Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2010
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A criação de um sistema nacional articulado de educação baseado no regime de colaboração entre União, Estados e municípios do Sistema Único de Saúde (SUS) vai depender de aprovação de lei complementar e mudanças na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) para se tornar realidade no país. O esboço dos primeiros artigos da futura legislação foi apresentado ontem durante o segundo dia de atividades da 1ª Conferência Nacional de Educação (Conae) e está sendo discutido pelos cerca de 3 mil delegados presentes ao encontro, que acontece em Brasília até quinta-feira. Clique aqui para ler mais.<-->
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Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2010
Texto de Paulo Passarinho
Nunca antes neste país tantos se manifestaram em defesa dos interesses da população e do Brasil.
A responsabilidade por tal mudança na postura de inúmeros políticos foi a aprovação, pela Câmara de Deputados, da chamada emenda Ibsen Pinheiro.
A distribuição dos royalties do petróleo, de uma forma distinta da praticada até aqui, nas áreas já licitadas, e a mudança na forma acordada entre vários atores políticos para a distribuição dos royalties da área do pré-sal abriu a temporada dos neonacionalistas de tribuna, com suas pregações. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010
“Cada um de nós tem papel de protagonista na realização dos sonhos dos pioneiros da educação” – Isaac Roitman é membro Titular da Academia Brasileira de Ciências e coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da SBPC
Ainda no primeiro semestre de 2010, serão realizadas em Brasília duas importantes conferências nacionais, a Conferência Nacional de Educação (Conae, em março) e a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI, em maio), esta com grande interface com a área de educação. As conferências nacionais são precedidas de conferências estaduais e municipais com ampla participação de diferentes segmentos da sociedade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2010
Recomendação da Unesco é que o país aplique 8% do produto interno bruto
Em 2008, o investimento público em educação foi de 4,7% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), um crescimento de 0,2% em comparação com o ano anterior. Em valores, foi algo em torno de R$ 140 bilhões. É o que aponta estudo divulgado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Educação. A série histórica indica que entre 2000 e 2008 o percentual passou de 3,9% para 4,7%, com alguns períodos de estabilidade e até de queda. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Luís Nassif
Um dos grandes desafios, para os próximos anos, será compatibilizar a profusão de grandes eventos esportivos internacionais com a precariedade das estruturas esportivas do país.
Haverá recursos do governo para obras em estádios, além de um conjunto amplo de ações destinadas a preparar a casa. Estão sendo montadas estruturas de apoio e fiscalização dos recursos. Acontece que, na ponta, a ação será de clubes esportivos, federações e confederações que ainda pertencem ao lado cinzento da economia.
Não apenas isso.
Hoje em dia, em nível mundial, passa pelos esportes – especialmente o futebol – uma das pernas principais do crime organizado. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Nos últimos anos, governos eleitos em países da América Latina com as bandeiras da justiça social e de transformações econômicas, políticas e culturais incluíram a democratização dos sistemas de comunicação em suas agendas de prioridades. Pela primeira vez, políticas e ações públicas tentam reverter o quadro de aguda concentração da mídia nas mãos de um número reduzido de corporações. Clique aqui para ler o artigo de Dênis de Moraes.
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Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Para dirigente do Todos pela Educação, Brasil superou descontinuidade no setor
Em maio deste ano, educadores e autoridades se reunirão em Brasília para definir o Plano Nacional de Educação, documento que vai renovar as diretrizes da política pública de educação para os próximos dez anos.
O químico Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do Todos pela Educação, movimento educacional patrocinado, entre outras empresas, por Banco Real, Itaú Unibanco, Gerdau, Suzano e Odebrecht, elegeu a Conferência Nacional de Educação (Conae) como um dos acontecimentos mais relevantes do ano para o setor, porque o resultado do evento deverá “enterrar de vez o mal da descontinuidade” na área, justamente em um período eleitoral.
“É importante considerar os avanços, a sociedade não comporta mais descontinuidade”, afirma Mozart, que, entre 1996 e 2003, foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e secretário de Educação do Estado nordestino. Além de defender a manutenção dos avanços, como os modelos de financiamento e de avaliação, Mozart espera que o plano dê prioridade a grandes metas, como a universalização do ensino médio e a melhor formação no fundamental. Ele diz ainda que o investimento brasileiro em educação é baixo e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a chance de liderar uma transformação do setor. “Uma lacuna do governo Lula foi ele não ter, como o grande líder que é, conclamado a sociedade para a causa da educação”, lamenta. A seguir, a entrevista com o dirigente do Todos pela Educação:
- Como o sr. avalia o que tem sido feito na área educacional? Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luís Fernando de Lima Júnior
De acordo o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em todo o Brasil, considerando as redes públicas estaduais, São Paulo ocupa a terceira colocação. No entanto, com um resultado de 4 como média para os ensinos fundamental e médio, não temos o que comemorar.
Desde a implantação da estrutura curricular de ciclos de quatro anos em regime de progressão continuada na rede de ensino básico do Estado de São Paulo, a realidade do cotidiano escolar aponta na direção de um aumento nos casos de indisciplina e violência dentro da escola. Talvez um dos efeitos mais nefastos desses 12 anos de uma política educacional equivocada seja a desconstrução de um dos principais valores da escola: o estudo. A necessidade de estudar para garantir a aprovação por boas notas foi substituída pela falta de perspectiva. Os alunos podem fazer o que quiserem na escola que sua aprovação está garantida.
Sem apologia ao passado, percebe-se que a pressão exercida sobre os estudantes, quanto à obrigação de se apresentar resultados, fazia os alunos demonstrarem melhor rendimento escolar, propiciando-lhes maior preparo para a competição do mercado de trabalho. Reconhecendo que essa pressão era, muitas vezes, exagerada, não se pode negar que tal necessidade desenvolvia nos alunos uma qualidade e um senso de responsabilidade que já não existem.
Com a radicalização de uma interpretação da progressão continuada, que em sua proposta original não excluía a retenção dos alunos com graves defasagens de aprendizagem, criou-se um vício que desestrutura a capacidade de aprender sozinho pelo estudo – justamente a principal habilidade requerida pela sociedade contemporânea. Clique aqui para ler mais.
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