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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Crise deve ser paga pelos ricos, concordam PCdoB, PSB e PT

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em:  Vermelho Online

“Esse momento é importante, porque está em jogo o destino do Brasil e dos povos no mundo inteiro. Não se trata de uma crise qualquer, mas de uma crise sistêmica do capitalismo”, decretou Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB. O economista Carlos Lessa (PSB), ex-presidente do BNDES, ratificou a derrocada do sistema capitalista como fruto da sua própria doutrina de acúmulo excessivo de capital, fincado na especulação financeira. “O atual momento só confirma o caráter ‘crísico’ do capitalismo”, concordou Valter Pomar, secretário de relações internacionais do PT.

Uma das questões a ser combatida, segundo consenso da mesa de debates no turno da tarde, é quanto aos “pagamento da conta” de uma crise gerada pela matriz hegemônica do capitalismo, e que reflete na economia dos países emergentes. “Os governos progressistas, que não partilham desse mean streamin neoliberal, precisam investir na retomada do controle da sociedade sobre a produção de bens e suas implicações”, destacou Pomar. “Não há como haver crescimento se seguirmos caminhando dentro dessa retórica imposta pela hegemonia unipolar dos EUA; tampouco seremos nós a assumir o ônus dessa crise”, pontuou Lessa.

Desde a deflagração da crise, o real já alcançou desvalorização recorde diante das demais moedas, acumulando um percentual acima dos 47%. As estimativas indicam uma fuga de capitais em torno de R$ 90 milhões de dólares. Entre 2006 e 2008, a dívida das famílias brasileiras cresceu quatro vezes. O país, no entanto, é apontado como fundamental neste processo de fortalecimento do bloco latino-americano. “A formação dos grandes blocos econômicos é uma questão de sobrevivência e, no nosso âmbito, só o Brasil pode assumir os custos deste processo que, a longo prazo, vai consolidar a nossa economia enquanto referência regional e mesmo mundial”, destacou o secretário de relações internacionais do PT.  Leia o resto do artigo »

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Desemprego e sustentabilidade

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: CartaCapital

Por: Ricardo Young

Quando pensamos que a poeira está baixando e as tormentas da economia talvez se acalmem, novas notícias aparecem e voltam a sacudir o mercado. O problema é que o desespero, tão presente na mídia e em vários setores da economia, tende a só piorar a situação. E um dos assuntos que mais assustam é a questão do desemprego.

Nas últimas semanas, as manchetes dos principais jornais trouxeram notícias de demissões em grandes empresas. A Vale, por exemplo dispensou 1300 funcionários e, por conta de notícias como essa, a agitação cresce em todas as empresas, com o medo que cada um tem de perder também o seu emprego.

Mas o mais importante para falarmos de desemprego pelo viés da sustentabilidade é observarmos a forma como as empresas devem lidar com a crise nesse sentido. A cartilha convencional da gestão costuma encarar as dificuldades sob uma visão unicamente financeira e a primeira coisa que fazem é cortar custos. Além disso, vêem a folha de pagamentos como custos a serem eliminados com rapidez. Porém, essa visão não retrata uma gestão socialmente responsável.

Quando se instaura o pânico nas empresas, colaboradores internos e fornecedores se desesperam e começam a buscar novas oportunidades, pois se sentem inseguros. Com isso, há uma mudança de foco e atenção, o que prejudica ainda mais a empresa como um todo.

Observando a crise de forma estratégica, segundo uma visão sustentável, a primeira coisa a se fazer quando estamos diante de uma situação difícil é admitir o dilema que se apresenta. E para encontrar soluções e alternativas possíveis, é essencial estabelecer o diálogo entre todas as partes interessadas. Nesse caso, a empresa que está passando por um momento financeiro complicado deve convocar seus colaboradores, fornecedores e parceiros para discutir com eles o problema. E isso vale para qualquer situação como esta, que pode acontecer mesmo em tempos de crescimento econômico mundial. Leia o resto do artigo »

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BC já usou US$ 53,4 bilhões para segurar alta do dólar em três meses

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online 

O Banco Central já fez atuações no mercado de câmbio no valor de US$ 53,4 bilhões entre os dias 19 de setembro e 16 de dezembro para segurar a disparada do dólar. 

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado. 

O BC já vendeu US$ 9,8 bilhões em dólares das reservas internacionais, que hoje somam US$ 206 bilhões. Também foram “emprestados” US$ 10,8 bilhões em leilões de dólares de linhas externas e outros US$ 2,4 bilhões nos leilões de moeda direcionados ao comércio exterior.  Leia o resto do artigo »

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The Triumphant Return of John Maynard Keynes

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Em The Triumphant Return of John Maynard Keynes, de Joseph Stiglitz destaca os seguintes pontos:

“We are all Keynesians now. Even the right in the United States has joined the Keynesian camp with unbridled enthusiasm and on a scale that at one time would have been truly unimaginable”.

“For those of us who claimed some connection to the Keynesian tradition, this is a moment of triumph, after having been left in the wilderness, almost shunned, for more than three decades. At one level, what is happening now is a triumph of reason and evidence over ideology and interests”.

“The neo-liberal push for deregulation served some interests well. Financial markets did well through capital market liberalization. Enabling America to sell its risky financial products and engage in speculation all over the world may have served its firms well, even if they imposed large costs on others”. 

“Today, the risk is that the new Keynesian doctrines will be used and abused to serve some of the same interests. Have those who pushed deregulation ten years ago learned their lesson? Or will they simply push for cosmetic reforms – the minimum required to justify the mega-trillion dollar bailouts? Has there been a change of heart, or only a change in strategy? After all, in today’s context, the pursuit of Keynesian policies looks even more profitable than the pursuit of market fundamentalism!”

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Keynes, o retorno

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: Valor Econômico, 09/12/2008

Dizem por aí que Keynes voltou à moda. Quando vejo e ouço alguns dos patrocinadores dessa ressurreição sinto calafrios. Nos anos 50, a professora Joan Robinson profligou o keynesianismo “bastardo”, responsável pela divulgação de um Keynes caricatural, ideólogo dos déficits orçamentários e das políticas monetárias permissivas. Esse “straw man” está a exibir sua figura grotesca nas páginas de alguns manuais de macroeconomia e ou nas cabeças dos praticantes do ecocomics, o humorismo econômico de cheiro duvidoso.

Para compreender as recomendações de política macroeconômica – numa perspectiva keynesiana – é necessário examinar o processo de formação da renda, dos lucros, bem como a manutenção das condições de liquidez e de crédito. Consideremos a questão de forma simplificada: em momento de expectativas moderadamente otimistas e orçamento público equilibrado do ponto de vista intertemporal, um conjunto de empresas e de famílias, apoiado na expansão do crédito, realiza gastos de consumo e de investimento. Este conjunto de empresas e famílias está incorrendo em “déficit” financiado pelos bancos e por outros intermediários financeiros. O aumento do gasto promove o crescimento da renda da comunidade. Assim, um outro conjunto de empresas e famílias pode realizar um “superávit”, expresso na acumulação de lucros, no aumento da poupança e, no caso de governos prudentes, no superávit fiscal.

O fluxo de lucros e a poupança, privada e pública, cuidam de garantir o serviço e estabilidade do valor das dívidas e dos custos financeiros. As poupanças decorrentes do novo fluxo de renda constituem o funding do sistema bancário e do mercado de capitais, que, em sua função de intermediários, promovem a validação do crédito e da liquidez (criação de moeda) “adiantados” originariamente para viabilizar os gastos de investimento e de consumo.

O aumento do investimento, do consumo e do endividamento enseja a hierarquização dos títulos de dívida e dos direitos de propriedade conforme os preços, à vista e futuros, estabelecidos diariamente nos mercados secundários. Isto significa que a economia deve gerar “déficit” e liquidez no presente para que as dívidas (novas e já existentes), assim como os direitos de propriedade, possam ser “precificados” conforme o estado de convenções prevalecente.

Os bons resultados do presente aplacam o medo do futuro. Embalados pelo otimismo quanto aos resultados dos novos empreendimentos, os espíritos animais atropelam qualquer consideração de prudência no afã de produzir nova riqueza e fontes de trabalho. O sucesso não acalma, senão excita o desejo, acelerando a febre de investimentos excessivos e mal dirigidos, bolhas especulativas nos mercados de ativos, tudo isso apoiado no endividamento imprudente e na inovação financeira. Os balanços se aproximam das posições “Ponzi” e a economia aderna para a “ruptura de expectativas”. Nos mercados “securitizados” o sinal é dado pela contração da liquidez e, conseqüentemente, pela queda abrupta dos preços dos ativos. Leia o resto do artigo »

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MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES: “CAMINHAMOS PARA UM MUNDO MULTIPOLAR”

Postado em 17 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

O portal Terra Magazine, do jornalista Bob Fernandes, publicou ontem a seguinte entrevista realizada por Claudio Leal com a economista Maria da Conceição Tavares. A crise da globalização financeira não permite ilusões à economista Maria da Conceição Tavares. Crítica de primeira hora do neoliberalismo, ela não vê um éden oriental como alternativa à hegemonia dos Estados Unidos.

Nesta entrevista a Terra Magazine – que integra uma série sobre as transformações irrompidas pela crise financeira -, a professora identifica sinais de mudanças culturais, mas acredita que os efeitos do caos em Wall Street ainda vão se aprofundar antes de produzir um novo cenário.

- Hoje há uma cultura de massa. E, como tal, todo mundo copiou o modelo americano, inclusive os chineses, em matéria de consumo.

Maria da Conceição identifica laços entre a crise do capitalismo inglês, no século 19, e a atual turbulência na economia, apontada como a maior desde a década de 1930.

Há diferenças notáveis. Em substituição à cultura de elites da Inglaterra, os EUA ajudaram a fundar uma cultura de massa. Isso se reflete na adesão do Oriente ao modelo de desenvolvimento ocidental e ao consumismo. Por ironia, a reação é mais evidente na Corte.

- De alguma forma, os Estados Unidos vêm reagindo a esse modelo cultural. Isso não é rápido, não é imediato. O Oriente ainda não oferece uma reação. Os ingleses passaram a hegemonia para os americanos, mas os americanos não têm pra quem passar a hegemonia.

Confira a entrevista concedida por Maria da Conceição Tavares na Câmara de Vereadores do Rio, antes de um debate sobre a esquerda e a crise financeira global.

TERRA MAGAZINE – ESSA CRISE NÃO É APENAS ECONÔMICA, HÁ TAMBÉM TRAÇOS COMPORTAMENTAIS, DE UMA ERA DE FAZEDORES DE FUMAÇA. A SENHORA ACREDITA EM UMA MUDANÇA RADICAL NAS RELAÇÕES FINANCEIRAS E HUMANAS?

MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES – Depois que a crise terminar, sempre há. Mas tem que esperar. Por isso que ela é duradoura. Tem que eliminar trilhões de dólares que não valem nada, são uma sombra, as finanças-sombra. Depois disso, tem que fazer de novo a regulação do sistema. Mas eu não creio que agora, este ano, nas reuniões que estão por haver não saia nada. Não chegou ao fim da crise. E tem trilhões de prejuízos. Nunca houve uma crise dessa extensão financeira. Quer dizer, não sei se vai dar uma depressão no estilo do século 19 e de 1930. Mas é certo que não é uma recessão e, depois, uma recuperação em V. Não é. Todo mundo diz que vai ser perna cumprida, uma coisa em L. Mas a recessão nem começou. É o primeiro trimestre que o Japão e a Alemanha apresentam. Nem os Estados Unidos estão em recessão técnica. Ainda demora. Leia o resto do artigo »

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Crise ataca país de forma inesperada: mas saída de capitais era previsível

Postado em 17 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Realmente drástica é a reversão no fluxo dos chamados investimentos em carteira, capital para especulação na bolsa de valores ou para aproveitamento dos juros mantidos excepcionalmente altos pelo Banco Central. Neste caso, saímos de um superávit US$ 41 bilhões, de janeiro a outubro de 2007, para um déficit de US$ 7,5 bilhões no mesmo período de 2008. A análise é de Fernando J. Cardim de Carvalho.

Fonte: Carta Maior

Em contraste com os países em que o setor bancário doméstico envolveu-se em algum grau com os ativos cujos mercados entraram em colapso, mais particularmente os títulos baseados em hipotecas subprime, a crise financeira internacional chegou ao Brasil por canais relativamente inesperados. O setor bancário brasileiro tem exposição praticamente nula àqueles papéis, até mesmo porque o Banco Central do Brasil, por anos a fio, lhes ofereceu altas taxas de juros sobre títulos da dívida pública, sem praticamente nenhum risco, e pagas numa moeda, o real, em constante valorização. Mas a dívida pública não foi o único presente dado aos bancos que aqui operam.

A possibilidade de expansão da oferta de crédito ao setor privado, depois de anos de intenso racionamento, também ofereceu aos bancos uma atraente oportunidade de cobrança de taxas de juros igualmente elevadas de firmas e consumidores. “Inovações”como o crédito consignado criaram ainda outras oportunidades de satisfação do apetite do setor bancário por ativos de alto rendimento e baixo ou nenhum risco. Apenas um lunático, nessas condições, procuraria alternativas como as hipotecas que agora desabam sobre os investidores americanos e europeus.

No entanto, a crise chegou, e passou pelo setor bancário, mas de modo relativamente surpreendente. A retração dos mercados financeiros internacionais reduziu linhas de crédito às exportações brasileiras e fechou alguns canais externos de captação de recursos financeiros por bancos brasileiros. Sem desprezar a relevância dessas fontes para algumas linhas de negócio, é preciso lembrar, porém, que as principais fontes de captação de recursos para o setor bancário brasileiro são domésticas. A retração observada na oferta de crédito pelos bancos aqui operando poderia ser justificável em relação ao crédito em dólares para exportadores, mas quando se trata do desaparecimento do crédito doméstico, só há duas razões possíveis, operando provavelmente em combinação.

Por um lado, há o fenômeno do pânico, o medo irracional do futuro que emerge em circunstâncias de incerteza mais intensa. A sucessão de notícias sobre falências de instituições financeiras americanas e européias, por exemplo, ainda que referentes a maior parte das vezes aos mesmos casos, ajuda a criar um clima em que se imagina uma seqüência interminável de bancarrotas. É uma espécie de “efeito CNN”, emissora que inaugurou o padrão de jornalismo televisivo onde o mesmo noticiário é repetido durante todo o dia de modo que a cada 30 minutos as mesmas tragédias são mostradas de novo e de novo.

A crise americana mostrou que os modelos estatísticos de administração de riscos que geraram empregos para a ultima geração de economistas e consultores de bancos, na verdade, nada diziam e desmoronavam rapidamente. Além disso, o aprofundamento das dificuldades da economia americana é sempre preocupante, dada a importância na economia mundial que aquele país mantém e, certamente, manterá por muito tempo. Quando a incerteza se intensifica, afirmou Keynes há mais de 70 anos atrás, sobre a preferência pela liquidez, isto é, a vontade de se livrar de tudo que é arriscado e guardar dinheiro mesmo. Afinal, empresas e bancos podem desaparecer, mas o governo não. Assim, como dar crédito a firmas que podem falir inesperadamente (e quem confiaria nos economistas de bancos nesta altura do campeonato?) ou a consumidores que podem não ter um emprego daqui a pouco? Leia o resto do artigo »

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“Banco Central é um banco. Devia prover o crédito; não agir como governo paralelo”

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

ENTREVISTA: LUIZ GONZAGA BELLUZZO

Publicado em: Carta Maior 

Para o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Unicamp, recusa do Banco Central em baixar os juros é a “reafirmação algo infantilizada de um princípio de independência que não hesita em colocar suas supostas prerrogativas à frente das prioridades da economia nacional num momento grave como esse”. O BC, acrescenta, deveria ter uma ação enérgica para prover o crédito e impedir a passagem da crise financeira para uma crise da economia real. 

A decisão não surpreendente do Banco Central brasileiro, cujo comitê de política monetária, o Copom, reafirmou na última quarta-feira a supremacia de um capricho ideológico contra as evidências econômicas, a sensatez política e as urgências da sociedade brasileira, reavivou a lembrança de um diagnóstico feito em 2003, pelo então recém-eleito Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Terceirizaram o Brasil”, desabafou o novo mandatário ao tomar conhecimento do excesso de poder investido nas agências reguladoras pelos entusiastas do Estado mínimo, que há pouco haviam deixado o Palácio do Planalto. 

Nos dias que antecederam a última reunião de 2008 do Copom, países com economias de escala e histórico distintos, como os EUA, a China, Japão, Inglaterra, Suécia e Tailândia, ademais do Banco Central Europeu , comando pelo nada heterodoxo Jean Claude Trichet, baixaram os juros. O mundo em geral opera atualmente em patamares cada vez mais distantes do pico mundial de 13,75% ostentado pela taxa Selic brasileira e reafirmado agora pela agência reguladora da moeda nativa. No Japão, por exemplo, a taxa básica é de 0,3%. Nos EUA, 1% e um novo corte não está descartado ainda este ano. 

Imediatamente ao pronunciamento do Copom, BCs da Suíça, Taiwan e Coréia do Sul reafirmam esse distanciamento em relação ao blindado da ortodoxia tropical. Na quinta-feira pela manhã, a Coréia do Sul, cuja moeda enfrenta ataques especulativos, reduziria a taxa de juro ao patamar mais baixo da história, 2%. 

A convergência mundial reflete uma ação coordenada de Estados e governos para resistir à “virada abrupta”. Ou seja, à passagem dura da crise financeira para uma crise da economia real. Trata-se de opor barreiras a uma espiral recessiva que se nutre de suas próprias crias e dejetos, desencadeando a partir daí um processo longo, penoso, quase incontrolável depois que se inicia.  Leia o resto do artigo »

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