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Blog do Desemprego Zero

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IPEA, Contas Externas e Imprensa

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Paulo Passarinho

Há poucas semanas, a imprensa dita especializada – mas também o próprio Jornal Nacional, da TV Globo – voltou a colocar a direção do IPEA, Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada, na berlinda. Desta feita foi a informação sobre mudanças na metodologia de elaboração e difusão de suas previsões e estimativas conjunturais, implementada pela diretoria do Instituto, que provocou o novo ataque sincronizado. Assunto de natureza técnica, e de absoluta competência da direção do Instituto, virou tema até mesmo do jornalista Elio Gáspari. Acusação: mais um ato “obscurantista” da direção de Márcio Pochmann e João Sicsú, vistos pela turma do mercado financeiro como economistas não confiáveis.

A referência ao novo ataque sincronizado reporta-se à tentativa de desmoralização da atual direção do IPEA desde o início da sua gestão, assunto já abordado por mim no artigo A Campanha de Difamação contra a Direção do IPEA.

De nada valeram as explicações fornecidas – e absolutamente claras e lógicas – pelos dirigentes do órgão. O IPEA volta-se para estudos de médio e longo prazos, e suas avaliações conjunturais devem se situar dentro desse contexto. Portanto, não devem estar centradas e priorizadas em variáveis de curto prazo, e de uma forma muito limitada. A nova proposta incluía ainda o compromisso de dar respostas às previsões feitas pelos seus técnicos, e eventualmente não concretizadas. Uma bela novidade que deveria ser elogiada pelos caçadores de obscurantistas. Afinal, até onde lembro, pela primeira vez uma instituição estabeleceu como rotina avaliar os seus erros. Leia o resto do artigo »

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Brasil está à beira de ser superpotência, diz “FT”

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: O Estado de S. Paulo

Por: Daniela Milanese 

JORNAL DESTACA AVANÇOS DOS ÚLTIMOS ANOS E BOAS CONDIÇÕES PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E DE ENERGIA, MAS LEMBRA QUE AINDA HÁ MUITOS DESAFIOS A SUPERAR 

“Surfando em uma grande onda de confiança.” É dessa forma que o jornal britânico Financial Times apresenta o Brasil, em um caderno especial de seis páginas sobre o País, divulgado ontem. A série de reportagens mostra os avanços econômicos, políticos e sociais obtidos nos últimos anos, mas aponta que a tarefa de transformação ainda não está completa. “Não é um exagero dizer que o Brasil está à beira do status de superpotência”, diz o jornal. Conforme a publicação, em um momento de aumento da demanda por alimentos e energia, o País tem uma posição singular.

Além de ser um dos maiores produtores agrícolas do mundo, o que inclui o etanol de cana-de-açúcar, o Brasil está entre os líderes da indústria automobilística e em breve deve se tornar um importante exportador de petróleo. O mercado interno está explodindo, o que passou a representar um ímã para o investimento externo direto. “Muito disso se tornou possível pelas reformas feitas nos últimos 15 anos”, afirma.

Segundo o FT, as bases da prosperidade do Brasil foram feitas sob a administração de Fernando Henrique Cardoso, e na época condenadas pelo Partido dos Trabalhadores (PT), então na oposição. “Mas, no governo, Mr. Lula da Silva e seus conselheiros passaram a ver o valor, especialmente para os pobres, da inflação baixa e da estabilidade econômica.” Leia o resto do artigo »

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Substituição de importação

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Delfim Netto

É triste assistir ao escolástico debate entre economistas estadofóbicos e estadólatras. De uma certa forma ele reproduz pobremente a velha disputa Gudin-Simonsen dos anos 40/50 do século passado. Eugênio Gudin sabia infinitamente mais economia do que Roberto Simonsen. Mas este sabia uma pequena coisa: transformar idéias em ação, às vezes transgredindo o que seria a “boa teoria”. Foi assim basicamente que, com erros, desperdícios e acertos, transformou-se o Brasil do paraíso com a propensão natural “racionalmente agrícola” das vantagens comparativas preconizado por Eugênio Gudin, no inferno “irracional” do sistema industrial sugerido por Roberto Simonsen.

Da mesma forma que nossos agricultores, banqueiros e industriais, que com preços “errados” acumularam seus patrimônios, o Brasil, acumulando erros, saltou de 48ª para 8ª economia mundial, com um enorme aumento de emprego e do consumo. Isso não prova que ele escolheu o melhor caminho. Agora que o “futuro” opaco é “passado”, a análise de tal transformação sugere que provavelmente poderia ter feito melhor. É uma pena que o futuro só chegue tarde. Como é óbvio, a caricatura não faz justiça ao sofisticado pensamento do professor Gudin, e o desenvolvimento não foi obra de Simonsen. Leia o resto do artigo »

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Câmbio valorizado deixa país na contramão da Ásia

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Monitor Mercantil

Por: Rogério Lessa 

Entrevista: Eliane Araújo – Economista

No intervalo entre 1994 e 2007, a taxa de câmbio brasileira esteve sobrevalorizada ao longo de quase todo o período, sendo que esta sobrevalorização se tornou mais intensa após o primeiro trimestre de 2005. É o que mostra o artigo Análise empírica do desalinhamento cambial no Brasil pós-Plano Real, da economista Eliane Araújo, que mereceu destaque no 11º encontro da Associação Nacional de Pós-graduação em Economia da Região Sul (Anpec-Sul).

O artigo faz parte da tese de doutorado que Eliane está desenvolvendo na UFRJ a partir da defesa da administração cambial competitiva como estratégia de crescimento para países em desenvolvimento. Análise Empírica… discute algumas das causas do desalinhamento cambial e as conseqüências da sobrevalorização para a economia brasileira, destacando os efeitos negativos sobre a indústria e a balança comercial.

“A taxa de câmbio é uma ferramenta importante para gerar crescimento e desenvolvimento e no Brasil está sendo usada para resolver problemas de curto prazo, como inflação e contas externas. A utilização do câmbio como instrumento de política econômica já mostrou que pode trazer benefícios para países em desenvolvimento e poderia beneficiar o Brasil também. Várias pesquisas têm mostrado isso”, defende a economista nesta entrevista exclusiva ao MONITOR MERCANTIL.

Administrar o câmbio parece ser uma heresia na visão neoliberal. O que diz a experiência internacional?

O câmbio é uma viável chave de política econômica. Japão, Alemanha, Itália e os países asiáticos mais dinâmicos utilizaram o câmbio depreciado como estratégia de crescimento. Enquanto os asiáticos adotaram estratégia de crescimento via câmbio competitivo, a América Latina usou o câmbio para estabilizar preços.

Isso resultou numa grande diferença de crescimento entre essas duas regiões, com exceção, agora, da Argentina, que está com padrão asiático de crescimento. A sobrevalorização está prejudicando enormemente a competitividade no Brasil. Países em desenvolvimento devem adotar uma estratégia de desenvolvimento competitivo, mas aqui a política cambial é passiva. Leia o resto do artigo »

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Câmbio competitivo é crucial para crescimento, diz ecomista da FGV

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Valor Online

Por: Sergio Lamucci

O economista Paulo Gala, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV), vê com desconforto a valorização do câmbio ocorrida nos últimos anos. Para ele, é fundamental manter uma taxa depreciada para estimular a poupança doméstica e o investimento no longo prazo. O câmbio competitivo, diz ele, é decisivo para garantir a expansão do setor manufatureiro voltado para a exportação, a principal fonte de ganhos de produtividade para a economia. Se não acredita que o Brasil vá repetir as graves crises cambiais do fim dos anos 90 e começo dos anos 2000, Gala teme que, se insistir no dólar barato, o país seguirá longe do crescimento sustentado a taxas robustas. 

No estudo “Efeitos da apreciação cambial nos salários, lucros, consumo, investimento, poupança e produtividade: uma perspectiva de curto e longo prazo”, Gala questiona a idéia de que a apreciação do câmbio pode trazer benefícios duradouros para o investimento e a expansão da economia. 

“O efeito mais forte da apreciação cambial nas cadeias produtivas de bens comercializáveis internacionalmente, tanto agrícolas quanto de bens industriais, se faz sentir principalmente nas margens de lucro”, escreve ele. “Para um dado nível de preços em dólares de produtos comercializáveis, a apreciação cambial representa uma queda imediata e intensa de preços de venda e margens de lucro em reais em toda a cadeia que trabalha com preços internacionais, especialmente nos setores que não têm poder de mercado.”  Leia o resto do artigo »

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Déficit externo e inflação

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Benjamin Steinbruch

Folha de S. Paulo

Na economia, o déficit externo precisa de atenção muito maior, igual à que se dá hoje à inflação

NA QUARTA-FEIRA da semana passada, enquanto eu tentava escrever um artigo sobre o déficit na conta corrente do balanço de pagamentos, a televisão, sem som, mostrava o jogo do São Paulo contra o Náutico, em Recife.
Eu estava impressionado com a previsão de que o déficit pode atingir neste ano até US$ 35 bilhões, muito além das previsões iniciais de US$ 11 bilhões. Pensava em fazer um texto de alerta sobre o crescimento do déficit, um lendário inimigo da economia brasileira, enquanto as atenções dos analistas estão concentradas apenas no problema da inflação.
Como o São Paulo perdia por 2 a 1, tentei concentrar-me no tema das contas externas. Mas, vendo a TV de rabo de olho na esperança de que o São Paulo conseguisse o empate, vi seguidos lances em que os jogadores se atiravam em campo. Veio-me, então, uma idéia óbvia a respeito de um problema grave no futebol brasileiro: ética. Leia o resto do artigo »

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Debate Aberto: Rede Globo X Carta Maior

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Bernardo Kucinski

Por que o governo Lula perdeu a batalha da comunicação

E como a Globo definiu a narrativa dominante e única da crise do mensalão. A central de Brasília, dizem jornalistas que trabalharam no sistema Globo, formou uma espécie de “gabinete de crise” com líderes da oposição do qual faziam parte ACM Neto e Paes de Andrade. Fechar a Radiobrás foi o ato síntese de todos os grandes erros na política da comunicação do governo Lula.

A mídia na era Lula deixou de funcionar como mediadora da política, passando a atuar diretamente como um partido político de oposição. Apesar de disputarem agressivamente o mercado entre si, há mais unidade programática hoje entre os veículos da mídia oligárquica do que no interior de qualquer partido político brasileiro, até mesmo partidos ideológicos como o PT e o PSOL. Todos os grandes veículos, sem exceção, apóiam as privatizações, a contenção dos gastos públicos, a redução de impostos; a obtenção de um maior superávit primário, a adesão do Brasil à ALCA; todos são críticos à criação de um fundo soberano, ao controle na entrada de capitais, ao Bolsa Família, à política de cotas nas universidades para negros, índios e alunos oriundos da escola pública, à entrada de Venezuela no Mercosul e ao próprio Mercosul. Todos criticam o governo sistematicamente, em todas as frentes da administração, faça o governo o que fizer ou deixar de fazer.

Na campanha da grande imprensa que levou Vargas ao suicídio, o governo ainda contava como apoio da poderosa cadeia nacional de jornais Última Hora. Hoje, não há exceção entre os grandes jornais. Outra diferença desta vez é a adesão ampla de jornalistas à postura de oposição, e sua disseminação por todos os gêneros jornalísticos tornando-se uma sub-cultura profissional. Emulada por editores, prestigiada por jornalistas bem sucedidos e comandada pelos intelectuais orgânicos das redações, os colunistas, essa sub-cultura é dotada de um modo narrativo e jargão próprios.

Em contraste com o jornalismo clássico, que trabalha com assertivas verazes para esclarecer fatos concretos, sua narrativa não tem o objetivo de esclarecer e sim o de convencer o leitor de determinada acusação, usando como fio condutores seqüências de ilações. É ao mesmo tempo grosseira na omissão inescrupulosa de fatos que poderiam criar outras narrativas , e sofisticada na forma maliciosa como manipula falas, datas e números. O enunciador dessa narrativa conhece os bastidores do poder e não precisar provar suas assertivas. VEJA acusou o PT de receber dinheiro de Cuba, admitindo na própria narrativa não ter provas de que isso tenha acontecido. Em outra ocasião, justificou a acusação alegando não haver nenhuma prova de que aquilo não havia acontecido. Leia o resto do artigo »

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Autonomia nacional

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Paulo Nogueira Batista Jr.

O Globo

Posso retomar o tema do desqulíbrio externo? Não quero abusar da paciência do leitor. Sei que a inflação é a preocupação do momento. Mas não devemos esquecer das contas externas, ainda que nessa área não existam grandes riscos no curto prazo. Um país que acumula déficits e dívidas com o exterior pode comprometer o seu desenvolvimento e, até mesmo, a sua autonomia. Ninguém é independente quando precisa de apoio financeiro externo.

É notável a piora da balança comercial no passado recente. As remessas de lucros, as despesas com turismo e outros gastos externos vêm crescendo de forma extraordinária.

Em conseqüência, a conta corrente do balanço de pagamentos (que inclui a balança comercial, serviços, rendas e transferências unilaterais) tem registrado rápida deterioração. Passamos de um superávit de US$13,6 bilhões em 2006 a um déficit de US$15,2 bilhões nos 12 meses até maio de 2008. O levantamento das projeções de mercado, realizado pelo Banco Central, aponta para um déficit em conta corrente de US$23,6 bilhões em 2008 e de US$32,5 bilhões em 2009. Leia o resto do artigo »

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