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Blog do Desemprego Zero

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Melhor remédio para combater inflação é aumento de produção, diz Lula

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

“Para o presidente Lula o único remédio para combater a inflação é aumentar a produção no País. O presidente acredita que a economia brasileira está demonstrando firmeza e sustentabilidade, e que o crescimento será continuo, até porque, segundo ele, a inflação causada pelos alimentos no mundo inteiro tende a fluir rapidamente. O presidente se mostra bastante feliz, com a maior geração de empregos no País, e principalmente da geração de empregos pela construção civil, setor este que estava estagnado há vinte anos. O presidente cita o exemplo da cidade de Petrolina (PE) que foi a cidade do interior que mais gerou vagas formais: foram 5.356 novos postos, uma alta de 14,25%, respondendo por 47% de todos os empregos gerados no Estado no mês.”

Publicado em: Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que o melhor remédio para combater a inflação é aumentar a produção no país. Para Lula, as altas de preços dos alimentos no mundo “tende a fluir rapidamente” e não afetará o crescimento.

“Eu acredito que a economia brasileira está demonstrando firmeza, demonstrando sustentabilidade; e eu penso que nós vamos continuar crescendo, até porque essa inflação causada por alimentos no mundo inteiro, ela tende a fluir rapidamente”, disse, no programa de rádio “Café com o Presidente”, transmitido hoje.

Na semana passada, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) informou que com a inflação mais alta, a perda de poder aquisitivo e mais dívidas afetaram o otimismo do consumidor brasileiro no segundo trimestre do ano. A pesquisa trimestral da confederação mostrou que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor recuou 1,6% na comparação com o registrado em março e 1,2% na comparação com junho de 2007. O indicador está em 109,8 pontos (valores acima de 100 pontos indicam expectativa ainda positiva).

“O consumidor brasileiro voltou a se assustar com a inflação e isso fez com que o otimismo em relação à economia recuasse no segundo trimestre deste ano”, diz a CNI.

Os índices vêm mostrando desaceleração nas leituras mensais, mas os índices acumulados apontam para cima. O IPCA-15, por exemplo, teve alta de 0,63% neste mês, abaixo do 0,90% registrado em junho, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mas, no ano, o índice acumula alta de 4,33% –contra 2,42% no mesmo período de 2007. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice subiu 6,30%, contra 5,89% nos 12 meses imediatamente anteriores. Leia o resto do artigo »

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Financiamento do BNDES cresce 30%

Postado em 27 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) devem crescer este ano perto dos 30%, saltando de R$ 64,9 bilhões, em 2007, para R$ 84 bilhões ao longo de 2008.

O setor de infra-estrutura recebeu R$ 32,2 bilhões, um aumento de 85%, principalmente devido aos projetos de energia elétrica e de transportes terrestres. Fernando Puga, chefe do departamento da área de análise econômica do banco, declara que tanto os projetos de infra-estrutura, como os da indústria de insumos dizem respeito a setores de capital intensivo, de maturação no longo prazo.

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Ana Cecilia Americano

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) devem crescer este ano perto dos 30%, saltando de R$ 64,9 bilhões, em 2007, para R$ 84 bilhões ao longo de 2008. Vale frisar que o crescimento de 2007 sobre 2006 já foi alto, superior a 25%. Neste ano, os principais setores beneficiados pelos desembolsos são infra-estrutura e indústria.

Dados de maio indicam que nos últimos doze meses o setor de infra-estrutura recebeu R$ 32,2 bilhões, um aumento de 85%, principalmente devido aos projetos de energia elétrica e de transportes terrestres. Já as liberações para a indústria, nos doze meses que antecederam maio, somaram R$ 32 bilhões, uma expansão de 8%, com foco nos segmentos de alimentos, bebidas, química e petroquímica.  Para Fernando Puga, chefe do departamento da área de análise econômica do banco, esse movimento está associado aos novos projetos de infra-estrutura em curso no País, a exemplo de grandes empreendimentos em energia elétrica, por conta do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e a uma demanda crescente dos setores industriais de insumos básicos – em siderurgia, indústria química, papel e celulose – e de alimentos e bebidas, com o foco no mercado interno e voltados à expansão do parque produtivo. “No passado, os investimentos eram mais direcionados a projetos de produção para a exportação”, compara.  Leia o resto do artigo »

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“Emergente atípico”, efeitos da crise serão diferentes no país, prevê Krugman

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Paul Krugman, economista e professor da Universidade de Princeton, afirmou que o Brasil é considerado um emergente atípico e que o país deverá ser afetado com o ajuste dos preços das commodities. “Os preços das commodities devem cair, mas não acredita que vão voltar ao nível em que estavam antes”. E que esse movimento dos preços pode ter alguns lados positivos para a economia brasileira. “O país está do lado ganhador.” A queda de preços de commodities, por exemplo, alivia a pressão sobre a inflação. O outro aspecto é que o câmbio tende a ficar mais competitivo para indústria local.

Por Catherine Vieira e Rafael Rosas

Publicado originalmente no Valor

Com câmbio flutuante, fartos recursos naturais e política monetária no ‘caminho certo’, o Brasil é considerado um emergente atípico pelo economista americano Paul Krugman. Para ele, com esse perfil, o país vai sofrer de modo um pouco diferente os efeitos das crises, que continuarão afetando as economias globais, como os problemas no setor financeiro americano, o choque das commodities e o contágio da inflação.

“O Brasil é um emergente atípico, é totalmente diferente da Ásia, que é uma região que demanda commodities e na qual muitos países têm o câmbio atrelado ao dólar”, analisou Krugman, que falou ontem, no BNDES, sobre o tema “Crise Financeira Internacional e Crescimento da Economia Brasileira.”

Para o economista e professor da Universidade de Princeton, os países asiáticos estão sofrendo, por conta de seus sistemas de câmbio, o efeito expansionista da política monetária dos EUA, o que vem alastrando a pressão inflacionária nesses países e também contribui para o grande aumento dos preços das commodities. Outra questão é que muitos dos países da Ásia aplicavam seu excesso de poupança nos EUA. Esses emergentes, acredita Krugman, terão mais dificuldades em ajustar os efeitos das crises atuais que, na visão dele, devem durar pelo menos mais dois anos. Leia o resto do artigo »

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Estado-Indutor

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Para Delfim Netto, o Consenso de Washington de foi pobremente simplificada entre nós na receita: “estabilize, privatize e liberalize”. E que essa idéia criaria por si mesmo e por gravidade as condições para um desenvolvimento acelerado e sustentável foi uma das mais cruéis ilusões impostas a governantes bisonhos pelo pensamento hegemônico gerado por uma pseuda “Ciência Econômica.

E que há anos a Economia Política mostra que o desenvolvimento é um fenômeno complexo condicionado pela cultura, pela história, pela geografia, pela antropologia etc., e que depende, para realizar-se, de um Estado-Indutor capaz de cooptar a sociedade para realizá-lo, pois nunca houve um processo de desenvolvimento sem a intervenção do Estado-Indutor.

Por Antonio Delfim Netto

Publicado originalmente na Folha

VIVEMOS A GERAÇÃO perdida com a fórmula do Consenso de Washington para estimular o desenvolvimento. Ela foi pobremente simplificada entre nós na receita: “estabilize, privatize e liberalize”. Dele não aproveitamos sequer as boas receitas como, por exemplo, “manter uma taxa de câmbio real competitiva”.

E, das que aproveitamos, como a privatização absolutamente necessária, fizemos mal e às pressas, para não ir ao “default”, deixando um problema do qual vamos continuar a nos arrepender: precificamos os serviços não-comercializáveis e a dívida dos Estados e municípios por indicadores que refletem os preços dos comercializáveis! A receita do Consenso não era ruim em si mesma. Pelo contrário, boa parte dela (inclusive a sua dúvida sobre as vantagens da liberalização do movimento de capitais) faz sentido. Leia o resto do artigo »

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Juros altos. Falsa desculpa

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Adriano Benayon*                            

Na última 4ª feira foi, mais uma vez, elevada a taxa básica de juros (SELIC), aplicada em títulos públicos, agora para 13% aa. Os pontos percentuais das demais taxas de juros equivalem a múltiplos da SELIC que podem ser até mais de 6, como ocorre com alguns empréstimos a pessoas físicas a 9% ao mês, ou seja, mais de 180% aa.

No mesmo dia fui entrevistado, em Brasília, por uma emissora de televisão, a Rede TV, horas antes da decisão pelo novo aumento. Em certa altura, a repórter referiu-se à tradicional desculpa do Banco Central e da maioria dos formadores de opinião, segundo a qual o aumento da taxa seria necessário, por causa da inflação em alta.

Respondi que o aumento das taxas de juros tem mais efeito para fazer subir os preços do que para diminuí-los. Para começar, os juros são um componente dos custos de produção. Assim, juros mais altos resultam em custos mais altos e preços também mais altos.

Somente a curto prazo, o aumento de juros poderia conter um pouco a inflação, ao desencorajar os consumidores de comprar a crédito, o que faria diminuir a quantidade procurada de bens e serviços. Mas nem isso é certo, uma vez que os preços são, em geral, determinados em mercados de escassa concorrência, por ser a economia muito oligopolizada e cartelizada.

Os juros no Brasil têm sido sempre absurdamente onerosos, e há anos, o País detém o triste título de ter as taxas de juros mais altas do Mundo. Elas inibem os investimentos. Consequentemente, a produção, e, portanto, a oferta. Com esta em declínio, a tendência dos preços é subir. Os investimentos são desestimulados não só porque o capital para investir fica mais caro, mas também porque os produtores vêem possibilidades menores no mercado em face da repressão ao consumo sinalizada pelo aumento dos juros. Ninguém investe para produzir e depois não vender.

Ademais, os descomunais juros do mercado financeiro brasileiro atraem capitais estrangeiros especulativos, que se cevam na dívida mobiliária interna e em títulos privados e seus derivados, para transferir anualmente centenas de bilhões de reais para o exterior.

Enquanto prevalecem os ingressos sobre as saídas de capital, o real acumula valorização mais que excessiva. Assim, as empresas brasileiras ficam em ainda piores condições de competir nos mercados externos. Ademais, como elas não têm acesso a dinheiro a juros módicos praticados no exterior, são ainda mais inviabilizadas, até no mercado interno, dominado por subsidiárias de empresas transnacionais. Estas, ademais de desfrutarem de subsídios governamentais, podem captar no exterior o pouco capital de que necessitam. Dessas repercussões no câmbio e na estrutura dos mercados, nem falei na entrevista, porque não havia tempo para alongar-se.

Em suma, são imensos e duradouros os malefícios à economia da política de juros altos, pois, além de causarem inflação, colocam a produção em nível cada vez mais baixo. Na continuação, os resultados são desastrosos: 1) renda real em queda; 2) elevação dos preços de bens e serviços; 3) desemprego em aumento.

À pergunta de por que, então, as taxas de juros vêm sendo elevadas, apontei que isso decorre de prevalecerem na política as decisões dos grupos mais poderosos. A sociedade difusa, o grosso da população, obviamente não faz parte desses grupos.

Procurei transmitir essas noções de forma clara, mas escolhendo as palavras com muito cuidado, para evitar que a natural contundência que o assunto requer não assustasse os responsáveis pelo noticiário da tal TV. Leia o resto do artigo »

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FICHA SUJA E O CONTROLE DOS GRUPOS ECONÔMICOS PRIVADOS SOBRE AS CIDADES

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Por Geraldo Serathiuk

Ao assistir ao debate sobre a publicização das listas das fichas sujas dos candidatos nas eleições, conclui pela limitação do debate. Aprendi com Douglas North, prêmio Nobel de Economia de 1993, que os países que mais se desenvolveram na história foram os que construíram os melhores sistemas jurídicos. E discutir apenas a questão de um mecanismo do sistema jurídico eleitoral como o uso da analise da ficha suja, sabendo dos caminhos protelatórios do sistema processual e de controle patrimonial brasileiro, sabemos que isto apenas não basta. Pois não adianta olharmos a questão apenas na ótica pessoal do candidato com ficha suja, se o resto do sistema continua permitindo a sua existência.

Assim sendo, não adianta verificar se a ficha esta suja, se o processo de eleição dos membros das Câmaras Municipais e as Prefeituras continuam sob financiamento e controle paralelo dos grupos econômicos privados. Não adianta verificar se a ficha esta suja, se o sistema de concessão de transporte coletivo continua sem licitação pública e o conselho de transporte coletivo continua sem o controle da sociedade e a participação dos sindicatos de trabalhadores, para verificar preço e qualidade. Leia o resto do artigo »

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Dez razões para não aumentar a taxa de juros no Brasil

Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

João Sabóia no artigo abaixo apresenta dez razões para não aumentar a taxa de juros: a taxa básica de juros no país já está entre as mais elevadas do mundo em termos reais, o Brasil tem apresentado crescimento econômico bem menor que os demais países emergentes nos últimos anos, o crescimento da taxa de juros atrai capitais especulativos e pressiona a taxa de câmbio para cima, o aumento recente da inflação no Brasil não se deve a uma forte pressão de demanda interna, mas principalmente ao crescimento dos preços internacionais das commodities (petróleo, trigo, soja etc), sobre os quais a taxa de juros brasileiras não tem qualquer influência.  O custo da rolagem da dívida pública (pagamento de juros) tem flutuado em torno de 7 a 8% do PIB nos últimos anos, o que representa um desperdício enorme de recursos públicos que poderiam ser aplicados para outros destinos sociais ou econômicos mais nobres.

Com os gastos anuais com o pagamento dos juros da dívida pública, seria possível cobrir os gastos de mais de 10 programas Bolsa-Família, se o Banco Central está preocupado em combater a inflação via redução do consumo seria mais criativo se tomasse medidas voltadas para o crédito.

Publicado originalmente no Valor

Por João Saboia

A partir do recrudescimento da inflação no mundo (e no Brasil), o Banco Central (BC) iniciou há alguns meses um processo de aumento das taxas de juros no país, cujo objetivo final é o combate à inflação. A taxa básica de juros da economia – a famosa Selic (sigla do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) – deverá continuar aumentando nos próximos meses até que o BC se convença que a inflação voltou para níveis compatíveis com as metas oficiais de inflação.

Diversos economistas têm se manifestado na mídia sobre os rumos da atual política monetária BC. Não são poucos aqueles que têm alertado que, na atual situação mundial, há um grande risco deste tipo de atuação demorar para produzir os efeitos desejados, levando o BC a aprofundar o processo de elevação dos juros por um longo período, representando um grande custo para a sociedade e para a economia.

O principal argumento utilizado pelos críticos é a especificidade do processo inflacionário atual, que está longe de ser uma inflação de demanda, onde as taxas de juros podem atuar diretamente sobre sua causa principal. No caso de choques de oferta, como o atual, a situação é distinta e o efeito de um aumento das taxas de juros é bastante questionável, podendo levar a economia para a chamada estagflação – manutenção de alta inflação com baixo crescimento econômico. Leia o resto do artigo »

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Inflação já afeta renda, aponta IBGE

Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Com a inflação mais alta os consumidores vêem seu poder de compra deteriorado, se não bastasse só a inflação, um outro fator de deterioração do poder de compra é dos salários menores, ou seja, a entrada de mais pessoas no mercado de trabalho recebendo bem menos do que deveria ganhar. A maior parte do impacto no rendimento vem dos trabalhadores com carteira, que geralmente entram no mercado ganhando menos. A pesquisa feita pelo IBGE mostrou que a taxa de desemprego ficou em 7,8% da população economicamente ativa (PEA) em junho, praticamente inalterada na comparação com maio, quando se situou em 7,9%. Em relação a junho de 2007, houve declínio de 1,9 ponto percentual. 

Publicado em: Valor Online

Por: Rafael Rosas 

O mercado de trabalho brasileiro já sofre os efeitos do aumento da inflação. Em junho, o rendimento médio real da população ocupada ficou em R$ 1.216,50, uma queda de 0,3% na comparação com os R$ 1.219,83 de maio, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para chegar à média real, o IBGE desconta a inflação acumulada. 

“A inflação mais alta corroendo o poder de compra é um dos fatores para a queda do rendimento, além da entrada de mais pessoas no mercado de trabalho, que começam ganhando menos”, explicou Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Entre janeiro e junho, o rendimento médio das pessoas ocupadas atingiu R$ 1.220,94, um crescimento de 2,3% frente aos R$ 1.193,57 dos primeiros seis meses do ano passado. O avanço foi menor que a aceleração de 4,4% acumulada na comparação do primeiro semestre de 2007 com o primeiro semestre de 2006. 

A maior parte do impacto no rendimento vem dos trabalhadores com carteira, que geralmente entram no mercado ganhando menos. Neste grupo, que cresceu 9,5% na comparação entre junho deste ano e junho do ano passado, o rendimento caiu de R$ 1.167,76 no primeiro semestre de 2007 para R$ 1.166,17 nos primeiros seis meses deste ano. A formalização do mercado é outra característica observada este ano. Entre janeiro e junho, o emprego com carteira assinada no setor privado atingiu 44% da população ocupada, contra 41,9% no primeiro semestre de 2007.  Leia o resto do artigo »

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