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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Social':

Educação e Desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Vivemos numa época de transformações sociais profundas. Valores novos substituem antigos paradigmas. Novas tecnologias traçam caminhos antes impensados. E até recursos considerados básicos para o progresso de povos e nações cedem lugar a outros, que na visão anterior eram deixados de lado, não apenas como secundários, mas até, em alguns casos, como dispensáveis.

Vejamos, por exemplo, o caso da educação no Brasil. Durante todo o período colonial, ela foi sistematicamente deixada de lado, porque não era um instrumento útil na extração de matérias-primas. E mais ainda, porque poderia tornar-se um fator de instabilidade social, gerando reivindicações inadequadas da mão-de-obra alfabetizada. A educação básica só veio a interessar o governo durante o segundo império, e essa defasagem de séculos gerou um desequilíbrio que ainda hoje emperra o desenvolvimento harmonioso do país, criando legiões de analfabetos reais ou funcionais, incapazes de desempenhar tarefas que exigem um grau mínimo de especialização. E tornando-se, em conseqüência, um dos fatores da enorme desigualdade social que, ainda hoje, condena uma legião de brasileiros a situações de pobreza extrema, sem condições dignas de alimentação, trabalho e moradia. E até pouco tempo atrás, era voz corrente que o Brasil, pela sua extensão territorial e a variedade de seus recursos naturais, poderia desenvolver-se rapidamente apenas com o aumento de recursos financeiros, fossem eles nacionais, ou de origem externa.

Hoje, porém, verifica-se que países detentores de recursos naturais bem mais reduzidos, como é o caso da Finlândia, ou dos chamados tigres asiáticos, atingiram níveis espetaculares de desenvolvimento econômico e social por terem concentrado seu esforço nos investimentos em educação, com ênfase na educação básica. E o Brasil, felizmente, está acordando para essa realidade, embora num ritmo ainda lento. Leia o resto do artigo »

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Educação, crescimento e desigualdade

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo escrito por José Márcio Camargo – professor do departamento de economia da PUC/Rio e sócio da Tendências Consultoria Integrada – afirma que é de extrema importância o Estado investir em educação principalmente no ensino fundamental e médio.

O autor observa que no Brasil se gasta mais com aposentadorias e pensões e gasta muito pouco com educação no ensino fundamental e médio. Ou seja, o Brasil gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões e apenas 3,5% do PIB com este ensino.

O baixo nível de gastos nessa área do ensino acaba originando uma baixa qualidade na educação pública. E isso acaba gerando um grande obstáculo para um pobre poder entrar numa universidade pública de qualidade.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Isto é

Por José Márcio Camargo

Somente educação e progresso técnico são capazes de gerar crescimento no longo prazo. Por outro lado, os ganhos obtidos pela sociedade como um todo com um ano adicional de ensino nos níveis fundamental e médio são maiores do que os ganhos obtidos pelos indivíduos que adquirem este ano adicional de estudo (o oposto ocorre no nível universitário).

Exatamente por estas duas razões o investimento do Estado no ensino fundamental e médio é decisivo para gerar a oferta adequada de educação nestes níveis de ensino. Se as decisões de investir em educação fundamental e média forem deixadas para os indivíduos, eles tenderão a investir menos do que o socialmente ótimo. Ou seja, priorizar o investimento público em educação fundamental e média é uma condição necessária (ainda que não suficiente) para aumentar o bem-estar da população no longo prazo, reduzir a pobreza e a desigualdade da renda.

Apesar disto, a prioridade dada pela sociedade brasileira à educação é muito baixa. Vários são os indicadores desta baixa prioridade. Em primeiro lugar, cerca de 30% da população brasileira tem menos de 15 anos e os gastos públicos com educação fundamental e média atingem 3,5% do PIB. Por outro lado, o País tem 7% de sua população com mais de 65 anos e gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões. Ou seja, por beneficiário, o Brasil gasta 17 vezes mais com seus idosos do que com a educação de suas crianças e jovens. Leia o resto do artigo »

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“O fim do laissez-faire” – Keynes

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

John Maynard Keynes apresentou na década de 1920 uma instigante reflexão em “The end of laissez-faire”. A Grande Guerra (1914-18) provocara mudanças profundas e algumas pessoas sentiam que o mundo entraria em uma nova fase. Keynes foi um expoente de seu tempo e sua obra ainda instiga profundas reflexões.

THE END OF LAISSEZ-FAIRE (1926)

John Maynard Keynes

Note

This essay, which was published as a pamphlet by the Hogarth Press in July 1926, was based on the Sidney Ball Lecture given by Keynes at Oxford in November 1924 and a lecture given by him at the University of Berlin in June 1926.

 

I

The disposition towards public affairs, which we conveniently sum up as individualism and laissez-faire, drew its sustenance from many different rivulets of thought and springs of feeling. For more than a hundred years our philosophers ruled us because, by a miracle, they nearly all agreed or seem to agree on this one thing. We do not dance even yet to a new tune. But a change is in the air. We hear but indistinctly what were once the clearest and most distinguishable voices which have ever instructed political mankind. The orchestra of diverse instruments, the chorus of articulate sound, is receding at last into the distance. Leia o resto do artigo »

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Lula costura acordos estratégicos com líderes da América Central

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Lula desembarcou nessa quarta-feira em El Salvador, onde vai discutir com os países da América Central diversos temas como fome, pobreza, biocombustíveis e segurança. A Cúpula América Central-Brasil servirá para analisar o estado das relações políticas dos países envolvidos, o estímulo do comércio comum e o investimento e os programas de cooperação para o desenvolvimento de biocombustíveis.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Vermelho

O Brasil discutirá com os países da América Central possibilidades de acordo nas áreas de combate à fome, erradicação da pobreza, biocombustíveis e segurança. Os temas estarão em pauta na 3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo das duas regiões, nesta quinta-feira (29), em El Salvador.

Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estarão mandatários de Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá – países que integram o Sistema para a Integração Centro-Americana (Sica) – e República Dominicana.

Lula chegou a El Salvador na noite de quarta-feira (28), acompanhado por seis ministros de Estado e por uma comitiva de empresários brasileiros.

A ministra de Assuntos Exteriores de El Salvador, Marisol Argueta, recebeu o presidente no aeroporto de Comalapa, 44 quilômetros ao sul de San Salvador.

A Cúpula América Central-Brasil servirá para analisar o estado das relações políticas dos países envolvidos, o estímulo do comércio comum e o investimento e os programas de cooperação para o desenvolvimento de biocombustíveis. Além disso, espera-se que os governantes discutam a possibilidade de negociar um acordo comercial entre o Sica e os países-membros do Mercosul. Leia o resto do artigo »

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40 anos da Revolução Sexual: a mulher continua “Brinquedo de Homem”

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

1968 foi um ano em que a palavra revolução enchia o coração e as mentes de milhões de jovens pelo mundo afora, falava-se de várias revoluções: na educação, na família, na escola. Mas as principais eram a revolução social e a revolução sexual. A mulher estava lutando para conquistar seu lugar no mundo. Quarenta anos passaram-se e até hoje as mulheres são tratadas apenas como um símbolo, muitos homens ainda vêem as mulheres apenas como um troféu bonito, composto apenas por uma camada exterior bonita e reluzente, porém sem cérebro. O autor do blog Desemprego Zero em seu artigo “40 anos da Revolução Sexual (…)”, explica melhor a relação da mulher após 40 anos ainda ser vista apenas como um brinquedo.

Por Luciana Sergeiro

***

40 anos da Revolução Sexual: a mulher continua “Brinquedo do Homem”

Por Vito Giannotti*

Está na moda falar dos 40 anos de 1968. Foi um ano de vendaval contra todas as instituições autoritárias. A palavra revolução enchia o coração e as mentes de milhões de jovens pelo mundo afora. Falava-se de várias revoluções: na educação, na família, na escola, nas religiões. Mas as duas principais revoluções, que iam lado a lado uma da outra eram a revolução social e a revolução sexual. A mulher estava lutando para conquistar seu lugar no mundo. Queria deixar de ser considerada um simples “objeto de cama e mesa” como dizia o título de um livro de Heloneida Studart. Outro livro da mesma autora se intitulava “Mulher brinquedo do Homem”. E isso a mulher não queria ser mais. Queria ser tratada como gente, com direitos iguais aos seus irmãos machos. 

Pois isto era coisa daquele distante 1968.

Hoje, jornais, revistas, programas à la Big Brother e músicas estão cheios de mulheres à moda antiga: pedaços de carne, bundas à vontade e pouco uso do cérebro.  Leia o resto do artigo »

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Pobreza: Mal que cresce em abundância

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Quase um bilhão de pessoas vive com menos de um dólar por dia, e 800 milhões vão para a cama todas as noites com fome. A pobreza mundial aumenta, em um dos momentos mais próximos da humanidade, onde a produção mundial nunca foi tão extraordinária.

A pobreza leva milhões de crianças ao trabalho infantil em condições perigosas, quando deveriam estar estudando. O drástico aumento nos preços dos alimentos e do petróleo agravou a situação dos pobres. A ONU estima que mais de 600 milhões de meninas e meninos vivem em absoluta pobreza.

Na maioria dos países em desenvolvimento, a brecha entre ricos e pobres continua aumentando dia a dia. E este contraste atinge principalmente crianças que para ajudarem na renda familiar se vêem forçadas a enfrentarem jornadas de trabalho de adultos em condições desumanas.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Agência Carta Capital

Por: Thalif Deen

A produção mundial nunca foi tão extraordinária: no ano passado chegou à marca dos US$ 50 bilhões. Paradoxalmente, a pobreza mundial está aumentando. Quase um bilhão de pessoas vivem com menos de um dólar por dia, e 800 milhões vão para a cama todas as noites com fome.

A pobreza mundial aumenta, paradoxalmente, em um dos momentos mais prósperos da história da humanidade. Kul Chandra Gautam, ex-assistente do secretário-geral da Organização das Nações Unidas e vice-diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) disse que a produção mundial nunca foi tão extraordinária: no ano passado chegou à marca dos US$ 50 bilhões. Neste tempo de prosperidade global sem precedentes, na qual alguém se converte em milionário a cada dois dais, “temos uma situação contrastante em que quase um bilhão de pessoas vivem com menos de um dólar por dia, e 800 milhões vão para a cama todas as noites com fome”, acrescentou.

Segundo a revista de negócios norte-americana Forbes, o número de multimilionários no mundo chegou a 1.125 este ano, um espetacular salto em relação a 2007, quando havia 179. Estes não vivem apenas em países ricos como Alemanha, Estados Unidos e Japão, mas também em nações do Sul em desenvolvimento, como Brasil, Belize, China, Egito, Índia, Indonésia, Malásia, México, Nigéria e Venezuela. Leia o resto do artigo »

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Novo Nordeste, novas esperanças

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, aconteceu o seminário O novo Nordeste e o Brasil. Participaram do encontro governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil, entre outros.

Foi ressaltado no encontro que a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade, afirmou a economista, Tânia Bacelar. Se observar para a relação entre a população e o valor do PIB, a discrepância também não é pequena.

O nordeste cresce um pouco acima da média nacional desde meados dos anos 90, o que vai implicar na queda da emigração: entre 1986 e 1991, pouco mais de 869 mil pessoas saíram do Nordeste para outras regiões.

*Por Katia Alves

Por Emiliano José

Publicado originalmente na Carta Capital 

A descoberta de um novo Nordeste. A ressurreição da questão regional no Brasil. O crescimento econômico da região em ritmo maior do que a média brasileira. O aumento do consumo numa proporção bem maior do que no resto do País. A impressionante transformação política, com a autonomia da cidadania e o reflexo disso na eleição de governadores afinados com as teses reformistas e progressistas. Esses foram alguns dos temas que afloraram com intensidade no seminário O novo Nordeste e o Brasil, realizado em Teresina, no Piauí, nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, promovido pela Fundação Perseu Abramo. Temas que animaram os participantes, abrindo perspectivas para o enfrentamento dos enormes desafios que a região enfrenta desde tempos imemoriais.

Participaram do seminário, entre outros, o governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil; o coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Zezéu Ribeiro, do PT, José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (Ana), além do presidente e do vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Ricardo Azevedo e Nilmário Miranda, respectivamente.

A economista Tânia Bacelar, que fez a conferência central do seminário – Um projeto para o Nordeste brasileiro – não deixou de ressaltar, no entanto, o quanto a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade. Enquanto a média nordestina da população ocupada com 10 anos e mais é de 6 anos de estudos, a nacional é de 7,6 anos, a do Sudeste de 8,5 anos e a do Sul de 8 anos. Leia o resto do artigo »

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Entrevista / Muhammad Yunus – “Sou contra o que os bancos fazem no Brasil”

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Sou contra o que os bancos fazem no Brasil”

POR ADRIANA MATTOS

Fonte: Isto É Dinheiro

DINHEIRO – O sr. é contra a política de dar esmolas aos pobres? 

YUNUS – Os pobres precisam de doações, não de esmolas. Minha posição é que doações devem constituir um crédito temporário, e não serem feitas permanentemente, de modo que as pessoas se tornem acostumadas a elas e não façam nenhum trabalho. Deve haver um limite de tempo para que cada pessoa receba uma doação. Esta doação deve ir diminuindo com o passar do tempo, até que, ao final daquele tempo-limite, a pessoa seja capaz de cuidar de si mesma com os seus próprios esforços. Deveríamos, ao longo de um determinado período, criar um ambiente em que essas pessoas possam usar o seu próprio talento e a sua criatividade para que se tornem independentes da caridade.

DINHEIRO – Os bancos no Brasil obtêm lucros, em parte, graças aos empréstimos a taxas de juros elevadas. São empréstimos para pagamento a longo prazo, com os quais as pessoas estão comprando tevês, carros, entre outros itens. Como o sr. vê isso? 

YUNUS – Não gosto disso. Sempre me opus a essa postura. Estes são empréstimos para consumo. Eles estão fazendo as pessoas consumirem mais, em vez de estimulá-las a ganhar mais, usando a sua própria capacidade. Os empréstimos convencionais visam ao lucro para as instituições que emprestam. As instituições não estão preocupadas com os pobres, por isso, as taxas são tão altas. A pessoa fica tão envolvida que não se importa de pagar seja o que for para conseguir o carro, a geladeira ou outro item qualquer. Leia o resto do artigo »

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