Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2008
As exportações no Brasil do setor de Software devem aumentar para US$ 500 milhões e gerará muito emprego. Devido à nova política industrial este setor e o setor de tecnologia serão beneficiados com a redução da contribuição patronal para a seguridade social sobre a folha de pagamento de 20% para até 10% .
Por Katia Alves
Publicado originalmente na Tribuna online
As exportações brasileiras do setor de software devem passar de US$ 100 milhões para US$ 500 milhões. Além disso, a geração de empregos deve crescer 20% com as medidas anunciadas pelo governo na segunda-feira como parte da política industrial.
A estimativa foi feira por André Fonseca, presidente de uma das cinco maiores empresas do setor, a Virtua. O empresário comparou os incentivos criados pela nova política industrial para os exportadores ao programa Bolsa Família, porque vai premiar quem conseguir cumprir a meta estabelecida pelo programa. “Acho que o governo fez as coisas de um jeito correto, porque vai recompensar quem estiver gerando resultado”,.
Dentro da nova política industrial o setor de software e de tecnologia será beneficiado com a redução da contribuição patronal para a seguridade social sobre a folha de pagamento de 20% para até 10% e da contribuição para o Sistema S para até zero, de acordo com a participação das exportações no faturamento das empresas. Haverá ainda dedução em dobro para determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das despesas com programas acelerados de capacitação de pessoal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Depois que o país descobrir as jazidas de petróleo, Lula vai solicitar a entrada do Brasil na OPEP, onde lutará por preço menor da commodity e aposta na produção de biocombustíveis.
Por Katia Alves
Publicado no Folha
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou sua intenção de solicitar a entrada do Brasil na Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), depois de serem encontradas jazidas de petróleo no país, em entrevista que será publicada neste sábado pelo semanário alemão “Der Spiegel”.
Além disso, o presidente promete lutar por um preço mais baixo da commodity depois de garantir sua entrada na Opep.
Lula defende a aposta de seu país na produção de biocombustíveis e rejeita as críticas de que os cultivos de cana atrapalhariam os produtos destinados à alimentação, especialmente cereais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Veja no artigo abaixo e acompanhe as constatações que Nassif faz sobre a política industrial e afirma que ela não compensa a apreciação cambial.
Por Katia Alves
Por Luis Nassif
Publicado no Blog do Nassif
Vamos aguardar a divulgação dos dados finais sobre a política industrial.
Algumas constatações prévias:
1. A tal política industrial não compensa a apreciação cambial. O câmbio interfere em todos os preços da economia. Afeta empresas grandes e pequenas. No quadro atual, praticamente todos os setores estão (ou serão em breve) afetados pela competição com produtos chineses, devido à violenta apreciação do real. Políticas industriais, quase sempre, beneficiam setores de grandes e médias empresas.
2. O PAC avançou em várias medidas (que estavam pendentes) de desoneração de investimentos. Não há muito mais a se pensar. O estoque passa pela depreciação acelerada (poder abater do Imposto de Renda de forma mais rápida que o habitual), e isenção de alguns tributos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O programa de investimento nuclear passa a ser mais discutido no governo e os principais temas para as reuniões giram em torno da quantidade de usinas que serão construídas e a instalação dessas usinas é defendida pelo o ministro, Sérgio Rezende, devido às tarifas competitivas que as usinas nucleares têm em relação às outras fontes de energia.
Por Katia Alves
Publicado Vermelho
O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou a intenção de construir novas usinas nucleares no país. Em entrevista a jornalistas da imprensa internacional organizada pela Presidência da República no Rio, Rezende disse que a discussão sobre o programa nuclear brasileiro ganhou força no governo e, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aprovar um fórum composto por oito ministérios com a meta de traçar estratégias para o setor.
“Nos últimos três meses, o programa nuclear brasileiro passou a ser discutido de maneira mais aberta dentro do governo e o presidente da República está em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro, formado por oito ministros e dirigentes da área nuclear”, informou Rezende.
Segundo o ministro, o comitê já definiu os principais temas para as primeiras reuniões, entre eles a instalação de novas usinas nucleares no Brasil até 2030, além da produção de urânio. “Temos uma agenda de discussões que serão feitas durante vários meses até que decisões sejam tomadas, em relação a quantas usinas (serão construídas), onde serão localizadas, os recursos necessários para poder ter tudo o que está sendo discutido” . Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Será anunciada neste mês, uma política industrial para o país poder aumentar as exportações e produzir com maior valor agregado. Em entrevista ao Valor, Luciano Coutinho, afirma que em 2008 o país poderá continuar crescendo e se sairá bem da crise internacional. E destaca que o papel do BNDES será de alavancar essa política industrial.
Por Katia Alves
Por Paulo Totti.
Publicado no Valor
Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia
Ainda neste mês de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciarão que o Brasil terá uma política industrial destinada a aumentar a participação das exportações brasileiras no comércio internacional e agregar maior conteúdo tecnológico a bens e serviços produzidos no país. Não é a primeira vez que tão salutares propósitos são anunciados com pompa. E executados, com maior ou menor eficácia. São conhecidos os Planos de Metas do governo Juscelino Kubitschek, na segunda metade da década de 50 e o Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), na década de 70, sob regime militar. Geraram, ambos, inflação e endividamento externo, mas legaram ao país a indústria automobilística, Brasília, a integração nacional por rodovias e telecomunicações.
Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia.
Sucederam-nos os planos de estabilização, a abertura da economia e as privatizações, com tímidas políticas setoriais de limitados resultados, pois decorriam exatamente de ser maior o compromisso com a estabilização do que com o crescimento da economia. Lograda a estabilidade no segundo mandato do atual governo (no primeiro, houve um ensaio com priorização dos setores de software, semicondutores, fármacos e bens de capital), Lula está em condições de anunciar uma política industrial mais abrangente, voltada para 24 setores, sem a repetição, espera-se, de erros cometidos no país e além-fronteiras. Em entrevista ao Valor , o pernambucano Luciano Coutinho, 61 anos, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e um dos idealizadores da política industrial, revela seu otimismo sobre o futuro do país, não hesita em chamar de metas (como as de JK) os objetivos do programa e comenta a atuação do BNDES no estímulo ao desenvolvimento “Os críticos estão errados”, diz Coutinho, referindo-se aos que consideram política industrial incompatível com a economia de mercado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Um estudo realizado aponta que há muita similaridade entre as indústrias brasileiras com as argentinas. No entanto, o “número de grandes empresas brasileiras que inovam e diferenciam produtos é maior que o de empresas argentinas, mas, em termos percentuais, 18% das firmas da Argentina investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ante apenas 7% no Brasil”.
Pesquisadores concluem que a “Argentina deveria aumentar os seus investimentos em P&D, enquanto o Brasil deveria dar prioridade ao aumento do número de pesquisadores em todos os setores do seu parque industrial”.
Por Katia Alves
Por Sérgio Garschagen
Publicado no Desafios do Desenvolvimento
Há mais similaridades produtivas do que diferenças entre os parques industriais do Brasil e da Argentina. Essas similaridades é que tornam as duas economias competidoras no mercado internacional, segundo conclusão do pesquisador Bruno César Araújo, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).
Ele é um dos 21 pesquisadores - 13 brasileiros e oito argentinos - que analisaram as inovações tecnológicas e o potencial exportador dos dois países. Uma das observações dos pesquisadores é a de que há no Brasil muitas empresas de médio porte que têm todas as condições para exportar, mas esbarram no fato de os argentinos já terem conquistado o nicho de mercado que elas almejam. “A recíproca também é verdadeira. Os argentinos encontram dificuldades de exportar porque empresas do Brasil já dominam o mercado”, diz.
As coincidências têm bases históricas. Os dois países, que basicamente exportavam produtos agrícolas até os anos 1930, investiram em políticas de substituição de importações no pós-guerra, praticamente nos mesmos setores metalurgia, mineração e bens de capital -, sofreram restrições macroeconômicas nos anos 1980 e abriram as economias na década de 1990. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Em relação à classificação de risco Fitch Ratings que promoveu o Brasil para grau de investimento, preocupou os exportadores de manufaturados, pois com isso haverá maior a entrada de dólares “derretendo” a moeda americana.
*Por Katia Alves
Publicado originalmente no DCI
Por Robson Gisoldi
O anúncio da agência de classificação de risco Fitch Ratings promovendo o Brasil para grau de investimento agradou muitos analistas do País, mas também gerou preocupação no setor exportador quanto a possibilidade de queda “drástica” do câmbio. O temor existe porque a classificação pode gerar uma entrada maior de dólares no País, “derretendo” ainda mais a moeda americana.
O vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, quando soube do anúncio foi categórico: “para o setor exportador de manufaturados a notícia é muito ruim. Para os representantes de commodities é ruim”, afirma. O argumento pessimista do representante leva em conta a possível queda do dólar num cenário futuro. “Não é apenas o grau que derruba o câmbio, mas ele cria expectativas de entrada maior de recursos. As commodities como estão com o preço elevado no mercado ainda continuam bem”, defende.
O medo vem do fraco desempenho da balança comercial brasileira, que tem caído mês a mês. No apanhado do ano, houve um avanço de 20,2% nas exportações somando US$ 67,5 bilhões. Porém, o crescimento das importações foi bem superior, chegando a 48,7%, contabilizando US$ 60 bilhões. Com esse resultado, a balança recuou de US$ 16,3 bilhões em 2007, para apenas US$ 7,5 bilhões em 2008. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Estudos apontam que nem sempre o menor preço nas compras públicas pode ser solução, mas, sim obstáculos para a inovação.
Por Katia Alves
Por Bruno Deiro
Publicado no: DCI
Segundo estudo realizado pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (EIA/USP), um dos entraves ao desenvolvimento tecnológico na indústria nacional é o critério de priorizar o menor valor oferecido em licitações públicas.
”A política do menor preço inibe o uso de novas tecnologias, pois estimula as empresas a buscarem sempre os custos mais baixos. O mais barato nem sempre é o melhor para o desenvolvimento industrial”, afirma o professor Glauco Arbix, coordenador da pesquisa.
Com um decálogo de políticas de inovação que podem ser implementadas na indústria nacional, o documento sugere a eliminação da regra de aquisição de bens e serviços pelo menor preço. Para Arbix, o custo da inovação é bastante alto e demanda investimentos pesados em experimentação. Como exemplo, o professor cita a nanotecnologia, uma área promissora que depende de recursos e incentivos governamentais à pesquisa de empresas nacionais. Leia o resto do artigo »
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