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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

A morte do consenso da globalização

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais. 

Hoje, a pergunta não é mais: “você é favorável ou contrário à globalização?” A questão agora é, “quais deveriam ser as regras da globalização?” Os verdadeiros antagonistas dos defensores da globalização, hoje, não são jovens em barricadas, mas seus colegas intelectuais.  

Para que a globalização venha a sobreviver, será necessário um novo consenso intelectual que lhe dê sustentação. A economia mundial aguarda desesperadamente seu novo Keynes.  

Publicado em: Valor Online

Por Dani Rodrik 

Esta não é a primeira vez em que a economia mundial vê o colapso da globalização. A era do padrão-ouro, com sua livre mobilidade de capitais e livre comércio, teve um fim abrupto em 1914 e não pôde ser ressuscitada após a Primeira Guerra Mundial. Estaremos prestes a testemunhar um colapso econômico mundial similar? 

A indagação não é extravagante. Embora tenha viabilizado níveis inéditos de prosperidade em países avançados, e tenha sido uma benção para centenas de milhões de trabalhadores pobres na China e em outros países da Ásia, a globalização econômica repousa sobre alicerces frágeis. Diferente de mercados nacionais, que tendem a se apoiar em instituições regulamentadoras e políticas domésticas, os mercados mundiais são apenas “fracamente inseridos”. Não existe qualquer autoridade antitruste mundial, nenhum emprestador mundial de última instância, nenhuma agência fiscalizadora mundial, nenhuma rede de segurança mundial e, naturalmente, nenhuma democracia mundial. Em outras palavras, os mercados mundiais sofrem de fraca governança, e portanto de escassa legitimidade popular. 

Desdobramentos recentes ressaltaram a urgência com que essas questões estão sendo discutidas. A campanha eleitoral presidencial nos EUA enfatiza a fragilidade do apoio ao livre comércio no país mais poderoso do mundo. A crise no mercado de crédito imobiliário de segunda linha americano evidenciou de que modo a ausência de coordenação e regulamentação internacionais pode exacerbar a fragilidade intrínseca dos mercado financeiros. A alta nos preços dos alimentos expôs o lado negativo da interdependência econômica desacompanhada de esquemas de transferências e compensações mundiais. Por outro lado, o encarecimento do petróleo provocou aumentos nos custos de transportes, levando analistas a ponderar se a era da terceirização está chegando ao fim. E paira sempre a iminência de calamidades resultantes das mudanças climáticas, que podem ser a mais grave ameaça com que o mundo já se defrontou.  Leia o resto do artigo »

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Sob novo comando, Seae amplia área de atuação

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Juliano Basile

Publicado no Valor

Tradicionalmente vinculada à análise de fusões e aquisições, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda está atuando intensamente nas chamadas “salas de situação” do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com três metas a atingir: modicidade tarifária, retorno aos investidores privados e qualidade dos serviços. “O desafio é atingir esse trinômio em várias áreas”, afirmou o secretário-adjunto Antonio Henrique Pinheiro Silveira. Ele assumiu o comando da Seae interinamente em substituição a Nelson Barbosa, que foi deslocado para a Secretaria de Política Econômica (SPE).

Barbosa fez a primeira alteração na concepção tradicional da Seae que envolvia duas atividades centrais: promover a concorrência em setores regulados e opinar em fusões e aquisições de empresas. Durante a gestão dele, a Seae passou a auxiliar diretamente na formulação da política econômica e daí a sua efetivação no novo cargo.

Agora, Silveira terá de cumprir uma missão ampliada da Seae de completar a agenda microeconômica da SPE e de romper barreiras institucionais à concorrência, sobretudo nesse momento de aumento nas fusões e aquisições. No ano passado, a Seae foi convocada a dar pareceres em 550 operações de fusão e aquisição. Neste ano, até a semana passada, já somavam 324 casos. Ou seja, tudo indica que as fusões irão ultrapassar a barreira de 600 operações este ano e à Seae caberá dar parecer para cada uma delas.

No campo da regulação, é função da secretaria propor modelos para investimentos no PAC. Silveira participa também das negociações da primeira Parceria Público-Privada (PPP) federal em Petrolina, interior de Pernambuco. O objetivo é criar um projeto de irrigação em plena região semi-árida do Nordeste que consiga se tornar independente de verbas públicas. Para tanto, a Seae estuda a viabilidade de integrar comunidades de pequenos produtores num empreendimento agrícola na região. Leia o resto do artigo »

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Causas reais e os “fracassomaníacos”

Postado em 12 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo Delfim Netto, G-5, o grupo dos chamados “países emergentes” -Brasil, Índia, China, África do Sul e México rechaçou a interpretação dos países industrializados sobre as causas da inflação e cobraram dos países desenvolvidos mais atenção à especulação financeira que vem induzindo a aumentos extraordinários nos preços dos alimentos.

A inflação planetária que estamos vivendo teve sua origem inicialmente nos preços do petróleo e se propagou aos alimentos. É uma inflação curiosa porque vem de baixo para cima.

Por Antônio Delfim Netto

Publicado originalmente no DCI

Não cabe nenhuma crítica à atitude do G-5, o grupo dos chamados “países emergentes” -Brasil, Índia, China, África do Sul e México- que se reuniu agora em Sapporo, no Japão, cobrando, dos países mais desenvolvidos, um pouco mais de atenção à especulação financeira que vem induzindo a aumentos extraordinários nos preços dos alimentos e elevando os custos da produção agropecuária em todo o mundo.

Ainda que na forma elegante, o G-5 rechaçou a interpretação dos países industrializados sobre as causas da inflação, de acordo com eles o aumento dos gastos com energia e o crescimento muito rápido do consumo de alimentos nos países “emergentes”, cujas economias têm tido a audácia de crescer mais depressa que as demais.

Mas omitiu, olimpicamente, os efeitos mais que visíveis da especulação nos mercados financeiros.

Foi correta, portanto, e perfeitamente adequada a cobrança dos “emergentes”, diante da posição “menos responsável” dos colegas mais ricos…

É claro que a inflação planetária que estamos vivendo teve sua origem inicialmente nos preços do petróleo e se propagou aos alimentos. É uma inflação curiosa porque vem de baixo para cima.

Não é necessariamente produzida por um excesso de demanda generalizado; o aumento de cada um dos produtos tem uma explicação especial: no caso do petróleo, devido à falta de investimentos na exploração de novos campos, em pesquisa ou em refino nos últimos 15 anos, chegou-se a uma situação de equilíbrio: o espaço ficou muito curto entre oferta e demanda. Qualquer incidente menor -uma perturbação na Nigéria, a interrupção passageira de um duto, ou problemas no transporte marítimo- deflagra uma enorme excitação de preços. Para compensar a contínua desvalorização do dólar (que é a unidade de medida dos preços), os petroleiros buscam conservar o seu poder de compra. Leia o resto do artigo »

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SIGILO NA APROVAÇÃO DO EMPRÉSTIMO DO BANCO MUNDIAL

Postado em 12 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Segue abaixo um texto interessante de João Pedro Casarotto sobre os empréstimos oferecidos pelo Banco Mundial à governadora Yeda. 

Considero não ser este o melhor momento para efetuar esse empréstimo, visto que o dólar está no piso. Do meio para o final do ano que vem o dólar estará muito mais caro, e poderá ser o melhor período para fazer o empréstimo. Antes disso, seria apenas dar um grande prejuízo a um estado já muito endividado.

Além disso, também considero como problema as imposições do Bird. Suas recomendações geralmente pouco consideram o conhecimento local.

Para a Yeda, efetuar este empréstimo provavelmente seria uma coisa positiva do ponto de vista político, mas para o futuro do estado é muito questionável. A experiência mostra que os empréstimos tomados no BNDES são mais construtivos para os estados e municípios, porque os funcionários do BNDES possuem melhor conhecimento  sobre as necessidades locais. Além disso, não são dolarizados, o que evita que o estado sofra risco cambial em um momento de crise internacional.

É necessário esclarecer que os critérios para definição desse tipo de empréstimos por parte do Banco Mundial não são conhecidos. Porque alguns estados recebem volumes vultosos de recursos e outros nada recebem? Não seria mais interessante distribuir melhor os recursos?

Por João Pedro Casarotto

Ganha uma garrafa de água do aqüífero Guarani quem publicar o texto do documento que o Supremo Tribunal Federal encaminhou para o Senado Federal em caráter sigiloso e, que após ter sido dado conhecimento à Senadora Ideli Salvatti, relatora da matéria, foi anexado ao processo em envelope contendo cópia do OF. SF Nº 797/2008 e anexos, que foi lacrado e rubricado pelo Presidente da Comissão, Senador Aloizio Mercadante.

Porquê dois Poderes da República tiveram que trocar documentos sigilosos para que a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal aprovasse o empréstimo do Banco Mundial para o Rio Grande do Sul? Porquê um contrato que os gaúchos terão que honrar pelos próximos trinta anos necessita ter como base em documento sigiloso? Este mistério não é um forte indício de que o contrato com o Banco Mundial, que está sendo vendido como a redenção das nossas finanças públicas, será recheado de malignidades?

De qualquer modo, o “bebê” da Governadora, desta vez de cidadania brasileira e norte-americana, e que se chamará de “vitória do povo gaúcho”, ainda não nasceu. O nascimento depende do julgamento das medidas liminares do STF e depende de o Estado regularizar os débitos junto à Administração Pública Federal e suas entidades controladas. Leia o resto do artigo »

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Vem aí a supereletrobrás

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o intuito é transformar a empresa Eletrobrás, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil.

“O grande objetivo do governo é intervir no mercado de energia por meio da participação da Eletrobrás em leilões de usinas de interesse estratégico, mas com taxas de retorno mais baixas para reduzir o preço final da tarifa para o consumidor”

Outra medida do plano estratégico cogitada pelo mercado seria uma forte injeção de capital do governo na Eletrobrás, com recursos do Tesouro ou Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por Paulo Paiva e Zulmira Furbino

Publicado no Estado de Minas

O governo quer transformar a empresa na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança nas áreas de geração e transmissão de energia no país. Outro objetivo da megaestatal será desenvolver ações para a integração energética da América do Sul, com atuação na Bolívia, Venezuela, Argentina, Uruguai e Peru. O plano está pronto e deve ser anunciado pelo presidente lula nos próximos dias.

Plano estratégico para transformar a empresa na Petrobras do setor elétrico já está praticamente pronto. Objetivo do governo é atuar de forma mais agressiva no setor

O plano estratégico que vai turbinar a Eletrobrás já está praticamente pronto e deve ser divulgado nos próximos dias pelo governo federal. O objetivo da mudança, conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é transformar a empresa, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil. Além disso, a empresa deverá incrementar sua atuação no exterior, com foco na integração energética da América do Sul. “Posso garantir que a espinha dorsal do plano está pronta, elaborada pelo Ministério da Casa Civil. A divulgação vai depender da pressa do governo, principalmente em função das eleições deste ano”, diz uma fonte do setor. Leia o resto do artigo »

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Ipea eleva para até US$ 34,5 bi previsão de déficit externo

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou ontem de US$ 11,5 bilhões para o intervalo entre US$ 27,5 bilhões e US$ 34,5 bilhões sua projeção para este ano do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos.

O principal fator responsável pela deterioração na conta corrente foram as remessas líquidas de lucros e dividendos. As remessas se expandiram para contrabalançar os efeitos da escassez de liquidez internacional, proveniente da crise das hipotecas no mercado imobiliário americano.

Pelas novas expectativas do Ipea, durante este segundo semestre a remessa de lucros e dividendos deverá manter-se em patamares elevados, pressionando o déficit externo.

Por Luiz Sérgio Guimarães

Publicado no Valor

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou ontem de US$ 11,5 bilhões para o intervalo entre US$ 27,5 bilhões e US$ 34,5 bilhões sua projeção para este ano do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos. Trata-se de estimativa mais elevada que a do mercado e a do própria Banco Central. Pelo último Boletim Focus, a mediana das cem instituições pesquisadas projetava rombo em conta corrente de US$ 23,57 bilhões. O prognóstico do BC chega a US$ 21,5 bilhões.

Em nota técnica publicada ontem à noite, o Ipea explica que a revisão foi necessária em face do surpreendente comportamento exibido pelo item de remessa de lucros por parte de empresas estrangeiras. A ampliação do déficit decorre também da diminuição do superávit exibido pela balança comercial em 2008.

Os números oficiais relativos a maio mostraram um déficit externo de US$ 15,2 bilhões em 12 meses. No acumulado do ano, o resultado já está em US$ 14,7 bilhões, valor superior à projeção de US$ 11,5 bilhões formulada pelo Ipea em março. “Esta nota técnica tem como objetivo explicar as razões que fizeram aquela previsão ter sido superada pela realidade, explicitando e analisando os principais fatores responsáveis pelo erro cometido, assim como apresentar as novas previsões referente às transações correntes”, diz o documento. Leia o resto do artigo »

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Medida Provisória Nº435 favorece escandalosamente os rentistas da dívida públia, roubando explicitamente recursos vinculados às áreas socias.

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Rodrigo Ávila*

Nos últimos anos, o país tem realizado superávits primários gigantescos, ou seja, tem destinado grande parte dos recursos públicos para a Conta Única do Tesouro para a constituição de uma reserva paragarantir o pagamento da dívida pública. Estes superávits primários são realizados até mesmo com recursos vinculados legalmente a determinado tipo de despesa (ou seja, que não poderiam ser utilizados para o pagamento da dívida), o que é um contra-senso e um prejuízo enorme ao atendimento das urgentes necessidades sociais do país.

Tais recursos vinculados permanecem parados na Conta Única, uma vez que não podem ser destinados ao pagamento da dívida. Agora, através do Artigo 11 da presente Medida Provisória, o governo dribla definitivamente estas vinculações e permite que tais recursos (estimados pelo governo em R$ 54 bilhões, ou seja, um valor maior do que todo o orçamento da saúde para este ano) sejam destinados aos rentistas, o que é um verdadeiro escândalo.

Esta Medida Provisória também permite outra manobra escandalosa, em benefício dos especuladores. Nos últimos anos, o país tem atraído grande quantidade de capital estrangeiro através do estabelecimento das maiores taxas de juros do mundo e da isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos dos estrangeiros na dívida interna. Leia o resto do artigo »

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A abertura da Caixa Preta

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho* 

As matérias publicadas recentemente na imprensa especializada, bem como artigos de jornal abordando as chamadas operações de swap do Banco Central surtiram efeitos. 

O próprio diretor de política monetária do Bacen, Mário Torós, bem como Armínio Fraga, ex-presidente do banco e introdutor dessas operações no dia-a-dia da instituição, se viram compelidos a prestar algum esclarecimento ao público. 

Primeiramente, para àqueles não familiarizados com o tema – a imensa maioria não só da população, mas dos próprios “formadores de opinião” -, essas operações foram introduzidas no cardápio das ações do Banco Central, em 2002, como forma de garantir maior segurança ainda à frenética e lucrativa ação dos especuladores. 

Naquele ano, na gestão de Armínio Fraga – e em meio às turbulências geradas pelas eleições presidenciais -, o Banco Central inicia as operações de swap, vocábulo inglês equivalente à palavra troca, no nosso português. A troca, no caso, se dá entre àqueles que apostam em índices de valorização do câmbio e dos juros, no mercado de derivativos. O Bacen passou na prática a vender contratos futuros de câmbio, alegando que desse modo oferecia proteção aos “investidores”, contra eventuais perdas decorrentes de uma possível desvalorização cambial. Assim, a pressão compradora em relação à moeda norte-americana tenderia a diminuir, forçando a interrupção da subida do dólar. 

O fato é que, naquela ocasião, o dólar disparou e quem apostou contra o Banco Central ganhou muito dinheiro. A partir de 2003, com a subida da taxa básica de juros (a taxa Selic) – e o sinal de Lula ao mercado financeiro de que nada seria substancialmente alterado -, o câmbio começou a ceder, iniciando um processo de perdas para as instituições em posições de compra desses contratos.  Leia o resto do artigo »

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