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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

BNDES terá R$ 5 bilhões do Banco Mundial para crédito a empresas

Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: EDUARDO CUCOLO

O governo federal vai editar uma MP (medida provisória) que permite o repasse de recursos captados pela União junto ao Banco Mundial para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Serão R$ 5 bilhões para empréstimos a empresas, principalmente exportadores, a uma taxa de juros menor que a do mercado financeiro nacional.

“É normal que o BNDES capte recursos do Banco Mundial, mas essa é uma maneira mais ágil de conseguir o recurso. O Banco Mundial empresta para a União, que repassa para o BNDES”, afirmou o ministro Guido Mantega (Fazenda). Leia o resto do artigo »

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Outubro registra queda no ritmo de criação de novos empregos no país

Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Portal G1

Foram geradas 61 mil vagas; em setembro, haviam sido 282 mil.
Mesmo com menor ritmo, estoque de empregados aumentou em 0,2%.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, registrou em outubro a abertura de 61,4 mil novos postos de trabalho com carteira assinada no país, o que representa uma retração em relação ao total de vagas geradas em setembro, de 282,8 mil.

Com a geração de vagas em ritmo menor, houve leve crescimento, de 0,2%, no estoque de empregados com carteira assinada.

Considerando os dados de outubro, o saldo entre o número de empregos criados e o de demissões no acumulado do ano de janeiro a outubro é de 2,14 milhões de novos postos de trabalho. Nos últimos 12 meses até outubro, o saldo é de 1,95 milhão de novas vagas.

Os dados de outubro, anunciados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, porém, são inferiores aos que vinham sendo registrados nos meses anteriores, que superavam 200 mil novos empregos mensais. Leia o resto do artigo »

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Os emergentes no jogo

Postado em 18 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Luís Nassif

A reunião do G20, ocorrida neste final de semana em Washington, entrará para a história. Pela primeira vez, os países emergentes entram no centro do jogo global, ante a constatação inevitável de que não se pode pensar em saidas para a crise em o seu concurso. Isto bastaria para convalidar sua importância.

Mesmo assim, é um início de processo onde se definem pontos conceituais básicos, para depois se pensar em discutir os aspectos operacionais.

Dentre esses pontos, podem ser salientados:

Regulação global

Definiram-se vários princípios prudenciais para a regulação do sistema financeiro, como normas de balanço, de capitalização dos bancos, dos mercados futuros. Mas não houve consenso para a criação de uma autoridade supranacional, com poderes para impor as normas sobre todos os países. A solução final pareceu a mais adequada. A ação entre países deve ser consensal e não impositiva.

Comércio aberto

Ponto relevante foi a determinação de que nenhum país adotará medidas protecionistas nos próximos meses; e a proposta de se tentar ressuscitar o Acordo de Doha até o final do ano. Doha dificilmente sairá. O agravamento da crise, em algumas circunstâncias, induz a um melhor entendimento. Em outras – como é o caso do comércio internacional- acirra as disputas.

Novo FMI

Apesar de não endossar a idéia de uma agência internacional de regulação, o encontro reforçou o papel do FMI, como a grande agência a atuar na busca do equilíbrio entre os países. A decisão é importante, assim como a intenção manifesta pelo Japão de alocar mais US$ 100 bilhões no Fundo. Há a percepção clara de que a terceira onda da crise será a queda de economias nacionais. Assim, houve uma preparação para quando o tsunami chegar.

As críticas

Alguns economistas respeitáveis manifestaram ceticismo em relação à reunião. Primeiro, pelo fato dos Estados Unidos estarem representados por um presidente impopular em final de mandato. Depois, pelo fato de não ser uma reunião de trabalho e sim de presidentes.

Há uma angústia justificada por resultados que leva a uma incompreensão sobre a dinâmica desses processos.

Existem diversos grupos de trabalho atuando para definir propostas e detalhá-las operacionalmente. A própria reunião prévia, em São Paulo, visou esses estudos.

Da reunião do G20 saiu uma equipe de três países – entre os quais o Brasil – incumbida de detalhar as propostas para a próxima reunião.

Em artigo para a Carta Maior, o respeitado economista Fernando Cardim levanta esses aspectos e lembra que Bretton Woods consumiu três anos de estudos e trabalhos.

Justamente pela complexidade do desafio, não se pode esperar resultados imediatos, mas a construção de um processo político. Nesse sentido, a reunião do G20 poderá ser histórica se consolidar o grupo como o grande centro de discussões das saídas globais para a crise.

Se o movimento será bem sucedido ou não, são outros quinhentos. Mas o tiro de partida foi bem sucedido.

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Para Lula, reunião do G20 muda lógica das decisões políticas

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Portal Vermelho

Lula lembrou que esta foi a primeira vez que 20 lideranças de países que representam mais de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial se reuniram para discutir uma crise econômica que teve início no setor financeiro nos Estados Unidos, que se espalhou pela Europa e que já começou a ser sentida em diversos outros países por causa do crédito.

O presidente reforçou ainda o compromisso firmado durante o encontro de, até o final deste ano, retomar as negociações da Rodada Doha. Para ele, um acordo sobre o tema é um sinal importante para que o mundo saiba que os dirigentes políticos estão agindo com responsabilidade, preocupados e tomando decisões.

Leia abaixo a íntegra do programa desta segunda-feira: Leia o resto do artigo »

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Um monumento à banalidade: ação relevante está sendo definida na equipe de Obama

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fechadas as janelas anteriores de oportunidade, e tendo a crise financeira contagiado, provavelmente de forma irreversível, a economia real, cabem duas indagações: em que estágio estamos? Foi a reunião do G20 neste último fim de semana uma intervenção significativa para interromper ou atenuar esse processo? A resposta parece ser não. A análise é de Fernando J. Cardim de Carvalho.

Fonte: Agência Carta Maior

Como todo processo social, crises econômicas são fenômenos complexos, para cujo perfil contribuem tanto necessidades quanto contingências. Necessidades, porque o capitalismo é um sistema ordenado, onde diferentes grupos sociais exercem papéis específicos, e regras e instituições limitam as escolhas de cada um de nós. Alem disso, as oportunidades abertas e possibilidades oferecidas a cada momento são limitadas pelas heranças do passado, sob a forma de perfis determinados do estoque de capital, habilidades da força de trabalho, obrigações contratuais pré-existentes, etc. Mas também contingências são importantes, porque toda decisão econômica é orientada por expectativas a respeito de seus resultados no futuro.

Todos sabemos, porém, que o futuro é desconhecido. Se existe um livro do destino, nós não temos acesso a ele, e, portanto, ele seria irrelevante de qualquer forma. Eventos imprevistos (e imprevisíveis) podem ocorrer e mudar completamente o futuro real, distanciando-o do esperado. O futuro é incerto em um sentido fundamental e inacessível aos instrumentos usualmente utilizados de previsão estatística. Toda projeção estatística pressupõe que o futuro repetirá de alguma forma o passado. No entanto, como observou Keynes, “o inevitável nunca acontece. É o inesperado sempre.” Entre as contingências mais importantes a determinar o futuro, está a política econômica dos governos.

A maior dificuldade que se encontra ao analisar um fenômeno social, é exatamente a complexidade da interação entre necessidade e contingência na determinação da evolução de um determinado processo. Assim, teria sido possível, talvez, impedir o acúmulo de tensões que levaram à crise financeira, não tivesse sido a regulação financeira tão enfraquecida pela liberalização financeira dos anos 1980. Ou, a crise poderia ter sido contida, por exemplo, no início deste ano, tivessem as autoridades americanas percebido seu potencial de transformação em uma crise sistêmica e tivessem definido uma estratégia de combate, ao invés de socorrer instituições financeiras caso a caso (deixando de fora, naturalmente o Lehman Brothers, o que parece hoje ter sido um grave equívoco).

Fechadas as janelas anteriores de oportunidade, tendo a crise evoluído para a dimensão que assumiu em meados deste ano, cabem duas indagações: em que estágio estamos? Foi a reunião do G20 neste último fim de semana uma intervenção significativa para interromper ou atenuar seu desenvolvimento? Leia o resto do artigo »

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Zona do euro entra em recessão após PIB cair pela segunda vez

Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Uol Economia

O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro encolheu 0,2% no terceiro trimestre deste ano, repetindo o desempenho obtido no período de abril a junho, segundo cálculos do Eurostat, o escritório estatístico da União Européia (UE).

A contração econômica por dois trimestres seguidos configura uma situação de recessão, segundo muitos economistas.

“Agora que a recessão foi confirmada, o debate irá se concentrar sobre sua extensão e severidade”, afirmou Martin van Vliet, da ING Financial Markets, em Londres. “Uma nova contração do PIB da zona do euro no atual quarto trimestre parece virtualmente assegurada”. Leia o resto do artigo »

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A crise chega ao mundo do trabalho

Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: ANP

Por Fátima Lacerda

Diante da notícia de que seriam demitidos, cerca de mil trabalhadores espanhóis jogavam ovos, pedras e outros objetos nas paredes da fábrica de caminhões Nissan, na última terça, 11. Essa é a imagem da semana que ficou mais marcada. A montadora japonesa, instalada na cidade de Barcelona, na Espanha, anunciou a dispensa de 40% dos seus trabalhadores – 1288 ainda em dezembro e outros 392 no próximo ano – após a queda drástica nas vendas de seus caminhões leves e utilitários. Além da Renault-Nissan, a americana General Motors (GM) e a espanhola Seat, ligada ao grupo Volkswagen, também anunciaram cortes em sua folha de pagamento. A Espanha estaria à beira da recessão.

Se a General Motors quebrar, a taxa de desemprego nos Estados Unidos, estimada em 6,5% (índice de outubro de 2008) subirá para 9,5%, levando em conta a enorme cadeia de fornecedores e negócios que afundariam junto com a GM. Seca rapidamente o pote de recursos que o Congresso aprovou para socorrer bancos, seguradoras e agora montadoras. Um dado significativo é que a venda de automóveis nos Estados Unidos hoje está equiparada, numericamente, aos níveis de pós-guerra, na década de 1940. Leia o resto do artigo »

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Quanto custa acabar com…

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

…a fome no planeta?

Parece que a fome não é um problema de dinheiro, como pode se ver.

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro. Leia o resto do artigo »

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