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Blog do Desemprego Zero

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Fome e exclusão social

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Claudionor Mendonça dos Santos 

A Constituição da República Federativa do Brasil diz que constituem seus objetivos, dentre outros, a erradicação da pobreza e a marginalização, com a redução das desigualdades sociais e regionais, com a promoção do bem de todos, sem quaisquer discriminações.

Diz, também, que é direito do trabalhador salário mínimo capaz de atender às suas necessidades básicas concernentes à alimentação, educação saúde etc.

Apesar disso, uma das grandes mazelas da sociedade brasileira reside exatamente na existência de um grande contingente de pessoas que não têm acesso à alimentação adequada, passando por sérias dificuldades, destruindo indelevelmente parte da população infantil que carregará para o resto da vida seqüelas deixadas pela fome, na primeira infância.

Cogita-se que cerca de trinta milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, correspondente à população da vizinha Argentina, verdadeira horda de marginalizados de quem se retirou a possibilidade de serem intitulados cidadãos. Leia o resto do artigo »

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Por que a educação?

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

Os economistas têm, em geral, uma visão reducionista e instrumental da educação. Consideram-na um fator de produção, ou melhor, um atributo que melhora a qualidade do fator de produção original, o trabalho. Nas famosas funções de produção, poderosas ferramentas didáticas que, infelizmente, só existem como entes platônicos no velho quadro-negro e sobrevivem nas modernas projeções do PowerPoint nas salas de aula, o fator trabalho é qualificado com o nível de educação. 

Frequentemente calcula-se o produto potencial ao se parametrizar alguma função de produção com essa variável, para estimar o hiato do produto, com o qual se constrói a política monetária “científica”. O leitor há de perdoar a interrupção desta narrativa. É irresistível a tentação de transcrever o que diz a respeito um verdadeiro e grande economista, que seria certamente reprovado no vestibular das escolas de gastronomia em que se transformaram algumas escolas de economia, produtoras de indigestas receitas vendidas como a única comida “natural e saudável”. Trata-se de Alex Leijonhufvud, em European Journal of the History of Economic Thought, 15(3), Set. 2008: 529-538. Leia o resto do artigo »

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O mercado sumiu

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

O novo pacote de socorro do governo americano aos bancos encalacrados no lixo tóxico foi, em um primeiro momento, recebido com entusiasmo pelos mercados. Já no dia seguinte havia mais perplexidade do que entusiasmo entre observadores, analistas e assemelhados.

Martin Wolf, o lúcido conservador do Financial Times, confessou seus temores e angústias com o andar da carruagem na terra das liberdades. Ele duvida da eficácia das sucessivas e maciças injeções de grana nas instituições carregadas de ativos sem possibilidade de transações, seja qual for o preço, entre os agentes privados. O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, emprestou glamour à operação de resgate, ao lançar mão da ideia da parceria público-privada para a aquisição do dejeto abominável. Mas, na dura realidade da vida financeira de nosso tempo, isso significa simplesmente que o mercado para as transações com esses papéis desapareceu. É isso mesmo: o mercado não existe, sumiu.

(…) a ira dos contribuintes contra os gatos gordos de Wall Street assumiu as proporções das revoltas ditas populistas do início do século XX. Wolf está preocupado com a hostilidade explosiva ao setor financeiro. “O Congresso debate taxar os bônus dos executivos. E o procurador-geral de Nova York que sejam revelados os nomes. Isso equivale a um convite ao linchamento.”

Na história da sociedade americana, esses frêmitos exaltados duram o tempo necessário para descarregar o ressentimento dos “bons cidadãos”. Beneficiários dos confortos individualistas e consumistas nos tempos de vacas gordas, os bons cidadãos da América jogam o fardo das desgraças sobre os ombros dos que consideram malfeitores e ladinos. Há fundados receios, entre os sobreviventes do naufrágio financeiro, que o bote salva-vidas do Estado seja baixado por políticos populistas para resgatar a turma do “andar de baixo”.

No entanto, os praticantes das formidáveis inovações destrutivas – os gatos gordos de Wall Street – não teriam prosperado em suas ousadias se, à retaguarda, não estivessem de prontidão os fanáticos do livre mercado e da concorrência desaçaimada. O mal, como sempre, é o intervencionismo do Estado, o poder dos sindicatos, o controle dos mercados financeiros, os obstáculos ao livre movimento de capitais.

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Reinaldo Gonçalves: “O capitalismo é essencialmente um sistema irracional, instável e injusto”.

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Na perspectiva do economista Reinaldo Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o capitalismo sobreviverá ainda mais injusto, irracional, instável e mais regulado. Nessa batalha, a esquerda continuará lutando por liberdade, dignidade e felicidade, assegura

Na entrevista que segue, concedida por e-mail à IHU On-Line, o economista aponta o “salvacionismo apresentado pela fórmula ‘keynesianismo + regulacionismo’” como superado e insuficiente para acalmar os ânimos do mercado e reestruturar a economia. Na ótica da esquerda, alerta, “a saída está na ‘purificação’ do grande capital com recursos públicos financiados pela taxação dos ganhos do capital financeiro nos últimos anos, bem como a redistribuição de riquezas e na apropriação dos meios de produção estratégicos pelo Estado”. A alternativa, dispara, é “a reestruturação do aparelho produtivo e a reconfiguração do poder econômico a favor da classe trabalhadora”. Nessa busca pela “purificação”, Gonçalves lembra que “recursos públicos não podem ser usados para salvar o grande capital sem condicionalidades que favoreçam o trabalhador”. Leia o resto do artigo »

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A falta de um projeto de desenvolvimento

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

O Globo descobriu o óbvio: que o modelo econômico implantado por Fernando Henrique Cardoso e continuado por Lula matou a maior chance de crescimento da história.A matéria “Brasil perde a dianteira”, mostra os efeitos de 15 anos de semi-estagnação econômica.

Nem parece ser o jornal que propagou o discurso de que a melhor coisa do governo Lula foi a herança bendita do Banco Central de FHC. Nesses anos todos, seus colunistas esmeraram-se em defender a tal fórmula da “lição de casa” para crescer, cortes em gastos sociais, equilíbrio orçamento (por si), todas as benesses para o grande capital, que o desenvolvimento viria por si só.

Agora, o raio-x do fracasso desse modelo vem do estudo é de Reinaldo Gonçalves, da UFRJ. Mostra que de 1995 a 2008, a relação de renda per capita entre Brasil e América Latina caiu de 1,02 para 0,95. Os economistas que prepararam o trabalho atribuíram aos juros altos, à desvalorização cambial e à falta de um projeto de desenvolvimento.

Com isso, O Globo consegue, pela primeira vez, identificar um dos pontos de vulnerabilidade do governo Lula: a falta de um projeto de desenvolvimento. Se esquecer tudo o que o Jabor, a Mirian, o Merval, o Kamel e os editoriais escreveram ao longo dos últimos 15 anos, até daria para transformar a descoberta em uma bandeira eficiente de oposição. Leia o resto do artigo »

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Futuro do FGTS preocupa

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2009

SINAL DE ALERTA

Patrimônio dos trabalhadores pode sofrer sérias baixas por causa da forte ampliação das despesas com obras e das demissões provocadas pela crise econômica mundial

Fonte: Correio Braziliense

Por Vânia Cristino
 

O uso intensivo, pelo governo, dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para bancar projetos sociais na área da habitação e saneamento já é motivo de preocupação entre os conselheiros responsáveis pela administração do patrimônio dos trabalhadores. Só de 2008 para cá o FGTS elevou em R$ 17 bilhões o desembolso para projetos de infraestrutura com a implantação do FI-FGTS, um fundo de investimento destinado a apoiar projetos de longo prazo nessa área. Na semana passada mais um desembolso extra foi autorizado, dessa vez para bancar o pacote habitacional de um milhão de casas. Ao todo, ao longo de três anos, a previsão é de um investimento de R$ 69 bilhões, sendo R$ 12 bilhões a fundo perdido, num momento em que a situação econômica se mostra adversa, com perspectiva de aumento dos saques por conta do desemprego e diminuição da rentabilidade, por conta de uma taxa de juros menor.

“Nossa preocupação é com a saúde financeira do fundo a longo prazo”, alertou um conselheiro, que se disse seguro da situação a curto prazo. Ele conta que nos últimos anos foi feito um imenso trabalho de gestão dos recursos do fundo, em parte responsável pela robustez que o patrimônio, acumulado pelos trabalhadores durante décadas, apresenta hoje. Somam-se a isso os bons ventos da economia, responsável pela incorporação, aos recursos do Fundo de Garantia, de uma arrecadação líquida positiva a cada ano. Agora, no entanto, pela primeira vez desde agosto de 2007, quando os saques superaram os depósitos em R$ 55 milhões, o FGTS está correndo o risco de ficar novamente no vermelho. Leia o resto do artigo »

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Desemprego: o que fazer?

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Marcio Pochmann

Fonte: Valor Econômico, 19.3.2009

As consequências sociais decorrentes da presente crise difundem-se rapidamente, tendo o desemprego e a precarização dos postos de trabalho a maior centralidade na organização do bem-estar humano. Sem trabalho, os indicadores sociais tendem a se degradar pronunciadamente.

Na Depressão de 1929, quando o nível de ocupação atingiu patamares reduzidos jamais vistos, o enfrentamento do desemprego não se deu exclusivamente pela porta da geração de novos postos de trabalho. Não há dúvidas que somente a retomada sustentada da economia terminou por abrir condições adequadas de elevação do nível de ocupação, mas isso se deu no longo prazo, a partir da superação das causas que haviam levado à grande crise dos anos 1930.

Por conta disso, parcela importante das ações de enfrentamento do desemprego ocorreu para além da demanda econômica de absorção de trabalhadores. Ou seja, a redução do desemprego transcorreu sobre a determinação da oferta de mão-de-obra, com intuito de reduzi-la em função da crescente ociosidade da força de trabalho. Assim, por exemplo, ganhou maior importância o conjunto de ações voltadas tanto para a postergação do ingresso como a antecipação da saída do mercado de trabalho.

Ao invés da entrada no mercado de trabalho a partir dos 5 ou 6 anos de idade, conforme experiência anterior da sociedade agrária, houve a postergação para os 15 anos, após passagem pelo ensino básico. Ou seja, a educação passou a antecipar qualquer experiência laboral, da mesma forma que depois da conclusão de um determinado tempo de trabalho regular (geralmente 30 anos para mulher ou 35 anos para o homem), foi definida a saída do mercado de trabalho para a inatividade financiada por fundos públicos.

Nesses termos, a superação da crise do desemprego da década de 30 implicou uma nova combinação da jornada de trabalho com o tempo de vida. A jornada do trabalho pela sobrevivência, que representava 4/5 do tempo de vida do ser humano antes da Depressão de 1920, passou para não mais do que 2/5 em função da postergação do ingresso e da antecipação da saída do mercado de trabalho. Na ausência de trabalho para todos, foram sendo constituídas as condições políticas necessárias para a acomodação da oferta de mão-de-obra com garantia de renda à quantidade e qualidade da demanda econômica de trabalhadores. Leia o resto do artigo »

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Simpósio Internacional 2008 – Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009

O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento organizou dias 6 e 7 de Novembro de 2008 na sua sede no edifício do BNDES,  Rio de Janeiro, o Simpósio Internacional Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI  com a participação de alguns dos mais eminentes acadêmicos e economistas na área de desenvolvimento econômico.

Originários de diferentes regiões do globo – Índia, Rússia, China, Europa, América do Norte e do Sul – os participantes confrontaram diferentes pontos de vista sobre o desenvolvimento, num mundo onde as fronteiras entre centro e periferia perdem relevância.

Leia os textos do Simpósio internacional de 2008…

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