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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Social':

Jovens à disposição

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Jorge Abrahão de Castro, diretor de estudos do Ipea e um dos organizadores da pesquisa “Juventude e Políticas sociais no Brasil em entrevista à Carta Capital declara que a taxa de desemprego é mais alta nos jovens (faixa etária de 15 a 24 anos) pois a rotatividade é maior e o custos relativos a sua dispensa, que são menores em relação ao custo de uma pessoa mais experiente.

No Brasil o número de desempregados jovens é maior do que no resto do mundo e isso só tende a tornar mais precário a situação dos jovens no mercado de trabalho, pois ficam em empregos de pior qualidade, pior remuneração, trabalhos mais pesados e migram para emprego informal, afirma Jorge Abrahão de Castro.

Mas declara também que o emprego está aumentando no Brasil. Os últimos dados estão mostrando uma aceleração do emprego, principalmente do emprego formal. E é fundamental manter o nível do crescimento para que seja um elemento de inclusão dos jovens. Mas ele ressalta que isso não é suficiente, pois tem que haver também políticas públicas.

*Por Katia Alves

Por Manuela Azenha

Publicado originalmente na Carta Capital

No dia 20 de maio foi divulgada uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de 2006 que trata da situação dos jovens na sociedade. O trabalho Juventude e Políticas sociais no Brasil, organizado por José Abrahão e Luseni Aquino, constata que no Brasil, de cada dois desempregados, um deles está na faixa dos 15 a 24 anos. 

O relatório Tendências Mundiais do Emprego Juvenil da OIT (Organização Internacional do Trabalho) indica que o desemprego mundial em 2006 atingiu o recorde de 200 milhões de pessoas, e que entre elas, quase a metade são jovens. 

Segundo os técnicos do Instituto, o desemprego entre os jovens é maior devido à pouca experiência e ao baixo custo de demissão para as empresas. Esse número é 3,5 vezes maior que entre os adultos e vem crescendo desde 1990. 

Dos dez países pesquisados pelo Ipea (México, Argentina, Reino Unido, Suécia. Estados Unidos, Itália, Espanha, França e Alemanha), a proporção de jovens entre os desempregados no Brasil é a mais alta: 44,6%. A mais baixa, de 16,3%, é na Alemanha.  Leia o resto do artigo »

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A América Latina: males de origem

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo de Almeida

Livro: Livraria Cultura

O inevitável: sempre que o nome deste historiador é sublinhado por algo ou alguém, recorre-se à pergunta – por que não se fala neste Manoel Bonfim? Por que poucos sabem dele? Por que não exerceu influência no pensamento brasileiro? Por que, como questionou Darcy Ribeiro, sua obra extraordinária não serviu de cimento na construção de nossas consciências nacionais? Sobre tais questões debruçaram-se todos os seus intérpretes. De Dante Moreira Leite a Ronaldo Conde Aguiar. De Nelson Werneck Sodré a Aluízio Alves Filho. De Antonio Candido a Maria Thétis Nunes. De Vamireh Chacon a Roberto Ventura e Flora Süssekind. A certeza: tão brilhante quanto valente, tão visionário quanto pouquíssimo lido, é fato que, embora espaçadamente, o nome de Bonfim e sua obra têm recebido homenagens com evidente musculatura acadêmica, literária e jornalística. De alguns anos para cá, coube à editora Topbooks oferecer a mais importante contribuição para o reconhecimento deste historiador, com a reedição de alguns dos seus principais livros e a acolhida da preciosa biografia escrita por Ronaldo Conde Aguiar, O rebelde esquecido, originalmente uma premiada tese de doutorado.

A novidade: a Topbooks reedita agora, com capa e diagramação novas, o livro A América Latina: males de origem, doze anos depois de oferecê-la ao leitor. Justificável. A obra chega ao centenário neste 2005. E, acima, de tudo, reafirma, como quase sempre ocorre com este sergipano tinhoso, a atualíssima identificação dos vícios repetidos e dos males perpetuados que se tornaram algumas das melancólicas sinas do Brasil.

Como afirmou Elio Gaspari certa vez, poucos estudiosos do país defenderam seu povo com tanta valentia. América Latina é uma das provas mais evidentes. Escrito em 1904, em Paris, ainda sob os eflúvios da Proclamação da República, nele Bonfim investiga a “causa efetiva” dos males que atingem as antigas colônias ibéricas da América Latina, atribuindo-os ao “peso” do “parasitismo das metrópoles” – ou seja, à dominação colonial, para ele um passado funesto. O historiador enuncia como fundamentos de sua análise “o desejo vivo de conhecer os motivos dos males de que nos queixamos todos” e “o desejo de ver esta pátria feliz, próspera, adiantada e livre”.

E quem não quis, cara pálida? A diferença, em Bonfim, é sua originalidade – que acaba se transformando no seu próprio pecadilho. Afinal, critica as sociologias biologísticas, em moda na época, mas adere ao biologismo para explicar o chamado “parasitismo social”: abaixo do Equador, diz, a luta não é de classes, mas entre parasita e parasitado. Utilizando-se de referências na botânica, na biologia e na zoologia para estabelecer metáforas sobre a formação social brasileira, em particular, e latino-americana, em geral, Bonfim afirma que o parasitismo é a “causa das causas” que resume “a história de todas as decadências que vão desaparecendo as civilizações”. Leia o resto do artigo »

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Reação ao Estímulo

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O dialogo com os indígenas continua tenso, desde 1989 quando houve o primeiro debate sobre a obra da construção de hidrelétricas no rio Xingu, onde a índia Túria hostilizou o presidente da Eletronorte. Gerando repercussão Brasil afora. Ainda há muito há se fazer para a construção de um ambiente favorável a discussão da construção da usina.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: CartaCapital

Por: Redação CartaCapital

O sangue que escorreu do braço do engenheiro da Eletrobrás Paulo Fernando Rezende, ferido por indígenas na terça-feira 20, turvou novamente o diálogo com os interessados na construção de hidrelétricas no rio Xingu. Rezende foi atingido após discursar a favor da usina de Belo Monte a uma platéia de ribeirinhos, ambientalistas e indígenas que participavam do Encontro Xingu Vivo para Sempre, em Altamira (PA). No dia seguinte, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a agressão.

A idéia das usinas é antiga e nunca foi aceita pelos indígenas. Em 1989, num debate sobre a mesma obra (então chamada de Kararaô), a índia Túria, da etnia caiapó, hostilizou e encostou um facão no rosto do presidente da Eletronorte, José Antônio Muniz Lopes. O episódio repercutiu Brasil afora e o Banco Mundial desistiu de financiar a obra.Hoje, a usina de Belo Monte é um dos projetos prioritários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, focado em suprir a carência energética brasileira. Como ficou claro em Altamira, há muita animosidade. Em nota, a comissão organizadora do encontro lamentou a agressão, que “não representa o espírito democrático de diálogo”. A antropóloga e professora da PUC/SP, Carmen Junqueira, estuda populações indígenas há 40 anos e falou à CartaCapital.

CartaCapital: Um debate terminar em agressão física é sinal de incapacidade dos índios para se defender com palavras?
Carmen Junqueira:
Na história indígena, não há registro de ataques que não sejam para se defender. Eles estão se defendendo de uma ameaça ao seu hábitat. Não sabemos o que foi dito, o que foi questionado e como foi respondido. O índio reage quando estimulado. Leia o resto do artigo »

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Os 10 mitos sobre as cotas

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Vivemos em uma das sociedades mais injustas do mundo, onde o sistema de cotas se torna necessário devido ao abismo social existente. A educação pública é de qualidade péssima, tornando-se um agravante para a desigualdade social. O sistema de cotas irá beneficiar aos alunos de escolas públicas, colocando como requisito uma representatividade racial e étnica equivalente à existente na região onde está situada cada universidade. Trata-se de uma criativa proposta onde se combinam os critérios sociais, raciais e étnicos.

As cotas não solucionam todos os problemas da universidade, são apenas uma ferramenta eficaz na democratização das oportunidades de acesso ao ensino superior para um amplo setor da sociedade excluído historicamente do mesmo. É evidente que as cotas, sem uma política de permanência, correm sérios riscos de não atingir sua meta democrática

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Inclusão Social

Por: Laboratório de Políticas Públicas/ UERJ

1- as cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no artigo 5º da Constituição, pelo qual “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. São, portanto, inconstitucionais.

Na visão, entre outros juristas, dos ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se à igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma Constituição Federal. As políticas públicas de afirmação de direitos são, portanto, constitucionais e absolutamente necessárias.

2- as cotas subvertem o princípio do mérito acadêmico, único requisito que deve ser contemplado para o acesso à universidade.

Vivemos numa das sociedades mais injustas do planeta, onde o “mérito acadêmico” é apresentado como o resultado de avaliações objetivas e não contaminadas pela profunda desigualdade social existente. O vestibular está longe de ser uma prova equânime que classifica os alunos segundo sua inteligência. As oportunidades sociais ampliam e multiplicam as oportunidades educacionais.

3- as cotas constituem uma medida inócua, porque o verdadeiro problema é a péssima qualidade do ensino público no país.

É um grande erro pensar que, no campo das políticas públicas democráticas, os avanços se produzem por etapas seqüenciais: primeiro melhora a educação básica e depois se democratiza a universidade. Ambos os desafios são urgentes e precisam ser assumidos enfaticamente de forma simultânea. Leia o resto do artigo »

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2,4% de vagas em universidades públicas são de cotas

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo estimativa feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na pesquisa “Juventude e Políticas Sociais no Brasil” 51.875 vagas foram reservadas para beneficiar estudantes negros em universidades públicas.

* Por Kátia Melissa Bonilla Alves, editora

Publicado Jornal da Ciência

Entre 2001 e 2008, foram oferecidas 7.850 vagas por ano destinadas para negros em universidades públicas, diz Ipea

Desde que a primeira universidade pública, em 2001, adotou em seu vestibular o sistema de cotas para beneficiar estudantes negros, 51.875 vagas foram reservadas para essa população, segundo estimativa feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na pesquisa “Juventude e Políticas Sociais no Brasil”.

Neste cálculo, não estão incluídos outros estudantes beneficiados por cotas muitas instituições também reservam vagas para alunos da rede pública e outros grupos- e não significa que todas as vagas oferecidas foram preenchidas. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A base governista planeja criar um novo tributo para a pasta da Saúde. Neste ínterim, integrantes da oposição já começam a esbravejar. A antiga CPMF tinha várias virtudes. O fato é que o governo perdeu, do dia para a noite, uma receita de quase R$ 40 bilhões. Mais uma vez transparece a luta entre os interesses da elite e da classe média, maiores beneficiárias da extinção do imposto, e o interesse dos menos favorecidos, beneficiados pelos recursos da contribuição.

 

Economia

 

O presidente Lula adiou a decisão de criar um fundo soberano. Os recursos seriam oriundos do superávit primário e serviriam para dar rentabilidade aos recursos e para financiar empresas brasileiras no exterior. De fato, não parece ser a melhor idéia utilizar dinheiro de impostos para este fundo. O ideal seria a utilização de parte das reservas internacionais. Entretanto, o Rei Meirelles não quer e parece que o governo não tem apitado muito nas decisões do Banco Central.

 

Internacional

 

A revista Times publicou uma reportagem afirmando que uma chapa Obama/Clinton pode estar próxima de ser concretizada. Segundo a publicação, o comando da campanha do senador por Illinois já dá como certa sua vitória. Já os partidários de Hillary Clinton querem o segundo posto da chapa, para que ela possa voltar em 2016.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Sobre Reforma Tributária

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Márcio Pochmann, presidente do IPEA, afirma que a CPMF era um imposto moderno e declara que o sistema de imposto de renda deve passar por mudanças. Os pobres no Brasil pagam 44%, em proporção do rendimento, em impostos e outras contribuições, contra 23% que os 10% mais ricos do país pagam. De cada R$ 3 que o governo arrecada, apenas R$ 1 fica para ele exercer suas funções. Os mais pobres do Brasil suportam uma carga tributária bastante mais pesada do que os mais ricos, e para Pochmann a reforma tributária enviada pelo governo ao Congresso não ajudará a reduzir a desigualdade.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Diário Digital

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a CPMF era um imposto moderno e que conversava com futuro, “uma vez que conseguia taxar uma riqueza imaterial, que é a que circula no mercado”.

Quanto ao atual sistema do imposto renda defende mudanças, afirmando que é preciso haver mais faixas de alíquota e que o atual sistema de duas faixas (15% e 27,5%) não é o ideal, já que a primeira seria muito alta e a última muito baixa. Pochmann disse que nos outros países há até cinco faixas, o que também teria ocorrido durante o regime militar brasileiro: – Tínhamos um sistema melhor – lamentou ele, acrescentando que poderia haver faixas de até 40% a 50%.

Os pobres no Brasil pagam 44%, em proporção do rendimento, em impostos e outras contribuições, contra 23% que os 10% mais ricos do país pagam, a desigualdade resulta da política fiscal. Embora uma décima parte dos mais pobres não pague Imposto de Renda, essa faixa da população consome bens com alta carga de impostos indiretos. Leia o resto do artigo »

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Sucesso econômico de Lula cria novos desafios para o Brasil

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O crescimento do PIB em 2007 permitiu vários avanços, foram criadas, entre 2003 e 2007, mais de 6 milhões de empregos formais,  sendo que só em 2007 foram gerados 1,6 milhão de novos empregos. Os trabalhadores viram, em 2008, o salário mínimo chegar a R$ 415, assim como conseguiram aumentos reais na maioria das negociações, além de que mais de 20 milhões de pessoas deixaram a linha da miséria e da pobreza. Espera-se que em 2008 possam ser repetidos os mesmos pontos positivos alcançados até 2007.

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Antonio Biondi  

Para presidentes da CUT e Ipea, professores e dirigentes sindicais, o Brasil está diante de uma chance histórica de crescimento qualificado; momento é chave para adoção de medidas que garantam um desenvolvimento com diminuição da pobreza e da desigualdade. Carta Maior começa a publicar nesta segunda-feira uma série de reportagens sobre o tema realizadas por Antonio Biondi.

O Brasil comemora notícias positivas na sua economia. O crescimento do PIB em 2007, de 5,4% permitiu vários avanços – e pode se repetir em 2008. Foram criadas, entre 2003 e 2007, mais de 6 milhões de empregos formais (novas vagas com carteira-assinada), sendo que 2007 estabeleceu o recorde a ser quebrado: 1,6 milhão de novos empregos.

Nos últimos dias, o país lançou uma ambiciosa proposta de política industrial – o Plano de Desenvolvimento Produtivo – e obteve o investment grade de parte de uma agência de classificação de risco, que colocou o Brasil no grupo dos bons pagadores mundiais – e portanto recomendável para novos investimentos (especulativos e produtivos) com menores riscos. E os trabalhadores viram o salário mínimo chegar a R$ 415 em 2008, assim como conquistaram aumentos reais em nada menos que 88% das negociações com seus patrões em 2007. Por fim, em uma das notícias mais comemoradas nos últimos anos, 20 milhões de pessoas deixaram a linha da miséria e da pobreza desde 2003, saindo das classes D e E, fazendo da classe C a mais numerosa e representativa do país. Leia o resto do artigo »

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