Economia deve desacelerar
Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro
provocando a redução do crescimento da economia.O banco Central precisa conter as elevações das taxas de juros, para que os investimentos continue, pois do contrário estes cairão impactando na redução do emprego já em 2009. Para Sicsu aponta os alimentos como o principal responsável pela alta da inflação, e que se torna preocupante por causa do efeito sobre as camadas mais pobres da população, que estão com a cesta de consumo mais cara.
Publicado em: gazeta Online
Apesar de a inflação estar dando pequenos sinais de recuo, a tendência é que a alta de preços neste ano, em relação aos índices de 2007, provoque redução no ritmo de crescimento da economia, segundo avaliação do diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsu.
Ele acredita, porém, que o País vai continuar contando com crescimento dos investimentos, se o Banco Central contiver as elevações na taxa de juros básicos da economia (a Selic). Do contrário, deverão cair os investimentos a partir de 2009, com crescimento menor da economia e menor oferta de emprego. No momento, os investimentos estão crescendo em ritmo acima do próprio PIB.
Em entrevista ao programa “Revista Brasil”, da Rádio Nacional, Sicsu falou sobre o documento Carta de Conjuntura, que o Ipea vinha editando a cada três meses e que registrou recuo da inflação nas últimas semanas, em relação aos demais períodos do ano. Ele destacou o desempenho do item alimentação como principal responsável pela alta da inflação nos últimos meses. Segundo ele, em 12 meses até maio os preços desses produtos, isoladamente, subiram 14,6%, enquanto os demais itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiram no período a uma média de 3,2%. Leia o resto do artigo »
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O relatório do Tesouro Nacional divulgou que a dívida pública federal interna mantém a trajetória de alta motivada pelo impacto da taxa Selic e dos índices de inflação. Em junho, o endividamento, considerando o interno e o externo, chegou a R$ 1,343 trilhão, 0,47% acima do apurado no mês anterior.
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