Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Devido à diminuição do atraso na escolaridade dos jovens brasileiros, ministro da Educação diz que isso pode ser por causa das políticas públicas de estados e municípios para atrair jovens pra a escola. Portanto, estudiosos da área comentam que é necessário melhorar a qualidade da educação brasileira.
Por Katia Alves
Publicado originalmente no Tribuna on line
Dados obtidos a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a PNAD, do IBGE, mostram que há uma redução do atraso na escolaridade dos jovens brasileiros.
Em 99, quase 25% dos estudantes brasileiros de 15 anos concluíram o ensino fundamental. Terminaram essa fase dos estudos na idade correta. Em 2006, o índice subiu para 39%.
Entre os alunos de 18 anos, o índice passou de 52,6% para 70,6%. E entre os de 25 anos, o salto foi de 50,2% para 69,9%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Novo programa de educação lançado em São Paulo incluirá a remuneração por performance, o trabalho girara em torno de índices de desenvolvimento da educação, esses indicadores definirão as metas por escolas. A remuneração pro desempenho será de três salários mínimos e contemplará todos os funcionários das escolas.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Projeto Brasil
Por: Luis Nassif
A secretária de Educação de São Paulo, Maria Helena Cardoso, lançou seu programa de ação, incluindo a remuneração por performance – um dos pontos mais promissores (e polêmicos) nas discussões sobre modelos educacionais.
Todo o trabalho girará em torno do IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), indicador de qualidade das séries iniciais (1ª a 4ª séries) e finais (5ª a 8ª séries) do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
A Nota Técnica explica os critérios que estão sendo utilizados para a avaliação (clique aqui).
Há dois tipos de indicadores iniciais: Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O investimento na distribuição de água encanada e na coleta de esgoto poderiam poupar recursos do sistema de saúde. O Brasil ainda não coneguiu superar as desigualdades existentes.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Projeto Brasil
Por: Felipe Lessa
Quando se fala em promoção da saúde, um dos principais pilares para uma política pública eficiente ao setor é fundamental pensar em saneamento básico. Investir na distribuição de água encanada e na coleta de esgoto poderiam poupar recursos do sistema de saúde, prevenindo diversas doenças.
Apesar da recente melhora neste quesito, o Brasil ainda não conseguiu superar as desigualdades existentes. A proporção da população da região nordeste afetada pelo problemas é cerca do dobro da população branca. O mesmo acontece entre e o sudeste, por exemplo.
Estas foram algumas das constatações do estudo “Tão perto e tão longe das soluções”, realizado por Maria da Piedade Morais, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“O número de ocorrências de dengue continua aumentando no Estado do Rio de Janeiro, já foram confirmados 14.112 novos casos e 109 o número de vítimas fatais. A cidade do Rio de Janeiro lidera o número de mortes com 65 casos.”
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: JB Online
Por: Marcello Victor
Subiu para 145.350 o número de ocorrências de dengue em 2008 no Estado do Rio. Foram confirmados 14.112 novos casos até esta quinta-feira, 4.460 a mais, se comparado com a diferença entre o relatório do último dia 7 e o do dia 30 de abril.
A nova atualização dos dados da doença foi divulgada agora há pouco pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Em comparação com o relatório do último dia 7, mais três mortes foram confirmadas, subindo para 109 o número de vítimas fatais. Outras 123 estão sendo investigadas.
A cidade do Rio de Janeiro ainda lidera o número de mortes com 65 casos, seguido de Duque de Caxias (11), Angra dos Reis (7), Campos e São João de Meriti (5 cada), Paracambi, Nova iguaçu e São Gonçalo (3 cada) e Miguel Pereira, Belford Roxo, Italva, Itaguaí, Mangaratiba, Itaboraí e Magé (1 cada). Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Levantamento realizado pelo IPEA, ressalta que uma parte de imposto vai para transferência de renda e isso causa uma diminuição da carga tributária líquida. E segundo Pochmann,Presidente do IPEA, a carga tributária líquida é baixa para um país como o Brasil e o sistema tributário do Brasil é injusto e acentua as desigualdades.
Por Katia Alves
Por Karen Camacho
Publicado originalmente na Folha online
Levantamento inédito do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na área tributária refaz as contas em relação a arrecadação de impostos e aponta que quase dois terços dos impostos vai para transferências de renda. Com isso, a carga tributária líquida cai para 12% do PIB.
Os dados, obtidos pela Folha Online, serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária.
“Queremos ajudar na discussão da reforma e mostrar porque a desigualdade é tão alta e que a tributação não ajuda a acabar com isso”, afirmou.
Para chegar ao índice de 12% o Ipea excluiu os pagamentos previdenciários, as transferências de renda com programas sociais, como o Bolsa Família, o pagamento de juros e os subsídios a empresas. Os dados referem-se à carga tributária de 2005, que bruta chegou a 33,4%. Em 2007, esse índice subiu para 35,7%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Pesquisa realizada pelo IPEA, mostra que apenas 10% da população brasileira detêm 75,4% da riqueza do país e as capitais que mais concentram renda são São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Isso ressalta como o nosso país tem um elevado nível de concentração de renda. Tal pesquisa tem objetivo de apresentar elementos para se discutir a reforma tributária. Porque, segundo Márcio Pochmann, presidente do IPEA, no Brasil há uma má distribuição no que diz respeito ao pagamento de impostos, o rico paga pouco. E o peso da carga tributária incide 44,5% a mais para o pobre. Sendo de extrema importância resolver o problema tributário no país para diminuir as desigualdades sociais.
Por Katia Alves
Karen Camacho
Publicado originalmente Folha online
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) elaborou um levantamento que aponta as desigualdades no Brasil. Um dos dados mostra que os 10% mais ricos concentram 75,4% da riqueza do país.
Os dados, obtidos pela Folha Online, serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária.
A pesquisa também mostra como é essa concentração em três capitais brasileiras. Em São Paulo, a concentração na mão dos 10% mais ricos é de 73,4%, em Salvador é de 67% e, no Rio, de 62,9%.
Para Pochmann, a injustiça do sistema tributário é uma das responsáveis pelas diferenças. “O dado mostra que o Brasil, a despeito das mudanças políticas, continua sem alterações nas desigualdades estruturais. O rico continua pagando pouco imposto”, afirmou. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), no Brasil, existe um médico para cada 500 habitantes. Isso significa o dobro do que a Organização Mundial de Saúde recomenda e, no entanto, grande parte da população sofre com a falta de atendimento. Faltam nos centros e postos de saúde materiais elementares como torneiras de água corrente, sabão, pias e toalhas para a lavagem de mãos; lençóis de papel para as macas de exames, médicos, termômetros e balanças…
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Projeto Brasil
Por Lílian Milena
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), no Brasil, existe um médico para cada 500 habitantes. Isso significa o dobro do que a Organização Mundial de Saúde recomenda e, no entanto, grande parte da população sofre com a falta de atendimento adequando por problemas de infra-estrutura e concentração de especialistas nas regiões urbanas mais desenvolvidas do país.
O presidente da entidade, Dioclécio Campos Jr., denunciou em carta aberta às autoridades e à população: “Faltam nos centros e postos de saúde materiais elementares como torneiras de água corrente, sabão, pias e toalhas para a lavagem de mãos; lençóis de papel para as macas de exames, médicos, termômetros e balanças”.
Plano Nacional de Saúde
Em 2005, o Ministério da Saúde criou uma Agenda de Compromissos pela Saúde, definindo três áreas prioritárias de investimentos (Pacto em Defesa do Sistema Único de Saúde/ SUS, Pacto de Defesa da Vida e Pacto de Gestão). No ano seguinte, o governo federal publicou uma série de documentos divididos em sete volumes, com as diretrizes, regulamentos e orientações do plano. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Cento e vinte anos depois da proclamação da Lei Áurea, a situação de parte dos 90 milhões de afrodescendentes do país ainda é lamentável, segundo pesquisadores e organizações que defendem as políticas afirmativas para os negros.”
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Agência Carta Maior
Por: Ivan Richard
No dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinava o documento que declarava livres todos os escravos do Brasil. Cento e vinte anos depois da Lei Áurea, a situação de parte dos 90 milhões de afrodescendentes do país ainda é lamentável, segundo pesquisadores e organizações que defendem as políticas afirmativas para os negros.
“O melhor presente que a população negra pode receber nesses 120 anos de ‘desescravização’ é, precisamente, o Estado brasileiro aprofundar as políticas de igualdade social. Só assim vamos, de fato, construir uma nação mais eqüitativa e mais igualitária entre as diferentes populações que aqui habitam”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Valter Roberto Silvério.
Silvério diz que houve melhoras de condições, “mas tanto o acesso ao mercado de trabalho, quanto à escolarização, ainda são insuficientes para gerar um padrão de igual acesso, igual oportunidade da população negra quando comparada à população branca”. Para ele, as políticas públicas de discriminação positiva, como a definição de cotas nas universidades, são a melhor forma de promover a igualdade racial. Leia o resto do artigo »
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