prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Efeito no PIB só deve vir no fim do ano

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo  

Para economistas, redução de juro não terá benefício direto sobre emprego

Por Cássia Almeida

 Professor da PUC especialista em inflação, o economista Luiz Roberto Cunha é pessimista sobre os efeitos do corte da Taxa Selic, promovido ontem pelo Comitê de Política Monetário (Copom), na atividade econômica e, consequentemente, na geração de empregos. Para ele, o desenrolar da crise internacional é que ditará o movimento da economia brasileira nos próximos meses. Mesma opinião tem o diretor da Nossa Caixa Joaquim Elói Cirne de Toledo, mas com uma dose de otimismo maior. Para ele, o corte pode trazer benefícios para o investimento das empresas e das famílias, no último caso no financiamento habitacional e de veículos, mas somente no fim do ano ou início de 2010:

-Não há efeito direto no aumento da demanda interna. Os juros subiram de abril a setembro de 2008 e a atividade econômica manteve-se em alta com criação recorde de vagas – afirmou Cirne de Toledo.

Os dois economistas esperam que o afrouxamento da política monetária leve a taxa básica de juros, a Selic, para 10,75% ao ano, com mais dois cortes de dois pontos. E a inflação, sempre o foco do Comitê de Política Monetária, deixou de preocupar. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Lula comemora decisão do Copom

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Presidente havia dito a Meirelles que corte abaixo de 0,75 seria inaceitável

Por Vera Rosa e Lu Aiko Otta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou ontem o corte de 1 ponto porcentual na taxa básica de juros e disse, em conversa reservada, que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) está “à altura” da mudança no ambiente macroeconômico. Nos últimos dias, Lula atuou fortemente para a queda dos juros e chegou até mesmo a chamar o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na segunda-feira, quando avisou que um corte menor do que 0,75 ponto seria “inaceitável”.

Lula estava reunido com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, quando soube da decisão do Copom. Sem demonstrar surpresa, abriu um largo sorriso. A poucos metros dali, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também teve a mesma reação. “Qual foi o placar?”, perguntou ele a um de seus secretários.
Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Bancos cortam juros mas spread amplo limita o alívio para clientes

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Fernando Travaglini e Arnaldo Galvão

Na esteira da redução da Selic pelo Copom, os bancos já anunciaram corte nas taxas de juros para algumas linhas de empréstimos. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil foram os mais agressivo. A Caixa reduziu os juros em até 0,94 ponto percentual. As instituições privadas limitaram as baixas a 0,08 ponto percentual ao mês, equivalente a um ponto por ano, repasse da redução feita pelo Banco Central. A exceção foi o Grupo Santander Brasil, que chegou a cortes de 0,33 ponto, para pessoas físicas.

O Banco do Brasil afirmou que a partir de sexta-feira algumas modalidades já terão os juros reduzidos. A taxa mínima do cheque especial, por exemplo, será reduzida de 1,42% para 1,34% ao mês. A maior queda se deu no BB Crediário, de 3,19% para 2,62% ao mês. Para as empresas as quedas variam entre 0,08 e 0,1 ponto percentual

A Caixa Econômica Federal informou que reduziu juros pela segunda vez em janeiro. Para as micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 7 milhões), por exemplo, as reduções chegam a 23,56% (duplicatas e cheque eletrônico), de 3,99% para 3,05%. No consignado, baixou os juros de 2,5% ao mês para 2,39%. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | 1 Comentário »

Brasil precisa crescer mais de 4% para manter emprego, diz Ipea

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Instituto analisa a situação do país na crise internacional

Fonte: Ipea  

O Brasil precisa crescer mais de 4% para não interromper a trajetória positiva de 19 trimestres de investimentos acima da produção, aumento do emprego formal, redução do desemprego e da economia informal, conclui o documento “A crise internacional e possíveis repercussões: primeiras análises”, lançado hoje em Brasília pelo Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.

Elaborado por técnicos do Instituto integrantes de um Grupo de Trabalho (GT) sobre a crise da economia internacional, o documento faz três simulações sobre os efeitos da crise internacional no Brasil e mostra que menos de 4% significa o país interromper toda uma situação positiva de crescimento, com queda da desigualdade e da pobreza.

A participação dos rendimentos do trabalho no PIB vem crescendo desde 2004. Os resultados para a simulação indicam que para a expansão do PIB em 1%, a parcela salarial pode ser reduzida em 3%, assim como pode cair 0,6% se a elevação do PIB em 2009 for de 2,5%. No caso do PIB em 4%, a renda do trabalho na renda nacional pode continuar crescendo (0,2%) e manter a trajetória iniciada em 2004.O GT pretende acompanhar a situação do país e reproduzir informes ao longo deste ano.

O presidente do Ipea destacou que o Brasil tem condições de manter o ritmo de crescimento graças à opção anterior à crise, de investir em infraestrutura. “Além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) federal, que já foi licitado e as obras estão em andamento, este ano os Estados começarão a executar seus PACs. Trata-se de um investimento importante para manter o ritmo de crescimento”, ressaltou.

O documento foi dividido em três partes: a primeira descreve as manifestações da crise e efeitos sobre o seu epicentro, os EUA; a segunda trata das medidas tomadas pelos governos da China, Índia, África do Sul e Brasil, no sentido de redefinirem suas posições relativas à geopolítica mundial, bem como de reestruturarem suas instituições e cadeias produtivas e ocupacionais; a terceira faz simulações dos efeitos da crise em relação ao emprego, renda, câmbio e inflação no Brasil.

“Esta é a primeira grande crise da economia globalizada, com todos os países submetidos à lógica da economia de mercado. Afeta, portanto, um mundo fundado com profundas desigualdades, tendo como epicentro os bancos desregulados”, observou Pochmann ao lembrar que estudos sobre homogeneização da economia de mercado já alertaram sobre a geração dessas desigualdades.

Nas três partes do documento o papel do Estado é destacado. Os bancos centrais dos EUA(FED), da área da Euro(BCE) e do Japão(BoJ), por exemplo, fizeram intervenções no período de agosto de 2007 a janeiro de 2009, todas com o propósito de evitar uma deterioração do Estado de confiança.

“As políticas anticrise dos anos 80 e 90 passavam pela elevação das taxas de juros, desregulamentação e corte de gastos. Hoje, a produção e o emprego estão no centro das atenções, acompanhadas pela convergência de ações espontâneas dos países, todas voltadas para políticas de defesa do Estado” explicou Pochmann.

A China, segundo o documento, revela uma postura agressiva e proativa. Considerada a economia mais dinâmica das últimas décadas, parece estar sujeita a grandes mudanças, em razão da importância do comércio exterior e da maior valorização do mercado interno. Adotou medidas importantes de combate à crise, tanto interna como externamente. Elaborou proposta para que os países emergentes desempenhem um papel maior na supervisão de organizações financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird).

O documento não mostra a atuação dos organismos internacionais diante da crise. “Não identificamos uma coordenação das instituições internacionais”, justificou o presidente do Ipea. Ele aposta, no entanto, numa reorganização mundial, tanto em termo de regulação do sistema financeiro como em termo das relações internacionais e institucionais entre países. “É difícil acreditar que possamos voltar à situação anterior”, preconiza.

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica, política industrial, Política Social | 1 Comentário »

Votorantim espera ganhar R$ 4,5 bi com a aquisição

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fintte: Folha de S. Paulo  

NEGÓCIO SE CONCRETIZA 6 MESES APÓS 1ª OFERTA PELOS PAPÉIS DA ARAPAR NA ARACRUZ

Desde então, preço da celulose cai 35%, valor das ações cede e perdas com derivativos marcam trajetórias de empresas 

Seis meses após a primeira oferta de R$ 2,7 bilhões pelos papéis da Arapar na Aracruz, o grupo Votorantim irá pagar a mesma quantia pela empresa. No período, o preço da celulose caiu 35%. As ações da Aracruz recuaram mais de 70% desde setembro, quando foi fechada a venda à VCP pela primeira vez.
“A Votorantim não olha a aquisição do ponto de vista de investimento em carteira, mas estratégico, de olho no longo prazo”, diz Pércio de Souza, sócio da consultoria Estáter, que assessorou a transação. “A geração futura de fluxo de caixa da empresa não mudou.”
A expectativa da Votorantim é gerar ganhos de sinergia de R$ 4,5 bilhões com a formação da nova empresa. Ela também terá os mais baixos custos de produção de celulose do mundo, que ficarão entre US$ 150 a US$ 250 por tonelada. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Grupo Votorantim compra a Aracruz com ajuda do BNDES

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo  

NEGOCIAÇÃO, QUE PODE CHEGAR A R$ 5,6 BI, FOI SUSPENSA DEVIDO À CRISE GLOBAL; RECURSOS DO BANCO OFICIAL PODERÃO SOMAR R$ 2,4 BI

Operação cria maior empresa do mundo em celulose; Votorantim se capitalizou após negócios como a venda de parte de banco ao B

Por CRISTIANE BARBIERI
                                                                                                                                      

O grupo Votorantim anunciou ontem a compra da Aracruz, por um valor que pode chegar a R$ 5,6 bilhões. O negócio consolidará as operações da VCP (Votorantim Celulose e Papel) com as da Aracruz e criará a maior empresa de celulose do mundo. Para fechar a operação, a VCP contará com recursos do BNDES que poderão chegar a R$ 2,4 bilhões.
A VCP tinha anunciado o fechamento do negócio em setembro. Poucas semanas depois, no entanto, com o acirramento da crise financeira e perdas de R$ 1,9 bilhão por parte da Aracruz com operações financeiras atreladas ao câmbio, a negociação foi suspensa.
O próprio grupo Votorantim também teve perdas (de cerca de R$ 2,2 bilhões) com operações de derivativos. Conseguiu se recapitalizar, nos últimos meses, com a venda de ativos. O principal negócio foi a venda de metade da participação do Banco Votorantim ao Banco do Brasil, por R$ 4,2 bilhões.
Anteontem, a Aracruz chegou a um acordo com bancos credores para renegociar suas perdas com derivativos, o que abriu o caminho para a retomada das discussões com a VCP.
Ontem a VID (Votorantim Industrial), que engloba a VCP e outras unidades industriais do grupo, informou ao mercado o fechamento do negócio. Caso desistisse, a VCP teria de pagar multa de R$ 1 bilhão.
Nessa retomada do negócio, a Votorantim pagará R$ 2,710 bilhões por 28% das ações da Aracruz pertencentes à Arapar, que estavam nas mãos das famílias Lorentzen, Almeida Braga e Moreira Salles. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Proposta de reforma busca evitar nova grande crise

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

 

Publicado em: Valor Econômico

Por: Claudia Safatle, Cristiano Romero e Alex Ribeiro

Mais regulação, mais supervisão, maior exigência de capital e limites à concentração bancária. Estes são alguns dos ingredientes da receita para consertar o sistema financeiro mundial, imerso na maior crise desde a Grande Depressão, conforme relatório do Grupo dos 30, organização privada que reúne alguns dos mais renomados economistas do mundo. O grupo é presidido por Paul Volcker, indicado para presidente do Conselho de Recuperação Econômica Presidencial do governo de Barack Obama.

Intitulado “Reforma Financeira – Um Sistema para Estabilização Financeira” o texto de 77 páginas foi escrito por Volcker, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, e Tommaso Padoa-Schioppa, ex-ministro das Finanças da Itália, ambos vice-presidentes da organização, que conta com nomes como Timothy Geithner e Larry Summer (respectivamente escolhidos secretário do Tesouro e assessor econômico de Obama).

Não se trata de um documento pronto e acabado. A idéia, segundo Fraga, é que ele seja usado como partida na discussão sobre a reconstrução do sistema. Resultado de seis meses de trabalho, o documento apresenta 18 instigantes propostas que vão desde a adoção de uma política de requerimento de capital pró-cíclica (com maior exigência de capital dos bancos nos períodos de expansão da economia e do crédito) à imposição de limites nacionais sobre concentração de depósitos, para evitar uma excessiva concentração no sistema bancário, que dificulta uma supervisão efetiva. Esta, por sua vez, deverá ser estendida também às atividades não-bancárias (hedge-funds, private equities), que foram de grande relevância para a eclosão da crise e terão que ser reguladas. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Keynes e Roosevelt: algumas lições para o presidente Obama

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

As políticas de gastos públicos que agora são propostas para o presidente Obama não são inspiradas no New Deal. Suas raízes estão no pensamento de Keynes e no grande laboratório de políticas macroeconômicas que foi a Segunda Guerra Mundial. Mas Roosevelt também tem lições importantes a dar a Obama, ainda que não na definição de políticas macroeconômicas. A análise é do economista Fernando J. Cardim de Carvalho.

Fonte: Carta Maior

Poucos nomes tem sido lembrados com tanta freqüência nos últimos meses quanto os de Keynes e Franklin Delano Roosevelt. Na verdade, na maioria das vezes eles são lembrados juntos, como co-autores das políticas que marcaram o New Deal. Quase sempre, a referência a ambos se destina a dar suporte a algum plano ou estratégia de política econômica que se espera seja seguida pelo Presidente Obama, cuja posse ocorre neste 20 de janeiro.

A posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos seria um evento de importância histórica em qualquer circunstância. No limite, até mesmo a eleição de um Clarence Thomas poderia ser vista como a culminância do processo de conquista de direitos civis cujo grande salto foi dado nos anos 60 do século passado, sob a liderança do Dr. Martin Luther King. Mas a expectativa e as esperanças que cercam a posse do novo presidente americano dado o envolvimento do país em um guerra extrema (e justificadamente) impopular e a crise econômica – cuja profundidade se revela a cada dia para uma população cada vez mais atônita – tornam esse evento ainda mais significativo.

É exatamente a profundidade da crise que explica a ressurreição de Keynes e de Roosevelt depois de quase trinta anos de dominação do pensamento liberal em todo o mundo, inclusive no Brasil. Keynes e o New Deal simbolizam a rejeição ao neoliberalismo que levou ao desastre atual, cujos custos ainda devem crescer acentuadamente neste ano de 2009. No entanto, a relação que se faz, e as lições tiradas, são, muito frequentemente superficiais. Isso decorre de um certo desconhecimento tanto do que Keynes propôs quanto do que Roosevelt fez, especialmente nos primeiros oito anos de seu governo, até a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, após o ataque japonês a Pearl Harbor.

Na verdade, Keynes e Roosevelt, figuras gigantescas do século XX, têm muito o que ensinar ao Presidente Obama, mas as lições de um, não são exatamente as lições de outro. Conhecer a ambos é fundamental até porque o neoliberalismo não foi um desastre apenas porque conduziu à crise que estamos atravessando, mas também porque promoveu reformas sociais de extrema perversidade, que devem ser detidas ou revertidas. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »