Governo começa a definir políticas setoriais
Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
Segundo o secretário de Desenvolvimento de Produção, Armando Meziat, um dos coordenadores das políticas setoriais, os setores de construção civil, de máquinas e equipamentos para a indústria de perfumes e cosméticos devem ser os primeiros a ser alvo dos programas setoriais previstos na nova política industrial.
Nas discussões com o setor privado, o governo identificou demandas principalmente de revisão de legislação, que prejudica a atuação das empresas e a tomada de decisões, propostas de programas de capacitação de pessoal, pedidos de divulgação e adaptação dos programas de financiamento existentes e liberação de verbas contingenciadas do Fundo nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. E “as reivindicações das empresas terão de vir acompanhadas de estudos, justificativas técnicas”, alerta Meziat
Por Sergio Leo
Publicado originalmente no Valor
Os setores de construção civil, de máquinas e equipamentos para a indústria e de perfumes e cosméticos devem ser os primeiros a ser alvo dos programas setoriais previstos na nova política industrial, destinados a aumentar a competitividade e exportações das empresas. Na próxima segunda-feira, o governo nomeará os comitês encarregados de acompanhar e garantir a realização das metas para cada um dos 25 setores beneficiados por medidas específicas da política. Com a nomeação, começa, de fato, a execução das políticas setoriais, com a participação dos ministérios envolvidos.
“Vamos estabelecer contrapartidas com o setor privado. O governo tomará medidas, mas as empresa também”, prevê o secretário de Desenvolvimento de Produção, Armando Meziat, um dos coordenadores das políticas setoriais, que vem promovendo, desde maio, reuniões com cada segmento da indústria beneficiado pela nova política. Indústria naval, setor automotivo, calçados, plásticos, madeira e móveis são alguns dos 11 setores que terão programas específicos gerenciados pelo Ministério do Desenvolvimento.
Com os empresários, o governo discute os principais obstáculos aos investimentos e aumento de produção, as prioridades estratégicas e as metas de produção e exportação com que cada setor se comprometerá, para alcançar, entre os objetivos do governo, o de aumentar a participação das exportações brasileiras no total das exportações mundiais, de 1,18% em 2007, para 1,25%, em 2010. Leia o resto do artigo »
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no Brasil até então, porém o País deve redobrar os esforços nas tarefas necessárias a garantir a desejada permanência do ciclo de progresso alcançado. E uma das tarefas que cabem ao Estado é, sem dúvida, pisar no acelerador das inversões em infra-estrutura, mantendo o estímulo a que o setor produtivo privado siga liderando a alta dos investimentos, como o faz a 17 trimestres consecutivos. 
