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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'política industrial':

Crescimento insustentável, artigo de Roberto Nicolsky

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Exportamos cinco toneladas de soja ou quatro de minério de ferro pelo preço de um laptop, cuja produção gerou muito mais empregos e renda”

Roberto Nicolsky é físico e diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec). Artigo publicado no “Correio Braziliense”: Clique aqui para ler mais.

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Desindustrialização: conceituação, causas, efeitos e o caso brasileiro

Postado em 5 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por José Luís Oreiro

Nos últimos meses tem-se observado uma preocupação crescente entre os economistas e o público em geral a respeito de um possível processo de desindustrialização da economia brasileira. Nesse contexto, podemos observar duas posições claramente definidas. De um lado, temos os assim chamados “economistas (Keynesiano)-Desenvolvimentistas” que defendem a tese de que a economia brasileira vem passando por um processo de desindustrialização nos últimos 20 anos, causado pela combinação perversa entre abertura financeira, valorização dos termos de troca e câmbio apreciado.

Do outro lado, temos os assim chamados “economistas ortodoxos” que afirmam que as transformações pelas quais a economia brasileira passou nas últimas décadas não tiveram um efeito negativo sobre a indústria e que a apreciação do câmbio real resultante dessas reformas favoreceu a indústria ao permitir a importação de máquinas e equipamentos tecnologicamente mais avançados, o que permitiu a modernização do parque industrial brasileiro e, consequentemente, a expansão da própria produção industrial.

Clique aqui para ler mais.

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Engenharia e desenvolvimento

Postado em 17 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil de 17/12/09

O processo de desenvolvimento econômico é complexo. Sabe-se, entretanto, que ele não pode ser atingido sem investimentos produtivos e estes, por sua vez, estão entrelaçados às atividades de engenharia. Contabiliza-se que para cada milhão de dólares investidos há a necessidade de se agregar pelo menos um novo profissional de engenharia.

Nesse sentido, preocupa-nos o fato de que apenas 5% dos concluintes de cursos de graduação no Brasil sejam de engenharia. A média dos países da OCDE é de 14%. Na Coréia do Sul essa média é de 25% e na Rússia, 18%. O Brasil forma 1,6 engenheiros para cada 10 mil habitantes ao passo que os chineses, 4,6. Para as pessoas que esperam competir por preços com os chineses o recado é claro.

Dados da OMC expõem um quadro merecedor de reflexões. Algo entre 55% e 75% das exportações dos países mais desenvolvidos e dos tigres asiáticos é oriundo de três indústrias: metal-mecânica, química e eletroeletrônica. Leia o resto do artigo »

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O desafio do carro elétrico

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Um dos grandes desafios tecnológicos brasileiros será o de manter a liderança dos carros flex, mas não perder a próxima onda tecnológica, a do carro elétrico.

O trabalho “Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil”, de Gustavo Antônio Galvão dos Santos, Bruno Galvão dos Santos, Rodrigo Loureiro Medeiros e Roberto Pereira D’Araújo – os dois primeiros economistas do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social), o terceiro professor de engenharia da Universidade Federal do Espírito Santo, a o quarto engenheiro eletricista – tenta responder a esse desafio.

A indústria automobilística é ponto central da indústria meta-mecânica, onde se concentram 70% das inovações e das exportações mundiais de manufaturas. Leia o resto do artigo »

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Maioria das empresas incorpora inovação de modo desorganizado

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Jornal da Ciência

Segundo Confederação Nacional da Industrial, empresários ainda são resistentes

A resistência cultural do empresariado ainda é a principal dificuldade para ampliar de forma sustentável o processo de inovação dentro das empresas brasileiras, considerado hoje um dos principais fatores para aumento da competitividade da indústria no país, segundo Paulo Mol, gerente de política industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Na maior parte das empresas do país a inovação é feita de maneira desorganizada, não sistematizada. É preciso orientar as empresas e o empresariado para a busca da inovação de maneira estruturada visando aumentar a competitividade das organizações”, diz ele. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 393 – Indústria e Investimento Puxando a Expansão

Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O aumento de 1,3% do PIB no terceiro trimestre do ano, frente ao segundo trimestre (série dessazonalizada), aponta para uma retomada consistente da economia, mesmo tendo registrado variação aquém do esperado. Vulto menor não significa menor consistência: embora frustrante para o próprio governo, os investimentos e a indústria estão mostrando fôlego.

Resumindo:

* O citado incremento de 1,3% do produto agregado teve como destaque a expansão de 6,5% da formação bruta de capital fixo, pelo lado da demanda, e crescimento de 2,9% na indústria;

* No contraponto com o mesmo trimestre de 2008, o PIB recuou 1,2%, devendo-se assinalar, porém, que, embora negativa, a taxa tem melhorado;

* Nessa mesma base de comparação, a indústria retrocedeu 6,9%, enquanto os investimentos fixos declinaram 12,5%, asseverando o forte impacto da crise e que as taxas positivas trimestre a trimestre ainda não lograram o retorno ao patamar pré-crise;

* No acumulado do ano, a economia declinou 1,7% também acusando melhora ante as taxas experimentadas nos dois trimestres anteriores;

*Já ao se comparar o acumulado dos quatro trimestres encerrados em setembro com ao mesmo acumulado anterior, o PIB recuou 1,0%, sendo a quarta vez consecutiva em que essa taxa recua, além de ser a primeira taxa negativa desde o terceiro trimestre de 1999, quando declinara 0,8%.

Com o crescimento menor do que o aguardado, porém com o investimento sendo destaque positivo, permite questionar a manutenção da taxa de juros básica da economia por parte das autoridades monetárias na presente semana. Considerando a expansão lograda e a recuperação da taxa de investimento também ampliam as chances de expansão com menor pressão sobre os preços. Leia o resto do artigo »

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INDÚSTRIAS CENTRAIS E PIONEIRAS: UMA ANÁLISE SOBRE A CONCENTRAÇÃO E DINÂMICA REGIONAL BRASILEIRA COM FOCO NO NORDESTE E PERSPECTIVAS DE POLÍTICAS

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste 

Por Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Bruno Galvão dos Santos

Rodrigo Loureiro Medeiros

Eduardo Kaplan Barbosa

Manuel Salazar Jarufe

Este artigo propõe uma estrutura analítica que busca compreender a dinâmica regional dos processos de industrialização e avaliar algumas soluções de política. Essa estrutura analítica se baseará nas características especiais dos setores metal-mecânico, eletroeletrônico e químico, chamados de Indústrias Centrais, em oposição às Indústrias Pioneiras, constituídas basicamente pela chamada indústria tradicional e commodities. As Indústrias Centrais gravitam em torno da metal-mecânica. Considera-se que o processo de desenvolvimento deve-se basear primeiramente nas Indústrias Pioneiras, porém este será incompleto e insatisfatório enquanto as Indústrias Centrais não forem consideradas prioritárias e seu peso não for significativo. Posteriormente buscar-se-á mostrar princípios para aplicação da teoria em análise de políticas industriais e regionais no Brasil e em especial no Nordeste. Hoje entre as Indústrias Centrais, se observada a experiência asiática, percebe-se que a eletroeletrônica é a de mais fácil implantação em uma região subdesenvolvida. Por esse motivo é sugerido que o Nordeste invista nessa indústria para avançar em seu processo de industrialização.  

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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Carta IEDI n. 386 – O Peso da Indústria de Transformação na Economia Global

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Tomando-se a National Accounts Main Aggregates Database da Divisão de Estatística das Nações Unidas (United Nations Statistics Division), pode-se afirmar que os serviços ampliaram sua parcela no VA da economia mundial entre 1970 e 2007, de 56,9% para 63,1%; de um lado, a agropecuária, produção florestal e pesca viu sua parte na VA mundial cair de 6,8% para 5,0%; de outro, a indústria percebeu uma redução de participação de 36,6% para 32,0%.

Todavia é necessário melhor avaliar tanto a redução da participação da indústria, quanto as particularidades do próprio incremento participativo do VA dos serviços. O menor peso do setor industrial tem ocorrido pelo declínio tanto na participação do VA das indústrias extrativas e serviços industriais de utilidade pública (SIUP), caindo de 5,3% para 4,3%, quanto do VA da construção, de 8,4% para 4,8%. O valor adicionado pela indústria de transformação tem mantido uma proporção estável: em 1970, respondia por 22,8% e, em 2007, por 23,0%.

O segmento de transporte, armazenagem e comunicações, conjunto de serviços associado às atividades produtoras de bens, viu sua parcela no VA mundial subir de 5,9% em 1970 para 8,5% em 2007. Já o conjunto formado pelas atividades comerciais, de alojamento e alimentação, por sua vez, teve uma participação no VA total de 13,6% em 1970, proporção esta que subiu para 15,8%, representando acréscimo de 2,2 pontos percentuais. As demais atividades de serviços observaram aumento em sua parcela no valor adicionado, de 37,4% para 38,8% em 1970.

Em suma, apesar da ampliação da participação dos serviços no valor adicionado mundial, a indústria de transformação tem mantido sua importância. Em paralelo, dentre os grandes grupos de atividades de serviços, o que mais ampliou sua parcela – transporte, armazenagem e comunicações – tem seu dinamismo costumeiramente associado ao desempenho da indústria de transformação. Clique aqui para ler mais.

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