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Blog do Desemprego Zero

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Popularizar a inovação para gerar mais riqueza

Postado em 19 dUTC junho dUTC 2008

As inovações são surpreendentes e diferentes de tudo o que existia antes. Todas as inovações geram riqueza, renda e empregos onde são implementadas. Por essa razão os países mais inovadores são os que conseguem proporcionar mais bem-estar às suas populações. As inovações fazem bem aos países, às empresas e às pessoas.

Para incentivarem as inovações, países como EUA, Reino Unido e Coréia criaram estratégias de mobilização de toda a sociedade, articulam diferentes atores institucionais para elevar a capacidade inovativa do país e das empresas visando atingir níveis mais elevados de competitividade. Essas estratégias envolvem as escolas em todos os níveis de ensino. Estes movimentos são liderados pela iniciativa privada em parceria com o poder público. 

Ambientes propícios à inovação requerem a valorização da criatividade e da diversidade, o trabalho em grupo, o espírito empreendedor, a aceitação do “erro” e a aptidão para a mudança. Um movimento nacional pela inovação deve procurar impregnar estes valores na mentalidade coletiva da população.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online

Por: Rodrigo da Rocha Loures

São essenciais trabalho em grupo, espírito empreendedor e de mudança

O que há em comum entre as sandálias havaianas e a bossa nova? Estas duas criações genuinamente nacionais foram geradas por pessoas inovadoras e impregnadas da cultura brasileira. Conquistaram o País e o mundo e levaram consigo o jeito brasileiro de ser e de viver.

As verdadeiras inovações são assim: surpreendentes e diferentes de tudo que existia antes. São fáceis de serem identificadas e admiradas por todos. Nos produtos, nos serviços, na forma de produzir, na criação cultural, na tecnologia. Inovação não é privilégio de alguns setores ou empresas, mas uma postura que cabe em qualquer setor. Em qualquer lugar na sociedade.
Todas as inovações têm algo em comum: geram riqueza, renda e empregos onde são implementadas. Por essa razão os países mais inovadores são os que conseguem proporcionar mais bem-estar às suas populações. As inovações fazem bem aos países, às empresas e às pessoas. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento ganha espaço no Lula II, mas modelo não muda

Postado em 19 dUTC junho dUTC 2008

Em entrevista ao Monitor mercantil, Leda Pauline, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SBEP), critica a transformação do país em uma plataforma de valorização financeira internacional e o abandono das perspectivas de desenvolvimento e soberania.

Afirma que o modelo econômico é esquizofrênico, pois é uma contradição o governo destinar recursos para a infra-estrutura e do outro lado a política cambial sendo um grande obstáculo para o desenvolvimento.

Em relação ao grau de investimento, leda declara que caso haja um aumento da entrada de recursos via balança de capitais e se o país nada fizer para controlar o câmbio, o Brasil corre sério risco de estar se afastando do mundo desenvolvido no médio prazo.

Por Katia Alves

Para ler o artigo na íntegra clique aqui

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A DIFERENÇA ENTRE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: DE VOLTA AO DEBATE CEPALINO

Postado em 17 dUTC junho dUTC 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O segundo mandato de Lula trouxe novamente as questões do crescimento e do desenvolvimento econômico para o centro do debate. Muitos economistas e órgãos de imprensam tratam os dois conceitos, crescimento e desenvolvimento, como sinônimos. Desta forma, o desenvolvimento seria um acúmulo quantitativo de crescimento. Entretanto, os fenômenos em questão podem não estar relacionados e, no limite, podem até mesmo ser opostos.

O crescimento econômico é comumente medido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas por um país num determinado período de tempo. Já o desenvolvimento, no sentido furtadiano do termo, está relacionado à superação da relação centro-perifeira, à diversificação do sistema industrial e a homogeneização dos padrões de consumo. O subdesenvolvimento, portanto, é caracterizado pela subordinação do país na divisão internacional do trabalho, pela falta de soberania e de capacidade de formação de centros internos de decisão e pela heterogeneidade dos padrões de consumo.

As economias subdesenvolvidas são marcadas, por um lado, pela presença de elites que reproduzem o padrão de consumo das elites de primeiro mundo, via apropriação de excedente e, por outro lado, pela existência de uma grande margem de marginalizados. A questão levantada desde a literatura da Cepal, com destaque, no Brasil, para Celso Furtado, é a de que o crescimento econômico per se não garante necessariamente o desenvolvimento, isto é, a homogeneização dos padrões de consumo, a diversificação da estrutura produtiva e o rompimento com a relação centro-periferia.

No Brasil, prevaleceu o inverso. As robustas taxas de crescimento vigentes entre 1930 e 1970 não só não foram suficientes, como tiveram efeito inverso, ou seja, a desigualdade entre ricos e pobres apenas aumentou. Desta maneira, uma política de desenvolvimento não deve apenas responder a pergunta “como crescer”, mas deve, sobretudo, enfrentar a questão “qual crescimento desejamos”, tendo em vista, por exemplo, uma política industrial voltada para a inovação, utilizando tecnologias mais intensivas em trabalho, a questão da reforma agrária, dentre outras medidas.

Para tanto, seria necessário um monumental esforço coordenado entre burguesia nacional, classe trabalhadora organizada e Estado, que parece difícil de ser alcançado em tempos de neoliberalismo. Se esta for uma conclusão correta, continuaremos em compasso de espera.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

São Bartolomeu

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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A estratégia das políticas de desenvolvimento

Postado em 16 dUTC junho dUTC 2008

Antonio Corrêa de Lacerda

Fonte: Valor Econômico (13/06/08)

O anúncio da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) tem gerado um interessante debate sobre o espaço e o papel das políticas de desenvolvimento na atual fase da economia mundial. As críticas à iniciativa ocorrem em dois sentidos. A primeira, de cunho mais liberal, daqueles que não vêem sentido e espaço para iniciativas do Estado, por acreditarem que o mercado possa dar conta do desafio. A segunda, daqueles que consideram que, com a globalização da economia, não é mais possível adotar ações de política industrial, que teriam se tornado “coisa do passado”.

Como se os países hoje desenvolvidos não tivessem utilizado para chegarem onde estão. Ou mesmo a experiência dos países em desenvolvimento bem-sucedidos que não sucumbiram ao “canto da sereia” do neoliberalismo e mantiveram a proatividade do Estado em beneficio do desenvolvimento. Quem tiver qualquer dúvida a esse respeito pode consultar o excelente “Chutando a Escada: A Estratégia do Desenvolvimento em Perspectiva Histórica” (Editora Unesp, 2004), do sul-coreano professor de Cambridge Ha-Joon Chang. 

A globalização da economia criou um mito de que as políticas industriais se tornariam desnecessárias. A prática tem demonstrado que as políticas de competitividade se mostram imprescindíveis. O que mudou é que ficou mais complexo fazê-la. Mas, apesar de mais difícil, o pior dos mundos é não tê-la. Para o Brasil, é fundamental fortalecer e criar novas vantagens competitivas e toda iniciativa a esse respeito deve ser apoiada. A PDP não é, como pode parecer a alguns, uma ajuda a setores da indústria. Quem ganha efetivamente é o país, ao favorecer o desenvolvimento.  Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento, crise e recuperação da indústria

Postado em 13 dUTC junho dUTC 2008

Márcio Pochmann, presidente do IPEA, declara no artigo abaixo a característica da industrialização brasileira. Após a década de trinta começa a ter políticas voltadas para o processo de industrialização no país e a expansão da indústria ocorreu associada à liderança dos capitais estrangeiros que introduziram pouca inovação tecnológica. O parque produtivo ficou dependente do financiamento externo e o país ficou vários anos sem conseguir reduzir substancialmente o grau de dependência externa

Pochmann afirma que desde a década de 70 houve profunda alteração na posição das grandes corporações transnacionais e nas modificações do sistema financeiro internacional, o Brasil por mais de duas décadas passou por uma grave crise no seu sistema produtivo. Sob o baixo dinamismo da produção e a semi-estagnação da renda per capita que se seguiram à crise da dívida externa (1981 a 1983).

Adoção de programas de constantes ajustes fiscais levou à contenção e modificações no curso do Sistema Brasileiro de Ciência e Tecnologia em construção desde a década de 1940 afetando os incentivos a pesquisa. Com a privatização isso piorou, porque houve desarticulação nos ambientes de pesquisa e desenvolvimento mantidos por grandes empresas públicas e aplicados às atividades produtivas.

Por  Katia Alves

Publicado originalmente no Valor                                                                                

Por Márcio Pochmann

Na relação com outros poucos países da periferia mundial que conseguiram avançar na industrialização, o Brasil apresenta dois aspectos especiais. O primeiro refere-se à constituição do Estado simultaneamente à explosão da Revolução Industrial, permitindo diferenciar-se das demais experiências de descolonização que acompanharam os países que ousaram instalar uma estrutura industrial ampla e diversificada. O segundo aspecto revela a escassa experiência do núcleo tecnológico endógeno na industrialização brasileira equivalente aos países centrais, indicando o avanço insuficiente da base técnico-produtiva.

Na fase de relativa estabilidade tecnológica mundial, quando o Brasil conseguiu internalizar entre as décadas de 1930 e 1970 as bases da industrialização oriunda da segunda Revolução Industrial e Tecnológica surgida no final do século XIX, a expansão da estrutura industrial ocorreu associada à liderança dos capitais estrangeiros. Noutras palavras, parte importante da estrutura industrial dependeu da transferência de módulos fabris capazes de reproduzir a fábrica matriz por meio de empresas filiais no Brasil, que mantiveram distantes, em geral, as funções relacionadas às inovações tecnológicas.

Ademais da presença determinante das fontes tecnológicas estrangeiras, constata-se também que a instalação do parque produtivo industrial manteve se dependente do financiamento externo. Com isso, o Brasil, após meio século de industrialização, permanecia ainda sem conseguir reduzir substancialmente o grau de dependência externa. Leia o resto do artigo »

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A estratégia das políticas de desenvolvimento

Postado em 13 dUTC junho dUTC 2008

A Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) tem recebido críticas entre os liberais que consideram desnecessário a intervenção do Estado e entre os que acreditam que não é possível ter uma política industrial por causa da globalização da economia.

Com a  PDP quem ganha efetivamente é o país, ao favorecer o desenvolvimento. Em relação à crítica ao subsídio contido na iniciativa, o autor do artigo destaca que ao desonerar investimentos e a produção, na prática o governo só estará adiando uma receita tributária posterior adicional, que virá via produção, consumo e impostos sobre a renda de salários e lucros.

Para o autor será necessário agora o detalhamento e a regulamentação da PDP para viabilizar a sua efetiva implementação e criar mecanismos de acompanhamento e mensuração, dentre os objetivos traçados e os resultados alcançados.

A política industrial não substitui a necessidade de condições sistêmicas isonômicas relativamente aos principais países concorrentes (câmbio, juros, tributos, burocracia, etc) e o Brasil não está indo no caminho para melhorar a competitividade.

Por  Katia Alves

Por Antonio Corrêa de Lacerda

Publicado originalmente no Valor

O anúncio da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) tem gerado um interessante debate sobre o espaço e o papel das políticas de desenvolvimento na atual fase da economia mundial. As críticas à iniciativa ocorrem em dois sentidos. A primeira, de cunho mais liberal, daqueles que não vêem sentido e espaço para iniciativas do Estado, por acreditarem que o mercado possa dar conta do desafio. A segunda, daqueles que consideram que, com a globalização da economia, não é mais possível adotar ações de política industrial, que teriam se tornado “coisa do passado”.

Como se os países hoje desenvolvidos não tivessem utilizado para chegarem onde estão. Ou mesmo a experiência dos países em desenvolvimento bem-sucedidos que não sucumbiram ao “canto da sereia” do neoliberalismo e mantiveram a proatividade do Estado em beneficio do desenvolvimento. Quem tiver qualquer dúvida a esse respeito pode consultar o excelente “Chutando a Escada: A Estratégia do Desenvolvimento em Perspectiva Histórica” (Editora Unesp, 2004), do sul-coreano professor de Cambridge Jo Haan Chang.

A globalização da economia criou um mito de que as políticas industriais se tornariam desnecessárias. A prática tem demonstrado que as políticas de competitividade se mostram imprescindíveis. O que mudou é que ficou mais complexo fazê-la. Mas, apesar de mais difícil, o pior dos mundos é não tê-la. Para o Brasil, é fundamental fortalecer e criar novas vantagens competitivas e toda iniciativa a esse respeito deve ser apoiada. A PDP não é, como pode parecer a alguns, uma ajuda a setores da indústria. Quem ganha efetivamente é o país, ao favorecer o desenvolvimento. Leia o resto do artigo »

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Entrevista com Luciano Coutinho

Postado em 12 dUTC junho dUTC 2008

Em entrevista à Época, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, declara que ao contrário que os seus críticos afirmam sobre ele, considerado um célebre em medidas para aumentar a participação do Estado na economia, Coutinho diz que apenas quer mudar a orientação da economia (trazer a iniciativa privada para criar estruturas novas e não privatizar). E que a nova política industrial não está aumentando a estatização, isso é uma critica liberal desinformada.

Na questão sobre a fusão da Oi com a Brasil Telecom, afirmou que isso é racional do ponto de vista empresarial e que acirrará a concorrência no setor beneficiando os consumidores.

Com a indústria estrangeira, Luciano observa que é necessário que essa indústria aprofunde a qualidade do que faz no Brasil e desenvolva atividades mais sofisticadas, a política industrial acolhe um papel destacados nos setores em que a empresa estrangeira é dominante, com estímulo à inovação no país. Em relação à inflação, o Banco Central e o Ministério da Fazenda estão atentos, mas deve-se ter cuidado com as medidas de tomadas para o combate da inflação, para não ser um obstáculo com o crescimento econômico.

Por  Katia Alves

Para ler a entrevista na íntegra Entrevista com Luciano Coutinho 

  

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Novo pacote do governo mantém intacta ortodoxia estagnacionista e dependente

Postado em 12 dUTC junho dUTC 2008

Guilherme Delgado – economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz – em entrevista ao Correio da Cidadania analisa a nova política Industrial, Fundo Soberano e ‘Investment Grade’ para o Brasil.

 Guilherme comenta que as novas medidas de Política Industrial do governo são medidas positivas, mas que o quadro conjuntural não é um dos favoráveis. Em relação ao Fundo Soberano diz que poderá haver uma troca de prioridades, pois o Fundo pode ser apoiado pelo aumento do superávit primário retirando recursos fiscais que de alguma forma alimentam a demanda efetiva interna – investimentos, infra-estrutura, gastos na política social e outros – e injetar diretamente no setor externo da economia.   

E o Investment Grade’ é uma tábua de salvação que aumenta o tamanho da corda no pescoço. Ele chegou num momento em que o país reverteu, e de forma explosiva, o superávit para déficit na conta corrente.                                                                                         

Por  Katia Alves

Por Valéria Nader

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Correio da Cidadania: Como você enxerga as mais novas medidas de Política Industrial do governo, lançadas nessa segunda-feira, 12 de maio, com a desoneração fiscal de várias atividades até 2011- totalizando cerca de 21 bilhões de reais – e incentivos de cerca de 210 bilhões de reais do BNDES até 2010 para financiar os setores industrial e de serviços?

Guilherme Delgado: Do ponto de vista teórico, de se promover uma política de desenvolvimento e de incentivar o progresso técnico e as mudanças de competitividade do setor industrial, em princípio, são medidas positivas.

No entanto, o quadro conjuntural no qual nos inserimos e o formato dessas medidas que estão sendo alinhavadas, muito preocupadas em responder à pressão do déficit em conta corrente do balanço de pagamento e à conseqüente valorização cambial do real – o que, na realidade, tira o foco de competitividade do setor industrial -, me deixam bastante reticente com relação à sua eficácia. Isso porque, na realidade, não estão tocando no fenômeno cambial e monetário, que é o fenômeno bastante preocupante no que se refere à competitividade industrial Leia o resto do artigo »

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