Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
By PAUL KRUGMAN
Op-Ed Columnist
Should we use taxes to deter financial speculation? Yes, say top British officials, who oversee the City of London, one of the world’s two great banking centers. Other European governments agree – and they’re right.
Unfortunately, United States officials – especially Timothy Geithner, the Treasury secretary – are dead set against the proposal. Let’s hope they reconsider: a financial transactions tax is an idea whose time has come.
The dispute began back in August, when Adair Turner, Britain’s top financial regulator, called for a tax on financial transactions as a way to discourage “socially useless” activities. Gordon Brown, the British prime minister, picked up on his proposal, which he presented at the Group of 20 meeting of leading economies this month. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Marcio Pochmann
O sistema capitalista revela, em suas crises periódicas, momentos de profunda reestruturação. São oportunidades históricas em que velhas formas de valorização do capital sinalizam certo esgotamento, enquanto novas formas ainda não se apresentam plenamente maduras no centro dinâmico do mundo.
É nesse sentido que algumas das saídas para o mundo pós-crise internacional já podem ser vislumbradas. A primeira vincula-se à reconstrução do modelo de globalização neoliberal que produziu, entre outras coisas, uma inédita era de monopolização econômica em poucas empresas globais. Até antes da crise mundial, cerca de 500 grandes corporações transnacionais geravam faturamentos anuais que, acumulados, chegavam a se aproximar de metade do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No contexto pós-crise, possivelmente um contingente ainda menor de corporações transnacionais tende a estar mais concentrado em mais atividades econômicas, apontando para o grau de monopólio privado sem paralelo histórico. Essa realidade faz com que países deixem de ter o controle das empresas para que as grandes corporações transnacionais passem a deter países, com faturamentos anuais superiores ao PIB de nações. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Paulo Passarinho
Estive, recentemente, na Câmara Federal, onde prestei depoimento à CPI da Dívida Pública. O convite à minha participação foi uma iniciativa do Dep. Ivan Valente, do PSOL de S.Paulo. Na ocasião, também participou da sessão desta importante Comissão Parlamentar de Inquérito, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga.
Foi uma grande oportunidade de expor aos parlamentares a minha visão a respeito do que considero um dos mais graves problemas que temos de enfrentar: o endividamento do Estado brasileiro.
As conseqüências desse problema extrapolam a área econômica-financeira. Deixa seus nefastos efeitos no conjunto das demais políticas públicas, não somente em termos de restrições orçamentárias, mas nas próprias opções de conteúdo político dos governos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
por Luiz Fernando Novoa Garzon
O país em si já oferece, pela sua continentalidade e dotação de recursos naturais, uma espécie de pré-subsídio às empresas que aqui concentram e multiplicam seus investimentos. A conversão de sócio e biodiversidade, com suas distintas possibilidades de desenvolvimento, em vantagens comparativas estáticas, consuma-se com esses financiamentos que cristalizam especializações regressivas, fundadas na devastação ambiental, no apossamento de bacias hidrográficas inteiras, na grilagem de terras, no avanço do latifúndio com massacre de povos indígenas e camponeses.
A composição da diversidade produzida pelo desmonte neoliberal em uma nova unidade, em patamar diferenciado no mercado global, e com base regional ampliada, é a missão específica do BNDES. O Banco nucleia a construção ativa dessa internacionalização retardatária, que se dá com a otimização das especializações econômicas regressivas, iniciadas nos anos de desmonte. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Luis Nassif
A crise de 2008 expôs de maneira ampla as vulnerabilidades do Banco Central para enfrentar o turbilhão. A entrevista do diretor de Política Monetária, Mário Torós, ao Valor Econômico detalhando as estratégias do banco e levando à sua demissão é sintomática sobre os problemas da captura de agências públicas pelo mercado.
A crise brasileira do ano passado foi fundamentalmente centrada no mercado de crédito. Da noite para o dia o crédito bancário foi suspenso, tanto nas linhas externas quanto internas. Com a suspensão do crédito externo, os clientes prime se voltaram para o mercado doméstico, expulsando pequenas e médias empresas.
O desafio maior consistia em recompor rapidamente o crédito e impedir o aprofundamento da crise. Em circunstâncias normais, as factorings poderiam suprir o mercado de médias e pequenas empresas. Mas aí os erros do BC começaram a aflorar.
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S. Paulo, 23.11.2009
Nas alianças de hoje, o critério da divisão de interesses são o preço da mão de obra e os investimentos das múltis
A União Européia, que, na última semana, escolheu seu primeiro presidente, vai assim se transformando em uma federação de Estados-nação. Dessa maneira, o maior projeto de engenharia política da história continua em marcha, mas essa construção política extraordinária ocorre em meio a dúvidas e ansiedades. Principalmente porque alguns de seus membros resistem à transformação da Europa em um Estado-multinação ou país multinacional.
Além de enfrentar essa questão crucial, a União Européia sente-se pouco à vontade diante da tese repetida por muitos analistas internacionais segundo a qual, com a emergência da China como potência mundial, sua condição de parceiro preferencial dos Estados Unidos teria desaparecido. Esse papel seria agora cumprido pela China, ficando a Europa em posição secundária. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif (Blog)
Vamos entender de forma simplificada o efeito câmbio sobre a economia brasileira.
Os personagens do jogo:
* Empresa Interna
* Empresa Externa
* Fornecedor Interno (que vende para a Empresa Interna)
* Fornecedor Externo
* Consumidor Interno (que é o trabalhador da Empresa Interna)
* Consumidor Externo
O que ocorre nesse universo quando a moeda nacional (o real) se valoriza em relação à moeda internacional (o dólar): Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São Paulo
Às vésperas da liberação ambiental, Altamira enfrenta série de manifestações contra e a favor da obra
Por Renée Pereira, ALTAMIRA
A proximidade do leilão da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, marcado para 21 de dezembro, tem mexido com os ânimos da população do Oeste do Pará. Nas últimas semanas, movimentos contrários e a favor da usina – maior empreendimento do setor elétrico do Brasil, equivalente à construção do Canal do Panamá, em termos de escavações – reforçaram os protestos pelas ruas da tumultuada Altamira, no interior do Pará. Por lá, os moradores – sejam crianças, jovens ou idosos – “respiram” Belo Monte 24 horas por dia, numa polêmica nem sempre amistosa.
A partir de amanhã, o clima deve esquentar ainda mais, com a expectativa de liberação da licença prévia para o início da obra. Ambientalistas e povos indígenas prometem não se curvar à decisão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Não vamos desistir agora dos nossos direitos”, afirma o cacique da tribo Arara, José Carlos Arara, que teme os impactos da construção da usina em sua aldeia. Leia o resto do artigo »
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