Desdobramento da grande revolução demográfica mundial, a crise de alimentos/energia vai trazer algumas mudanças relevantes.

Primeiro, nas relações norte-sul.

Não será possível resolver a crise de alimentos sem um amplo estímulo à agricultura tropical e uma redução nos subsídios dos países avançados.

Depois, nas relações agronegócios-agricultura familiar.

Nos países emergentes-avançados – como o Brasil – não será possível resolver a crise dos alimentos sem um estímulo forte à agricultura familiar.

É um paradoxo interessantíssimo. O agronegócio critica a falta de eficiência da agricultura familiar; os defensores da agricultura familiar criticam o caráter concentrador do agronegócio.

Só que um depende do outro. O agronegócio gera divisas, empregos, riqueza. Mas expõe os preços internos aos preços internacionais, provoca êxodo no campo (substituído por emprego de melhor qualidade, mas em menor número e pegando um público distinto daquele da agricultura familiar). Leia o resto do artigo »

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“Quem são esses brasileiros?” Como a Vale muda a mineração mundial

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para diversificar-se além do minério de ferro, a Vale resolveu crescer fora do Brasil…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Antonio Regalado

Quando a Companhia Vale do Rio Doce chegou à pequena cidade mineradora de Sudbury, no Canadá, um ano e meio atrás, o prefeito John Rodriguez se lembra de ter se perguntado: “Quem são esses brasileiros?”

Agora que a gigante da mineração abre caminho para a linha de frente do mundo internacional dos negócios, mais e mais pessoas fora do Brasil estão descobrindo. Em 2006, a Vale absorveu a maior empregadora de Sudbury, a produtora de níquel Inco, por US$ 17,8 bilhões. A Vale é hoje a segunda maior mineradora do mundo, e a maior produtora de minério de ferro, um insumo básico do aço.

Graças a uma alta de seis anos nos preços das commodities, a Vale gerou o maior retorno total aos acionistas, entre 2002 e 2006, de um grupo de 5.000 empresas do mundo consideradas pela Boston Consulting Group. Os investidores tomaram nota: a ação da Vale foi a terceira mais negociada de uma empresa estrangeira na Bolsa de Nova York no primeiro trimestre deste ano. A Vale anunciou ontem um lucro líquido de US$ 2 bilhões para o primeiro trimestre, uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado que atribuiu à fraqueza do dólar e a uma queda no preço do níquel.

A alta dos preços do minério de ferro está começando a se tornar uma grande preocupação estratégica para empresas e governos ao redor do mundo. Na Índia, autoridades do governo têm discutido a adoção de novos impostos sobre as exportações do minério para ajudar a controlar a disparada nos preços do aço. Este mês, a maior siderúrgica do mundo, a ArcelorMittal SA, que tem sede em Luxemburgo, informou que queria aumentar seu “controle” sobre a matéria-prima ao suprir 70% de suas próprias necessidades dentro de cinco anos. Leia o resto do artigo »

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A educação da mão-de-obra

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O ministro da Educação, Paulo Haddad e o Deputado Federal, Armando Monteiro (PTB-PE), discutem sobre o novo projeto que propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante.Mas o debate se concentra na esfera do financiamento, ou seja, quem deve financiar o projeto.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Maria Cristina Fernandes

Chega hoje à mesa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o texto do projeto de lei destinado a trazer para a discussão pública a participação empresarial num dos maiores gargalos ao crescimento: a formação da mão-de-obra. O projeto é ambicioso nos propósitos e na disputa política que pretende travar. Propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante utilizando-se para isso de recursos do Sistema S, conjunto de 13 entidades financiadas com o desconto de 2,5% sobre a folha de pagamentos e cujas siglas mais conhecidas são o Sesc e o Senai. É uma montanha de dinheiro equivalente a tudo que o governo gasta em suas universidades federais.

A proposta, que tem à frente o ministro da Educação, Fernando Haddad, tem como seu principal adversário o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e deputado federal, Armando Monteiro (PTB-PE).

O primeiro sensibiliza suas platéias com o argumento de que o ensino médio é o elo frágil da educação. A melhora na expectativa de ingresso no ensino superior, com a ampliação de vagas, ao contrário do que o MEC esperava, não surtiu efeito sobre as notas dos adolescentes nem sobre a elevada evasão escolar. Esperar que o investimento que se vem fazendo na educação fundamental surta efeito no ensino médio levaria anos. E relegaria ao abandono um contingente de 2 milhões de adolescentes que não estudam porque não vêem como descolar um emprego decorando a tabela periódica. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Um acordo selado entre governo e oposição garantiu o adiamento do depoimento da ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para o dia 7 de maio. Dilma, a preferida do presidente Lula para sua sucessão, respira um pouco. O pretexto para sua convocação é o esclarecimento do andamento das obras do PAC. Entretanto, a oposição quer utilizar a oitiva para fazer questionamentos acerca de um suposto dossiê com informações de gastos sigilosos do governo FHC.

 

Economia

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu para que seus países membros suspendam o controle de exportação de alimentos. Alguns países, como China, Argentina e Vietnã, ampliaram os controles após a disparada dos preços internacionais dos alimentos. Tais medidas têm causado graves problemas para os países pobres. Mesmo assim, há ainda quem defenda a plantação de cana para a produção de biocombustíveis.

 

Internacional

 

O presidente francês Nicolas Sarkozy admitiu que ter cometido erros no seu primeiro ano de mandato. Em entrevista transmitida ao vivo pela televisão, Sarkozy afirmou que, apesar disso, avançará na direção das reformas liberalizantes. O mandatário do Elysée enfrenta o pior índice de popularidade da história da V República num primeiro ano de mandato. Estaria o neoliberalismo em crise?

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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