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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Precisamos fazer a lição de casa direito

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo Delfim Netto, o setor produtivo, a indústria brasileira especialmente, não depende mais de subsídios ou de proteção. Pode dispensá-los -como disse recente nota da Fiesp- porque considera que “fez a lição de casa” e por isso cobra do governo que faça o seu “dever de casa” para que se restabeleçam as condições isonômicas (que já existiram!) para enfrentar a dura competição mundial. Significa estabelecer condições de redução da carga tributária no processo produtivo, a eliminação de impostos nos investimentos direcionados aos setores exportadores e não desistir do objetivo de uma política monetária mais inteligente.

Publicado no DCI

Por Delfim Netto

O setor produtivo brasileiro dispensa subsídio e nem precisa de proteção, necessariamente. Isso ficou muito evidente durante as discussões da Rodada de Doha, em Genebra, quando o Brasil se dispôs a fazer concessões para que se chegasse algum acordo na direção de liberalizar o comércio mundial. Também restou evidente que as nações, emergentes ou desenvolvidas, não estão dispostas a “baixar a guarda” se houver qualquer ameaça à sua segurança alimentar ou energética. O que, afinal esteve conforme as previsões.

Fome à parte, China e Índia trataram de se entrincheirar nas salvaguardas para defender sua agricultura da “invasão” de produtos estrangeiros; a Europa, além de barreiras tarifárias, não abre mão de estabelecer quotas nas importações de alimentos; e os Estados Unidos não querem saber de facilitar a entrada em seus mercados de combustíveis mais baratos e eficientes que o seu etanol de milho. Aqui não se trata do problema alimentar, e sim de assegurar a autonomia energética.

O Brasil hoje se garante praticamente nas duas autonomias com uma produtividade, na agricultura, superior à dos concorrentes, e com um horizonte muito próximo da independência energética. Pode, então, oferecer concessões em nome do objetivo da liberalização comercial e de prestigiar uma instituição internacional como a OMC, onde obtivemos condenações a subsídios e temos derrubado restrições impostas aos nossos produtos pela ação protecionista dos Estados Unidos e da Europa, principalmente.

Independentemente de avançar ou não a liberalização, o setor produtivo brasileiro tem uma situação absolutamente desigual para disputar os mercados com seus competidores externos. Leia o resto do artigo »

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A raposa está no galinheiro

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Publicado no AEPET

Multinacional administra banco de dados da Agência Nacional do Petróleo

Importantes fontes revelaram à AEPET/ Associação de Engenheiros da Petrobrás que a multinacional norte-americana Halliburton, através da sua subsidiária no Brasil, Landmark Digital and Consulting Solutions, está administrando o Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP), da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sem ter passado por processo licitatório. E mais: as fontes informaram, ainda, que tiveram acesso ao parecer da Procuradoria Geral da República (PROGE), emitido em 2004, no qual exige que serviços prestados no BDEP sejam feitos mediante licitação. Mas, incrivelmente, a ANP até hoje não cumpriu a determinação da PROGE. A Landmark recebe e tem acesso a todos os dados estratégicos de exploração e produção da Petrobrás, além de receber R$ 600 mil por mês. Leia o resto do artigo »

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Juros inflam dívida interna

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

 

De acordo com o economista Luiz Filgueiras, a dívida interna está crescendo  devido aos juros e afirmou que a queda da dívida pública líquida em relação ao PIB só é possível porque inclui a dívida externa.

Em 2003, a relação era 41,7%. Entre 2004 e 2005, ela disparou de 40,2% para 44,1%, atingindo 47,6% em 2006, declarou o economista.

Para ler mais clique aqui

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Gasto do setor público com juros é o maior em 17 anos

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Valor desembolsado aumentou 11,6% e chegou a R$ 88 bi no primeiro semestre. Crescimento se deve à alta da inflação e da Selic e aos prejuízos do BC em operações no mercado de câmbio; cai relação entre dívida e PIB

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: NEY HAYASHI DA CRUZ

Os gastos do setor público (União, Estados , municípios e estatais) com juros de suas dívidas cresceram 11,6% no primeiro semestre do ano e chegaram a R$88,026 bilhões, maior valor registrado desde 1991, quando a estatística começou a ser calculada pelo Banco Central. Parte da alta se explica pelo impacto que a inflação tem sobre o endividamento, além do prejuízo do BC em operações com dólar. O aperto fiscal também bateu recorde no semestre, com resultado 20% maior que o registrado no mesmo período de 2007. O ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) disse que o Brasil não poderia “ficar totalmente ‘refém’” da posição da Argentina na Rodada Doha de liberalização comercial. Anteontem, após nove dias de debates, os envolvidos reconheceram o fracasso das negociações.

Segundo Amorim, a divergência com a Argentina foi “difícil”, mas necessária, e as resistências a um acordo seriam resolvidas no Mercosul. Em Buenos Aires a partir de domingo, o presidente Lula sondará os vizinhos sobre a retomada de negociações Mercosul-EUA.

Os gastos do setor público (governo federal, Estados, municípios e estatais) com os juros de suas dívidas cresceram 11,6% e chegaram a R$ 88,026 bilhões no primeiro semestre deste ano, maior valor já registrado desde 1991, quando essa estatística começou a ser calculada pelo Banco Central.
Boa parte desse crescimento se explica pelo impacto que a alta da inflação tem tido sobre o endividamento de Estados e municípios. Na renegociação dessas dívidas, feita nos anos 90, o indexador adotado foi o IGP-DI (Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna), que já subiu 7,14% neste ano. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O presidente Lula embarca domingo rumo a Buenos Aires. A viagem é vista como um sinal de apoio a presidente Cristina Kirchner, que discordou da posição do Brasil nas discussões referentes à Rodada de Doha. A comitiva presidencial reunirá uma razoável quantidade de empresários brasileiros interessados em investir no país. Lula também tratará de questões relativas ao Mercosul e a integração sul-americana. O presidente venezuelano Hugo Chávez participará de uma reunião com eles na segunda-feira.

 

Economia

 

O Banco Central afirmou que o aumento da taxa básica de juros da economia é justificado pela necessidade de colocar a taxa de inflação dentro da meta estabelecida pelo governo. Entretanto, diversos economistas, dentre eles o prêmio Nobel Joseph Stiglitz, questionam a utilização da taxa de juros para absorção de choques externos. Enquanto isso, continuamos como campeões mundiais de juros.

 

Internacional

 

O presidente venezuelano Hugo Chávez afirmou nesta semana que pretende chegar a um acordo amistoso com o grupo Santander para a compra do Banco da Venezuela. O banco, que já foi estatal, foi privatizado em 1994. Chávez segue na contramão do neoliberalismo e aposta no importante papel do Estado como centro de decisões e planejador do desenvolvimento de um país.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Semana Reveladora

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho* 

A semana iniciada nesse último 28 de julho é extremamente reveladora. 

Na segunda-feira, o Departamento Econômico do Banco Central divulgou os dados mais recentes sobre a situação das nossas contas externas, a partir dos números de junho e da consolidação dos resultados relativos ao primeiro semestre do ano. 

O déficit das transações correntes atingiu a marca de US$ 17,4 bilhões, e é o pior resultado para a série histórica iniciada em 1947. 

Conforme já alertamos, o saldo da balança comercial encontra-se em franco processo de redução, e a conta de serviços é cada vez mais salgada, por causa,  especialmente, do aumento dos recursos enviados para fora do país, sob a forma de lucros e dividendos, por filiais de empresas estrangeiras. 

Foram enviados ao exterior, neste último semestre, US$ 18,993 bilhões, para a felicidade dos acionistas e controladores estrangeiros, cada vez mais donos do parque produtivo brasileiro. Esse valor é 93,67% maior que o registrado no primeiro semestre do ano passado. Os investimentos estrangeiros diretos de janeiro a junho desse ano foram de US$ 16,7 bilhões, insuficientes, portanto, para cobrir essas despesas com o pagamento de lucros e dividendos, e que irão a médio prazo ampliar ainda mais o valor dessas remessas. 

O mais grave é a total incapacidade que o governo demonstra em reagir adequadamente a esse quadro – sob o ponto de vista da soberania do país, e sob a ótica dos interesses dos trabalhadores, e não das grandes corporações empresariais. O Banco Central estimava, no início do ano, que teríamos ao longo de 2008 um déficit das transações correntes de US$ 3,5 bilhões. Posteriormente, reviu a sua projeção para o valor de US$ 12 bilhões. E, na realidade, apenas nesse primeiro semestre, a conta negativa já chega a mais de US$ 17 bilhões. Enquanto isso, o IPEA, sob direção de economistas com os pés mais no chão – mas, afastados do núcleo decisório da política econômica e contestados pelos “porta-vozes” do mercado -, já alerta que esse déficit deverá se situar entre US$ 27,5 bilhões e US$ 34,5 bilhões. 

Na terça-feira, foi a vez da Secretaria do Tesouro Nacional dar o ar da sua (des)graça, com a divulgação dos últimos dados do arrocho orçamentário, travestido com o nome de superávit primário do governo federal. Foram retirados da economia, no primeiro semestre, R$ 61,37 bilhões, que deixaram, assim, de ser investidos na combalida máquina pública ou em investimentos que poderiam minorar as péssimas condições das políticas de educação, de saúde, de reforma agrária ou de reequipamento das Forças Armadas, apenas para citar algumas áreas com notória falta de recursos. Leia o resto do artigo »

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Alguém duvida da desindustrialização brasileira?

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A elevação da Selic para 13% a.a. revelou a crença do Banco Central em que a pratica de uma política monetária de taxas de juros altíssimas é o melhor remédio para conter a inflação, porém esta medida atrasa em muito o crescimento do País. Com juros altos e dólar baixo as atividades econômicas ficam estagnadas. A taxa de juros inviabiliza investimentos e consumo, e a moeda super valorizada favorece a importação, gerando déficits na balança comercial ampliando a desindustrialização do País.

Publicado em: Gazeta Mercantil

Por: RODRIGO DA ROCHA LOURES

É preciso rever o modelo mental dominante para destravar o desenvolvimento

A elevação da taxa Selic para 13% ao ano revela a crença cega dos gestores da política monetária numa receita perversa para conter a inflação. Há muito tempo esta estratégia se mostra um remédio amargo para o Brasil. Trava o crescimento do País e faz com que se repitam ciclos de “stop and go” na nossa economia.

É preciso rever o modelo mental dominante para destravar o desenvolvimento brasileiro. É vital mudarmos a âncora monetária baseada no juro e no câmbio. Em tempos de inflação globalizada, o único instrumento eficaz que resta para conter a alta de preços é assumir o imperativo de um grande esforço fiscal para zerar o déficit nominal. Falta, portanto, encarar corajosamente o desafio de reduzir as despesas do governo.

O resultado da equação de juros altos e dólar baixo é o engessamento da atividade econômica. Nenhum país cresceu nestas condições. A taxa de juro inviabiliza investimentos e consumo. A moeda supervalorizada favorece a importação e amplia a desindustrialização, por mais que se tente, reiteradamente, negar este fato.

A desindustrialização é um processo de longo prazo. Não se revela a partir de diagnósticos de curtos períodos. Não é porque a indústria opera a plenos pulmões, impulsionada por uma demanda doméstica reprimida por anos, que devemos ignorar o fenômeno. Dados do próprio governo indicam a perda de participação da indústria na formação do PIB. Leia o resto do artigo »

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“Não houve afastamento”

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Por Katia Alves

Em entrevista à Folha, Celso Amorim afirma que todos perdem com o fracasso da Rodada Doha e nega “estranhamento” com aliados como Argentina e Índia na OMC. Para chanceler, divergência com argentinos seria resolvida no Mercosul e acordo seria bom para indústria e agronegócio.

Publicado na Folha Online

Por MARCELO NINIO

No momento crítico da Rodada Doha, na última sexta-feira, o Brasil se afastou de aliados tradicionais, como Índia e Argentina, e aceitou um acordo na tentativa de evitar o colapso nas negociações para liberalizar o comércio global. A decisão não evitou o fracasso, mas o chanceler Celso Amorim diz que não havia alternativa. “Sabíamos que havia uma diferença de posição com a Argentina, e a nossa posição não poderia ficar totalmente refém dela”, disse o chanceler ontem, admitindo que foi uma decisão “difícil”, mas necessária. Em entrevista à Folha ontem em Genebra, pouco antes de retornar ao Brasil ao fim de mais de cem horas de negociações em nove dias, Amorim disse que a resistência argentina ao acordo seria solucionada dentro do Mercosul e que a Rodada Doha não morreu.

FOLHA – O Brasil foi o maior perdedor com o fracasso da rodada?

CELSO AMORIM – Todos perdem. Os EUA continuam com o problema de solução de controvérsias, tendo talvez que se sujeitar a retaliações [na OMC], e a União Européia vai fazer uma reforma da PAC [Política Agrícola Comum] sem receber nada em troca. O mais correto é dizer que o Brasil tinha muito a ganhar. Mas, proporcionalmente, os países menores talvez tenham deixado de ganhar mais ainda do que nós, porque são pequenos e mais pobres e têm menos capacidade de negociar fora do contexto multilateral. Leia o resto do artigo »

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