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Blog do Desemprego Zero

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BC contribui para a falta de crédito

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de São Paulo

Ao anunciar que os bancos estão ampliando as operações de crédito, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não levou em conta a forte redução dos prazos dos créditos, como também não reconheceu que o grande concorrente das pessoas jurídicas e físicas é o próprio BC, com as operações de open market, que dão aos bancos a opção de aplicar a curtíssimo prazo, sem risco e com boa remuneração (pela Selic).

Os bancos e fundos têm mais de R$ 340 bilhões aplicados em operações de curtíssimo prazo, um excesso de liquidez que poderia ser dirigido a operações de crédito de maior prazo, o que certamente contribuiria para impulsionar as atividades empresariais. Leia o resto do artigo »

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A Cia. Vale do Rio Doce, a CUT e o Governo Lula

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

A CUT promoveu em 11 de fevereiro último, em várias capitais, um Dia Nacional de Lutas, em defesa do emprego e dos salários. No Rio de Janeiro, em ato que contou com o apoio do Conlutas, e a presença do próprio presidente da Central, Artur Henrique, a manifestação ocorreu em frente à sede da Vale do Rio Doce.

Nada mais justo e simbólico para a escolha do local da manifestação. Afinal, a Vale do Rio Doce, a segunda maior mineradora do mundo, está no centro de uma disputa judicial que já se arrasta há mais de onze anos na justiça – por força das gritantes irregularidades observadas por ocasião da transferência do seu controle acionário, em 1997. Além disso, em meio à atual crise econômica, pontificou a sua ação com cerca de 12.000 demissões de trabalhadores diretos e terceirizados, de acordo com denúncias da própria CUT. Roger Agnelli, seu atual presidente – e executivo com acesso direto a Lula – defende abertamente a flexibilização da legislação trabalhista, como forma de facilitar a demissão de trabalhadores. Leia o resto do artigo »

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Davos Man’s Depression

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

by Joseph E. Stiglitz

Fonte: Project Syndicate

NEW YORK – For 15 years, I have attended the World Economic Forum in Davos. Typically, the leaders gathered there share their optimism about how globalization, technology, and markets are transforming the world for the better. Even during the recession of 2001, those assembled in Davos believed that the downturn would be short-lived.

But this time, as business leaders shared their experiences, one could almost feel the clouds darkening. The spirit was captured by one participant who suggested that we had gone from “boom and bust” to “boom and Armageddon.” The emerging consensus was that the IMF forecast for 2009, issued as the meeting convened, of global stagnation – the lowest growth in the post-war period – was optimistic. The only upbeat note was struck by someone who remarked that Davos consensus forecasts are almost always wrong, so perhaps this time it would prove excessively pessimistic.

Equally striking was the loss of faith in markets. In a widely attended brainstorming session at which participants were asked what single failure accounted for the crisis, there was a resounding answer: the belief that markets were self-correcting.

The so-called “efficient markets” model, which holds that prices fully and efficiently reflect all available information, also came in for a trashing. So did inflation targeting: the excessive focus on inflation had diverted attention from the more fundamental question of financial stability. Central bankers’ belief that controlling inflation was necessary and almost sufficient for growth and prosperity had never been based on sound economic theory; now, the crisis provided further skepticism. Leia o resto do artigo »

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Governo injetou R$ 393 bi na economia para conter a crise

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Bruno De Vizia

Para compensar a retração do crédito privado iniciada com a crise financeira internacional, o governo está aumentando a participação do setor público na concessão de crédito para a economia. A fatia dos bancos públicos no crédito total subiu de 34,2% em setembro para 36,3% em dezembro. Medidas recentes, como o reforço de caixa no valor de R$ 100 bilhões para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apontam que essa participação deve se ampliar, podendo chegar a 38% ou 40% do crédito total nos próximos meses, avalia Bruno Rocha, economista da Tendências Consultoria Integrada. Para combater os efeitos da crise, o governo já injetou R$ 393,2 bilhões no mercado.

No entanto, os benefícios originados desse aumento não são unanimidade entre economistas consultados pela Gazeta Mercantil. Apesar de a maioria considerar que era inevitável que o governo compensasse a retração do crédito privado, muitos veem risco para a eficiência do sistema bancário nacional. Segundo Joe Yoshino, professor de Finanças da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), o Brasil pagará um preço muito alto no futuro, porque essas medidas concedem “poder de fogo para quem é menos habilitado para gerenciar crédito, que é o governo”.

Ele considera que o ideal seria adotar mecanismo semelhante ao utilizado pelo BNDES, em algumas modalidades de fomento à produção, em que há um banco privado de segunda linha para avaliar o risco. “Nem precisa ser um banco privado. Pode ser uma cooperativa, desde que mostre desempenho. O governo não tem tradição em avaliar risco”, afirma Yoshino. Leia o resto do artigo »

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PNB Jr: BC atrasa o Brasil. Lula tem que demitir Meirelles

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Saiu na Folha (*), pág. B2, artigo de Paulo Nogueira Batista jr, diretor executivo do FMI (que seria um excelente sucessor de Henrique Meirelles no Banco Central):

Fonte: PH Amorim

“Não à recessão e ao desemprego. É preciso tentar conter a retração da demanda, por meio de cortes no compulsório e no juro e no estímulo fiscal. O Banco Central pode, por exemplo, diminuir a taxa básica de juros, que continua a ser a mais alta do mundo em termos reais, mesmo após o corte de um ponto percentual determinado pelo Copom na sua última reunião. O BC também pode diminuir os ainda elevados depósitos compulsórios sobre passivos bancários, o que injetaria liquidez na economia e contribuiria em princípio para reduzir os ‘spreads’ bancários.”

A culpa é do presidente Lula, o presidente que tem medo. Não há nenhuma razão que justifique o Brasil ter a maior taxa de juros do mundo. Não há astrólogo ou astrônomo que seja capaz de explicar isso.

É pura ideologia (do século passado) travestida de ciência. Leia o resto do artigo »

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Sobre a Marola e os Seus Efeitos

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

O presidente Lula sofreu muitas críticas pelo fato de aparentemente ter menosprezado os efeitos da crise econômica mundial na economia brasileira, ao comparar os riscos que sofreríamos a uma mera marola – aquelas pequeníssimas ondas que não assustam sequer aos estranhos ao mar.

Politicamente, podemos compreender o papel do presidente da República. Não cabe a ele a função de atemorizar a população com supostas conseqüências negativas que enfrentaremos. Ao contrário, sua responsabilidade maior é a de garantir a tomada de decisões que evitem o pior, e aliviem o trabalhador brasileiro do desemprego, da redução de sua renda e da precariedade dos serviços públicos.

E é justamente neste ponto que consideramos extremamente equivocada a posição assumida pelo governo Lula. Leia o resto do artigo »

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Obama piscou…

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

A sinuca de Barack Obama é a mesma que acomete todos os governantes em períodos de crise sistêmica, radical. Acaba um ciclo. Setores líderes do ciclo que se encerra ficam inviáveis, mas conservam o poder político. Tem que se partir para o ciclo seguinte, mas esses setores ficam pairando como lastro de balão, impedindo o nascimento do novo ciclo.

No caso norte-americano, o problema é o sistema financeiro, os chamados bancos-zumbis, que quebraram com a crise. Eles estão empanturrados de derivativos tóxicos e de créditos de difícil recebimento.

Haveria dois caminhos para solucionar o problema.

O correto seguiria o modelo do nosso PROER. Esta semana o Luiz Carlos Mendonça de Barros escreveu um artigo didático na Folha sobre o modelo.

Em vez de criar um “bad bank” para comprar os títulos podres dos bancos-zumbis, o governo americano deveria criar um banco para comprar os ativos sadios desses bancos.

É o modelo universalmente consagrado de compra de empresas quebradas. Separa-se a parte boa e vende-se. Com os recursos apurados, cobre-se parte do rombo. Se a parte podre for maior, ou os controladores aportam novos recursos ou simplesmente o banco restante vira pó.

Com isso, dos escombros dos bancos-zumbis nasceria um novo banco, imenso, estatal no início, mas que poderia ser privatizado depois (de acordo com as tradições americanas), com porte e condições de revascularizar o sistema de crédito norte-americano e global. Mas significaria também que os acionistas e controladores dos bancos quebrados morreriam com o mico.

Essa solução lógica esbarra no poder políticos dos zumbis e nas vinculações ideológicas das pessoas incumbidas de pensar o plano de salvação – quase todas ligadas ao mercado financeiro.

Assim, fica-se nessa história de limpar os bancos dos ativos tóxicos permitindo a salvação dos controladores e acionistas. Com isso, a crise se aprofunda agudamente. A insegurança continuará, os recursos envolvidos não resultarão na volta do crédito em um momento em que a economia mundial caminha para o estágio mais perigoso: a deflação de ativos (isto é, os preços dos ativos despencando e trazendo novos rombos para a estrutura de capital das empresas e dos bancos).

Infelizmente, Omaba piscou. Esses momentos de crise aguda exigem decisões de ruptura, não de contemporização.

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Regaste dos bancos norte-americanos prevê a criação de fundo público-privado

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Último Segundo


WASHINGTON – O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, deve em seu discurso, previsto para esta terça-feira, que o Departamento do Tesouro, em conjunto com o Federal Reserve (O Banco Central norte-americano) e a agência federal de garantia de depósitos bancários (FDIC), trabalha para lançar um fundo de investimento público-privado que ajudará a avaliar os ativos das instituições financeiras . “Este programa irá oferecer capital e financiamento do governo para alavancar o capital privado e fazer com que os mercados trabalhem novamente para os empréstimos e ativos que agora pesam em todo o sistema financeiro”,  segundo trechos divulgados do
pronunciamento. Leia o resto do artigo »

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